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  #61  
Old Posted Feb 25, 2013, 5:21 PM
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Concordo totalmente com você! E no C.A. do Lago Norte está acontecendo a mesma coisa: prédios vendidos como comerciais ocupados por moradores. Tem uns que até tentam disfarçar nas propagandas, colocando mesas, computadores; mas as plantas com banheira, churrasqueira, etc, não deixam mentir!
Pois eu acho que estas kitinetes deveriam ser liberadas e acabar com essa bobagem de área comercial exclusiva. Claro que os projetos deveriam ser previstos já para uso residencial, inclusive com o numero de vagas conveniente.

Foi ridiculo a criação do CA ali no Lago Norte totalmente voltado a áreas comerciais. De onde diabos viria tanto escritório?

Não há em Brasília área legalizadas para a construção de kitinetes, que podem e devem ser disponibilizadas a população.

Outro problema urbano em Brasilia é que o dono de um ponto comercial não pode ter sua residencia no mesmo imóvel, isso é ridiculo e obriga um cidadão a ter que ter dois imóveis, criando uam demanda por mais imóveis e criando um fluxo de pessoas desnecessario.

Eu liberaria o 2º pavimento das comerciais das entre quadras e das 500 e 700 para moradia e acabemos com essa hipocrisia.

No Sudoeste esta situação foi razoavelmente resolvida, já se previu que os andares superiroes das comerciais seriam kitinetes e previu-se vagas para os moradores.

A mesma coisa deveria ser feita em relação a W3 sul, deixaria os dois primeiros andares como comercial e liberaria o resto para residencial, e faria isso dos dois lados da pista. Aposto que isso ressucitaria aquela via, que esta definhando devido ao gabarito burro de ter comercial de um lado e residencial do outro.
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  #62  
Old Posted Feb 25, 2013, 5:55 PM
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Pois eu acho que estas kitinetes deveriam ser liberadas e acabar com essa bobagem de área comercial exclusiva. Claro que os projetos deveriam ser previstos já para uso residencial, inclusive com o numero de vagas conveniente.

Foi ridiculo a criação do CA ali no Lago Norte totalmente voltado a áreas comerciais. De onde diabos viria tanto escritório?

Não há em Brasília área legalizadas para a construção de kitinetes, que podem e devem ser disponibilizadas a população.

Outro problema urbano em Brasilia é que o dono de um ponto comercial não pode ter sua residencia no mesmo imóvel, isso é ridiculo e obriga um cidadão a ter que ter dois imóveis, criando uam demanda por mais imóveis e criando um fluxo de pessoas desnecessario.

Eu liberaria o 2º pavimento das comerciais das entre quadras e das 500 e 700 para moradia e acabemos com essa hipocrisia.

No Sudoeste esta situação foi razoavelmente resolvida, já se previu que os andares superiroes das comerciais seriam kitinetes e previu-se vagas para os moradores.

A mesma coisa deveria ser feita em relação a W3 sul, deixaria os dois primeiros andares como comercial e liberaria o resto para residencial, e faria isso dos dois lados da pista. Aposto que isso ressucitaria aquela via, que esta definhando devido ao gabarito burro de ter comercial de um lado e residencial do outro.
Nesse ponto eu discordo, meu padrinho era dono de padaria, churrascaria e até banca de jornal, no ultimo caso não morava em cima, mas na padaria e churrascaria a residência dele era em cima. Todas as lojas eram localizadas na 512 sul.

Tem que acabar com kitinete sim, pois 100% das pessoas que compra kit, tem carro, e aonde irá ficar os carros? No meio da rua? Sou totalmente contra, tentaram fazer algo direito no Noroeste, mas logo de cara, viram que iria dar errado, pois, praticamente todos os prédios do noroeste, iriam ser de kitinetes.

O Centro Administrativo do Lago Norte, tem o nome descrito, era para ser comercial. Se fosse para seguir a riscar, ali era só para ter escritórios, clinicas e escolas, mas nada do que isso.

Inventaram encher o lugar de kits. No dia que ocorrer um incêndio, vai matar muitas pessoas, pois TODAS as kits não tem rotas de fulga para saída de emergência. Ops, falei a verdade.

O povo mora num barril de polvora, mas querem comodidade, e encher a boca, que mora no Lago Norte ou Plano Piloto, mas cochila em cima de um campo minado.

