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  #21  
Old Posted Jun 26, 2025, 5:52 AM
oengenheiro oengenheiro is online now
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Gente é verdade mesmo? Está andando essa Obra?

Gente é verdade mesmo? Está andando essa Obra? Nem acredito, parece lorota de político.
https://www.youtube.com/watch?v=GVL7qr1F874
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  #22  
Old Posted Jun 26, 2025, 8:07 AM
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Gente é verdade mesmo? Está andando essa Obra? Nem acredito, parece lorota de político.
https://www.youtube.com/watch?v=GVL7qr1F874
Essa reportagem é de 2024 e até agora não se tem notícias de obras, provavelmente não sairá nada, com certeza é a boa e velha promessa eleitoreira da época das eleições municipais.
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  #23  
Old Posted Jun 26, 2025, 8:47 AM
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Gente é verdade mesmo? Está andando essa Obra? Nem acredito, parece lorota de político.
https://www.youtube.com/watch?v=GVL7qr1F874
Concordo que é lorota, pois todos tem projetos, mas ninguém quer colocar a mão no Bolso, principalmente o governo goiano que trata a região como Brasília apenas.

O jeito é privatizar, assim, acaba com esse lenga lenga.
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  #24  
Old Posted Jun 26, 2025, 11:09 AM
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Eu não acredito mais que terá algum tipo de Trem ou VLT de Luziânia para Brasília, ainda mais agora que o BRT parece que sairá do papel.
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  #25  
Old Posted Jun 28, 2025, 7:31 PM
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GDF dá início as obras da expansão da Linha 1 do Metrô em Samambaia

Canteiros de obras de duas novas estações estão em fase de finalização; já foram investidos R$ 16,3 milhões nos trabalhos


Obras de expansão do Metrô-DF já tiveram investimentos de mais de R$ 16 milhões; recursos são do GDF e do BNDES | Fotos: Divulgação/Metrô-DF

Começaram as obras da expansão da Linha 1 no Ramal Samambaia da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF), com destaque para a construção do Emissário Samambaia, as duas novas estações 35 e 36 e a estação de energia SR63. As obras são executadas pelo Consórcio CG–JFJ, vencedor da licitação para a expansão de Samambaia.

Localizado no Parque Gatumé e formado por uma bacia de amortecimento e um canal de restituição de águas pluviais, o emissário fica distante cerca de 5,5 quilômetros da nova via do Metrô-DF e é essencial para a proteção não só da via, mas da região administrativa contra problemas durante o período chuvoso, ao reduzir inundações, erosões e danos ambientais, trazendo benefícios tanto para os moradores quanto para o meio ambiente.

“A construção da bacia está sendo realizada em uma área com vegetação local, e todos os estudos necessários foram conduzidos para garantir o respeito às normas e legislações ambientais”, informa o presidente do Metrô-DF, Handerson Cabral. “As obras receberam todas as licenças ambientais exigidas, emitidas pelos órgãos competentes, e foram planejadas para minimizar os impactos e para preservar a vegetação e os recursos hídricos da região”, completa.


Ao longo do trajeto, haverá duas novas estações, cada uma com 7 mil m² de área construída; estimativa é beneficiar entre 12 mil e 15 mil pessoas que utilizarão o transporte diariamente

Nas Estações 35, 36 e SR63, os canteiros de obras das estações encontram-se em fase de finalização. O canteiro é o ponto inicial para a execução da obra propriamente dita e, até o momento, já foi concluída a terraplenagem na estação 35 e também na SR63 e estão em andamento os serviços de armação de blocos, vigas baldrames e estacas das fundações e estruturas destas duas áreas. A estação 36 encontra-se com o canteiro de obras em fase de finalização.
Ordem de serviço

A ordem de serviço para o início das obras foi assinada no último dia 19 de fevereiro pela vice-governadora Celina Leão, em cerimônia realizada no auditório do Complexo Administrativo e Operacional (CAO) do Metrô-DF em Águas Claras. Serão 3,6 quilômetros a mais de via, a partir da estação Terminal Samambaia até o subcentro oeste do bairro, próximo à 1ª Avenida Sul, que conecta Samambaia Norte à Samambaia Sul.

Ao longo do trajeto, haverá duas novas estações, cada uma com 7 mil metros quadrados de área construída: as estações nº 35 e nº 36 serão construídas nas proximidades da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade e do Centro Olímpico, sendo que esta última passará a ser a estação final do trecho de Samambaia.


