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  #81  
Old Posted Dec 4, 2011, 1:25 PM
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Esse possivel shopping da Brasal deve ser no terreno da ITAMBÉ, entre a EPIA e a Estrutural

Já aquele outro que voçê postou tempos atráz no outro fórum, ficará ao lado da feira do SIA né???
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  #82  
Old Posted Dec 4, 2011, 1:29 PM
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Originally Posted by MAMUTE View Post
Esse possivel shopping da Brasal deve ser no terreno da ITAMBÉ, entre a EPIA e a Estrutural

Já aquele outro que voçê postou tempos atráz no outro fórum, ficará ao lado da feira do SIA né???
No caso do shopping da BRASAL,vai ficar a beira da EPTG, no terreno de campo de testes de veiculos de tração 4x4. Esse terreno da Itambé, é da Rossi.

E aquele projeto de frente da Feira dos Importados fora cancelado, pois existe uma briga na justiça pela posse do terreno.
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  #83  
Old Posted Dec 4, 2011, 1:33 PM
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Se fizerem shoppings no estilo open mall vão bombar mesmo, é a tendencia de mercado hoje em dia, eu particulamente adoro o estilo
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  #84  
Old Posted Dec 4, 2011, 5:36 PM
Espartano_bsb Espartano_bsb is offline
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Já que o assunto é urbanismo, alguém passa diariamente pela estrutural? Passei ontem por lá e fiquei impressionado com a quantidade de casas com 2 ou 3 andares! Já está parecendo com algumas favelas cariocas... Será que o governo não fiscaliza nada? Daqui a pouco teremos uma filial da Rocinha aqui!
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  #85  
Old Posted Dec 4, 2011, 5:51 PM
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Esses sobrados são em sua grande maioria para alugar, varios cubiculos, já que os lotes são pequenos daí só subindo mesmo

Pelo jeito o GDF não está fazendo porra nenhuma, mas a maioria desses sobrados já estava lá, desde o governo arruda, nem arruda nem Agnelo fizeram nada, e na minha opinião, não adianta derrubar nada e sim coibir a construção sem projeto e limitar a altura
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  #86  
Old Posted Dec 4, 2011, 8:39 PM
emblazius emblazius is offline
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Não é um projeto do SIA, é uma obra de arte, um presente para Brasília.
__________________
Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos
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  #87  
Old Posted Dec 5, 2011, 12:25 AM
besantos besantos is offline
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Originally Posted by pesquisadorbrazil View Post
Assista ao vídeo, que ensina as etapas básicas de um bom estudo arquitetônico:
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Magnífico! Uma maravilha!
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  #88  
Old Posted Dec 6, 2011, 3:38 PM
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Esse terreno pertence a BRASAL, o terreno é pequeno, tem apenas 48 mil m2. Nossa esse complexo vai impactar em muito o lugar. Mas ficou devendo, se for para ser um complexo cultural, aonde está o teatro ou talvez os cinemas?
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  #89  
Old Posted Dec 7, 2011, 5:12 PM
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Alguém sabe quando o SESC vai construir naquele terreno ao lado da Ponte JK?
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  #90  
Old Posted Dec 8, 2011, 2:19 AM
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TORRE DE TV Reforma, só em fevereiro


Tapume e muito mato cercam o monumento. Ao lado, feirantes continuam reclamando



A reforma da Torre de TV só deve começar no final de fevereiro do ano que vem. Até agora, a única obra iniciada foi uma das quatro escadas rolantes, previstas no projeto. Um tapume foi colocado em volta da torre e os feirantes já foram transferidos, mas o mato tem tomado conta dos arredores do monumento. A aparência de descaso é ainda pior se levarmos em consideração que a fonte luminosa está desligada e a tradicional ornamentação de Natal este ano, não brilha por lá.


Muito procurada por turistas no passado, a Torre já não atrai mais, está abandonada .