Não sei, acho que estou pensando fazer uma pedição virtual para acabar com as kits na área tombada e bem como do desconto no IPTU. Enquanto kits em Brasília paga 0,003% no Rio de Janeiro, se paga 1%. E depois vem o povo reclamar que o IPTU brasiliense é caro, nossa, se 300% mais barato do que o IPTU carioca é caro, imagino, quando a lei cair, e voltar a pagar 1%.
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  #63  
Old Posted Feb 25, 2013, 6:34 PM
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Mas pesquisa, isso que vc esta falando ocorre justamente por que o local não é projetado para kitinetes, mas acaba sendo usado como tal.

Claro que não precisa ser em todo lugar, mas acho que alguns locais como o CA e as comerciais deveriam logo prever esse uso e consequentemente exigir a quantidade de vagas para suprir os moradores.

Veja que o CA do LAgo Norte não virou área comercial e sim residencial por simples demanda. Não existia uma demanda para salas comerciais ali, não naquela quantidade e sim para resideincias. A lei não organiza o mercado, quem organiza o mercado são a oferta e demanda e a estas que o urbanismo deve se adequar.

O que cria o problema é a lei que impede a kitinete mas a realidade cria a demanda.

O projeto de urbanismo tem que se adequar a realidade de demanda de seus moradores e não contraio.

existe uma demanda real por imóveis de baixo custo (pra Brasília claro) que antendam a necessidade de moradores sem familia, como estudantes, profissionais liberais, pessoas de passagem, divorciados, idosos etc...obrigar uma pessoa com esse perfil a comprar um imóvel caro com caracteristicas que eles não precisam me parece sem sentido.
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  #64  
Old Posted Feb 26, 2013, 11:16 AM
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Mas pesquisa, isso que vc esta falando ocorre justamente por que o local não é projetado para kitinetes, mas acaba sendo usado como tal.

Claro que não precisa ser em todo lugar, mas acho que alguns locais como o CA e as comerciais deveriam logo prever esse uso e consequentemente exigir a quantidade de vagas para suprir os moradores.

Veja que o CA do LAgo Norte não virou área comercial e sim residencial por simples demanda. Não existia uma demanda para salas comerciais ali, não naquela quantidade e sim para resideincias. A lei não organiza o mercado, quem organiza o mercado são a oferta e demanda e a estas que o urbanismo deve se adequar.

O que cria o problema é a lei que impede a kitinete mas a realidade cria a demanda.

O projeto de urbanismo tem que se adequar a realidade de demanda de seus moradores e não contraio.

existe uma demanda real por imóveis de baixo custo (pra Brasília claro) que antendam a necessidade de moradores sem familia, como estudantes, profissionais liberais, pessoas de passagem, divorciados, idosos etc...obrigar uma pessoa com esse perfil a comprar um imóvel caro com caracteristicas que eles não precisam me parece sem sentido.
Concordo contigo, mas tem um porém, e agora, com o Centro Administrativo indo para Taguatinga, essas kits não corre risco de perderem suas funções? E eu vejo uma contradição. Enquanto aqui tem uma superoferta de kits e não tem demanda para isso tudo.

Taguatinga tem 80 mil pessoas que afirmaram serem solteiras e procuram imoveis desse tipo, mas o bairro não tem oferta suficiente para elas, então são obrigadas a morar em imóveis muito maiores do que necessário, e claro, pagando um aluguel bem mais caro.

Inclusive já passou uma matéria na tv, falando dessa carência. Mas o povo continua fazendo kits no Plano Piloto. E para piorar ainda mais, fazem kits em locais improprios, como nas ADES, ou nas quadra 700 e 900. Locais aonde deveriam ter teatros ou mesmo shows públicos como no Parque da Cidade, agora não pode ter mais, porque inventaram moradias nessas localidades.
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  #65  
Old Posted Feb 26, 2013, 3:31 PM
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A mudança para Taguatinga não vai esvaziar tanto as Kits, ate onde sei a maioria dos moradores das kits no plano piloto trabalha mesmo no Governo Federal ou são estudantes ou outras profissionais autonomos.