Construção do Emissário Samambaia, que vai proteger a nova via do Metrô-DF – e também a região administrativa – contra problemas durante o período chuvoso, como inundações, erosões e danos ambientais

Também serão construídos três viadutos com passagem de pedestre integrada e quatro passarelas aéreas, localizadas nos principais pontos de circulação já utilizados pela população. A estimativa é beneficiar entre 12 mil e 15 mil pessoas que utilizarão o transporte diariamente, gerando impacto positivo no desenvolvimento de todo o bairro e na mobilidade da população do DF.
Expansão

A expansão da linha 1 do Metrô do Distrito Federal em Samambaia integra o Projeto de Expansão do Sistema Metroviário de Brasília e decorre da previsão legal para Expansão da Rede Ferroviária de Brasília, disposta na Lei n° 4.566, de 4/5/2011.

A obra em Samambaia conta com a realização de projetos executivos, escavação, remanejamento de interferências, novas redes de drenagem, execução de pavimentação, construção de estações, via permanente semienterrada, emissário e a implantação dos sistemas de energia, telecomunicações e mecânicos.

O consórcio CG–JFJ, formado pelas empresas CG Construções LTDA e JFJ Tecnologia em Instalações Elétricas, foi o vencedor da licitação para as obras de expansão da linha 1 no trecho Samambaia. A previsão inicial de custo da obra é de R$ 348.976.013,45 em valores atualizados (que chega a mais de R$ 400 milhões com os demais custos associados) e a estimativa de prazo de execução é de 2,5 anos a 4 anos. Os recursos para a realização da obra são do Governo do Distrito Federal (GDF) e do BNDES e já foram investidos, até o momento, R$ 16.361.795,24.

O Metrô-DF tem 42,38 km e liga a região administrativa de Brasília às de Ceilândia e Samambaia, passando pela Asa Sul, Setor Policial Sul, Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA), Guará, Park Way, Águas Claras e Taguatinga. Transporta entre 160 mil e 180 mil usuários por dia útil.

A via do Metrô-DF possui o formato de Y. Dessa forma, 19,19 km constituem o eixo principal e interligam a Estação Central (localizada na Rodoviária do Plano Piloto) à Estação Águas Claras. Outros 14,31 km compreendem o ramal que parte da estação Águas Claras até Ceilândia Norte. O outro ramal, com 8,8 km, abrange o trecho que liga a estação Águas Claras a Samambaia.

*Com informações do Metrô-DF

Fonte: https://brasiliaagora.com.br/gdf-da-inic...bRZxlrgU6Mq9BBqW0-LwpC90I_c6WRFz1Da8a9Zd
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  #26  
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  #27  
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É repugnante canhotas criticando o atual governo, falando que a obra vai estar pronta só em 10 anos e tal... Interessante que eles tem amnésia ou ausência de miolos por esquecer 12 anos de governos Cristovam Buarque, Agnelo Queiroz e Rodrigo Rollemberg e se o Grass tivesse ganhado não teria feito nada também.
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  #28  
Old Posted Jul 7, 2025, 11:13 PM
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É repugnante canhotas criticando o atual governo, falando que a obra vai estar pronta só em 10 anos e tal... Interessante que eles tem amnésia ou ausência de miolos por esquecer 12 anos de governos Cristovam Buarque, Agnelo Queiroz e Rodrigo Rollemberg e se o Grass tivesse ganhado não teria feito nada também.
Sim! Três governos de esquerda e três governos sem progresso nenhum para o DF, impressionante como a esquerda não fez nada no DF em 12 anos de Governos
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  #29  
Old Posted Jul 7, 2025, 11:14 PM
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Sim! Três governos de esquerda e três governos sem progresso nenhum para o DF, impressionante como a esquerda não fez nada no DF em 12 anos de Governos
E detalhe, davam fake news que fazia manutenção dos metrô, canabalizando os metrô que o Cristovam Buarque doou para prefeitura de São Paulo e adivinha quem era a prefeita, acho que era a Erudina.

Isso a canhotada nem liga, fingem demência ou coisa parecida.
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  #30  
Old Posted Jul 8, 2025, 9:15 PM
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Tirando o trem de alta velocidade os demais não tem menor chances de sair do papel...

Ferrovia 3 em 1 para ligar Brasília ao Entorno Sul


Proposta de conexão ferroviária entre o Entorno do DF e o Plano Piloto reúne três modais em um só sistema. Percorrendo os municípios goianos do Entorno um Veículo Leve sobre Trilhos – VLT integraria as comunidades dessas localidades e também alimentaria o Expresso Planalto Central (EPC): uma linha férrea eletrificada, baseada no canadense Réseau Express Métropolitain, com capacidade de fazer Luziânia-Setor Noroeste em 38 minutos. Já em território candango, outro trecho da ferrovia da extinta RFFSA seria convertido na Linha Monumental-Park Way, (LMP): 16 estações, ao longo de 26 km, iniciando na quadra 29 do Park Way, nos fundos do Catetinho, até a Rodoferroviária. Seria um metrô de superfície, atendendo igualmente à Metropolitana, Núcleo Bandeirantes, Arniqueiras, Guará, Ceasa, Cidade dos Automóveis, Estrutural, além de alimentar o EPC.