O Administrador substituto da Torre, Oripes Otaviano, garante que até o fim desta semana a limpeza da Torre será feita. “Todo o mato será cortado e toda a área será limpa, podem ter certeza. As obras caminham lentamente, é verdade. Agora estamos em épocas de chuva e não há como seguir com a obra diariamente”, ponderou. Ainda segundo Otaviano, a reforma da Torre acontecerá em fevereiro. “Mas, enquanto isso, os turistas podem continuar visitando a Torre de TV, ela não está interditada”, disse.

Os tapumes que hoje cercam o monumento deixaram o local feio, com ar de abandono. Os turistas que antes lotavam a torre – muito devido à feira que funcionava ali –, pouco dão atenção ao ponto turístico agora. Os feirantes, que mudaram para o espaço ao lado, reclamam que as vendas caíram drasticamente. E cercada pelo tapume, fica difícil para que os turistas que teimem em visitar a Torre de TV saibam se os elevadores ao menos funcionam ou se os banheiros podem ser usados.

O projeto da reforma da Torre de TV prevê quatro escadas rolantes, uma escadaria de concreto e dois elevadores para cadeirantes que darão acesso a nova feira. A fonte que foi reinaugurada este ano, está desligada novamente e deve parar de vez no próximo dia 11, só voltando com o fim da reforma. Os elevadores continuam funcionando, mas também devem parar no começo de fevereiro.

Feira - Para Iraci Nascimento, dono de um dos boxes da feira há 37 anos, a obra grande e demorada afeta em metade do lucro dos feirantes. “A obra trará benefícios, mas enquanto isso, nós sofremos uma redução de pelo menos 50% no fluxo de turistas. Esse tapume atrapalha a visibilidade de quem vai aos elevadores para enxergar nossas lojas”, declara o vendedor.

A nova estrutura da feira também não tem satisfeito os vendedores. Quando chove, eles reclamam que os clientes vão embora sem lugar para se proteger. Na antiga feira, mesmo aglomerados, voltavam para as lojas. Toldos estão sendo instalados por iniciativa privada dos feirantes, como modo de manter os consumidores no local.

O governo já apontou a colocação dos toldos, por parte dos feirantes, como irregular, mas até agora, nenhum projeto foi elaborado pelo GDF para a cobertura dos boxes e da praça de alimentação no novo espaço.






http://www.alo.com.br/noticias/ultim...Noticia=149651
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  #91  
Old Posted Dec 8, 2011, 1:08 PM
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Igreja mais antiga do DF pode desabar


Estado da igreja fundada em 1810 preocupa os moradores de Planaltina. Autoridade afirma que "tudo que está em pé pode cair"


Mesmo tombada pelo patrimônio histórico do DF em 1982, a Igreja de São Sebastião, localizada em Planaltina - DF, está esquecida pelas autoridades. A comunidade se preocupa com a grande quantidade de rachaduras das paredes. A igreja foi construída por escravos em 1810 e ainda hoje é usada para casamentos, velórios e cerimônias religiosas.

Recentemente escoras de madeira foram fixadas para tentar segurar a estrutura. Até mesmo a estátua que representa Jesus Cristo está com uma rachadura em um dos braços esperando por uma restauração. Os banheiros acumulam mofo e a madeira está corroída por cupins. Até a placa com o nome da igreja está destruída.




A redação do Alô entrou em contato com o Administrador de Planaltina, Nilvan Pereira de Vasconcellos que não descartou o risco de desabamento: "Tudo que está em pé pode cair”,declarou. Segundo o administrador, a Novacap vai realizar um estudo ainda essa semana ara verificar a estrutura, e que providências estão sendo tomadas. “Com uma estrutura de madeira que foi colocada as rachaduras e o declínio das paredes está diminuindo. Há uma verba de R$80 mil para uma reforma, o que é insuficiente para as melhorias que pretendemos realizar, afirmou.