Geralmente o pessoal que trabalha no GDF é mais velho e já moram nas cidades satelites, provavelmente a maior parte do pessoal que vai trabalhar ali no novo Centro Administrativo, já mora pelas redondezas ou em imóveis mas antigos.

Mas concordo que existe um padrão distorcido, as contrutoras fazem mais kits no plano piloto devido ao alto valor do m², nada da mais lucro que pequenos imoveis de alto valor agregado.

E as contruções são irregulares justamente por que o GDF não atende a demanda. O CA do Lago Norte nunca teve demanda para escritórios, nunca, de onde se tirou que aquilo deveria ser área comercial?

No caso das ADES, não era obvio qu estas áreas iriam criar um demanda por imóveis de baixo custo para os trabalhadores que iriam trabalhar nas empresas? era obvio que deveria ter sido feita uma mistura de comercial e residencial de baixo custo nestas áreas, já prevendo toda a infra. Mas não, o GDF acha que o povo vai comprar uma casa lá no cafundo do judas e vai pegar os ônibus da Viplan para chegar nas ADES??

É todo um planejamento furado. As kits não são a causa da desordem e sim consequencia do planejamento ruim, que cria áreas coemrciais e industriais isoladas do resto da cidade, obrigando os moradores a se deslocarem por longas distancias.
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  #66  
Old Posted Feb 26, 2013, 5:18 PM
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O problema que isso está colocando em xeque todo o planejamento. Pois eu aposto que essas pessoas que moram nessas pseudos moradorias nas ADEs, irão exigir segurança, escolas e postos de saúde nessas localidades que não foram projetadas para terem moradias.

É igualzinho o caso da Fercal, invasão que virou bairro, as cimenteiras estavam lá desde a fundação de Brasília. E aí reclamam da poluição, da falta de estrutura, de serviços públicos e blablablá, e pior, as cimenteiras que não tem nada haver com a história, viraram algozes dessas localidades por poluir.

Detalhe, as cimenteiras estavam longe da área urbana, justamente por serem poluentes. Foram morar lá, sabendo da poluição. É igual vir um inocente aqui, querer morar ao lado de uma usina nuclear, e depois querer aposentadoria devido a radiação.
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  #67  
Old Posted Feb 26, 2013, 7:17 PM
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Contribuindo um pouco com o debate



Falando especificamente das kits sobre o comercio no Plano Piloto, a maioria dos entrevistados no vídeo deixam claro a escolha por viver próximo ao trabalho e ganhar em qualidade de vida.

Nos outros "polos de kitnetes" a questão é a mesma. O bom para a cidade e para o cidadão é que ele more perto do trabalho, mas no DF há uma grande insistência em tratar isso como crime urbanístico.

Vejamos que sequer no projeto do Lúcio Costa essa segregação é tão radical. Tudo que ele fez foi definir escalas e até previu uma zona industrial fora da cidade, mas nunca deixou de incluir comercio (muitos) dentro da escala residencial.

Esse negócio de criar ADEs exclusivamente comerciais foi invenção de gabinete. Não há embasamento algum nisso. Nada mais natural, então, que os ocupantes da cidade corrijam um projeto que já nasceu errado. O problema é o GDF continuar tratando como ilegal, não criar projeto específico de adequação e não planejar nova infra urbana para isso.

Boa parte das ADEs surgiu como Pró-DF. Nada mais natural que não tenham cumprido suas metas econômicas, sociais e urbanísticas. Desenvolvimento empresarial e industrial vão muito além de "doações" de lotes a pseudo-empresários e apadrinhados políticos, então o programa atraiu apenas os investimentos que já tinham o DF como rota e inutilizou grandes espaços com marmotas urbanas... O Pólo JK (que ainda engatinha) é talvez uma luz no fim do túnel do pró-DF...

É uma questão de se definir parâmetros para fiscalização dessas habitações e não lutar contra elas!
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  #68  
Old Posted Feb 26, 2013, 7:20 PM
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O problema que isso está colocando em xeque todo o planejamento. Pois eu aposto que essas pessoas que moram nessas pseudos moradorias nas ADEs, irão exigir segurança, escolas e postos de saúde nessas localidades que não foram projetadas para terem moradias.

É igualzinho o caso da Fercal, invasão que virou bairro, as cimenteiras estavam lá desde a fundação de Brasília. E aí reclamam da poluição, da falta de estrutura, de serviços públicos e blablablá, e pior, as cimenteiras que não tem nada haver com a história, viraram algozes dessas localidades por poluir.

