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  #721  
Old Posted Nov 19, 2020, 5:12 PM
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No Brasil. como tudo demora, se liberarem, só em 2022.
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  #722  
Old Posted Feb 20, 2021, 12:36 AM
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Amanhã a Ita receberá seu primeiro A320. Farão, inclusive, uma live!
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  #723  
Old Posted Jan 23, 2025, 12:56 PM
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Fusão entre Gol e Azul é ‘mal necessário’, pois perder empresas seria pior

Especialistas alertam que, num mercado de pouca competitividade, perder essas empresas seria pior


Atualmente, Gol, Azul e Latam dominam o mercado doméstico do Brasil, destacou a especialista Nicole Villa | Crédito: Adriano Machado / Reuters

São Paulo – O cenário da aviação civil no Brasil torna particularmente complexa uma aprovação regulatória da união entre as companhias aéreas Gol e Azul, que combinadas responderiam por mais da metade do mercado doméstico, ao lado da filial brasileira da Latam, disseram especialistas ouvidos pela Reuters.

Azul e Abra, controladora da Gol, anunciaram na semana passada a assinatura de um memorando de entendimentos não vinculante entre as empresas para potencial fusão dos negócios da Azul e da Gol, que está em recuperação judicial nos Estados Unidos, potencialmente criando uma gigante do setor na América Latina.

A formalização do interesse na combinação marca o início do processo para a obtenção de aprovações regulatórias, incluindo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que deve ser complexo dadas as particularidades do cenário brasileiro de aviação, observa a advogada especialista em direito aeronáutico, com ênfase em regulatório, Nicole Villa.

“São basicamente essas três empresas que dominam o mercado doméstico brasileiro”, destaca a especialista, que é sócia do escritório Barros Freire Fernandes Advogados.

Villa comentou que o Cade pode dar aval ao acordo, mas deve impor condicionantes para sua aprovação, como a cessão de “slots” – autorização que a empresa aérea tem para operar um voo num determinado intervalo de horário em um aeroporto – para a rival Latam, que teria então que provar ter condições de prestar o serviço.

“É difícil de dizer o que o Cade vai fazer, mas essas são possíveis medidas… para que o mercado não sofra o impacto tanto de ter um duopólio quanto de perder essas empresas, porque não tê-las também é ruim”, observa.

O sócio sênior da Bain na América do Sul nas áreas de private equity, estratégia e aviação, André Castellini, citou como exemplo a fusão entre as companhias aéreas LAN e TAM, que formou a atual Latam.

“Eles tiveram que abrir mão de certos slots em Guarulhos. Então talvez eles tenham que abrir mão de certos slots ou deixar outros concorrentes operarem certas rotas”, diz.

Os slots mais prováveis estariam em aeroportos como o de Congonhas, em São Paulo; Santos Dumont, no Rio de Janeiro; Confins, em Minas Gerais; e o aeroporto de Brasília, que são os mais “saturados”, segundo ele.

Outra possibilidade seria o Cade exigir que as empresas permaneçam separadas em determinadas áreas, como comercialização e precificação de tarifas, gestão de receita e gestão das malhas aéreas, acrescenta.

No caso de o remédio envolver ajustes nas malhas ou na frequência de voos, uma rota que deve ser analisada é a que conecta as principais cidades do Brasil a Miami, visto que Gol e Azul, juntas, possuem participação significativa nesses voos, afirmou o advogado Xavier Rosales, cujo escritório esteve envolvido em casos como as tentativas anteriores de aquisição da Avianca e a fusão recentemente bloqueada entre as norte-americanas JetBlue e Spirit Airlines.


Presidente da Azul negou “enxugamento” da malha e disse que o processo de reestruturação e crescimento da companhia independe da fusão | Crédito: Amanda Perobelli / Reuters

“Pode ocorrer que, entre as duas aéreas, em um determinado aeroporto ou horário, ou para uma rota específica, as capacidades fiquem excessivamente concentradas. E uma das medidas para que a operação seja aprovada, do ponto de vista da concorrência, é buscar formas de desconcentrar”, observa.

Sem união das empresas, Azul pode rever malha

O sócio sênior da Bain na América do Sul nas áreas de private equity, estratégia e aviação, André Castellini, afirma que a eventual combinação entre Azul e Gol é um “mal necessário”. “O que está bastante evidente é que a Azul não estava conseguindo manter suas operações, ela já estava enxugando a malha. Então, se não houver essa fusão, é possível um cenário que a Azul passe a ter uma malha menor”, diz.

