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  #1301  
Old Posted Aug 28, 2015, 11:21 AM
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Moradores do Sudoeste lutam contra a construção da Quadra 500

O terreno, antes de propriedade da União, foi trocado por imóveis em Águas Claras que seriam destinados a oficiais da Marinha

Foto: Sheyla Leal/ObritoNews/Fato Online

Para os defensores, o local conhecido como Quadra 500 deve continuar livre de imóveis


Uma placa movimentou os moradores do Sudoeste nesta semana. O sinal anuncia a existência de licenciamento ambiental autorizando a construção de imóveis residenciais no que poderá vir a ser a quadra 500 do bairro. Defensores de manter a área como parque ecológico são contra a construção da superquadra.

Embora a decisão da 6ª Turma da 1ª Região do TRF (Tribunal Regional Federal) tenha sido favorável à construção na quadra 500 no Sudoeste, e o Ibram tenha emitido o licenciamento ambiental, o Ministério Público Federal e a construtora, atual proprietária do imóvel, devem continuar brigando na Justiça.

Expansão

O projeto de expansão do Sudoeste, ou Quadra 500, surgiu em dezembro de 2007, quando a União firmou contrato de alienação, mediante permuta, com a Antares Engenharia Ltda. No terreno administrado pela Marinha do Brasil, localizado no Eixo Monumental, entre o Instituto Meteorológico e o Parque das Sucupiras, seriam construídos 22 prédios de seis pavimentos cada. Em troca, a empresa construiria 784 apartamentos em Águas Claras, que seriam destinados a oficiais da Marinha.

Miro Alves, diretor administrativo da Antares, informou que dos nove prédios que faziam parte do acordo, seis já foram entregues. Ainda segundo diretor, o terreno do Sudoeste não pertence mais à Antares Engenharia, e sim à empresa Oeste Sul Empreendimentos Imobiliários, que também ficou responsável pela construção dos três prédios restantes.

Sobre a decisão do Ministério Público de recorrer da decisão da Justiça Federal, Miro Alves considera até positivo para a Antares ter se desfeito do terreno: “Não contávamos com o embargo do MP. Se não tivéssemos passado o terreno, estaríamos em grande crise financeira”, explicou.

Decisão judicial

A questão é complexa e se arrasta há anos. A polêmica gira em torno do documento Brasília Revisitada, de 1987, editado por Lúcio Costa e que define a utilização daquela área. No entendimento do MPF e de entidades defensoras da preservação da área, a interpretação da Justiça Federal está equivocada. Para a arquiteta e bacharel em direito Romina Caparelli, que foi assistente nessa ação quando trabalhou no Ministério Público, a decisão do Tribunal se baseia em uma mudança feita em um decreto distrital de 1989, pelo GDF, que não está incluída no tombamento de Brasília, ocorrido em 1990.

Romina explica que, quando Brasília foi inscrita como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, não existia aquela mancha A. “Aquele lote não pode existir ali”, defende Romina. “No início, eram duas superquadras, 500 e 501, e depois juntaram e passou a ter 22 blocos e duas entradas. Pode chamar do que quiser, mas aquilo não é uma superquadra”, explica a arquiteta, que faz parte do grupo Urbanistas por Brasília.

Já o relator do processo, desembargador federal Jirair Aram Meguerian, entende que o documento demonstra que a porção denominada “Área A”, onde se insere a região, já se tratava de área destinada a edificações.

TCU

No TCU (Tribunal de Contas da União), também corre um recurso referente a suspensão das obras da Quadra 500 do Sudoeste. O presidente do TCU, Renato Rainha, explica que é necessária a análise de um laudo para saber se aquela área é edificante ou não. “Como judicialmente existe uma briga por laudos, ainda não se sabe”, explica Rainha.

“Na minha avaliação, é uma agressão ao DF. Eu entendo que há indícios de que ofende o plano urbanístico de Lúcio Costa”, opina o presidente do Tribunal de Contas da União.

Ibram

De acordo com o Ibram, órgão responsável pela licença ambiental, a autorização para instalação do empreendimento é válida até dezembro de 2015.

