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  #161  
Old Posted Jul 24, 2014, 6:35 AM
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em algumas matérias que li o local desse polo industrial seria no Recanto das Emas, ate onde vai o gasoduto, mas nada impede de ter uma expansão dentro do DF
Você mencionou algo interessante. Pois eu sei que Brasília terá 2 gasodutos na verdade. Esse que vira de Paulinia-SP, passando por Ribeirão Preto, Triangulo Mineiro, e seguindo para Goiânia até chegar a Brasília (Recanto das Emas ou Samambaia).

Mas também teremos um gasoduto que virá de Belo Horizonte via Unaí e possivelmente para a Cidade Aeroportuária em Planaltina. Pois nem precisamos falar. Que o local terá de ter uma central de abastecimento de aeronaves, e pelo porte do aeroporto, terá de ser uma grande estrutura.
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  #162  
Old Posted Aug 9, 2014, 3:35 AM
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O laboratório americano Gilead vai trazer ao país um revolucionário (e caro) remédio contra a hepatite C



O recente esforço do Ministério da Saúde para erradicar diversos tipos de hepatite no País tem atraído alguns gigantes da indústria farmacêutica mundial. Um deles é o fabricante americano de biomedicamentos Gilead, dono de um faturamento global de US$ 11 bilhões, no primeiro semestre deste ano. A companhia anunciou que irá abrir até o fim deste ano um centro de distribuição e um laboratório de testes em Brasília, além de um escritório em São Paulo. A ideia é trazer para o País, já no primeiro semestre de 2015, o Sovaldi, o principal medicamento de combate à hepatite C em uso no mundo, do qual cada comprimido chega a custar US$ 1 mil, nos Estados Unidos.

Por conta dos preços estratosféricos, o tratamento completo para cura da doença sai por US$ 80 mil, em média. A despeito do preço, a droga revolucionou o tratamento da doença e levou a Gilead, baseada em Foster City, na Califórnia, a competir de igual para igual com algumas das gigantes do setor farmacêutico. “Já estamos em conversas bem avançadas com o governo”, disse à DINHEIRO o vice-presidente da companhia, Gregg Alton. “Há um empenho muito grande no combate às hepatites no Brasil.” Só no primeiro semestre deste ano, o medicamento gerou US$ 5,7 bilhões, tornando-se o principal produto da empresa. E as cifras crescem à medida que aumenta o número de infectados.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente há 150 milhões de portadores da hepatite C no mundo – uma doença que afeta 3% da população do planeta –, dos quais três milhões vivem no Brasil. Para começar suas operações no País, a estratégia da Gilead foi contratar profissionais brasileiros que já atuavam no segmento e que pudessem desembaraçar a burocracia. O caminho escolhido foi negociar diretamente com o governo a vinda do produto. Com o interesse do Ministério da Saúde em disponibilizar o tratamento para a hepatite C na rede pública, a expectativa é de que a liberação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não demore a acontecer.

“Pelo fato de o principal cliente ser o governo, a armazenagem e o controle de qualidade ficarão em Brasília”, afirma Norton Oliveira, diretor-geral da companhia no Brasil. A Gilead já atua no País por meio de importadores desde 2003. Os principais medicamentos comercializados fazem parte do grupo de remédios fornecidos gratuitamente pelo governo para pacientes com HIV. “Manteremos essas parcerias com os importadores”, diz Alton. Contudo, o executivo descarta a produção local. “Até nos Estados Unidos temos uma produção pequena”, diz. As demais fábricas da Gilead
estão na Ásia e no Canadá.

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  #163  
Old Posted Sep 8, 2014, 4:05 AM
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Enfil fecha contrato com a BR Distribuidora no Terminal de Brasília

Ao completar 20 anos a Enfil assina projeto em Brasília no valor de R$ 41,7 milhões para ser responsável pela renovação do sistema de tancagem do Terminal de Brasília (Tebras).

A Enfil, maior empresa brasileira de soluções ambientais, fechou dois contratos com a BR Distribuidora no Terminal de Brasília (Tebras) para renovação do sistema de tancagem local, que tem capacidade de estocar 5.617 m³ de óleo diesel. O trabalho envolve reforma de um dos tanques com instalação do sistema de QAV e óleo diesel S-10 e a substituição das câmaras de espuma de outros dois, além de melhorias operacionais, com obras civis, mecânicas e elétricas, pintura, ensaios e testes. “Esta obra é muito significativa para nós por ser a primeira que realizamos na capital do país nos 20 anos da empresa, em que tivemos projetos em mais de dez estados”, enfatiza Franco Tarabini Jr., um dos fundadores da Enfil em 1994 e sócio-diretor da empresa.