Na visão da advogada especialista em direito aeronáutico, com ênfase em regulatório, Nicole Villa, tal cenário forçaria a Azul a procurar novas alternativas. “Eu vejo que se não acontecer a fusão, o caminho mais provável é que a Azul também passe pelo processo de avaliar se não é o caso de uma recuperação judicial”, observa.

À Reuters, o presidente-executivo da Azul, John Rodgerson, negou um “enxugamento” da malha e disse que o processo de reestruturação e crescimento da companhia independe da aprovação do acordo com a Abra (controladora da Gol).

“Nós cancelamos algumas rotas em algumas cidades por causa do dólar alto, mas isso é normal”, diz o executivo. “Acho que o mercado sem a aprovação (pelo Cade) talvez não vai ser tão grande como com uma aprovação. Mas a Azul ser menor, não”, frisa.

A Azul, única empresa em operação no Brasil do setor aéreo que até agora não recorreu a um processo de recuperação judicial, chegou no ano passado a um acordo com arrendadores de aeronaves e fabricantes de equipamentos para liquidar cerca de R$ 3 bilhões em dívidas em troca de novas ações, algo equivalente a uma participação acionária de cerca de 20% na companhia.

Segundo Villa, o mercado doméstico enfrenta uma falta de diversificação de empresas regionais que é necessária em um País com dimensões continentais como o Brasil, e a união de duas das maiores empresas do setor abriria espaço para novos entrantes, embora o cenário brasileiro seja complexo.

Tanto ela quanto Castellini chamaram atenção para o chamado “custo Brasil” e para uma regulamentação desvantajosa para as companhias aéreas que operam no País, além da deterioração das perspectivas fiscais domésticas e um dólar a R$ 6.
Impactos sobre a Latam

A potencial união da Azul e da Gol formará uma empresa com cerca de 60% do mercado de voos domésticos brasileiros, superando os 40% da concorrente Latam, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

“Não necessariamente eu acho que isso vai ser muito ruim para a Latam, vai depender muito de como for administrada uma eventual integração e de como a Latam vai saber aproveitar o momento”, diz Castellini.

De acordo com o especialista, por já dominar mais de um terço do mercado, a Latam possui “a massa crítica” para se manter competitiva, e pode inclusive se beneficiar da distração das rivais, que terão que dividir seu tempo de gestão das operações com o processo para combinação de negócios.

Analistas do Santander, liderados por Lucas Barbosa, notaram que, embora os efeitos a longo prazo possam ser negativos para a Latam, ela pode se favorecer por muitos anos da “integração complexa” da possível fusão da Azul, uma vez que esse processo pode dificultar um movimento mais agressivo da nova companhia.

Já na visão de Rosales, uma das estratégias que a Latam pode estar analisando é a de se opor à fusão – e como fazer isso. “Os concorrentes têm a possibilidade de ser ouvidos nos processos de aprovação desse tipo de operação pela autoridade reguladora, para que coloquem na mesa as dúvidas e os riscos que enxergam que podem impactar a concorrência”, diz ele, estimando que o processo deve durar mais de um ano.

“Não acho que será um processo fácil. Mas acredito que tem chances de sucesso”, acrescenta. Procurada pela Reuters, a Latam não comentou o assunto.

No anúncio do acordo inicial envolvendo a Gol, a Azul destacou que as duas empresas manterão seus certificados operacionais segregados sob uma única entidade listada em bolsa, mas é esperado que outras áreas sejam combinadas para “oferecer mais oportunidades e produtos aos clientes e obter ganhos de eficiência”.

Reportagem distribuída pela Reuters

Fonte: https://diariodocomercio.com.br/negocios...essario-pois-perder-empresas-seria-pior/
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  #724  
Old Posted Jun 7, 2025, 9:42 AM
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Ontem saiu dados consolidados do números de passageiros por região.... e o....

Centro Oeste inteiro transportou 9 milhões e destes 7,5 milhões passaram por Brasília...

E em outra matéria, com a GOL saindo da crise, vai investir pesado nos aeroportos de Brasília e no Rio (Galeão), com novos domésticos e internacionais, diretos ou com as parcerias internacionais, abrindo possibilidades a volta da Delta (Atlanta) e Air France (Paris).....

Last edited by pesquisadorbrazil; Jun 7, 2025 at 6:25 PM.
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  #725  
Old Posted Jun 8, 2025, 8:24 PM
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Centro-Oeste supera 9 milhões de passageiros e lidera movimentação de carga no primeiro quadrimestre de 2025

Brasília puxa crescimento na aviação comercial, enquanto Cuiabá e Campo Grande se destacam pelo volume de cargas impulsionadas pelo agronegócio


O setor aéreo na região Centro-Oeste do Brasil segue em expansão, impulsionado pelo desenvolvimento econômico e pela ampliação da conectividade regional. Mais de 9 milhões de passageiros passaram pelos quatro terminais no primeiro quadrimestre do ano.