Foto: Sheyla Leal/ObritoNews/Fato Online

MP e moradores lutam para impedir construções no local










http://fatoonline.com.br/conteudo/80...a&p=de&i=2&v=0
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  #1302  
Old Posted Aug 28, 2015, 12:14 PM
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Os moradores do Sudoeste, dançaram... A licença ambiental saiu recentemente.
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  #1303  
Old Posted Aug 28, 2015, 4:30 PM
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Os moradores do Sudoeste, dançaram... A licença ambiental saiu recentemente.
Não necessariamente, a licença ambiental não da permissão geral de construir.

Pode ser ambientalmente viável mas estar numa área não edificante, ai a licença ambiental não serve de nada.

Enquanto não decidirem se a área é edificável ou não, fica tudo parado. E se chegar no fim de 2015 e a ocupação não for liberada será precisa começar todo o processo de licença ambiental de novo.
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  #1304  
Old Posted Aug 28, 2015, 4:47 PM
yuri radd yuri radd is offline
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Ridículo esse negócio de prazo pra licença ambiental.
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  #1305  
Old Posted Aug 28, 2015, 6:03 PM
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O local não é edificavel? Propriedade da Marinha. E se a Marinha inventar construir um bairro ali. Acabou.
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  #1306  
Old Posted Aug 28, 2015, 7:55 PM
emblazius emblazius is offline
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O local não é edificavel? Propriedade da Marinha. E se a Marinha inventar construir um bairro ali. Acabou.
A Marinha "ia" construir um bairro ali, seria o SNU - Setor Naval Urbano. Só que, com a inteligência de uma noz, o Comandante do 7º Distrito Naval com anuência do Comandante da Marinha (nos anos 2000) decidiu não construir os prédios e permutar com a Antares Engenharia a construção de apartamentos para seus oficiais em Águas Claras com os lotes do SNU. Essa é a história.
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Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos
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  #1307  
Old Posted Aug 28, 2015, 8:37 PM
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A Marinha "ia" construir um bairro ali, seria o SNU - Setor Naval Urbano. Só que, com a inteligência de uma noz, o Comandante do 7º Distrito Naval com anuência do Comandante da Marinha (nos anos 2000) decidiu não construir os prédios e permutar com a Antares Engenharia a construção de apartamentos para seus oficiais em Águas Claras com os lotes do SNU. Essa é a história.
O comandante na verdade foi muito esperto, a marinha ganhou um monte de imóveis e a Antares tá ate hoje com um campo de futebol gigante.
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  #1308  
Old Posted Aug 28, 2015, 8:42 PM
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Originally Posted by pesquisadorbrazil View Post
O local não é edificavel? Propriedade da Marinha. E se a Marinha inventar construir um bairro ali. Acabou.
A área já não é mais da marinha, alias esse foi o começo do rolo.

Por incrível que o pareça tudo começou com a construção do metrô.

Na época que o projeto do metrô foi feito ele passava em uma área da marinha, acho que perto da nova rodoviária, ai o GDF fez um acordo com a marinha e trocou o lote por esse no sudoeste.

Muito tempo depois como a marinha não tinha dinheiro para a construção trocou o terreno por imóveis da Antares.

Ou seja quem começou o rolo todo foi o proprio GDF! Se a Antares não puder fazer a quadra, ela deveria pedir os imóveis de volta e a marinha deveria processar o GDF por lhe dar um terreno que não poderia ser edificado.

É rolo para mais de metro....
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  #1309  
Old Posted Aug 30, 2015, 11:04 AM
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Governo poupa mansões oficiais da Península dos Ministros da 1ª etapa de derrubadas no Lago Paranoá



Agefis aguarda acordo no caso de sete lotes da União e três de embaixadas

Reprodução/TV Record Brasília

Casa da presidência do Senado é um dos lotes que espera acordo antes da retirada de construções na orla do Lago Paranoá



Dentre os 47 lotes previstos no trajeto de retirada de construções irregulares na orla do Lago Paranoá, 11 mansões oficiais ficarão como pendência para as próximas etapas da operação capitaneada pela Agefis (Agência de Fiscalização do DF), que chega ao quinto dia na manhã desta sexta-feira (28).

Destas 11 casas na Península dos Ministros, sete pertencem a União (uma da presidência da Câmara dos Deputados, uma da presidência do Senado Federal, uma do Ministério da Fazenda e quatro da Marinha), e as outras são de embaixadas da China, dos Países Baixos, da Alemanha e dos Estados Unidos.