Os contratos têm prazo de 12 meses para execução e devem ser finalizados em julho de 2015, envolvendo 250 profissionais entre engenheiros, técnicos e equipe de montagem e serão executados no Terminal de Brasília/DF – Tebras, localizado no IAS - Trecho 01 – Lote 505 – Setor de Inflamáveis – SIA, Brasília/DF. “Estes contratos demonstram mais uma vez a qualificação técnica, confiabilidade e preço ofertado pela Enfil”, acrescenta Franco.

A Enfil espera fechar 2014 com um recorde de vendas, somando seus setores tradicionais – tratamento de águas e efluentes e controle da poluição atmosférica para os setores industriais, com os novos em que passou a atuar em 2011, como saneamento urbano, montagens eletromecânicas e gestão de resíduos/remediação de solos. Nos primeiros seis meses de 2014 já foram fechadas vendas acima de R$ 400 milhões, ou seja, 40% a mais do que foi vendido no ano inteiro de 2013.

Obra 1 -Execução dos serviços de melhorias operacionais, que incluem obras civis, mecânicas e elétricas, com objetivo adequar o sistema de combate a incêndio, constituindo basicamente de: . Novo Tanque de armazenamento de água de incêndio; nova Casa de bombas de incêndio; relocação de parte da rede de incêndio com substituição de tubulações, acessórios e equipamentos.

Obra 2 -Execução dos serviços de reparos no Tanque 44602, de armazenamento de Óleo Diesel, com capacidade de 5.617 m³, e substituição das câmaras de espuma dos Tanques 44601 e 44603, constituindo basicamente de: . TQ-44602: Remoção do teto; remoção das colunas; remoção do último anel; ajuste no costado; montagem do último anel; montagem do teto; montagem dos acessórios; inspeção no fundo do tanque; pintura; ensaios e testes. . TQ-44601 e TQ-44603: Substituição das câmaras de espuma do tipo MLS por MCS.

Perfil da Enfil S/A Controle Ambiental - A Enfil é a maior empresa brasileira de soluções ambientais para controle da poluição atmosférica, tratamento de água e efluentes líquidos. Atua também na gestão de resíduos e remediação de solos, no saneamento urbano, em serviços de manutenção e montagens para grandes projetos, e está entrando no setor de produção de energia a partir da queima do lixo (reciclagem energética). Criada em 1994, responde atualmente pela geração de 1.300 empregos e um faturamento da ordem de R$ 330 milhões. Mediante tecnologias próprias e acordos com empresas internacionais, a Enfil disponibiliza tecnologia de ponta e flexibilidade no atendimento aos clientes em qualquer processo de tratamento ambiental.

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  #164  
Old Posted Sep 8, 2014, 4:06 AM
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Apesar que a reforma é necessária, bem que poderiam investir na transferência para o novo Setor de Inflamáveis entre o Recanto das Emas e Samambaia.
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  #165  
Old Posted Sep 8, 2014, 12:07 PM
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Apesar que a reforma é necessária, bem que poderiam investir na transferência para o novo Setor de Inflamáveis entre o Recanto das Emas e Samambaia.
Tinha era que fazer uma termelétrica no local, ai sim teria demanda para o gasoduto ate Brasília, mas com um polo industrial integrado seria muito melhor...
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  #166  
Old Posted Sep 8, 2014, 8:03 PM
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Tinha era que fazer uma termelétrica no local, ai sim teria demanda para o gasoduto ate Brasília, mas com um polo industrial integrado seria muito melhor...
Mas irá ter uma termoelétrica Mamute. Isso já está no projeto.
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  #167  
Old Posted Sep 10, 2014, 10:56 AM
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Rexam investirá em fábricas no Brasil e Chile


A empresa, que fabrica latas e tampas para bebidas, quer ampliar sua produção na América do Sul a partir deste ano.

