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  #2221  
Old Posted Sep 19, 2020, 11:01 PM
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Veremos isso acontecer com o 26 de Setembro. Todo mundo sabe que aquilo é irregular e inclusive, está cravado dentro da Floresta Nacional (Flona). Logo estarão exigindo uma porção de benfeitorias. O mesmo se aplica à Ponte Alta e ao Morro da Cruz.

O que não pode acontecer é o governo implantar benfeitorias a locais irregulares, em detrimento de regiões regularizadas e muito mais antigas.
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  #2222  
Old Posted Sep 21, 2020, 1:27 PM
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Veremos isso acontecer com o 26 de Setembro. Todo mundo sabe que aquilo é irregular e inclusive, está cravado dentro da Floresta Nacional (Flona). Logo estarão exigindo uma porção de benfeitorias. O mesmo se aplica à Ponte Alta e ao Morro da Cruz.

O que não pode acontecer é o governo implantar benfeitorias a locais irregulares, em detrimento de regiões regularizadas e muito mais antigas.
E tem outras regiões que estão prestes a virar outra 26 de setembro muito em breve.
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  #2223  
Old Posted Sep 26, 2020, 1:28 PM
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Viram que o GDF enviou para CLDF uma revisão da LUOS para sanar certos problemas encontrados, como novos lugares como Tororó que não estava na LUOS, e claro, corrigir problemas nos futuros bairros, como Jockey Clube e Pátio Ferroviário e lógico, nas invasões do Sol Nascente/Porto do Sol por exemplo.
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  #2224  
Old Posted Sep 26, 2020, 1:52 PM
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GDF encaminhará à Câmara Legislativa revisão da Luos para corrigir erros

Falhas detectadas pelo Executivo local impedem renovação de licenças e aberturas de novos comércios. Projeto incluirá ainda as novas cidades


Para corrigir erros e atualizar a Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos), o Governo do Distrito Federal (GDF) vai enviar projeto de lei complementar (PLC) alterando a norma para a Câmara Legislativa (CLDF).

As falhas impedem a renovação de licenças de funcionamento para o comércio em diversos pontos do DF, bem como a abertura de novos negócios.

A minuta foi apresenta ao Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF (Conplan) nesta sexta-feira (25/9). O texto passará por três reuniões na próxima semana. Em novembro, será submetido à audiência pública e depois segue para a CLDF.

“Essa é uma etapa de revisão apenas para correção de erros e atualização. Não estamos discutindo uma nova Luos, mas sim o aperfeiçoamento e correção de imperfeições”, explicou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira.

A Luos foi aprovada em 2018, ainda na gestão do ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB), depois de intenso debate. O texto foi objeto de severas críticas por parte de especialistas e da sociedade civil. Houve até briga na CLDF.

Correções

Ainda em 2019, a Subsecretaria de Desenvolvimento das Cidades (Sudec) começou a fazer o diagnóstico da Luos. Uma das principais propostas da lei era unificar os planos diretores locais (PDLs) das cidades. Mas a legislação cometeu falhas nas unificação.

Junto com relatos de administradores regionais, empresários e da Federação do Comércio (Fecomércio-DF), a Sudec flagrou problemas em diferentes pontos do DF, principalmente em Santa Maria, onde ruas tradicionalmente comerciais foram classificadas como residenciais. O mesmo ocorreu no Núcleo Bandeirante, em Taguatinga, Ceilândia e Águas Claras. Além de barrar a renovação de licenças, o erro impede a instalação de novos empreendimentos nas regiões.

Novas RAs

Além de sanar os erros, o projeto do Executivo buscará atualizar a Luos, incluindo novas regiões administrativas (RAs), como Pôr do Sol, Sol Nascente e Arniqueiras. Também serão inseridos os mapas atualizados das RAs, com a divisão precisa das poligonais.

A Luos em vigor não contemplou áreas consolidadas e que passaram por regularização após a a aprovação da lei. Isso gera incerteza nos usos permitidos, compromete a documentação dos lotes e impede sua inserção no Geoportal do GDF, segundo o Executivo local. É o que ocorre em dois trechos regularizados de Vicente Pires, condomínios do Jardim Botânico, Colorado e em novos loteamentos e bairros, como o Setor Habitacional Tororó.

O governo também montou uma Câmara Técnica específica para debater e analisar a Luos, com membros do Executivo, Conplan, sociedade civil organizada, especialistas e setor produtivo. Futuramente, o GDF pretende apresentar novas propostas para o aprimoramento da lei.