Detalhe, as cimenteiras estavam longe da área urbana, justamente por serem poluentes. Foram morar lá, sabendo da poluição. É igual vir um inocente aqui, querer morar ao lado de uma usina nuclear, e depois querer aposentadoria devido a radiação.
E o planejamento deve ser posto em cheque mesmo!! Por que ele é todo errado. É justamente isso que estou tentando dizer, se o planejamento é errado, então o resultado saíra distocido. Se houvesse real demanda para as funções comerciais e não houvesse para residenciais nestes lugares, não haveria a ilegalidade.

O planejamento é que esta errado.
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  #69  
Old Posted Feb 26, 2013, 7:48 PM
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Contribuindo um pouco com o debate



Falando especificamente das kits sobre o comercio no Plano Piloto, a maioria dos entrevistados no vídeo deixam claro a escolha por viver próximo ao trabalho e ganhar em qualidade de vida.

Nos outros "polos de kitnetes" a questão é a mesma. O bom para a cidade e para o cidadão é que ele more perto do trabalho, mas no DF há uma grande insistência em tratar isso como crime urbanístico.

Vejamos que sequer no projeto do Lúcio Costa essa segregação é tão radical. Tudo que ele fez foi definir escalas e até previu uma zona industrial fora da cidade, mas nunca deixou de incluir comercio (muitos) dentro da escala residencial.

Esse negócio de criar ADEs exclusivamente comerciais foi invenção de gabinete. Não há embasamento algum nisso. Nada mais natural, então, que os ocupantes da cidade corrijam um projeto que já nasceu errado. O problema é o GDF continuar tratando como ilegal, não criar projeto específico de adequação e não planejar nova infra urbana para isso.

Boa parte das ADEs surgiu como Pró-DF. Nada mais natural que não tenham cumprido suas metas econômicas, sociais e urbanísticas. Desenvolvimento empresarial e industrial vão muito além de "doações" de lotes a pseudo-empresários e apadrinhados políticos, então o programa atraiu apenas os investimentos que já tinham o DF como rota e inutilizou grandes espaços com marmotas urbanas... O Pólo JK (que ainda engatinha) é talvez uma luz no fim do túnel do pró-DF...

É uma questão de se definir parâmetros para fiscalização dessas habitações e não lutar contra elas!
Existe embasamento sim. Vai nos EUA, procure áreas habitacionais dentro de áreas industriais. Não tem. Agora no Brasil, atrasado como sempre, querem inventar.

Aí quando explode uma fábrica, os pseudos moradores que sequer deveriam morar lá reclamam da explosão. Eu vejo que é furado essa idéia. Igual querer misturar um setor hospitalar com área residencial.

Local que tem áreas sensiveis, como infecção, vetor de doenças. Jamais deveria ficar grudada numa área residencial. Imagina uma criança encontrar uma seringa com aids brincando. E aí quem é culpado. Os país da criança por deixava vagando no setor hospitar, ou o hospital que deixou a seringa na rua.

Eu sou contra misturar, setor hospitalar/residencial, setor comercial/residencial e setor industrial/residencial. Já vimos os conflitos que existem em Brasília. E vimos que essa mistura não funciona.

Brasília tinha uma zona boemia, só foi colocar residências no lugar, a vida noturna da cidade acabou. Tem toque de recolher.
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  #70  
Old Posted Feb 26, 2013, 8:02 PM
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Cara, você tem que parar com esse negócio de desenhar tubarão com perna... Alguém aqui está falando em kitnete encima de fábrica?!

Pró-DF foi qualquer coisa, menos política de industrialização e as ADEs tão pouco são áreas industriais (exceto Pólo JK, que não sofre com KITs). Áreas industriais realmente devem ser segregadas da cidade, mas ninguém questionou isso, então para de viajar...
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  #71  
Old Posted Feb 26, 2013, 8:06 PM
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O planejamento foi defeituoso, há a demanda por quitinetes, é preciso regularizar....concordo com tudo isso. Mas NADA autoriza alguém ou alguma empresa a burlar a lei. Se ela não serve, que haja pressão e organização para alterá-la. Fazer com "jeitinho" é que não pode.
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  #72  
Old Posted Feb 26, 2013, 8:57 PM
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Cara, você tem que parar com esse negócio de desenhar tubarão com perna... Alguém aqui está falando em kitnete encima de fábrica?!