O grupo Amigos do Centro Histórico, comunidade fundada em 2007, luta pela reforma e preservação do centro histórico de Planaltina. A cidade, com 152 anos, preserva vários prédios e casarões do século 19, mas os problemas de estrutura estão em todos os monumentos antigos da cidade.

Simone Macedo, presidente do Amigos do Centro Histórico, relata os problemas da “Igrejinha” “Há algum tempo a igreja começou a apresentar rachaduras que vem aumentando a cada dia. Fizeram um escoramento que está sustentando a madeira, mas a parte de adobe (tijolo de barro ) pode desabar, pois a estrutura é antiga e não tem sustentação”, afirma. Engenheiros do GDF avaliaram a situação da Igrejinha e constataram que o local precisa de reformas urgentes.

Um tronco que servia de punição para os escravos serem chicoteados foi incendiado por alguém da comunidade que não sabia da importância histórica. O local ainda possuía as marcas de chicotadas.


A população lamenta a destruição





A Igrejinha fica no Setor Tradicional da cidade, e faz parte da infância dos moradores. É o caso de Natalia Valarini (27) moradora da cidade:“Eu moro aqui desde 1993 e desde criança e frequentava a Igrejinha. Já assisti muitas apresentações de orquestras no local. Infelizmente toda essa história está sendo abandonada. Eu acho que é patrimônio muito bonito, é único, eu quero daqui há alguns anos chegar aqui e mostrar toda essa história pros meus filhos”, completa.

Moradores e turistas são atraídos tanto pela beleza e história como pela religião. Léo Ricardo (23) joga bola nos fins de semana em uma quadra de futsal ao lado da igreja, e acompanha a história do abandono do monumento. “Já faz 13 anos que moro em Planaltina, e a população sempre reclama da estrutura, então nos preocupamos frequentemente com a situação da Igrejinha que está inserida no contexto histórico de Planaltina. Mas parece que essa preocupação não é a mesma das autoridades. Caso não se faça nada será uma grande perda para a história do Distrito Federal e de Planaltina”.





http://www.alo.com.br/noticias/ultim...Noticia=149787
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  #92  
Old Posted Dec 8, 2011, 4:06 PM
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O interessante é o IPHAN, tomba prédios PRIVADOS para colocar dinheiro PÚBLICO neles. Eu não estou mais afim de ver meu dinheiro dos impostos que eu pago para preservar IGREJAS PARTICULARES. Que procurem outros meios para preservar. Eu quero meu dinheiro em escolas, hospitais, delegacias e no transporte urbano. Uai somos um país LAICO, porque a riquissima IC não reforma seus templos.
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  #93  
Old Posted Dec 15, 2011, 5:36 PM
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Brasília: inauguração da Torre Digital é adiada


Monumento seria inaugurado nesta quinta-feira (15) pelo governo do DF





A inauguração da Torre Digital seria nesta quinta-feira (15) pelo governo do Distrito Federal, no entanto a obra atrasou. A nova previsão é inaugurar o monumento em 21 de abril de 2012. A construção deve ser finalizada no dia 30 de março.

Segundo a diretora de edificações da Novacap, Maruska de Sousa, o objetivo é “fazer o possível para cumprir os prazos legais do contrato”. Ela disse que atualmente a obra está com 97% do contrato concluído na parte interna principalmente.

“Na parte externa nós temos um prejuízo muito grande devido à chuva, que tem nos prejudicado muito nos serviços de pavimentação, drenagem e paisagismo”, explicou.

Maruska explicou que contratos em relação à operação, manutenção e vigilância para o “pós-obra” estão em trâmite junto à Terracap. Ela afirmou que é necessário cumprir estes trâmites legais para que o “pós-obra” dê continuidade ao funcionamento da torre. A licitação de utilização dos espaços do monumento também estão em andamento.

Desde quando a torre começou a ser construída, em junho de 2009, foram diversas promessas de inauguração. Pelo projeto inicial, a obra deveria ter sido concluída em abril de 2010. Em janeiro deste ano, o engenheiro da Novacap, José Alves de Melo Júnior, deu um novo prazo – julho de 2011, que também não foi cumprido.