Para dez destas mansões, a Procuradoria-Geral do DF buscará um acordo com a AGU (Advocacia Geral da União) para continuar com as derrubadas. O Ministério das Relações Exteriores atuará como interlocutor no impasse com três das quatro embaixadas, pois a representação norte-americana recuou por conta própria.

Nos primeiros quatro dias, a operação já retirou cercas, muros e alambrados de 17 lotes no total, na QL 12 do Lago Sul (DF), além de flagrar duas bombas que captavam água direto do Lago Paranoá para as casas. Píeres, quadras poliesportivas e de tênis e até uma piscina que estão na orla se tornaram patrimônios públicos, e serão liberadas após a autorização do Ibram (Instituto Brasília Ambiental).

A primeira etapa das derrubadas vai passar ainda na QL 2 do Lago Norte, outra área nobre de Brasília. Ao todo, nas três fases, a operação deve passar por 439 lotes com construções irregulares na orla.

As operações de retirada e derrubada vão cumprir uma decisão tomada pela Justiça em 2011. O MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) entrou com ação pedindo a desocupação da área de preservação ambiental por entender que, além de ser pública, as ocupações comprometem a saúde dos recursos hídricos. Segundo o governo, os moradores foram notificados sobre as derrubadas em abril deste ano.











http://noticias.r7.com/distrito-fede...ranoa-28082015
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  #1310  
Old Posted Aug 31, 2015, 12:45 PM
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PROTESTO


Um grupo de senhoras do Lago Sul, revoltadas com o que vem ocorrendo nas residências pelo Governo Distrital, estão marcando reunião para o dia 3 , quinta-feira, às 18h, onde discutirão sobre o assunto que vem revoltando à todos. Será na Administração do lago Sul. Entre muitas Glaucia Ferrer, Simone Novaes, Bertha Pelegrino, Andréa Meireles, Claudia Tolentino, Nathanry Osório, entre muitas outras.

Fonte: http://consuelobadra.blogspot.com.br.../protesto.html
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  #1311  
Old Posted Aug 31, 2015, 12:46 PM
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Elas esqueceram que decisão judicial é para se CUMPRIR. Uai eu fico vendo o povo devendendo o lago, que protegia o mesmo e tal... Limparam o terreno, arrancaram a vegetação nativa e plantaram grama e árvores exóticas. E ainda dizem que protegem o meio-ambiente.... Piada.
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  #1312  
Old Posted Sep 1, 2015, 3:14 PM
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Modalidade de concurso será prioridade para licitar projetos de construções


Governo lançará quatro editais em setembro com o objetivo de selecionar empresas que atuarão no Paranoá Parque e no Sol Nascente

Foto: Dênio Simões/Agência Brasília



A Secretaria de Gestão do Território e Habitação priorizará daqui para frente a modalidade licitatória de concurso, prevista na Lei nº 8.666, de 1993, para selecionar projetos de construção de equipamentos públicos e de moradias populares em Brasília. Segundo o titular da pasta, Thiago de Andrade, a medida traz uma série de benefícios ao Estado, como eficácia e rapidez no processo.

Por meio do concurso, jurados com conhecimento na área vão apreciar o estudo preliminar inscrito pelo concorrente. Assim, será possível uma análise técnica mais detalhada. "Quando o contrato com o vencedor for fechado, já teremos a primeira etapa do processo concluída, o que dá agilidade à construção", explica o secretário, ao destacar que a disputa garante o anonimato dos participantes.

A quantidade de opções de projetos que o governo terá para avaliar antes de escolher o mais vantajoso também é um ponto positivo, segundo Thiago de Andrade. Até então, a pasta utilizava outras espécies de licitação para definir a empresa que ficaria responsável pela obra e não tinha acesso às propostas no início da seleção. Além disso, no concurso, as concorrentes precisam estar de acordo com todos os itens previstos no edital antes de se inscreverem, inclusive com relação aos custos.

Primeiros editais
No início de agosto, durante a 25ª reunião ordinária do Fundo de Desenvolvimento Urbano do Distrito Federal, aprovou-se a realização de concurso para projetos de arquitetura que visem à construção de equipamentos públicos e moradias populares nas regiões do Paranoá Parque e do Sol Nascente.