Pró-DF foi qualquer coisa, menos política de industrialização e as ADEs tão pouco são áreas industriais (exceto Pólo JK, que não sofre com KITs). Áreas industriais realmente devem ser segregadas da cidade, mas ninguém questionou isso, então para de viajar...
Eu viajando, então fala para o povo que mora nas kits nas ADEs, vai lá, eles só exigem seus direitos. Mas sabiam muito bem que ali não é lugar de moradia. Não tem que misturar atividades.

Pode até haver residências numa área especifica na zona industrial. Agora o que fizeram em Brasília é pura especulação, e pior, não tem lei no Brasil que faça o despejo dessas pessoas.

Agora se fosse nos EUA, somente uma ordem judicial resolveria tudo, mas no Brasil.....
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  #73  
Old Posted Feb 26, 2013, 9:42 PM
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O planejamento foi defeituoso, há a demanda por quitinetes, é preciso regularizar....concordo com tudo isso. Mas NADA autoriza alguém ou alguma empresa a burlar a lei. Se ela não serve, que haja pressão e organização para alterá-la. Fazer com "jeitinho" é que não pode.
Jeitinho é a forma como ocorreu, apesar da aparente legalidade. Criar pólos empresariais sem políticas econômicas específicas não poderia dar em outra coisa...

Independente disso, tocando em um assunto paralelo, temos hoje no DF 1/3 da população vivendo em parcelamentos irregulares (condomínios) segundo a SEOPS. A questão da moradia é um problema antigo no DF, com sociedade civil bem organizada e atuante, mas está longe de entrar de cabeça na agenda política. Década após década, o problema toma contornos cada vez maiores e o próprio governo, atado numa irresolução, passa a tratar o ilegal como legal: cobra impostos e presta serviços públicos.

Ocorre que inexiste materia legal (de fato) ou força política para empenha-la. O PDOT (que seria esse instrumento) é mera formalidade de uma obrigação constitucional, não tendo resolvido os problemas pendentes nem conseguindo delimitar o que está por vir...

Não há força política porque boa parte dos proprietários de lotes irregulares (mais de 1/3 da população) quer especular e não tem interesse algum em regularizar a situação. 1/3 é o suficiente para garantir vários correligionários no legislativo e conseguir intimidar o executivo, afinal vivem de votos.

Na situação atual, as decisões políticas foram entregues a meros juízes que, com suas liminares, conduzem uma longa queda de braços em que a sociedade como um todo é a perdedora.

Apesar de suas peculiaridades, vejo entraves políticos parecidos no caso das kitnetes. As construtoras não querem destinar espaço para estacionamento, então não querem uma mudança legal de destinação, apesar de na prática ocorrer até cobrança de IPTU residencial. Em outros lugares, onde as Kits tendem à favelização de áreas mais nobres, a resistência vem da vizinhança "regularizada" que teme desvalorização.

Em suma, a quem interessa regularizar condomínios ou kitinetes?

Conheço muita gente que mora em condomínio pela falta de opções e não pela especulação imobiliária, mas no geral ninguém quer pagar por algo que na prática já lhe pertence... Regularizar nesse caso seria muito fácil, mas são justamente as associações de moradores que politicamente emperram a ação!

O caso das kits teve menos desdobramentos e talvez encontre menos resistência, mas enquanto for possível construir "escritório" com quarto e sala nada será feito. Não é questão de mobilização, mas identificar quais são os interesses e os atores...
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  #74  
Old Posted Feb 27, 2013, 12:53 AM
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Novamente discordo. Pois se for tratar ilegal como legal. Os ilegais não querem serem legalizados. Pois vem com papo, que eles mesmo investiram para colocar água, luz e infra-estrutura.

Mas esqueceram do principal, a NATUREZA irá cobrar bem caro pela invasão. Vide Vicente Pires, nem com tecnologia ALIENIGENA, irão conseguir edificar em cima de nascentes. Resultado, as casas irão cair, e pior, vão querer cobrar indenizações do GDF.