Após novo adiamento da inauguração, o presidente da Novacap, Maurício Canovas, disse que a torre ficaria pronta de quatro a seis meses depois de julho.

A Torre Digital foi projeta por Oscar Niemeyer e está sendo construída num dos pontos mais altos do DF, no Colorado. Com o equivalente a 60 andares de altura, vai ter duas cúpulas de vidro, que abrigarão um restaurante e uma sala de exposições, além de um mirante.







http://www.maisbrasilia.com/mb2011/n...9_adiada_.html
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  #94  
Old Posted Dec 17, 2011, 11:21 PM
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Agnelo assina concessão para regularização de puxadinhos


Concessão de uso de espaço público é o primeiro passo para donos de bares, restaurantes e lojas comerciais da Asa Sul comecem a padronizar seus estabelecimentos com a ampliação de seis metros


O governador Agnelo Queiroz participou na tarde desta quinta-feira (15/12) da cerimônia de assinatura simbólica do contrato de concessão de uso de área pública dos estabelecimentos comerciais, conhecida como “puxadinho”. O documento faz parte da campanha para regularizar a ampliação – em até seis metros – de estabelecimentos localizados nas áreas comerciais da Asa Sul.

“A legalização é a palavra de ordem de nosso governo. Ela oferece segurança para que os empresários da cidade melhorem suas instalações sem constrangimento ou receios. E isso é ótimo para a cidade, para o turismo e para os grandes eventos que vamos receber”, afirmou Agnelo Queiroz.

Hoje foi assinado contrato autorizando o uso de área pública por um comércio da Quadra 105 Sul. O ato representa a oportunidade para que outros empresários dos setores de bares, restaurantes e lojas comerciais comecem a padronizar seus estabelecimentos e procurem a Administração de Brasília para obter suas concessões sobre os “puxadinhos”.

A regularização dos espaços é resultado de anos de reivindicação de empresários e comerciantes locais pela aplicação da Lei Complementar 766/08, que autoriza o uso dos “puxadinhos”. Em abril deste ano, a lei foi considerada constitucional pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal. De acordo com a norma, os blocos devem ser padronizados nos fundos com limite de dois metros laterais entre os edifícios comerciais. A punição para os infratores varia entre multa e demolição.

“Estamos, finalmente, organizando a cidade. Essas decisões vão ajudar Brasília a retomar o rumo do planejamento da capital federal”, comemora Agnelo Queiroz. “Essa concessão é muito importante para dar ao nosso comércio, que gera renda, que gera empregos, mais competitividade e tranquilidade para realizar investimentos”, acrescentou.


Agnelo Queiroz ressaltou que o Governo do Distrito Federal está trabalhando para a regularização dos “puxadinhos” em outras regiões do DF, como a Asa Norte. “Antes de pensar em expandir, temos que regularizar tudo o que vem se arrastando na ilegalidade”, detalhou o governador.

O secretário de Governo, Paulo Tadeu, explicou que os comerciantes já podem realizar as modificações necessárias e têm até abril para procurar a Administração Regional de Brasília, a fim de obter suas concessões. Apenas na Asa Sul existem ainda cerca de 1,2 mil estabelecimentos que deverão regularizar sua situação.

O vice-presidente da Federação do Comércio do DF (Fecomércio), Antonio Augusto de Moraes, explicou que as exigências de manter os estabelecimentos sem os “puxadinhos” traziam grande dificuldade para cerca de 2,8 mil estabelecimentos. “A regularização vai permitir que pequenas lojas, de até 36 metros, apresentem melhor seus produtos e atendam melhor seus fregueses”, resumiu.













http://correiobraziliense.lugarcerto...xadinhos.shtml
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  #95  
Old Posted Dec 25, 2011, 6:13 PM
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Brasília enfrenta desafios para garantir qualidade de vida daqui a 10 anos