Em 2025, o aeroporto de Brasília (BSB) se manteve como o principal polo aéreo da região, registrando aproximadamente 7,5 milhões de passageiros apenas no primeiro quadrimestre do ano, o que sinaliza um desempenho superior ao observado no mesmo período de 2024, quando foram registrados 5,645 milhões de embarques e desembarques, um crescimento de 32,8%.

Outros aeroportos também apresentaram evolução relevante. Goiânia (GYN) ultrapassou 760 mil passageiros até abril de 2025, em comparação com os 627 mil registrados em 2024, resultando em um crescimento de 21,2%. O Aeroporto de Cuiabá (CGB) movimentou cerca de 555 mil passageiros nos primeiros quatro meses do ano, frente aos 492 mil do ano anterior, um crescimento de 12,8%. Campo Grande (CGR) também mostrou evolução, passando de 355 mil passageiros em 2024 para 407 mil em 2025, o que representa 14,6% a mais de usuários.

“O crescimento econômico observado neste início de ano na região é refletido também na movimentação aérea. Mais uma prova de que o Brasil está crescendo e a aviação civil vem contribuindo com esse desenvolvimento”, afirmou a diretora de Gestão Estratégica da Secretaria Nacional de Aviação Civil, Thairyne Oliveira.

No segmento de carga aérea, os aeroportos de Cuiabá e Campo Grande continuam na liderança em 2025. Até abril, Cuiabá movimentou mais de 7 mil toneladas de carga, e Campo Grande, cerca de 5 mil toneladas, reforçando a importância logística da aviação para o escoamento da produção do agronegócio e da indústria regional.

A região Centro-Oeste representa aproximadamente 15% da carga aérea transportada no país, e segue consolidando sua importância estratégica no setor. O desempenho de 2025 reforça a liderança dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, com Cuiabá e Campo Grande como os principais hubs logísticos para cargas, especialmente de origem agroindustrial.

Oferta de voos

A oferta de voos domésticos também se manteve robusta. Em 2025, Brasília já contabilizava mais de 51 mil operações no primeiro quadrimestre, indicando uma possível superação das 150 mil operações registradas em 2024. Goiânia, Cuiabá e Campo Grande somaram, juntas, mais de 33 mil voos até abril, com destaque para a expansão gradual da malha aérea regional.

A taxa média de ocupação dos voos (load factor) segue estável, variando entre 78% e 82%, refletindo o bom aproveitamento da capacidade ofertada pelas companhias aéreas.

Infraestrutura estratégica

Com cerca de 12% do total de passageiros e 15% da carga aérea movimentada no Brasil, a região Centro-Oeste reforça seu papel estratégico na aviação nacional. O agronegócio continua sendo o principal motor dessa dinâmica, com a produção de soja, milho, carne bovina e outras commodities exigindo uma logística ágil e eficiente. Cuiabá e Campo Grande, com seus volumes crescentes de carga transportada, são essenciais nesse processo.

Além do agronegócio, a agroindústria regional tem ganhado destaque, promovendo o aumento do tráfego de cargas e passageiros. A presença de indústrias locais, o fortalecimento do setor de serviços e o crescimento do turismo regional, tanto de lazer quanto corporativo, contribuem para a abertura de novas rotas e o fortalecimento da conectividade da região.

Brasília, por sua vez, mantém sua relevância como centro administrativo e político do país, atraindo grande volume de passageiros a negócios e compromissos oficiais, ao mesmo tempo em que se beneficia do crescimento da malha aérea nacional.

Assessoria Especial de Comunicação Social

Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: https://fatoslocais.com.br/noticia/13025...e-carga-no-primeiro-quadrimestre-de-2025
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  #726  
Old Posted Jun 8, 2025, 8:27 PM
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Esses números estão loucos.... Se até agora abril, com essas dados sequer passou dos 5 milhões, de onde surgiu 7,5 milhões?
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  #727  
Old Posted Aug 26, 2025, 11:53 PM
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Que aeroportos brasileiros têm mais voos internacionais? Veja ranking

São Paulo tem 60% do total, Rio 20%. O que sobra para as demais cidades brasileiras?