Fonte: https://www.metropoles.com/distrito-...corrigir-erros
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  #2225  
Old Posted Sep 26, 2020, 11:22 PM
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Em Santa Maria, alguns locais ficaram de fora da LUOS: todo o Setor Central, quadras 120's e Expansão, todos localizados no projeto original do Núcleo Urbano, além dos bairros Ribeirão (Porto Rico) e Residencial Santa Maria na divisa com Valparaíso (GO).

No caso dos bairros do projeto original, até hoje aguardam o registro cartorial do parcelamento, com exceção da Expansão, que teve o registro recentemente.

Já o Ribeirão, restam algumas etapas para regularização. O Residencial Santa Maria, acho que nem começaram a regularizar.
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  #2226  
Old Posted Sep 27, 2020, 2:51 AM
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Tem coisa que sequer incluiu, e agora vai ratificar....

O IPHAN veio pertubar o novo bairro Jockey Clube, pois a LUOS não permitia prédios altos. Aí o IPHAN vetou os 2 projetos apresentados, vetados apenas baseados na LUOS atual.

Com a retificação, o IPHAN nada poderá fazer. O mesmo do Pátio Ferroviário e o Biotic.
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  #2227  
Old Posted Sep 30, 2020, 12:25 AM
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Tribunal de Contas autoriza licitação para privatização do kartódromo

Quem vencer a licitação terá que conseguir homologar a Licença da Confederação Brasileira de Automobilismo. A partir daí, estará pronto para receber competições


Foi retomada a licitação para concessão do Kartódromo Ayrton Senna, localizado no Cave (Guará). O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) autorizou o processo, que estava suspenso desde 2018. Após ajustes na proposta de reforma e modernização do local, feitos pela Secretaria de Projetos Especiais (Sepe), a licitação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Esporte e Lazer.

No início do governo Ibaneis Rocha, a Sepe começou a trabalhar nas modificações do projeto e, neste ano, encaminhou a modelagem revisada ao TCDF. “Nos debruçamos nessas correções e readequamos várias partes do projeto. Agora está tudo certo, tanto que o TCDF liberou a continuidade da licitação, que já está na parte final do processo”, explicou o secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade.

A administração do espaço do Kartódromo se dará pelo regime de concessão de Obra Pública. Neste modelo, o concessionário investe na revitalização do local e ainda paga um determinado valor enquanto durar a permissão de exploração, que nesse caso será de 30 anos, prorrogáveis por mais 5 anos.

“Nossa secretaria vai analisar todos os detalhes da concessão do Kartódromo, e depois definirá uma data para publicação do edital. Vamos prosseguir com o ótimo trabalho realizado pela Secretaria de Projetos Especiais”, afirmou a secretária de Esporte e Lazer, Celina Leão.

O projeto

Quem vencer a licitação terá que seguir todas as recomendações técnicas para conseguir homologar a Licença da Confederação Brasileira de Automobilismo. A partir daí, estará pronto para receber competições regionais, nacionais e até internacionais.

No projeto, estão previstas 17 áreas comerciais para locação, com finalidades diversas; oito para lazer, entretenimento e alimentação no Pontal do Cave; um restaurante/bar dentro das dependências do kartódromo; quatro lojas para comercialização de produtos e serviços voltados para praticada do kartismo; quatro oficinas especializadas na preparação de motores e kart para competições.
Modelo de negócio

A administração do espaço do Kartódromo se dará pelo regime de concessão de Obra Pública. Neste modelo, o concessionário investe na revitalizado do local e ainda paga um determinado valor enquanto durar a permissão de exploração, que nesse caso será de 30 anos, prorrogáveis por mais 5 anos.

O contrato deve ficar em torno de R$ 13 milhões (R$ 13.460.332,11), que correspondem aos valores estimados para a realização dos investimentos obrigatórios.
São dois processos de licitação para a área do Cave. O primeiro envolve somente o Kartódromo e, o segundo reúne o Estádio Antônio Otoni Filho, o Ginásio de Esportes e o Clube Vizinhança.

Para a administradora do Guará, Luciane Quintana, a retomada do processo de concessão é importante para a população e também para os pilotos e mecânicos que precisam do espaço. “Avançamos mais um degrau importante. Acreditamos que, em breve, a população usufruirá de uma área totalmente revitalizada com um projeto inovador”, comemorou Luciane.