Por Chico Sant’Anna

O mais velhos hão de se lembrar de um aparelho de som chamado 3 em 1: toca disco, gravador cassete e rádio. Brasília agora também poderá ter seu 3 em 1, só que na mobilidade urbana. Aguardando há décadas um trem de passageiros, ligando Luziânia ao Plano Piloto, a cidade poderá contar com três sistemas de transporte ferroviário em um: VLT, metrô de alta velocidade e metrô de superfície. Todos atuando em consonância entre si. O projeto está pronto, aguarda sinal verde do Ministério dos Transportes e ao mesclar os diferentes modais espera ser uma boa alternativa de deslocamento para cerca de 200 mil pessoas que vão e voltam todos os dias ao centro de Brasília.

O volume de pessoas que vão e voltam todos os dias do Entorno Sul ao centro da Capital foi aferido recentemente, nas imediações do Solarius – monumento apelidado de chifrudo que fica na entrada de Brasília. Uma moderna técnica contabilizou quantos sinais de celular passavam na ida e na volta naquele local. O quantitativo agrega aqueles que transitam de ônibus, mas também em carros particulares. No início do ano, o DER-DF estimou em cem mil carros provenientes do Entorno Sul.


O Expresso Planalto Central foi pensado para transportar 400 mil pessoas/dia, metade em cada um dos sentidos. Composição pode chegar a alcançar 160 km por gora.

Projetos

Como noticiamos em setembro de 2024, três diferentes projetos ferroviários com o Entorno Sul estavam nas pranchetas: uma proposta da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU, previa o uso de veículos leves sobre trilho (VLT), trafegando sobre a antiga ferrovia da RFFSA. A segunda, sob responsabilidade do Ministério dos Transportes, previa a instalação de trem regional de passageiros, ligando o Jardim Ingá, distrito do município de Luziânia, à antiga rodoferroviária, também pela estrada de ferro existente. A terceira proposta descartava a ferrovia. O Expresso Planalto Central, de autoria de um grupo econômico, prevê um metrô de velocidade elevada, capaz de interligar os 64 quilômetros que distam Luziânia do Noroeste em 38 minutos. Baseado no Réseau Express Métropolitain, existente no Canadá, a linha férrea seria nova, eletrificada e seguindo o mesmo eixo da BR-040 conectada a Via Epia.


Um ano depois de anunciado, estudo técnico da CBTU para implantar um VLT entre Luziânia e Brasília não avançaram, segundo a empresa, pelo fato de o GDF não ter assinado um convênio com os governos Federal e de Goiás. GDF diz que ainda faz estudo de viabilidade técnica.

O projeto da CBTU, que chegou a receber 23 milhões de emendas de parlamentares de Goiás, não avançou. O convênio já assinado pelo governo de Goiás descarrilou no Palácio do Buriti. A minuta previamente assinada pelos goianos foi encaminhada ao Gabinete do Governador do DF em março de 2024 e até hoje não foi assinada. Procurado, o GDF informou que “encontra-se em fase de estudo técnico preliminar e de viabilidade técnica para avaliar a participação no convênio”.

Quem andou, foi o projeto do Ministério dos Transportes. O estudo técnico foi contratado no ano passado, já está praticamente todo concluído e deve ser apresentado pelo Governo Federal nas primeiras semanas de agosto. Audiências públicas devem acontecer nas cidades goianas do Entorno. Ele se vale da antiga linha ferroviária, prevê oito estações entre o Jardim Ingá e a Rodoferroviária, com capacidade de transportar, dependendo do projeto técnico a ser aprovado, entre dois mil e quatro mil passageiros nos horários de pico – até 800 passageiros por viagem. A proposta está focada mais no transporte ponto a ponto. Em Goiás, além da estação inicial no Jardim Ingá, estão previstas apenas duas outras: Cidade Ocidental e Valparaíso. No DF, as principais estações seriam localizadas na intercessão com as grandes vias troncais: Estrutural, EPTG, EPNB e Epia-Sul – onde seria possível a integração com as redes de ônibus urbanos -, além de outra com o metrô, no Guará. Áreas internas de localidades como o Park Way, Núcleo Bandeirante, SIA, por onde a linha férrea já trafega, não contariam com estações. A duração da viagem inteira seria de cerca de 52 a 62 minutos.


O VLT Jardim Ingá-Valparaíso (Viva), com vinte quilômetros de extensão e dezenove estações, integraria as localidades da região e ao EPC.