O montante total investido na região será de US$ 49 milhões. As plantas em Brasília, Pouso Alegre (MG) e Águas Claras (RS) receberão US$ 21 milhões por uma modificação que permitirá a produção de latas especiais (cuja capacidade é diferente do produto tradicional, de 350 ml).

A ação é parte de uma estratégia da companhia para estimular o crescimento de embalagens especiais. Com aporte de US$ 28 milhões, a planta de Santiago, no Chile, que hoje produz embalagens de 350 ml, terá sua capacidade quase dobrada e fará também os tamanhos de 473 ml e 250 ml.
(Folha de São Paulo)

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  #168  
Old Posted Sep 10, 2014, 11:04 AM
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Alias já estão construindo um galpão anexo na unidade do Gama, deve ter uns 4 ou 5 Mil m²

A não ser que seja outra expansão...
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  #169  
Old Posted Sep 10, 2014, 11:15 AM
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Na verdade serão 3.000 M² de expansão...

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  #170  
Old Posted Sep 18, 2014, 1:52 PM
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Polo JK necessita de maior estrutura e mais incentivos



Considerado uma grande aposta voltada para o desenvolvimento econômico do Distrito Federal, o Polo Industrial JK, localizado em Santa Maria, possui hoje mais de 200 empresas em pleno funcionamento. Entretanto, o crescimento do próprio Polo JK ainda está em atraso devido à falta de infraestrutura no local, de acordo com Siqueira Campos, presidente da Associação Comercial e Industrial da região.

Na visão dele, a falta de transporte no local e a insegurança desmotivam e desvalorizam os empresários e trabalhadores. Para Campos, é necessário que o governo do Distrito Federal aposte mais na indústria. “Eu acho que esse conceito de sempre ajudar a micro e pequena empresa impede a instalação das grandes empresas aqui no DF. São as fábricas e indústrias que fomentam o emprego de qualidade e são as áreas mais abandonadas pela economia local. Se fossem criadas oportunidades para as fábricas e indústrias, com certeza isso contribuiria para a redução dos níveis de desemprego, garantindo uma saúde financeira bem melhor para o DF”, explicou.

Segundo Campos, o inchaço do Estado, a redução do setor produtivo, a má administração e o superfaturamento de obras públicas em todo o país está criando baixas possibilidades de desenvolvimento, o que também afeta a economia brasiliense. “Para mover a economia e aumentar a geração de empregos é necessário combater a corrupção, aplicar recursos na educação, desburocratizar todo o país e simplificar a forma de tributação de médias e grandes empresas”, defendeu. O presidente da Associação disse ainda, que a burocracia é uma dificuldade na vida dos empresários de todos os setores produtivos.








http://www.alo.com.br/noticias/ultim...Noticia=277160
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  #171  
Old Posted Sep 18, 2014, 8:51 PM
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Eu discordo, grande empresa vai se instalar aonde tem MÃO DE OBRA e não apenas por incentivos fiscais.
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  #172  
Old Posted Oct 8, 2014, 4:33 PM
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Laboratório abre no Brasil com foco em Hepatite C e AIDS

Gilead abre escritório no Brasil, para registrar medicamentos, desenvolver pesquisas e ampliar parcerias com institutos de pesquisa


Gilead: o laboratório pretende “ir além do sistema de saúde, a partir de parcerias locais”

O laboratório farmacêutico Gilead abre o primeiro escritório na América do Sul, para ampliar sua atuação no Brasil.

O escritório em São Paulo será responsável por desenvolver estudos, parcerias e tratamentos específicos para a realidade brasileira. Em julho de 2015, a Gilead irá abrir um centro de qualidade e distribuição em Brasília.

Com a abertura de uma filial no Brasil, Gregg Alton, vice presidente executivo, pretende “ir além do sistema de saúde, a partir de parcerias locais”.

Em conjunto com a Universidade Federal da Bahia, o laboratório está desenvolvendo um projeto para o combate a hepatites virais na Amazônia. A universidade, reconhecida por suas pesquisas na área, irá capacitar médicos locais para diagnósticos e tratamentos.

Uma das primeiras ações do escritório em São Paulo será registrar um medicamento para o tratamento e cura da Hepatite C, o Sofosbuir. As especificações já foram encaminhadas para o Ministério da Saúde e para a Anvisa, para registro.

Estuda-se também disponibilizar o remédio pelo SUS e vende-lo ao governo por um terço do preço médio de mercado, conseguindo dessa forma alcançar três vezes mais pacientes.