Serão quatro editais: o primeiro para erguer quatro centros de ensino infantil, o segundo para três de ensino fundamental, o terceiro para uma unidade básica de saúde e o quarto para unidades habitacionais. Os equipamentos ficarão no Paranoá Parque, enquanto as casas beneficiarão 532 famílias em situação de risco social no Trecho 2 do Sol Nascente.

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) promoverá os concursos e, para isso, terá consultoria do Instituto de Arquitetos do Brasil. Segundo Thiago de Andrade, os editais deverão ser lançados em setembro.

Captação de recursos

O Fundo de Desenvolvimento Urbano garantirá a execução dos projetos. Vinculado à Secretaria de Gestão do Território e Habitação, ele tem por finalidade captar e destinar recursos para tornar possíveis programas e ações voltados ao desenvolvimento urbano e à preservação do patrimônio na área de tombamento de Brasília.










http://www.df.gov.br/conteudo-agenci...7%C3%B5es.html
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  #1313  
Old Posted Sep 6, 2015, 2:05 PM
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Falando da Orla, com certeza algum esperto do Lago, descobriu uma forma de derrubar um membro do IBRAM, pegando podres dele quando era do Amazonas. Nossa como o povo não acata decisões judiciais usando inclusive desqualificar o cara. O povinho do lago não entendendo que EnrolaUmBeck que MANDOU iniciar isso e não o cara o IBRAM que apenas acata ORDENS.
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  #1314  
Old Posted Sep 7, 2015, 11:06 AM
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Governo de Brasília inicia o processo de regularização de Vicente Pires

Com a aprovação histórica, o próximo passo é a publicação no Diário Oficial do DF da decisão e o início das obras de infraestrutura

Divulgação



O Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) aprovou nesta sexta-feira, dia 4, o Projeto de Urbanismo de Regularização do Setor Habitacional de Vicente Pires – Gleba 3. Com 21 votos favoráveis e duas abstenções, o Conselho entendeu a relevância e iniciar o processo de regularização da região para contribuir com o ordenamento da cidade.

Com a aprovação histórica, o próximo passo é a publicação no Diário Oficial do DF da decisão e o início das obras de infraestrutura.

A regularização de Vicente Pires é fundamental para incentivar a oferta de moradia regular, minimizar os impactos ambientais e adotar políticas de preservação, além da melhoria da qualidade de vida da população.

A Gleba 3 é constituída por 1.075 unidades residenciais unifamiliares. Além disso, estão previstos imóveis para uso comercial e residencial, equipamentos públicos e áreas verdes. O Governo de Brasília já dispõe recursos na ordem de meio de bilhão de reais para obras de infraestrutura na região.











http://www.jornaldebrasilia.com.br/n...vicente-pires/
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  #1315  
Old Posted Sep 7, 2015, 11:22 PM
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Aviso de pauta: assinatura da ordem de serviço das obras de infraestrutura em Vicente Pires


Nesta terça-feira (8), às 10 h, o governador Rodrigo Rollemberg dará início às obras de infraestrutura em Vicente Pires. Serão assinadas as ordens de serviço para drenagem pluvial, pavimentação e construção de calçadas. A primeira etapa da obra vai custar R$ 64,8 milhões e beneficiará moradores dos lotes VI e VII da Gleba 3. Serão realizados 27,3 quilômetros de rede de drenagem, 291 mil m² de pavimentação e 152 mil m² de passeios em concreto.

O valor total das obras de infraestrutura em Vicente Pires é R$ 467 milhões, sendo R$ 398 milhões de financiamento da Caixa Econômica Federal (CEF), dentro do programa Pró-Transporte do Ministério das Cidades, e R$ 69 milhões de contrapartida do governo de Brasília. As obras vão atender a mais de mil lotes. Além disso, está prevista a construção de três viadutos sob a via Estrutural e via Marginal. O prazo de execução é de 18 meses e a previsão é de que mais de cinco mil pessoas sejam beneficiadas diretamente.

Regularização

Na última sexta-feira (4), o Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) aprovou o Projeto Urbanístico de Regularização do Setor Habitacional de Vicente Pires — Gleba 3. O Conselho entendeu a relevância de iniciar o processo de regularização da região para contribuir com o ordenamento da cidade. A Gleba 3 é constituída por 1.075 unidades residenciais.