3 em 1

A nova proposta do Expresso Planalto Central (EPC ) engloba parte das ideias da CBTU e do Ministério dos Transportes. Além do metrô de alta velocidade, trafegando pelo eixo rodoviário BR-40/Epia, duas linhas alimentadoras seriam criadas sobre a antiga ferrovia.

A primeira, o VLT Jardim Ingá-Valparaíso (Viva), com vinte quilômetros de extensão e dezenove estações, integraria as localidades da região e ao EPC.

Já a linha Monumental Park Way, (LMP), totalmente no DF, usaria a antiga ferrovia desde a quadra 29 do Park Way, nos fundos do Catetinho, até a Rodoferroviária. Funcionaria como um metrô de superfície, com dezesseis estações ao longo de 26 km. Seriam igualmente atendidos a Metropolitana, Núcleo Bandeirantes, Arniqueiras, Guará, Ceasa, Cidade dos Automóveis, Estrutural. A integração com o BRT-Sul e o EPC seria na Epia, na altura da Vila Cahui e com o metrô, no Terminal da Asa Sul.


A Linha Monumental-Park Way, (LMP), contaria com 16 estações, ao longo de 26 km, iniciando na quadra 29 do Park Way, nos fundos do Catetinho, até a Rodoferroviária. Seria um metrô de superfície, atendendo atravessando a Metropolitana, Núcleo Bandeirantes, Arniqueiras, Guará, Ceasa, Cidade dos Automóveis, Estrutural.


Aeroporto

O projeto do EPC ainda propõe chegar ao Aeroporto. “Mas é o aeroporto mesmo, o terminal, descer do trem dentro do aeroporto” – explica um dos técnicos que trabalharam no projeto. De lá, o trem do ECP mergulharia até a Rodoviária Interestadual, passando sob o Jardim Zoológico, integrando passageiros de avião e de ônibus. O trajeto retoma a Epia rumo Noroeste, próximo a Água Mineral, com uma parada na Rodoferroviária.

O trajeto proposto é 13 kms mais curto do que o itinerário da linha férrea e com a capacidade de alcançar 160 km por hora cobriria o trecho Luziânia-Noroeste em 29 minutos. O veículo é automatizado, não requer maquinista, e pode ser implantado tanto no canteiro central das rodovias, quanto na lateral. Um deslocamento entre o Noroeste e o Aeroporto JK não tomaria mais do que 10 minutos.

O valor da passagem não foi informado, nem se será um preço único, independente do tamanho do percurso percorrido pelo passageiro. Entretanto, o consórcio entende que não poderá ficar muito dispare do que atualmente é cobrado pelos ônibus, tendo em vista a necessidade de se atrair os passageiros. A passagem Luziânia Plano Piloto custa hoje R$ 12,05.

A proposta do consórcio EPC baseia-se na assunção da implantação do EPC pela iniciativa privada, sem custos para o Estado. A União arcaria com a adaptação da linha férrea para receber o Viva e o LMP. O custo do EPC está estimado entorno de R$ 5 bilhões. Os empreendedores pensam rentabilizar seus investimentos explorando imobiliariamente áreas localizadas ao longo do seu trajeto. Já identificaram um grande espaço em Valparaíso de Goiás, mas almejam áreas ainda inexploradas no Distrito Federal, tais como a Área Alfa, da Marinha e o antigo bairro do Catetinho, bem como o terreno atrás da rodoferroviária.


O projeto do Expresso Planalto Central prevê a implantação de “Polos de Desenvolvimento”, uma espécie de shopping com instalações para escritórios, consultórios, academias e outros estabelecimentos, nas principais estações, como a do Noroeste.

São locais que certamente enfrentarão grandes resistências sociais e até oficiais. A Marinha não cogita lotear seu espaço de treinamento e onde estão localizadas instalações de telecomunicações. O bairro do Catetinho, que no passado Joaquim Roriz propôs em transformar na Cidade da Saúde – um polo hospitalar -, é área de recarga hídrica e possui em seu interior o Parque Ecológico Luiz Cruls.

Já no caso do Pátio Ferroviário, é a própria Terracap que tem interesse em explorar economicamente o local. Além disso, as principais estações, como a do Noroeste, seriam acopladas a “Polos de Desenvolvimento”, uma espécie de shopping com instalações para escritórios, consultórios, academias e outros estabelecimentos.