Alton elogia o Sistema Único de Saúde brasileiro, dizendo que “o Brasil precisa estar muito orgulhoso de seu sistema de saúde, que é muito forte. O sistema de saúde público consegue alcançar a população em todos os lugares”.

“Isso nos proporciona um ótimo ambiente, porque também queremos alcançar o maior número de pacientes possível. O que o Brasil está fazendo é um modelo”, completa.

A equipe brasileira, comandada por Norton Oliveira, também é responsável por fechar parcerias locais, como a Sociedade Brasileira de Hepatologia, Sociedade Brasileira de Infectologia, Centro de Referência e Tratamento em DST/AIDS, Hospital das Clínicas, programas educacionais e instituições de pesquisa.

Desde 2003, o laboratório já vende remédios ao Brasil, através da intermediária United Medical, como antifúngicos, medicamentos contra hepatite e AIDS. Alguns já são inclusive distribuídos pelo SUS.

Há oito estudos clínicos em desenvolvimento atualmente no Brasil, entre pesquisas com medicamentos para AIDS, hepatites virais e leishmaniose visceral.

Gilead no mundo

O grupo Gilead foi fundado em 1987 na Califórnia, Estados Unidos. Em 1992, fizeram uma Oferta Pública Inicial de Ações (IPO). Hoje, o grupo tem escritórios em 35 países e vende medicamentos para 125 países, em quatro continentes.

Com um faturamento anual de US$11,2 bilhões, investe US$2 bilhões em pesquisas. Os medicamentos combatem principalmente doenças como HIV, do fígado, câncer, inflamações, doenças respiratórias e cardiovasculares.

Um dos principais produtos do laboratório é o Single Tablet Regiment, um medicamento para combate ao vírus HIV, causador da AIDS. Ao invés de tomar cerca de 17 remédios, cada um com seus efeitos colaterais, o paciente ingere apenas um, com todos os princípios ativos e menos efeitos colaterais.

Mais de 50% dos pacientes em tratamento contra o HIV – quase 6 milhões - recebem medicamentos da Gilead, segundo o vice-presidente.

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  #173  
Old Posted Nov 7, 2014, 10:26 AM
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Indústria do DF encolhe e fica em último lugar em participação no PIB



O desempenho nacional negativo é reflexo da alta tributação, da ausência de infraestrutura adequada, da precariedade de mão de obra e do elevado custo dos profissionais


Uma indústria pequena e ausência de fôlego para crescer são as principais características do setor no Distrito Federal, segundo análise da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O estudo O perfil da indústria nos estados, divulgado ontem, durante o Encontro Nacional da Indústria, em Brasília, mostrou que a atividade recuou no DF nos últimos 10 anos, contrariando a tendência de crescimento de outras unidades da Federação do Centro-Oeste. Com isso, o DF está em último lugar no ranking nacional de participação da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) local. Apenas 5,6% da economia estão ligados às fábricas, o que corresponde a R$ 9,2 bilhões.

Apesar de a retração fabril no DF de 0,2% ser inferior à nacional, de 3,5%, a queda preocupa o setor porque a participação industrial é a menor do Brasil. Portanto, uma queda, mesmo que pequena, provoca maior impacto na economia. Além disso, a diminuição da atividade coloca o DF na contramão da tendência nacional, que é a descentralização. Enquanto nas outras unidades das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste a participação na indústria nacional cresceu, o DF não conseguiu acompanhar essa onda que tem chegado à região central do país. Goiás, por exemplo, ficou em quinto lugar entre as unidades que mais aumentaram a participação no PIB industrial brasileiro.

Para especialistas e representantes do segmento fabril, a pouca expressividade da indústria brasiliense se deve a uma série de fatores que impedem a atração de investimentos. “Falta uma política pública mais eficaz para o setor. Temos lotes caros; muita burocracia, com os alvarás, por exemplo; problema de infraestrutura, como falta de energia e de logística; e mão de obra cara pelo elevado custo de vida e não pela qualificação. Um investidor quer facilidade, e não brigar contra as dificuldades”, acredita Jamal Jorge Bittar, presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal. “O que torna o DF favorável para um investidor? O porto seco? Em Goiás, tem. A localização? Isso vale para outras unidades da região central. Para atrair investimentos é preciso trazer algo diferente, como criar polos industriais consolidados e planejados”, analisa Marcos Melo, professor do Ibmec e sócio-gerente da Valorum gestão empresarial.