Com informações da Agência Brasília

Fonte: https://jornaldebrasilia.com.br/cida...do-kartodromo/
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  #2228  
Old Posted Oct 29, 2020, 9:38 AM
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Estudo Prévio de Impacto de vizinhança é aprovado na CLDF

Proposta dispensa as entidades de assistência social e religiosas de qualquer natureza da apresentação do Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança


Os deputados distritais aprovaram na tarde desta quarta-feira (28), em sessão extraordinária remota, o projeto de lei nº 1456/2020, do Executivo, que modifica o processo de elaboração do Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança (EIV). O texto original do governo recebeu nove emendas e foi aprovado por unanimidade em segundo turno e redação final, segue agora à sanção do governador Ibaneis Rocha.

O EIV tem a função de avaliar possíveis impactos negativos de edificações de grande porte, além de detalhar possíveis danos no espaço urbano e identificar formas de compensação ou veto de construções. Algumas mudanças propostas são a recategorização dos empreendimentos e critérios para a elaboração do EIV, a adequação dos conceitos de impacto de trânsito, termo de anuência, medidas mitigadoras e compensatórias e a adaptação da legislação ao conceito de Zoneamento de Demanda de Transporte Individual e aos procedimentos de licenciamento edilício e urbanístico do novo Código de Obras e Edificações.

Uma das emendas aprovadas determina que a audiência pública sobre o estudo deverá ser convocada com antecedência prévia de, no mínimo, trinta dias, sendo que o seu edital de convocação deve ser publicado no Diário Oficial do Distrito Federal e em canais de comunicação acessíveis à população, de modo a garantir a sua efetiva participação.

Outra mudança aprovada pelos distritais dispensa as entidades de assistência social e religiosas de qualquer natureza da apresentação do Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança.

Com informações da CLDF

Fonte: https://jornaldebrasilia.com.br/cida...ovado-na-cldf/
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  #2229  
Old Posted Oct 29, 2020, 9:40 AM
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Oras, todas as deliberações tem audiências públicas, mas apenas consultivas, nada de impeditivas como sempre inventam.
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  #2230  
Old Posted Feb 11, 2021, 11:36 PM
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Nova lei do GDF quer simplificar a aprovação dos puxadinhos


Valor cobrado pela ocupação de área pública também será repactuado, o que deve dar fim a problema histórico na Asa Sul

GDF simplifica a aprovação da nova Lei dos Puxadinhos



Mais um problema histórico de Brasília está na mira do GDF, que quer acabar com irregularidades que duram décadas. A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) elaborou a minuta de um projeto de lei que disciplina a ocupação de área pública no comércio local na Asa Sul, os chamados “puxadinhos”. Trata-se de uma realidade que dura pelo menos 20 anos e até hoje não teve solução.

Inicialmente, a ocupação era permitida por um decreto governamental que admitia o avanço sobre área pública apenas com edificações precárias, um toldo, um cercamento removível, mesas e cadeiras. Depois de muitos anos de discussão, o DF chegou a ter uma legislação sobre o tema, a Lei Complementar nº 766/2008, mais conhecida como “Lei dos Puxadinhos”. Mas, passados 12 anos, a norma nunca foi cumprida e as ocupações continuam interferindo no dia a dia dos moradores.

De acordo com a lei 766, os comerciantes deveriam se adequar às exigências em dois anos, mas a vigência da norma foi prorrogada seis vezes. Agora, a ideia é alterar a legislação de 2008 diminuindo as exigências burocráticas, a quantidade de documentos a serem apresentados e simplificando a aprovação dos projetos.

“A lei vigente estabeleceu uma série de procedimentos que teriam que acontecer em conjunto, como a padronização dos puxadinhos”, afirma Giselle Moll, secretária-executiva da Seduh. “Todos os proprietários de lojas de um mesmo bloco comercial deveriam decidir o modelo que queriam usar. Só que isso gerou muitos problemas. Os empresários nunca chegaram a um acordo”, explica.

Pela minuta do PL, os proprietários das unidades imobiliárias que quiserem obter a concessão para ocupação de área pública devem apresentar requerimento junto ao órgão gestor do planejamento urbano e territorial do Distrito Federal, a Seduh. Os projetos serão analisados e aprovados pela Central de Aprovação de Projetos (CAP) e não pela Administração Regional do Plano Piloto, como era antes.

Outra mudança prevista no texto é a transferência da responsabilidade do remanejamento das redes de infraestrutura, como de energia elétrica. Agora cabe ao Executivo os procedimentos para levantamento e execução das interferências nas redes de infraestrutura.