Daqui a 10 anos, o DF terá 3,1 milhões de habitantes. Para garantir bons empregos e qualidade de vida para tanta gente, a capital do país precisa alavancar a indústria, gerar investimentos em tecnologia, profissionalizar a mão de obra e impulsionar o turismo pós-Copa do Mundo



Vistas aéreas de Taguatinga, Águas Claras e Plano Piloto, três das cidades mais ricas do DF: empresários e especialistas fazem um mapeamento dos problemas e apontam soluções para a economia candanga


Em 2022, Brasília será uma metrópole madura, com mais de 3,1 milhões de habitantes, um Produto Interno Bruto (PIB) robusto, um comércio desenvolvido e mais próximo dos consumidores. Os serviços serão mais diversificados e especializados e o parque industrial estará em expansão, principalmente em segmentos de alta tecnologia. Até lá, a capital tentará virar referência para o turismo de eventos, principalmente porque a Copa do Mundo terá deixado o prometido legado na infraestrutura e na hotelaria — Brasília vai sediar sete jogos do Mundial 2014. Servidores públicos continuarão sustentando a economia com seus altos salários, e os imóveis seguirão sendo vendidos a valores cada vez mais elevados.

Para chegar à idade avançada com todas essas conquistas, os governos precisarão ter papel determinante. Serão as políticas públicas que ditarão as novas possibilidades de investimento. O setor privado, por sua vez, será cobrado a arregaçar as mangas para amenizar a dependência do funcionalismo público. A indústria corre o risco de permanecer estagnada e continuar sendo pouco expressiva, caso não receba os incentivos esperados tanto do Estado quanto da iniciativa privada. Sem a concretização de um parque fabril especialmente focado na área de tecnologia da informação, Brasília desperdiçará o potencial de criar empregos e diversificar a atividade econômica.

Em razão das restrições geográficas — território pequeno, com muitas áreas de proteção ambiental —, mesmo que avance, a indústria continuará tendo papel secundário na economia do Distrito Federal. A grande aposta está nos setores de comércio e serviços. A tendência é que eles caminhem para oferecer maior qualidade, possibilidade de escolha e facilidade no acesso.

No caso dos serviços, as opções irão além do cardápio básico oferecido atualmente. Mais que se orgulhar de uma gastronomia renomada, por exemplo, a cidade tem potencial para se transformar em polo de referência para atividades de alto valor agregado, como nas áreas de tecnologia e logística. O novo mercado de trabalho exigirá mão de obra qualificada para se desenvolver de maneira competitiva.

Trabalhadores
O profissional de 2022 deverá investir em uma formação muito além da básica, com mais foco em liderança e gestão do que em conhecimento formal. A aposta de analistas é que as empresas nascidas na década de 1960 que sobreviverem aos próximos 10 anos estarão altamente profissionalizadas, em busca de funcionários capazes de inovar e tomar decisões. A taxa de desemprego tende a cair, mas o DF terá de pensar em políticas voltadas para atender a demanda da população do Entorno por vagas no mercado de trabalho.

Na próxima década, o comércio se ampliará. E a boa notícia é que não será somente no Plano Piloto. O crescimento deve abranger as regiões administrativas, com inauguração de shoppings, mais lojas de rua e oferta de empregos cada vez maior. De forma natural, as entrequadras das asas Sul e Norte agruparão comércios especializados, como já ocorre hoje na Rua das Farmácias (102/302 Sul) e na dos Restaurantes (404/405 Sul), por exemplo. Será uma forma de facilitar o acesso e a busca pelas mercadorias. O comércio virtual, ainda incipiente, se fortalecerá como o principal concorrente das empresas locais.

Atual base da economia brasiliense, o funcionalismo público se manterá em lugar de destaque. Apesar da tendência de o percentual de servidores diminuir diante do tamanho da população do fortalecimento do setor privado, o número absoluto de trabalhadores no quadro da União e do Governo do Distrito Federal deve crescer pelo menos 10% até 2022. Mais 310 mil servidores deverão ingressar em carreiras públicas nas áreas de saúde, transporte, educação e segurança. Especialistas em tecnologia também serão demandados pelas administrações federal e local.