O povo esquece que compraram áreas griladas, não existe esse papo que compraram de boa fé. Compraram de má fé mesmo, sabiam dos riscos de construir em áreas de nascentes, beira de rios ou beira de morros.

E com o crescimento dessas localidades, sem controle, agora para legalizar não tem como, igual Vicente Pires, pois os moradores não aceitam sair das áreas de APPs, para solucionar o problema de falta de área verde, querem a área do Taguapark.

Então, sabia quando o Vicente Pires será regularizado? NUNCA. Então sem regularização, por LEI, desobriga o GDF implantar infra-estrutura, então por essas e por outras, não existe o famoso jeitinho brasileiro de querer se dar bem.

Agora se fosse em algum país árabe, com certeza, quando o juiz mandasse desocupar a região, não iria ter choradeira, teria de acatar.
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  #75  
Old Posted Feb 28, 2013, 7:02 PM
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Jeitinho é a forma como ocorreu, apesar da aparente legalidade. Criar pólos empresariais sem políticas econômicas específicas não poderia dar em outra coisa...

Independente disso, tocando em um assunto paralelo, temos hoje no DF 1/3 da população vivendo em parcelamentos irregulares (condomínios) segundo a SEOPS. A questão da moradia é um problema antigo no DF, com sociedade civil bem organizada e atuante, mas está longe de entrar de cabeça na agenda política. Década após década, o problema toma contornos cada vez maiores e o próprio governo, atado numa irresolução, passa a tratar o ilegal como legal: cobra impostos e presta serviços públicos.

Ocorre que inexiste materia legal (de fato) ou força política para empenha-la. O PDOT (que seria esse instrumento) é mera formalidade de uma obrigação constitucional, não tendo resolvido os problemas pendentes nem conseguindo delimitar o que está por vir...

Não há força política porque boa parte dos proprietários de lotes irregulares (mais de 1/3 da população) quer especular e não tem interesse algum em regularizar a situação. 1/3 é o suficiente para garantir vários correligionários no legislativo e conseguir intimidar o executivo, afinal vivem de votos.

Na situação atual, as decisões políticas foram entregues a meros juízes que, com suas liminares, conduzem uma longa queda de braços em que a sociedade como um todo é a perdedora.

Apesar de suas peculiaridades, vejo entraves políticos parecidos no caso das kitnetes. As construtoras não querem destinar espaço para estacionamento, então não querem uma mudança legal de destinação, apesar de na prática ocorrer até cobrança de IPTU residencial. Em outros lugares, onde as Kits tendem à favelização de áreas mais nobres, a resistência vem da vizinhança "regularizada" que teme desvalorização.

Em suma, a quem interessa regularizar condomínios ou kitinetes?

Conheço muita gente que mora em condomínio pela falta de opções e não pela especulação imobiliária, mas no geral ninguém quer pagar por algo que na prática já lhe pertence... Regularizar nesse caso seria muito fácil, mas são justamente as associações de moradores que politicamente emperram a ação!

O caso das kits teve menos desdobramentos e talvez encontre menos resistência, mas enquanto for possível construir "escritório" com quarto e sala nada será feito. Não é questão de mobilização, mas identificar quais são os interesses e os atores...
Não discordamos. Qualquer "jeitinho" é reprovável. Mas agora o bode está na sala e precisa ser retirado. O que fazer?
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  #76  
Old Posted Mar 1, 2013, 11:16 AM
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Igual as calçadas, os moradores reclamam. Mas se você reparar, praticamente todos os moradores alteram a calçada originalmente de concreto, inclusive colocam ceramica. Eu quero ver, no dia, que alguem ter algum acidente grave, e a justiça falar que é o morador o culpado pelo acidente e ter que indenizar a vítima.

Tem morador que reclama de um problema que o mesmo ocasionou. É mole.
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  #77  
Old Posted Mar 1, 2013, 11:56 AM
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Alguém com coragem de legislar sobre o assunto! É preciso quebrar o status quo e lidar com um eleitorado que provavelmente não saberá interpretar a ação e enterrará politicamente o indivíduo.

Não conheço associações com força e interesse suficiente para incluir o tema na agenda pública. As que por ventura tentem ficam presas no conceito de não-decisão, ou seja, seus interesses são barrados antes mesmo de serem tratados institucionalmente.