Assinatura da ordem de serviço das obras de infraestrutura em Vicente Pires
8 de setembro de 2015
10 h
Chácara 25, Setor Jóquei Clube, próximo ao Arena Hall — Vicente Pires










http://www.df.gov.br/conteudo-agenci...nte-pires.html
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  #1316  
Old Posted Sep 7, 2015, 11:27 PM
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Esses três viadutos serão esses dois da imagem abaixo e mais um, só que, onde será esse terceiro?


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  #1317  
Old Posted Sep 8, 2015, 1:13 AM
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Solução para os constantes congestionamentos de todas as avenidas em Brasília é simples. Implantar a mão única nos horarios de rush. Como ocorre na Estrutural. Pronto fim de papo.
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  #1318  
Old Posted Sep 8, 2015, 11:21 AM
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Noroeste: o sonho ecológico que ainda não virou realidade

Só agora o bairro começa a se consolidar, embora em moldes bem diferentes daqueles prometidos no início da comercialização

Foto: Igo Estrela/ObritoNews/Fato Online

O bairro começou tendo um dos metros quadrados mais caros do país


Aos trancos e barrancos, o Noroeste, último setor habitacional a ser construído na área tombada de Brasília, nasceu. Com o preço do metro quadrado dos imóveis comparado ao das áreas mais valorizadas do país, o badalado bairro candango começa a se consolidar, embora em moldes bem diferentes daqueles prometidos no início da comercialização.

O surgimento do Noroeste era uma das principais metas impostas pelo então governador José Roberto Arruda, preso em 2009 acusado de participar de um suposto esquema de corrupção. Arruda queria fazer história tirando do papel o projeto idealizado pelo arquiteto e urbanista Lucio Costa. Para tanto, aproximou-se dos principais construtores da cidade e logo conseguiu criar um glamour sem precedentes em torno de um futuro setor.

Até a saída de cena do político do DEM, o bairro era vendido como o mais sustentável e ecológico do Brasil. Quando concluído, esbanjaria alta tecnologia e infraestrutura de primeiro mundo.

Estudo de caso

O teor das promessas transformou o Noroeste em um estudo de caso do mercado imobiliário nacional, chamando a atenção de todas as grandes incorporadoras do país. As vendas a toque de caixa nos primeiros lançamentos, e a preços exorbitantes, surpreenderam investidores. Quitinetes chegaram a ser vendidas por meio milhão de reais. E, no caso de unidades comerciais, o valor do metro quadrado encostou em assustadores R$ 18 mil.

Com a crise política no Distrito Federal após a queda de Arruda, a valorização dos futuros empreendimentos perdeu força e o projeto do bairro entrou em banho-maria. Na gestão do governador Agnelo Queiroz (PT), a Terracap (Agência de Desenvolvimento do DF), agente financiadora das obras de infraestrutura do local, deu continuidade à venda dos lotes da primeira etapa: cada um valendo, em média, R$ 18 milhões. No entanto, o desenvolvimento do setor habitacional empacou.

A partir de 2012, com o arrefecimento do crédito e o disparate entre oferta e demanda, a crise do mercado em geral atingiu em cheio as pretensões de, enfim, fazer nascer o Noroeste. O governo local deixou o bairro de lado, e as construtoras precisaram alugar caminhões-pipa e geradores de energia para tentar concluir as obras nos prazos previstos em contratos. Apesar do esforço, atrasos se concretizaram e novos investimentos acabaram sendo adiados.

Impasses

Nesse meio-tempo, o Noroeste esteve no centro de um imbróglio jurídico por conta das disputas de terra com indígenas que ocupavam - e ainda ocupam - parte dos 247 hectares destinados às construções. A presença do chamado Santuário dos Pajés provocou uma série de conflitos, inclusive com índios e manifestantes favoráveis à causa impedimento o vaivém dos tratores.

Foto: Igo Estrela/ObritoNews/Fato Online

O bairro já tem 40 prédios, mas ainda está longe de se consolidar


Além disso, as primeiras intervenções no “bairro verde” foram alvo de denúncias feitas por órgãos ambientais. Por mais de uma vez, as máquinas tiveram de parar por ordens judiciais a partir de pedidos do Ministério Público.