Turismo
Por abrigar órgãos do governo e representações diplomáticas, o perfil da cidade de centro do poder e de negócios servirá de trampolim para atrair turistas. A capital começa a despertar para essa possibilidade, mas ainda não consegue segurar a maioria dos visitantes por mais de um dia. Investimentos precisarão ser direcionados para vender a capital pelo Brasil afora e internacionalmente. Brasília será, mais do que hoje, vista como local convidativo para congressos e encontros — e, de quebra, um ambiente para lazer e cultura.

Grande parte do sucesso da investida no turismo dependerá dos legados deixados pela Copa do Mundo de 2014. As obras de infraestrutura têm tudo para facilitar o trânsito e melhorar a rede hoteleira da cidade, atualmente deficitária, principalmente durante a semana, período em que quase todos os leitos ficam tomados. O Estádio Nacional virará palco de grandes eventos e turbinará o mercado de eventos.

Com os avanços e a ocupação de novos eixos de desenvolvimento, os preços dos imóveis permanecerão inflacionados, colecionando percentuais elevados de valorização, mesmo que a curva de crescimento não siga tão acentuada como nos últimos anos. O Plano Piloto se consolidará como a área residencial mais cobiçada e cara, justamente pela localização estratégica. As principais novidades surgirão fora do centro, com o boom de empreendimentos comerciais e de condomínios horizontais nas demais cidades do DF.

A agricultura tem potencial para triplicar a sua participação no conjunto de riquezas da capital. Se os produtores, enfim, garantirem a posse das terras públicas, terão condições de intensificar os investimentos e fortalecer a agroindústria local. O número de estabelecimentos nas áreas rurais — hoje calculado em cerca de 18 mil — não deve variar muito, até porque não há mais espaço vago. Porém, a modernização das lavouras poderá agregar valor à produção e protagonizar um grande salto do setor.













http://www.correiobraziliense.com.br...-10-anos.shtml
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  #96  
Old Posted Dec 26, 2011, 6:36 PM
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Eu gosto de ver a futurologia do jornal. Ninguem sabe a verdade. Primeiro estimativas sempre furam. E como a cidade está crescendo economicamente, não apenas ligada ao governo, com certeza vai atrair mão de obra capacidade, alguem que é escasso na cidade. Puro chute.
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  #97  
Old Posted Jan 4, 2012, 12:06 AM
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Mesmo com modificações, Centro histórico de Planaltina resiste ao tempo



O casarão da Dona Nigrinha, localizado na Rua 13 de Maio de Planaltina, acabou colocado à venda: deterioração


A paisagem bucólica de Planaltina se transformou com o passar do tempo. A transferência da capital para o Planalto Central trouxe o desenvolvimento à região, mas modificou a cidade antiga com ar interiorano. Carregadas de histórias, as casas de adobe saíram de cena e deram lugar a construções modernas e vultosas. As fotos guardam a única lembrança dos casarões coloniais que abrigaram os primeiros moradores de Planaltina. Mais de 150 anos depois, porém, algumas edificações ainda resistem à ação do tempo e do descaso.

Na Rua Coronel João Quirino, no Setor Tradicional de Planaltina, a modernidade venceu a preservação da história. O casarão onde funcionava o antigo hotel Ouro Fino foi derrubado no fim de 2009 para a construção de um outro prédio. Os moradores mais resistentes à transformação denunciaram o caso. “Os proprietários destroem as casas aos poucos, longe dos olhos de todo mundo e quando a gente vê não sobrou mais nada”, lamentou a presidente da Associação dos Amigos do Centro Histórico de Planaltina, Simone dos Santos Macedo.