Para esse momento, só o Buriti teria força para empreender esse tipo de política, mas ainda está comendo pelas beiradas sem atacar de fato o problema!
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  #78  
Old Posted Apr 15, 2013, 1:06 AM
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De olho no Autarquias Norte



Construtoras, incorporadoras e imobiliárias se agitam de olho na última área não construída na região central da capital federal. Trata-se da expansão do Setor de Autarquias Norte (SAUN), que é dono de excelente localização mas carece de infraestrutura pública


Foto: Rúbio Guimarães

Os espaços para novas construções no Setor de Autarquias Norte (SAUN) são vastos: as gigantes da construção civil se adiantam para garantirem terrenos no centro

Uma extensa área na cobiçada região central de Brasília, próxima à Esplanada dos Ministérios, ao Congresso Nacional, a shoppings, hotéis, terminal rodoviário e ­metroviário, futuro Estádio Nacional, setores Comercial e Bancário, entre outros importantes pontos. Lá funcionam o Departamento Nacional de Produção Mineral (DPNM), o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e diversos outros grandes órgãos e entidades públicas e privadas. Quem ouve falar do local pela primeira vez imagina que seja repleto de importantes edifícios de empresas e órgãos públicos, quando na verdade isto não acontece.

A área em questão é o Setor de Autarquias Norte (SAUN), constituído pelos últimos terrenos ainda não construídos no coração da capital federal. E a pergunta é inevitável: por que os lotes estão praticamente vazios? Dados da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) apontam que 7 mil pessoas trabalham na região, o que é pouco se comparado aos funcionários e servidores que atuam no Setor de Autarquias Sul (SAUS) por exemplo: 15 mil.

Em 2011 começou a sair do papel o projeto que prevê a expansão do SAUN, com a construção das quadras 4 e 5. Assim como o SAS, onde estão órgãos públicos e edifícios recheados de empresas privadas, o aumento territorial da área homônima na parte norte abrigará construções do mesmo porte. O plano de arquitetura e urbanismo original da região data de 41 anos atrás e daí vem uma das respostas para o questionamento: muitas empresas não querem construir ali pela falta de previsão de vagas de estacionamento vertical nos edifícios. Na década de 70 Brasília não sofria com o trânsito como ocorre hoje, com cerca de 1 milhão e 150 mil carros, praticamente um para cada dois habitantes.

Infraestrutura

O local não é servido de paradas de ônibus, a iluminação é precária e só existem duas entradas para quem chega de carro. Quando a opção de estacionamento mais próxima – Setor Bancário Norte – está lotada, o que é rotineiro, os proprietários estacionam os automóveis em cima das calçadas e ao longo dos meios-fios. A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Sedhab-DF) já sinalizou que pretende estudar a alteração do projeto urbanístico original da capital federal, o que proporcionaria maior liberdade na ampliação de vagas e vias de acesso ao SAUN.

O secretário de Desenvolvimento Urbano do DF, Geraldo Magela, acredita que não é possível separar os problemas do SAUN daqueles do restante da região central. “O Setor de Autarquias Norte tem as atenções voltadas para si por ser uma área remanescente, ainda não concluída. Mas devemos pensar Brasília como um todo e procurar soluções para o todo. A revisão do projeto urbanístico é um excelente começo para resolver problemas atuais que há muito tempo não existiam. É inadmissível que trabalhadores não tenham vagas disponíveis para seus veículos e, se optarem por tomar um ônibus urbano, ter dificuldade na hora da descida por falta de ponto”, reconhece.

Para crescer, tem que evoluir

O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) é um dos órgãos que funciona na região. Situado na quadra 1, o prédio está em uma das áreas mais críticas do SAUN. Um servidor que não quis se identificar diz que enfrenta há algum tempo os problemas de estacionamento e segurança. “Já houve vezes em que precisei estacionar no Teatro Nacional devido à falta de espaços permitidos perto do meu trabalho. Na hora de ir embora, já à noite, dois rapazes alegaram que lavaram meu carro mesmo sem ter me pedido e exigiram R$ 10 cada um. Por sorte eu estava com o dinheiro na carteira e preferi não discutir, mas poderia ter sido muito pior”, lembra.