Limites

A proposta do GDF admite a ocupação por concessão de uso onerosa, mas estabelece limites e padrões urbanísticos para ela (Veja Arte). O PL traz três tipos básicos de avanços sobre áreas públicas permitidos: no fundo das lojas, entre os blocos e nos imóveis das extremidades das quadras.

A ocupação com edificações de alvenaria só é permitida nas fachadas posteriores das lojas, o restante pode ser ocupado, mas apenas com mesas, cadeiras e outros mobiliários removíveis. Entre os blocos e nas lojas das extremidades das quadras, a ocupação com mesas e cadeiras só é possível no caso de as lojas exercerem atividades do tipo alimentação, como restaurantes, bares e lanchonetes e durante o horário de funcionamento do estabelecimento. E é obrigatório manter uma faixa de 2m de largura desimpedida para a passagem de pedestres.

Quem tiver edificado em área pública em desacordo com a proposta deve demolir a construção e restituir a área pública desocupada, recuperada e gramada, além de arcar com o ônus decorrente desse procedimento, sob pena de aplicação das sanções previstas no Código de Obras e Edificações do Distrito Federal.

É obrigatório manter desobstruídas a calçada frontal das unidades imobiliárias, em toda a sua extensão. A norma vale apenas para o Comércio Local Sul, pois a Asa Norte tem características de ocupação diferentes.

Cobrança

O texto também vai repactuar a cobrança pelo uso da área pública, uma das melhorias mais importantes trazidas pelo novo projeto. Atualmente, a Lei 766 exige que seja paga pela metragem da área construída, que será calculada de uma nova forma. “Se o comerciante ocupa o térreo mais a sobreloja, ele paga duas vezes. A gente está substituindo essa regra pela cobrança da área ocupada, então o comerciante só vai pagar pela área de superfície”, afirma Giselle Moll.

Pela nova proposta, o valor do preço público cobrado anualmente pela ocupação de área pública é o mesmo para todas as modalidades de ocupação permitidas e seu cálculo considera como variáveis o valor da base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) do imóvel e a metragem da área pública em superfície objeto da concessão.

Segundo a secretária-executiva da Seduh, há casos em que o empresário paga um preço público pela ocupação da área pública mais alto que o IPTU de toda a loja e a nova fórmula de cálculo deverá ajustar para menos o valor devido. “Isso vem ao encontro da demanda dos comerciantes, que têm passado por dificuldades durante a pandemia”, explica.

O valor do preço poderá ser parcelado, conforme regulamentação. Atualmente, o empresário até paga pela ocupação, mas não tem o Termo de Concessão de Uso concluído, o que traz insegurança jurídica para o comerciante, pois ele não tem um contrato assinado com o GDF.

Audiência pública

O texto elaborado pelo governo será debatido em uma audiência pública nesta quinta (11). O evento será aberto à população, promovido tanto de forma virtual como presencial. O debate vai ocorrer às 19 horas no auditório da sede da Seduh, no Setor Comercial Sul. A sessão será de livre acesso a qualquer pessoa previamente inscrita pelo e-mail ascol@seduh.df.gov.br.

Em respeito às medidas de segurança por conta da pandemia, será autorizada a participação presencial de até 30 pessoas no auditório. Os demais interessados poderão participar de forma virtual, por meio da plataforma Google Meet, incluindo veículos de comunicação. O objetivo da audiência pública é ouvir sugestões da população ao projeto, para democratizar o acesso ao processo e garantir a transparência com a participação dos cidadãos.

Aprovação dos empresários

A minuta do projeto de lei foi amplamente discutida com os comerciantes e representantes dos empresários locais, como a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF). Jael Antônio da Silva, presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar), filiado a Federação, afirma que os empresários do setor concordam em pagar pelas ocupações, mas não querem arcar com os valores cobrados pela lei vigente. “Todo mundo aceita pagar, mas um preço justo. Não um valor pelo térreo, outro pelo subsolo e outro pela sobreloja”, diz.

O engenheiro Benedito Luizari Filho, 65 anos, é proprietário de cinco unidades imobiliárias na 113 Sul, onde funcionava a antiga Casa das Persianas. Há cerca de três anos, ele comprou o endereço e a empresa se mudou para outra quadra. Os imóveis, depois de reformados, foram alugados por um restaurante e um mercado de produtos naturais. “Investi cerca de R$ 2 milhões na reforma. Refiz os imóveis do chão ao teto e ocupei a área pública dentro dos limites da legislação vigente”, conta. “As lojas de Brasília foram projetadas para uma realidade dos anos 60. Com o crescimento da cidade, as lojas ficaram pequenas”, diz.