Já o casarão da dona Nigrinha, localizado na Rua 13 de Maio, resiste em pé à ação do tempo. Ele pertencia ao madeireiro Zé Baiano e à esposa, que deu nome à construção. Após a morte do casal, o imóvel ficou para uma filha de criação, que tenta vendê-lo. Para evitar uma nova destruição, Simone Macedo procura um comprador interessado em preservá-lo. “Ele fica num ponto estratégico, entre duas praças, mas está bastante deteriorado. Há um projeto de restauro feito por um ex-aluno da Universidade de Brasília (UnB) e já sugerimos que a própria instituição compre a casa”, adiantou.

Cuidado
A preservação dos casarões depende da vontade dos donos. A antiga casa do avô paterno da professora aposentada Marilda Guimarães, 68 anos, chama a atenção de quem passa na esquina da ruas Hugo Lobo e 13 de Maio. Em 2007, o imóvel passou por uma reforma e Marilda optou por manter a estrutura original. “Nossa família é muito ligada à preservação, senti que tinha a obrigação de fazer isso”, disse. O local serviu de moradia para o delegado e avô da professora na primeira metade do século 20, Antônio Gonçalves Guimarães, e depois como coletoria federal, onde os impostos eram cobrados. “No início, enfrentamos resistência dos trabalhadores, que queriam usar materiais novos, mas precisei mostrar a eles o valor da restauração”, contou Marilda.

E foi esse cuidado que despertou a atenção da professora Maria Dalva Trivellato, 54 anos. Ela se mudou para Brasília há três meses e, desde dezembro, vive no imóvel que já foi do delegado da cidade. “Me encantei com a fachada e vi que estava para alugar. Pensei em morar aqui na hora”, lembrou. Um detalhe na parede da garagem desperta a curiosidade de quem a visita. Marilda preservou um pedaço da parede, feita de barro, e colocou uma identificação ao lado. “Achei muito interessante esse cuidado, gosto muito desse trabalho. Quando morava em Minas Gerais, meu passeio era visitar a cidade histórica de Ouro Preto”, contou Maria Dalva.

A dona do hotel O Casarão, Geralda Maria Vieira, 81 anos, também resistiu à ação do tempo. Ela se mudou para Planaltina há 51 anos, comprou o imóvel e o mantém até hoje. “A cidade cresceu muito, gosto do progresso, mas também de proteger essa área que nos traz muitas lembranças”, defendeu. A casa fica na praça Coronel Salviano Monteiro, no Setor Tradicional, próximo a outras edificações que ainda estão de pé como os casarões da dona Morena e da dona Nilda, a antiga Prefeitura e a Casa de Câmara e Cadeia. Até um pé de jenipapo está na lista de tombamento da associação. “A gente ouve falar que ele serviu como a primeira cadeia pública da região, queremos tombá-lo e recuperar a praça também”, explicou Simone.

Dificuldades
Segundo o superintende do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Distrito Federal (Iphan-DF), Alfredo Gastal, a grande dificuldade do governo é proteger o patrimônio da destruição que ocorre atrás dos muros. “A maioria desses prédios é particular, o que dificulta o processo de preservação”, explicou. Ele desaprova o descaso com o Setor Tradicional, mas justifica que o Iphan-DF também não tem estrutura para resolver o problema da região. “Isso é complicado porque exige uma estrutura que não temos, mas estamos abertos a discussões. Esse patrimônio merece ser preservado e o GDF pode fazer isso”, sugeriu.

O diretor de preservação da Secretaria de Cultura, Jonatas Barreto, explicou que somente o Museu Histórico de Planaltina e a Igreja de São Sebastião são tombadas pelo Governo do Distrito Federal, e o órgão não pode intervir nas edificações que não são protegidas. “Precisamos começar um processo de tombamento que é longo, precisa de muitos estudos e aprovações. Sabemos da descaracterização, mas estamos de mãos atadas pela lei. Só podemos agir nas imediações se houver interferência das edificações tombadas”, explicou. Ele defende a educação patrimônio entre a população para evitar mais destruições.