[/center]
1o - São Paulo (GRU e VCP, Guarulhos e Viracopo): 51 destinos
1 - BUENOS AIRES
2 - SANTIAGO
3 - BOGOTA
4 - LISBOA
5 - MADRI
6 - CIDADE DO PANAMA
7 - LIMA
8 - MIAMI
9 - NOVA YORK
10 - PARIS
11 - MONTEVIDEU
12 - ASSUNÇÃO
13 - PUNTA CANA
14 - ROMA
15 - ORLANDO
16 - DOHA
17 - SANTA CRUZ DE LA SIERRA
18 - LONDRES
19 - CIDADE DO MEXICO
20 - FRANKFURT
21 - ATLANTA
22 - ISTAMBUL
23 - MENDOZA
24 - AMESTERDAM
25 - DALLAS
26 - MILAO
27 - ADDIS ABABA
28 - CHICAGO
29 - DUBAI
30 - HOUSTON
31 - WASHINGTON DC
32 - ZURIQUE
33 - FORT LAUDERDALE
34 - TORONTO
35 - CORDOBA
36 - PORTO
37 - BARCELONA
38 - JOANESBURGO
39 - MONTREAL
40 - LUANDA
41 - BARILOCHE
42 - LOS ANGELES
43 - CARACAS
44 - BOSTON
45 - CASABLANCA
46 - SAN JOSE
47 - ARUBA
48 - CIDADE DO CABO
49 - PUNTA DEL ESTE
50 - MUNIQUE
51 - SALTA


2o RIO DE JANEIRO
1 - BUENOS AIRES
2 - SANTIAGO
3 - CIDADE DO PANAMA
4 - BOGOTA
5 - MONTEVIDEU
6 - CORDOBA
7 - LISBOA
8 - PARIS
9 - LIMA
10 - MIAMI
11 - AMSTERDAM
12 - ROMA
13 - HOUSTON
14 - LONDRES
15 - DUBAI
16 - MADRI
17 - ATLANTA
18 - FRANKFURT
19 - NOVA YORK
20 - ROSARIO
21 - MENDOZA
22 - PORTO
23 - DALLAS
24 - TORONTO


3o BRASILIA
1 - ORLANDO
2 - MIAMI
3 - CIDADE DO PANAMA
4 - BUENOS AIRES
5 - LIMA
6 - LISBOA
7 - SANTIAGO
8 - BOGOTA
9 - CANCUN


4o RECIFE
1 - LISBOA
2 - BUENOS AIRES
3 - MADRI
4 - PORTO
5 - MONTEVIDEU
6 - CORDOBA
7 - SANTIAGO
8 - ORLANDO

5o BELO HORIZONTE
1 - CIDADE DO PANAMA
2 - LISBOA
3 - SANTIAGO
4 - ORLANDO
5 - CURAÇAO
6 - BUENOS AIRES
7 - BARILOCHE
8 - FORT LAUDERDALE

6o FLORIANOPOLIS
1 - SANTIAGO
2 - BUENOS AIRES
3 - CIDADE DO PANAMA
4 - LISBOA
5 - LIMA
6 - CORDOBA
7 - MONTEVIDEU

7o FORTAKEZA
1 - LISBOA
2 - PARIS
3 - BUENOS AIRES
4 - MIAMI
5 - CAIENA
6 - SANTIAGO
7 - ORLANDO

8o PORTO ALEGRE
1 - BUENOS AIRES
2 - CIDADE DO PANAMA
3 - SANTIAGO
4 - LIMA
5 - LISBOA
6 - BARILOCHE

9o BELEM
1 - LISBOA
2 - PARAMARIBO
3 - FORT LAUDERDALE
4 - MIAMI
5 - CAIENA
6 - BOGOTA

10o SALVADOR
1 - BUENOS AIRES
2 - LISBOA
3 - MADRI
4 - PARIS
5 - MONTEVIDEU

11o CURITIBA
1 - SANTIAGO
2 - BUENOS AIRES
3 - LIMA
4 - ASSUNÇÃO
5 - MONTEVIDEU

12o MANAUS
1 - BOGOTA
2 - CIDADE DO PANAMÁ
3 - PUERTO ORDAZ
4 - MIAMI
5 - FORT LAUDERDALE

13o NATAL
1 - BUENOS AIRES
2 - LISBOA

14o PORTO SEGURO
1 - BUENOS AIRES

15o FOZ DO IGUAÇU
1- SANTIAGO

16o MACEIO
1 - BUENOS AIRES



Fonte: https://www.panrotas.com.br/aviacao/pesq...-internacionais-veja-ranking_220727.html
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  #728  
Old Posted Aug 27, 2025, 10:21 AM
salengasss salengasss is offline
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Daqui a pouco, Recife e BH passam Brasília
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  #729  
Old Posted Aug 27, 2025, 7:51 PM
fortescue fortescue is offline
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Acredito que Viracopos esteja em terceiro, à frente de Brasília.
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