Em ritmo bem mais acelerado do que o das obras de infraestrutura, os esqueletos começaram a ser erguidos ainda no primeiro semestre de 2011. Desde então, mesmo enfrentando a marasmomorra que tomou conta do mercado e provocou queda significativa de preço nas vendas de ágios, surgiram cerca de 40 edifícios de alto padrão, abrigando atualmente em torno de 8 mil moradores.

Ecológico?

Pela proposta do Noroeste - reconhecida até mesmo em premiações internacionais -, nenhum apartamento teria chuveiro elétrico. O uso do sistema de aquecimento solar de água seria obrigatório. A coleta por tubos de vácuo subterrâneos dispensaria caminhões de lixo no bairro. E a iluminação pública com lâmpadas de LED tornaria o sistema mais eficiente e econômico. Não bastasse, a água das chuvas seria reaproveitada e estacionamentos teriam pavimentação permeável, evitando problemas de erosão.

O conceito de bairro ecológico, porém, restringiu-se basicamente à lábia dos corretores que ganharam rios de dinheiro. Os projetos arquitetônicos contemplaram um ou outro item da ideia original, mas, de resto, o Noroeste se apresenta como um setor sem muitas diferenciações. Pelo contrário: o espaço ainda carece do básico, como boa parte da arborização, sinalização adequada e rede completa de captação de águas pluviais.

A estimativa do total de investimento público em infraestrutura no bairro chega a R$ 400 milhões. Nos últimos anos, o governo atribuiu a lentidão na implementação dos serviços aos impasses jurídicos em torno da ocupação da área. A não conclusão das obras do Parque Burle Marx talvez seja o exemplo mais sintomático dessa incontestável inércia.

Arte: Hilal Khaled/Fato Online




Maturação

Vencidos o alvoroço inicial e a atual fase de maturação, o bairro deve levar pelo menos uma década para ser concluído. Quando tudo estiver pronto, serão 209 condomínios, abrigando entre 40 mil e 50 mil habitantes, com predominância, espera-se, de famílias das classes A e B.

Os lançamentos mais recentes, no primeiro semestre deste ano, sustentaram um preço de metro quadrado entre R$ 10 mil e R$ 11 mil. Nas revendas por parte de quem desistiu do imóvel nos últimos dois anos, por exemplo, os preços praticados foram até 20% menores.

Na intenção de recuperar o status do Noroeste e cobrar agilidade no andamento de obras públicas, uma comissão da Ademi-DF (Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal) tem participado de reuniões na Terracap a cada 15 dias.

Comparação

Entre representantes do mercado e moradores, o alento é constatar que a situação, longe de ser a mais adequada, é muito melhor se comparada à do nascimento do Sudoeste, no início da década de 1990, quando o bairro ganhou os apelidos de “Barroeste” e “Sudolama”. Além de menos poeira, um dos avanços no Noroeste é a construção de dois acessos em cada quadra, para diluir o trânsito.

“Não há outro caminho: o Noroeste será um bairro exclusivo, um dos mais valorizados de Brasília”, segue apostando o diretor da Beiramar Imóveis e da ABMI (Associação Brasileira de Mercado Imobiliário), Pedro Fernandes. Ele acredita em uma constante valorização do setor, embora reconheça falhas até aqui. “Os empresários já colocaram bilhões de reais no bairro. Agora, o governo precisa fazer a parte dele”, cobra Fernandes, acrescentando que a trilha para caminhada construída no inacabado Parque Burle Marx foi patrocinada pelas próprias construtoras.

O governo do DF, por meio da Terracap, encaminhou uma nota oficial ao Fato Online elencando a situação das obras de infraestrutura no Noroeste. "A empresa tem como prioridade o Setor Noroeste", pontua o texto. Confira as principais informações:

Parque Burle Marx

As obras estão paradas. O TCDF (Tribunal de Contas do DF) determinou a suspensão dos serviços do sistema viário (vias, ciclovias, calçadas e estacionamentos) para auditoria, quando 60% deles estavam concluídos. A Terracap apresentou esclarecimentos e aguarda decisão do tribunal. Um novo projeto para o parque, elaborado pelo Ibram (Instituto Brasília Ambiental), está em processo de consulta pública.