Na análise de Júlio Miragaya, economista e presidente da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), falta uma proatividade do DF para atrair investimentos. “Não tem uma política eficiente de atração. Nunca teve essa preocupação. As áreas de desenvolvimento econômico não funcionaram. O melhor é o Polo JK, que existe há 15 anos, cheio de problemas, com poucos avanços. Existe uma quantidade imensa de municípios interessados em atrair indústrias. Para quê ter dor de cabeça no DF?”, questiona.

Segmentos

Os principais ramos da indústria brasiliense são de bens de consumo imediato. A de alimentos, por exemplo, corresponde a 27,8% do total, e a de bebidas, 20,7%. Mas nem mesmo essas fábricas próximas a um importante mercado consumidor, como Brasília, conseguiram crescer e deslanchar. “O que a gente observa é que as unidades vizinhas se apropriam desse mercado, como Goiás, por exemplo. Veja a punjança do polo de Anápolis”, explica Renato da Fonseca, gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI.

“O consumidor não olha se o produto é made in Brasília. Ele se preocupa com o preço e a qualidade da mercadoria. E essa competitividade é difícil de conseguir em um ambiente com tantos problemas como o do DF”, afirma Bittar, da Fibra. Além de bebida e alimento, os produtos minerais não metálicos têm peso na composição da indústria, com 25,2% de representação. A fabricação de produtos farmoquímicos foi a atividade que mais ganhou participação na indústria local, passou de 0,1%, em 2007, para 4% em 2012. “Conseguimos atrair as farmacêuticas, mas elas têm que trabalhar meses no ano com gerador por falta de energia elétrica”, comenta Bittar.


















http://www.correiobraziliense.com.br...o-no-pib.shtml
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  #174  
Old Posted Nov 7, 2014, 1:06 PM
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Mas mesmo assim, de uma cidade que não tinha expressão nas indústrias e hoje chega a quase 6%. É aquele problema sem solução. Rollemberg prometeu rios de dinheiro para solucionar o problema de falta de infra-estrutura e mão de obra. Mas....

Nenhuma empresa virá para Brasília sem INCENTIVOS FISCAIS. Pior, os estados mais ricos já questionaram o Pró-DF. E como sei que previ, que ele irá cancelar tudo, e isso não é mais TERRORISMO POLÍTICO é realidade. Eu quero ver Mr Rollemberg convencer que Brasília é um porto seguro para as indústrias.

Vide o que fez com Brasília 2060, um importante passo para cidade descentralizar o desenvolvimento econômico, gerar empregos perto das moradias e acima de tudo gerar IMPOSTOS. O que os empresários pensam do GDF, eles terem de fazer tudo do zero. Contactar os empresários e convencerem. E aí se deparar com uma Sony que já poderia estar com um processo de instalação de uma unidade na Cidade Aeroportuária de Planaltina, se deparar que o projeto não existirá mais.

Para ele, um governo que não HONRA contratos, não tem CREDIBILIDADE de atrair empresas para cidade. E 12 milhões perto dos bilhões de dolares de investimentos é uma ninharia.

Last edited by pesquisadorbrazil; Nov 7, 2014 at 1:27 PM.
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  #175  
Old Posted Nov 26, 2014, 12:56 AM
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Desenvolvimento e emprego para o DF


Foto: Roberto Barroso

Governador Agnelo Queiroz participa de inauguração de fábrica que trará mais de 300 empregos diretos e indiretos no Polo Industrial JK, próximo à Santa Maria

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, acompanhado do vice-governador, Tadeu Filippelli, e dos secretários de Trabalho, Glauco Rojas, e de Fazenda, Marcelo Piancastelli, participou na manhã desta quarta-feira da inauguração da fábrica de pães Bimbo no Polo Industrial JK, próximo à Santa Maria. O grupo mexicano Bimbo é um dos mais importantes do mundo no segmento de panificação e dono de marcas como Pullman, Plus Vita, Ana Maria, Nutrella e Crocantíssimo. A nova fábrica é a maior do Centro-Oeste no ramo e irá gerar, neste primeiro momento, 175 empregos diretos e cerca de 150 indiretos.