Conservação
O grupo surgiu em 2007 após uma parte da estrutura da igreja de São Sebastião ser destruída. O episódio despertou em alguns moradores a necessidade de preservar a cidade que guarda muitas histórias da ocupação do Planalto Central. Desde a fundação,
os membros da associação trabalham para defender a preservação e o tombamento do patrimônio histórico.







http://www.correiobraziliense.com.br...ao-tempo.shtml
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  #98  
Old Posted Jan 6, 2012, 2:05 AM
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Brasília pode perder título de PATRIMÔNIO da Unesco


A integridade urbanística da capital do Brasil tem sido afetada de modo progressivo nestes 50 anos de existência como cidade projetada que nos anos 80 fez história e fama ao ser o primeiro monumento moderno a receber a chancela do organismo da ONU para a Educação, Ciência e Cultura.



A Unesco, que monitora os Patrimônios Culturais da Humanidade, poderá retirar o título de Brasília em julho, depois de incluir a cidade na lista dos Patrimônios em Risco em razão das violações de tombamento. Com uma série de denúncias apresentadas, uma comitiva de especialistas internacionais voltará a inspecionar a cidade e suas condições, provavelmente no final de fevereiro, como mostra reportagem do Correio Braziliense (DF).




Entre os novos projetos sob verificação, a expansão do Setor Hoteleiro Norte na 901 Norte, uma das iniciativas relacionadas à Copa do Mundo de 2014. O outro é a orla do lago de Paranoá, pela construção desordenada de moradias na área, inicialmente destinada apenas a clubes e parques, além de hotéis, dentro do Plano Piloto.



“Brasília é o patrimônio em situação mais difícil, o que mais nos preocupa.” diz o alerta dado por Rosina Parchen, presidente no Brasil do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (Icomos), que assessora a Unesco. A entidade já definiu que o estado de conservação de Brasília alcançou um nível crítico.



Nenhuma outra cidade brasileira gerou tal preocupação até hoje. Ouro Preto também foi visitada, em 2003, mas em uma missão mais simples, que não precisava da aprovação dos membros do comitê internacional.

Para o assessor internacional do Iphan Marcelo Brito, o tombamento da cidade tem uma singularidade especial e, por isso, a situação não é tão grave. “Não é um determinado edifício de uma determinada quadra, se ele está pintado de verde ou de azul ou de amarelo, que importa para o patrimônio mundial”, argumenta. Segundo Brito, o patrimônio de Brasília está associado aos planos da cidade, que distingue as regiões urbana, gregária, monumental e bucólica, que teria atualmente modificações “localizadas” e “pontuais”. “As pessoas precisam entender que o que está aqui reconhecido e valorizado, o que está definido como patrimônio, são as escalas urbanas”, completa.

Para o secretário de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano do Distrito Federal (Sedhab), Geraldo Magela, a visita da Unesco é uma oportunidade para a capital se capacitar para gerir o patrimônio criado por Lucio Costa, Oscar Niemeyer e milhares de candangos. “Vamos ouvir o que a Unesco tem a nos dizer e certamente servirá de orientações para a gestão do patrimônio de Brasília”.



Entre a população brasiliense há muita discussão sobre as vantagens em ser ou não Patrimônio, discutindo a viabilidade e a validade do título e suas implicações. Projetada para 500 mil habitantes, Brasília tem mais de 2,5 milhões e sua transformação tem gerado múltiplas questões em relação à qualidade de vida.














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Old Posted Jan 9, 2012, 1:23 PM
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LLAP
 
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Eu morro de rir do Jornal, pode perder algo que foi ganho sem participação popular, até mesmo a escolha do projeto de Lúcio Costa, foi nebuloso, apresentar um projeto, num guardanapo. A escolha se fosse nos dias atuais, iria ter processo judicial.
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Old Posted Jan 11, 2012, 2:35 AM
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