Fonte: https://chicosantanna.wordpress.com/2025/07/07/ferrovia-3-em-1-para-ligar-brasilia-ao-entorno-sul/
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  #31  
Old Posted Oct 31, 2025, 10:27 PM
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Projeto de mobilidade do governo federal prevê melhorias no Metrô para o DF

Ao todo, as 187 propostas fazem parte de um estudo do Ministério das Cidades, em parceria com o BNDES, de investimento em transporte coletivo sustentável. No DF, são 13 propostas


Serão 13 projetos para o DF, que incluem melhoras no metrô, VLT e BRT na capital. - (crédito: Ed Alves CB/DA Press)

O Ministério das Cidades, em parceria com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), estuda a implementação de 187 projetos para elevar a sustentabilidade urbana em 21 grandes cidades brasileiras a longo prazo. A projeção do governo é de que, a partir de 2054, as propostas evitem uma emissão de 3,1 milhões de toneladas de gás carbônico por ano, o que corresponde à absorção em uma área de 6,2 mil km² de floresta amazônica, ou cinco vezes o tamanho do município do Rio de Janeiro.

A informação foi divulgada nesta nesta quinta-feira, no 5º Boletim Informativo do Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU). Além da questão ambiental, a pesquisa estima que, até 2054, o número de mortes em acidentes de trânsito seja reduzido a 8 mil. Em 2024, os óbitos por esse motivo atingiram 26 mil, de acordo com dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Para o Distrito Federal, o estudo prevê a implementação de 13 propostas, sendo duas para o Metrô-DF, quatro para VLT e outras sete para o BRT. No total, os projetos devem alcançar 279km de malha urbana para as regiões administrativas e o Entorno. Os pesquisadores avaliam que, com os projetos concluídos, o tempo médio de deslocamento na capital federal pode reduzir em até 14%.

O material também prevê melhorias no acesso a empregos e serviços essenciais e redução de cerca de 10% no custo da mobilidade urbana. No total, os 187 projetos somados devem demandar investimentos de R$ 430 bilhões, sendo R$ 230 bilhões em metrôs, R$ 31 bilhões em trens, até R$ 105 bilhões em veículos leves sobre trilhos (VLTs), até R$ 80 bilhões em bus rapid transit (BRTs) e R$ 3,4 bilhões em corredores exclusivos de ônibus. Segundo o ministério, a aplicação dessas propostas ainda depende do modelo de financiamento utilizado.

“Os projetos selecionados mostram que o Brasil está buscando se adaptar às mudanças do clima, com ações que unem sustentabilidade, mobilidade e inclusão social”, afirma o ministro das Cidades, Jader Filho. O estudo considera as regiões metropolitanas de Belém, Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Distrito Federal, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São Luís, São Paulo, Teresina e Vitória.

“Com o estudo, o BNDES contribui com a produção de uma política pública para a formulação de uma estratégia nacional de mobilidade urbana, de longo prazo e sustentável, unindo esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal. O objetivo é melhorar a qualidade de vida dos brasileiros e brasileiras, com um transporte mais eficaz, menos poluidor e mais seguro”, destaca o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/ec...federal-preve-vlt-e-metro-para-o-df.html
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  #32  
Old Posted Oct 31, 2025, 10:35 PM
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Estudo do BNDES sugere soluções para melhorar a mobilidade urbana do DF

Documento desenvolvido pelo Ministério das Cidades junto com o BNDES propõe expansão do metrô e do BRT, além da implantação do VLT. Propostas não indicam fontes de financiamento e estão sendo avaliadas pelo GDF


A extensão do metrô em Ceilândia e para a Asa Norte estão entre as propostas apontadas pelo governo federal - (crédito: Renato Alves/Agência Brasília)

Divulgado nesta semana, o Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU) desenvolveu projetos para 21 regiões metropolitanas do país, entre elas, o Distrito Federal. Realizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério das Cidades, o documento é um conjunto de sugestões no sentido de fomentar políticas públicas de mobilidade para ampliar redes de transporte coletivo diminuindo a emissão de gases e reduzindo acidentes.

No DF, são sugeridos 13 projetos, sendo: sete projetos para expansão de BRT, totalizando 153km; dois de metrô (3km) e quatro de VLT (123km). O investimento total estimado é de R$ 21,3 bilhões.

De acordo com o estudo, a implementação dos projetos resultará na redução estimada de cerca de 750 óbitos em acidentes de trânsito até 2054 na capital do país. Além disso, deve evitar a emissão de 225 mil de toneladas de CO2 por ano. Outro benefício é a redução de 9% do custo operacional por viagem, decorrente da maior utilização dos sistemas de média e alta capacidade, que tipicamente são mais eficientes. A implantação trará também a diminuição no tempo médio de deslocamentos na cidade, com um impacto estimado em R$ 13,9 bilhões.

O secretário de Mobilidade do DF, Zeno Gonçalves, frisa que algumas propostas do ENMU já estavam previstos no Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU) de 2012, que está sendo atualizado agora. "É o caso dos VLTs, por exemplo", lembra. "Nós estivemos em contato com a equipe que produziu esse estudo e todos os projetos estão sendo avaliados se irão ou não compor a proposta do PDTU que será encaminhada à Câmara Legislativa (CLDF)", afirma. A data do encaminhando ainda não está definida.