Esta é a oitava fábrica de pães da marca no Brasil e abastecerá os mercados do Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Tocantins e Minas Gerais. O investimento no Distrito Federal foi de aproximadamente R$ 40 milhões, com estimativa de crescimento de cerca de 20% ao ano.

“Esta fábrica marca uma nova etapa no desenvolvimento econômico e na qualidade de vida das cidades de Santa Maria e do Gama, além do Polo JK. A expectativa de geração de empregos diretos, que era de 150, já foi ultrapassada, e a parceria em projetos de responsabilidade social nos anima muito”, comemorou o governador. “Este polo é uma prioridade deste governo, porque grandes empresas querem se instalar aqui. Vamos valorizar cada empreendimento que demonstrar interesse”, ressaltou Agnelo Queiroz.

Infraestrutura – O governador também adiantou que será instalada no Polo Industrial JK uma filial da fábrica europeia de medicamentos Sanofi Aventis. A atração de novos empreendimentos, de acordo com o governador, deve-se não só aos incentivos fiscais concedidos pelo GDF, mas também ao investimento na área.

“Recebemos um polo totalmente abandonado, sem energia, pavimentação ou qualquer preocupação ambiental. Hoje estamos revertendo essa situação. A pavimentação está chegando à porta das fábricas, o sistema de transporte está sendo melhorado e a parte de energia e serviços implantada. Estamos no caminho da industrialização que trará mais empregos e melhorará a vida de muitas famílias”, garantiu o governador Agnelo Queiroz.

Responsável pelo desenvolvimento das notas técnicas que contribuírampara fortalecer o estudo da implantação da fábrica, a Assessoria de Relações Internacionaisdo DF assegurou a expansão do grupo no Brasil, a partir de Brasília, nospróximos dez anos.

De acordo com o diretor-geral da Bimbo no Brasil, Daniel Servitje, Brasília é um ponto estratégico para o crescimento do grupo no mundo, e a confiança do GDF na instalação do grupo na região é sinal de parceria, responsabilidade e profissionalismo. “Nossa meta é crescer, estamos apenas começando. Ter a confiança deste governo e dos cidadãos do Distrito Federal nos dá o incentivo necessário para investir não só no desenvolvimento econômico, mas humano”, afirmou.

Agnelo Queiroz destacou que uma das contrapartidas da instalação da Bimbo no Polo Industrial JK foi um acordo para que a empresa mexicana passe a se responsabilizar pela manutenção do Parque Recreativo do Gama, conhecido como Prainha. O parque faz parte do programa Brasília, Cidade Parque, da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, que busca a valorização ambiental, social, econômica e cultural de áreas verdes protegidas por meio de gestão compartilhada.

Polo Industrial JK – Localizado na Região Administrativa de Santa Maria, a 39km do Plano Piloto, o polo faz parte do projeto de desenvolvimento industrial e social do DF. A área destinada ao parque é de 140 hectares, com empresas voltadas a atividades industriais e de logística.

Também participou da solenidade o embaixador do México no Brasil, Alejandro De La Peña Navarrete, entre outras autoridades.

FONTE: Agência Brasília

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  #176  
Old Posted Nov 26, 2014, 12:57 AM
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Nossa pra inaugurar essa fábrica foi um verdadeiro parto.
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  #177  
Old Posted Nov 26, 2014, 1:11 AM
salengasss salengasss is offline
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Agora que foi inaugurar? Credo!!!!! Pra mim ela já existia de véia!
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  #178  
Old Posted Nov 26, 2014, 10:37 AM
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Agora que foi inaugurar? Credo!!!!! Pra mim ela já existia de véia!
Uai tem mais outras fábricas para inaugurar...

Empreendimentos comerciais são complicados, igual esse investimento da Boeing, assinar um termo de compromisso não garante nada de fábrica, igual a esse termo, a Boeing também assinou em São Paulo e Espirito Santo. Pelo menos, dessa vez o DF levou.
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  #179  
Old Posted Nov 26, 2014, 11:11 AM
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Que venha muito mais indústrias trazer divisas para nossa cidade. Maravilha!!!!!
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  #180  
Old Posted Nov 26, 2014, 11:38 AM
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Que estranho... Nos rótulos dos produtos Pullman vem escrito que foram fabricados em Santa Maria (isso já vem há pelo menos 2 anos).

Notícia muito estranha, sei não hein...
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