Mesmo com todas as adversidades apresentadas na área, principalmente relativas aos rotineiros problemas de trânsito e estacionamento, as empresas dos ramos imobiliário e da construção civil enxergam a região de maneira positiva. A excelente localização continua sendo o diferencial do Setor de Autarquias Norte. “Estamos próximos à 5ª Delegacia de Polícia, a bancos, shoppings e hotéis. Logo no início da Asa Norte há várias concessionárias, oficinas, lojas de informática... Além do mais daqui para o colégio do meu filho eu não gasto nem dez minutos”, observa a funcionária do Centro de Dança do Distrito Federal, Ana Carla Macedo.

A Tishman Speyer e a Via Engenharia são exemplos de construtoras que investiram no SAUN. Situado na quadra 5, o Green Towers Brasília é o primeiro empreendimento corporativo da Tishman na capital federal. De origem norte-americana e proprietária de alguns dos maiores ícones internacionais, como o Rockefeller Center e o Chrysler Center, em Nova York, e o Sony Center, em Berlim, a Tishman Speyer está há mais de 15 anos no Brasil.

A Via Engenharia tem 30 anos de atuação no mercado nacional e é a maior empresa de construção do Centro-Oeste, sendo também uma das mais importantes e eficientes construtoras em atividade no Brasil. Fernando Queiroz, presidente da Via, explica o porquê da aposta no setor. “Nos baseamos em todos os resultados que alcançamos nesses anos, na credibilidade da qual gozamos no mercado, da relação de respeito com os clientes, parceiros e fornecedores para acreditar que dará certo. E o Green Towers foi um sucesso em termos de vendas, especulações e procura”, comemora.

José Luís Wey de Brito, diretor de construções especiais da Via, crê que o estacionamento e o acesso ao Setor de Autarquias Norte são os pontos mais críticos da região. “Estima-se que pelo menos 50 mil pessoas circulem lá (SAUN) por dia quando estiver totalmente construído. Um projeto elaborado há mais de 40 anos não supre nem as menores necessidades”, critica.












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Old Posted Apr 15, 2013, 9:33 AM
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As construtoras podem ficar de olho apenas, todos os lotes são de empresas PÚBLICAS, então eles podem tirar o cavalinho da chuva, que não irá ter para elas. Até mesmo porque, a Terracap não tem lotes no lugar.
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  #80  
Old Posted Apr 15, 2013, 10:45 AM
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RealtOn cria banco de terrenos para atender setor imobiliário

Brasil Econômico, 12/abr

Criada há pouco mais de um ano para ajudar grandes incorporadoras a desovar estoques de imóveis, a RealtOn agora quer ser a solução para um dos principais obstáculos do setor imobiliário nos grandes centros: a falta de terrenos para construir. A companhia está desenvolvendo um banco de terrenos que reúne áreas disponíveis para atender a demanda das empresas, e quer dobrar e tamanho até o fim do ano.

Batizado de LandBox, o projeto ainda embrionário envolve a pesquisa e oferta de terrenos disponíveis. Inicialmente, o alvo é a capital paulista, mas a companhia já pensa em expansão para Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília.

"As empresas começaram a nos procurar com uma demanda gigantesca por terreno, um segmento muito complicado dentro do setor imobiliário, pouco profissional e que chega a ser um garimpo", disse à Reuters o presidente-executivo da RealtOn, Rogerio Santos.

Segundo ele, a nova unidade conta com 52 terrenos para projetos residenciais e comerciais na capital paulista, com Valor Geral de Vendas (VGV) de cerca de 2 bilhões de reais, número que deve saltar para 4 bilhões até o final deste ano.

"A ideia é ser um catalisador de terrenos", disse Santos. "Isso representa uma economia de tempo de 30 a 40 por cento para o incorporador e pode impulsionar muito o desenvolvimento do mercado, até para incorporadores de menor porte".

Além das principais construtoras e incorporadoras do país, a RealtOn tem entre seus clientes administradoras de shopping centers e outras desenvolvedoras de empreendimentos como supermercados, fábricas e galpões logísticos.

Ao atender a solicitação de uma empresa ou intermediar a venda de um dos terrenos disponíveis, a RealtOn é comissionada em cerca de 6 por cento, de acordo com o executivo.

Fonte: http://www.ademi.org.br/article.php3...che=Bras%EDlia
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