Benedito, que teve o projeto da reforma aprovado pelo GDF e recebeu alvará para fazer a reforma e a construção dos Puxadinhos, aprova as mudanças propostas pela Seduh e acha que a nova fórmula, que prevê a cobrança de um preço único pela área de ocupação, vai solucionar o problema que se arrasta há décadas. “Hoje, o preço pela ocupação da área pública é quatro vezes maior que o IPTU da loja original”, reclama. “Bato palmas para o GDF por essa iniciativa. Espero que os empresários se sintam motivados para qualificar os seus “puxadinhos.”

A Administração Regional do Plano Piloto, responsável pela aprovação dos projetos, também foi ouvida sobre as dificuldades de análise das propostas. “A gente tinha um setor próprio na administração para aprovar esses projetos, mas os funcionários enfrentaram várias dificuldades porque a legislação de 2008 foi modificada por legislações posteriores, o que gerava interpretações divergentes sobre diversas questões”, afirma a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro. “Uma das dificuldades era em relação aos prazos fixados pela legislação original que não puderam ser alterados. A lei fixava prazos para que os comerciantes protocolassem os processos e chegou um momento que a gente não tinha como dar seguimento aos processos”, exemplifica.

Conplan

Nesta quinta-feira (11), durante a primeira reunião do ano do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan), promovida de forma on-line, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) apresentou aos conselheiros minuta do Projeto de Lei Complementar (PLC) do Comércio Local Sul. Na mesma reunião, novos conselheiros foram empossados.

Presente na reunião online, o secretário de Governo, José Humberto Pires, foi um dos novos conselheiros empossados. Ele elogiou o papel do colegiado na defesa do desenvolvimento territorial do DF.

“Fiquei muito honrado com o convite para participar de uma maneira efetiva deste conselho e espero poder colaborar no sentido de ajudar com minhas pequenas contribuições nas decisões importantíssimas que este conselho tem para nossa cidade”, ressaltou o secretário de Governo.

Também tomaram posse na reunião: Roberto Vanderley de Andrade, como representante da Secretaria de Projetos Especiais (Sepe); Rodrigo Badaró e Almiro Cardoso, como representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF); José Luiz Diniz e Kallinny Dutra, da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra); Ruth Costa e Mario Blanco, ambos da Prefeitura Comunitária dos Moradores da Colônia Agrícola Sucupira (Precomor); e Tereza Ferreira, na função de segunda suplente indicada pela Seduh.

*Com informações da Seduh




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  #2231  
Old Posted Feb 11, 2021, 11:37 PM
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Deixem invadir mais, depois legalizem tudo
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  #2232  
Old Posted Feb 12, 2021, 12:48 AM
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Acho curioso que independente do tamanho do lote, muitos avançam sobre a área pública, seja em Samambaia, Santa Maria, Taguatinga ou Lago Sul e Norte. Vale lembrar que, não consigo entender como em regiões com lotes residenciais relativamente grandes, os proprietários insistem em avançar sobre área pública.

Em Taguatinga por exemplo, a maioria dos lotes possuem metragem acima dos 300m², Ceilândia Tradicional geralmente possui metragem de 250m² (com exceção da Guariroba). É inexplicável. O que falta é fiscalização e punição.
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  #2233  
Old Posted Feb 12, 2021, 1:49 AM
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pesquisadorbrazil pesquisadorbrazil is offline
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Deixem invadir mais, depois legalizem tudo
Só ir no BSB Grill da 413 sul.... invadiram tudo e pior, cimentaram o gramado atrás da loja.
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  #2234  
Old Posted Feb 15, 2021, 9:15 PM
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Só ir no BSB Grill da 413 sul.... invadiram tudo e pior, cimentaram o gramado atrás da loja.
É o que comentei no outro Post. Isso ja virou uma tradição, cultura, normalidade em Brasília. Não tem classe social é quase uma identidade da cidade a completa falta de respeito às bormas urbanísticas e isso com a complacência histórica do governo local. Quem mora na asa sul observa DIARIAMENTE essa excrescência por todo o Plano Piloto. Devem ser rimadas duas medias, uma de conscientização, assim cono foi a campanha da faixa de pedestres anos atrás e outra de fiscalização e punição severo, tolerância zero. Mas...........
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Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos
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  #2235  
Old Posted Feb 27, 2021, 5:24 AM
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pesquisadorbrazil pesquisadorbrazil is offline
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Será que algum dia, a fachada do Conjunto Nacional, poderá se tornar isso aqui....

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