Zeno observa que são necessárias sólidas fontes de recursos para tirar as sugestões do papel. "Mais importante do que um bom portfólio de projetos, é que o governo federal indique também fontes estáveis de financiamento, porque o grande problema dos planos é a execução e as propostas apresentadas pedem investimentos altos em infraestrutura", destaca. "Um plano só é bom quando é executado, senão, ele é uma peça decorativa sem resultado. A gente precisa resolver o problema da mobilidade em uma perspectiva de médio e longo prazo", completa.

Propostas

Segundo o Ministério das Cidades, o ENMU tem caráter técnico e estratégico, voltado à identificação de oportunidades e investimento e à estruturação de um banco de projetos que orientará futuras ações e políticas públicas. "As etapas de modelagem e execução serão definidas após a conclusão do estudo, prevista para o início de 2026. A partir desse momento, os projetos poderão ser estruturados para captação de recursos e eventual investimento federal", explica a pasta.

"Os projetos selecionados mostram que o Brasil está buscando se adaptar às mudanças do clima, com ações que unem sustentabilidade, mobilidade e inclusão social", afirma o ministro das Cidades, Jader Filho. "Investir em transporte coletivo limpo é investir nas cidades e nas pessoas, para que os centros urbanos se tornem mais resilientes, com menos poluição e deslocamentos mais rápidos e seguros", completa.

Os critérios de mapeamento das propostas consideram a relevância metropolitana, o potencial de impacto na mobilidade urbana e na integração entre modais, a demanda de passageiros para uma infraestrutura de média e alta capacidade e a aderência às diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana.

"Com o estudo, o BNDES contribui com a produção de uma política pública para a formulação de uma estratégia nacional de mobilidade urbana, de longo prazo e sustentável, unindo esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal. O objetivo é melhorar a qualidade de vida dos brasileiros e brasileiras, com um transporte mais eficaz, menos poluidor e mais seguro", diz o presidente do órgão, Aloizio Mercadante.

Análise

Secretário-executivo do Movimento pelo Direito ao Transporte (MDT) e Titular do Conselho de Transporte Público Coletivo do DF, Wesley Ferro ressalta que, de fato, o DF carece de projetos de mobilidade. "Dentro da Política de Mobilidade, pensando principalmente em projetos de infraestrutura, há uma ausência de projetos qualificados que garantam investimentos na mobilidade urbana que ajude a qualificar os espaços das cidades e os espaços das regiões", analisa. "Teve todo um trabalho de levantamento de diagnóstico e identificação de demandas. Essa iniciativa chega em um momento importante devido a essa ausência", complementa.

Para ele, é necessário qualificar o sistema de transporte público do DF, e uma condição para isso é investir nos eixos estratégicos e estruturais e rediscutir novas propostas. "O ENMU traz essa possibilidade de expansão do metrô, mas a gente defende que a prioridade deve ser qualificação do atual sistema, antes de se discutir expansão", pondera o especialista. "Precisamos interromper esse processo de degradação do sistema atual do metrô. Há riscos constantes para usuários, paralisações muito frequentes e interrupções do serviço por causa de de frota velha", acrescenta.

Wesley assinala que a próxima etapa será conseguir o financiamento. "O grande desafio vai ser alavancar recursos, sejam públicos ou de parcerias", conclui.
Propostas para o DF

» Extensão do Metrô Linha 1, Trecho Ceilândia;

» Extensão do Metrô Linha 1, Trecho Asa Norte 1;

» Implantação do VLT Linha 2;

» Implantação do VLT EPCL/Eixo Monumental;

» Implantação do VLT TAN/Aeroporto;

» Extensão do VLT EPCL/Eixo Monumental, Trecho Esplanada dos Ministérios;

» Extensão do BRT Eixo Oeste, - Trecho até a BR-070;

» Extensão do BRT Eixo Oeste, Trecho Av. Hélio Prates;

» Implantação BRT Eixo Norte;

» Implantação do BRT Eixo Sudoeste;

» Implantação do BRT Luziânia/Entorno Sul;

» Implantação do BRT Águas Lindas;

» Implantação do BRT Eixo Leste.


Se colocadas em prática:

» Reduzirão cerca de 750 óbitos no trânsito até 2054;

» Evitarão emissão de 225 mil de toneladas de CO2 por ano;

» Reduzirão em cerca de 9% o custo operacional por viagem.


Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/ci...-melhorar-a-mobilidade-urbana-do-df.html
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Modernização e expansão colocam o metrô do DF em nova fase de crescimento
Redação
7 de novembro de 2025
00:28

Depois de mais de duas décadas de espera, o Distrito Federal voltou a ver o metrô crescer. Desde 2019, este Governo do Distrito Federal (GDF) investiu e entregou três novas estações — Estrada Parque, 106 Sul e 110 Sul — e deu início à expansão da Linha 1 no ramal de Samambaia, com previsão de mais duas paradas nos próximos anos. O conjunto de investimentos marca uma nova fase da Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF), que alia ampliação da rede, modernização tecnológica e aumento da receita tarifária.

As três estações entregues na gestão Ibaneis Rocha receberam investimentos superiores a R$ 44 milhões em obras civis, sistemas elétricos e equipamentos de acessibilidade, como elevadores e escadas rolantes. Na 106 Sul, a arrecadação com locação de espaços e publicidade já ultrapassou R$ 6 milhões desde 2020. Na 110 Sul, foram mais de R$ 5 milhões em receitas adicionais.

Para além do aumento na receita tarifária, que consequentemente é utilizada para investir em serviços de modernização e manutenção da linha e melhor atender a população do Distrito Federal, as novas estações refletem também em uma maior adesão da população a este tipo de modal.

“Quando entregamos novas paradas, como conseguimos fazer de 2019 para cá, a gente consegue trazer mais passageiros para o sistema. E isso tem uma vantagem prioritária que é atender o cidadão. As pessoas que moram e que trabalham no entorno dessas estações até então não tinham disponibilidade de poder usar o metrô para se deslocar e agora passam a ter essa oportunidade. Então, a gente cumpre a nossa responsabilidade social e ainda aumenta as receitas do Metrô para investir em outras frentes”, afirmou o presidente da companhia, Handerson Cabral Ribeiro.


As três estações entregues na gestão Ibaneis Rocha receberam investimentos superiores a R$ 44 milhões em obras civis, sistemas elétricos e equipamentos de acessibilidade, como elevadores e escadas rolantes | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília
Expansão em andamento

Atualmente, o Metrô-DF conta com 42,3 km de extensão, conectando Brasília a Ceilândia e a Samambaia. Em dias úteis, transporta entre 160 mil e 180 mil usuários. O traçado em formato de “Y” inclui o eixo principal até Águas Claras (19,1 km), o ramal até Ceilândia Norte (14,3 km) e o trecho até Samambaia (8,8 km).

Para os próximos anos, a previsão é que o alcance dos vagões seja ainda maior. Isso porque este GDF trabalha na expansão da Linha 1 em Samambaia, que prevê duas novas estações e 3,6 quilômetros de via. O investimento é de R$ 348,9 milhões e conta com recursos garantidos no orçamento até 2026.

Em Ceilândia, a expectativa é que outras duas estações sejam construídas do zero também. Ainda em fase de análise pelo Tribunal de Contas do DF, o projeto será licitado em breve para ampliar a atuação do metrô na região. Somadas, as obras vão acrescentar 6 quilômetros de linha e quatro novas estações, beneficiando mais de 35 mil passageiros por dia.

A região Sul, que compreende Gama, Santa Maria, Riacho Fundo, Recanto das Emas, Núcleo Bandeirante, Candangolândia e Cruzeiro, também deve ser contemplada com a expansão do metrô. No momento, as equipes trabalham nos estudos preliminares funcional e de viabilidade técnica, econômica e ambiental para implementar a chamada Linha 2. A previsão é que seja uma via de aproximadamente 50 km para ligar essas regiões à Rodoviária do Plano Piloto e à Esplanada dos Ministérios.


A região Sul, que compreende Gama, Santa Maria, Riacho Fundo, Recanto das Emas, Núcleo Bandeirante, Candangolândia e Cruzeiro, também deve ser contemplada com a expansão do metrô
O crescimento do metrô e a chegada de novas estações já mudam a rotina de quem utiliza o transporte público no DF. Para estudantes, trabalhadores e moradores, o investimento deste GDF traz mais conforto, segurança e praticidade no dia a dia, como é o caso do estudante Douglas Oliveira, de 20 anos.

“Eu moro em Ceilândia e vim para o Plano encontrar um amigo. Essa estação da 106 facilitou muito pra mim agora, porque está próximo de um ponto que antes não existia. E agora facilita demais. Eu uso o metrô todo dia, porque faço estágio no Park Shopping, então eu costumo usar todo dia. É um ambiente seguro, limpo”, elogiou o estudante.

Já para quem usa o metrô eventualmente, a experiência também é positiva. “Eu acho a estação limpa, é tudo maravilhoso. Eu gosto de pegar o metrô”, avaliou a cabeleireira Maria Clemes Ferreira, 54.

Modernização da frota e novos trens

Em paralelo à ampliação da rede, este GDF prepara a compra de 15 novos trens e a manutenção completa de 20 modelos da série 1000, considerados os mais antigos que circulam desde o início da operação, em 2001. O investimento previsto para a aquisição dos novos vagões é de cerca de R$ 900 milhões.