Indígenas

Um termo de compromisso firmado entre Terracap, Funai (Fundação Nacional do Índio) e a comunidade indígena do Noroeste prevê a construção de uma reserva, com toda a infraestrutura necessária. O convênio que prevê o repasse financeiro está em fase final de assinatura do projeto, que será tocado pela Novacap (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Duas das 16 famílias ainda não aceitaram o acordo.

Sinalização

Embora o bairro já tenha 40 prédios e cerca de 8 mil moradores, ainda engatinha o convênio entre a Terracap e o Detran (Departamento de Trânsito) que liberará os recursos para a instalação de placas. Estuda-se a possibilidade de antecipar, em caráter emergencial, a sinalização em alguns pontos.

Paisagismo

Não há data marcada para o plantio dos 660 mil metros quadrados de grama previstos para a primeira etapa. O processo ainda está em fase de licitação. Também não há qualquer previsão para implantação do projeto completo de paisagismo do bairro, que inclui quadras poliesportivas, parques infantis, paradas de ônibus, quiosques, PEC’s (Pontos de Encontros Comunitários) e pistas de skate.

Água e esgoto

A Caesb (Companhia de Saneamento Ambiental do DF) ainda não concluiu as novas redes de água e de esgoto exclusivas para o Noroeste. As obras, segundo órgão, estão em fase de finalização, com previsão de serem concluídas ainda em setembro. A rede de esgoto depende de uma interligação definitiva com a Estação de Tratamento da Asa Norte.

Limpeza urbana

Ao contrário da coleta a vácuo prometida no início da comercialização, caminhões de lixo fazem a coleta no Noroeste como em qualquer outro bairro do DF. Registra-se a falta da retirada dos entulhos da demolição do chamado Sítio do Vovô. A contratação da empresa que será responsável pelo trabalho, informou o SLU (Serviço de Limpeza Urbana), ainda está em fase de elaboração do termo de referência.

Pavimentação e drenagem

A Terracap diz que a pavimentação da primeira etapa já está concluída. A Novacap é responsável pela manutenção do asfalto. As obras de drenagem ainda estão em andamento. Devem ficar prontas "antes do início das chuvas".

Iluminação pública

A CEB (Companhia Energética de Brasília) diz ter concluído a instalação de 311 postes e 422 luminárias, correspondendo a um investimento de R$ 1.195.015,06. As quadras internas da primeira etapa do bairro e a Avenida W7 já estão iluminadas.


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http://fatoonline.com.br/conteudo/85...a&p=de&i=1&v=1
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  #1319  
Old Posted Sep 8, 2015, 7:27 PM
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E com esse governo nem vai virar, fazendo licitações conta gotas como as de agora, e tirando o filé (Águas Claras e Samambaia) do Menu. Não temos nenhum local com atratividade e preço que a Terracap venha fazer caixa.
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  #1320  
Old Posted Sep 8, 2015, 10:37 PM
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Pupilo de Cristovam fazendo igual...

DF ganha seu Instituto de Terras


O Distrito Federal está ganhando seu Instituto de Terras. No próximo mês de setembro, haverá o lançamento oficial da entidade, cujo objetivo principal é discutir as políticas fundiárias de todo o Distrito Federal, promovendo a democratização do acesso à terra, com a implementação de políticas de desenvolvimento sustentável para as diversas comunidades, seja em área rural, loteamentos ou condomínios.

“Defender o direito à moradia e a segurança jurídica nas transações imobiliárias em questões de terras e imóveis e promover o diálogo entre partes conflitantes estão entre os objetivos da entidade”, explicou o presidente.

As ações para a regularização fundiária de áreas urbanas e rurais, tanto em áreas públicas ou particulares, são o principal foco da entidade. “Esse é um problema que está presente em todo o país e aqui no DF não é diferente. Temos que agir com rigor, mas sempre pensando nas pessoas que estão no local há muitos anos”, disse o presidente interino do Instituto da Terra do DF (ITDF), Halley Amaral, lembrando que pretendem trabalhar em conjunto com o Estado, mas principalmente com o Ministério Público e Procuradoria.

“Vamos promover a mediação de conflitos e tentar desembaraçar a situação, principalmente com relação as terras onde existem milhares de famílias morando na modalidade de condomínios”, concluiu Amaral.

Fonte: http://jornaldoscondominios.blogspot...de-terras.html
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