“Quando entregamos novas paradas, como conseguimos fazer de 2019 para cá, a gente consegue trazer mais passageiros para o sistema. E isso tem uma vantagem prioritária que é atender o cidadão. As pessoas que moram e que trabalham no entorno dessas estações até então não tinham disponibilidade de poder usar o metrô para se deslocar e agora passam a ter essa oportunidade”

Handerson Cabral Ribeiro, presidente do metrô

“Essa seria a primeira intervenção robusta, porque ao longo desse tempo eles vêm passando por todo o programa de manutenção. Mas mesmo assim se faz necessário pegar esses primeiros equipamentos e os modernizar inteiramente para que fique tecnologicamente mais próximo do que teremos com os veículos novos, para garantir que eles não tenham falhas por questão de idade ou dos sistemas e não prejudiquem o funcionamento de toda a linha, já que é tudo interligado”, acrescentou Handerson.

Para os próximos anos, também está prevista a troca completa do sistema de sinalização e controle, estimada entre R$ 600 e R$ 800 milhões, o que permitirá maior segurança, eficiência energética e regularidade na circulação dos trens.

Mais tecnologia e conforto para o usuário

Além das grandes obras de infraestrutura e expansão, o Metrô-DF tem investido em modernização tecnológica. Entre as principais entregas estão a implantação do pagamento por aproximação diretamente nas catracas, a substituição e ampliação dos validadores, o uso de QR Code no lugar dos bilhetes de papel, painéis informativos com horários de chegada e partida dos trens em todas as 27 estações e o lançamento do aplicativo, que permite acompanhar em tempo real o funcionamento do sistema e o horário das linhas.

Outra mudança importante foi o novo horário de operação, com abertura das estações às 5h30, meia-hora mais cedo do que antes, e o funcionamento estendido até 21h30 aos domingos, atendendo a uma demanda antiga dos usuários.

“No domingo, a gente funcionava apenas até 19h e isso era uma reclamação muito forte dos nossos passageiros. Então, com essa ampliação aliada ao Programa Vai de Graça, que concede transporte gratuito aos domingos, nós conseguimos fazer com que dobrasse o número de passageiros que normalmente utilizavam nosso sistema aos domingos. É um sucesso porque as pessoas estão saindo para passear com as suas famílias e tem aquela parcela da população que trabalha nesse dia e consegue ir e voltar de graça também”, pontuou o presidente da companhia, Handerson Cabral Ribeiro.

Aos domingos, por exemplo, com a implementação do Vai de Graça pelo governador Ibaneis Rocha, o metrô registrou um salto de 30 mil usuários para 50 mil com a gratuidade no modal.

Com as obras em andamento, a modernização do sistema e a previsão de mais investimentos futuros, a expectativa é que o Metrô-DF possa atender bem as próximas décadas de crescimento da capital federal. “Todos esses projetos em andamento, estamos trabalhando para trazer o mais moderno que a gente puder para o metrô do Distrito Federal. Nosso objetivo é deixar o metrô pronto para os próximos 40 anos com tecnologia de ponta, conforto e confiabilidade”, concluiu Handerson.

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Old Posted Nov 7, 2025, 4:39 PM
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Será que agora vai? O metrô até a Asa Norte? O Ministério das Cidades e o BNDES fizeram um estudo que mostrou que sem o metrô chegando até a Asa Norte, Brasília nunca vai alcançar uma mobilidade verdadeiramente sustentável.

Drone: Ryan Reinholz

Agora o projeto entra na fase de expansão: um investimento de mais de R$ 619 milhões pra levar o metrô até a Asa Norte.

Fonte: https://www.instagram.com/reel/DQwv6tXDv1d/?utm_source=ig_web_copy_link
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Será que agora vai? O metrô até a Asa Norte? O Ministério das Cidades e o BNDES fizeram um estudo que mostrou que sem o metrô chegando até a Asa Norte, Brasília nunca vai alcançar uma mobilidade verdadeiramente sustentável.

Drone: Ryan Reinholz

Agora o projeto entra na fase de expansão: um investimento de mais de R$ 619 milhões pra levar o metrô até a Asa Norte.

Fonte: https://www.instagram.com/reel/DQwv6tXDv1d/?utm_source=ig_web_copy_link
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Old Posted Nov 7, 2025, 11:09 PM
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Mas vamos aguardar.... pois se colocar na licitação essa parte. Vai ser um grande ganho para cidade e de quebra resolve de vez o problema do eixão.....

Com todas estações no eixão operacionais com suas respectivas galerias. Simples, as obsoletas passagens subterraneas podem enfim serem aterradas.
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