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Old Posted Mar 10, 2013, 8:47 PM
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Poluição sonora: o barulho que incomoda até a Justiça


Publicado em 10/03/2013 às 10:02Fonte: Superior Tribunal de Justiça

A poluição sonora acontece quando, num determinado ambiente, o som altera a condição normal de audição. Embora não se acumule no meio ambiente, como outros tipos de poluição, causa vários danos ao corpo e à qualidade de vidas das pessoas.

O ruído é o maior responsável pela poluição sonora. Provocados pelo som excessivo das indústrias, canteiros de obras, meios de transporte, áreas de recreação e outros fatores, os ruídos geram efeitos negativos para o sistema auditivo, além de provocar alterações comportamentais e orgânicas.

Mas não só nas ruas existem poluição sonora e brigas por causa do barulho. Nas residências, elas também fazem parte do cotidiano, mas os agentes causadores são outros. Eletrodomésticos, instrumentos musicais, televisores e aparelhos de som precisam ser utilizados de forma adequada para não incomodar os vizinhos nem prejudicar a própria saúde.

Barulho de sapatos, reuniões familiares e até conversas em tom elevado entram para o rol das discussões. Para evitar esses problemas, alguns condomínios têm regras específicas. Em muitos prédios, há convenções que estabelecem como os moradores e visitantes devem se portar quanto a ruídos e outros barulhos.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao longo dos últimos anos, julgou diversos processos sobre poluição sonora.

Vibrações e ruídos

Quando o uso do imóvel é misto – comercial e residencial –, podem surgir problemas para o sossego dos moradores. Foi o que aconteceu num edifício em área comercial de Brasília. O proprietário e morador de uma quitinete ajuizou ação contra o condomínio, porque a empresa vizinha à sua unidade havia instalado, sobre o teto do edifício e acima de sua residência, equipamento que funcionava ininterruptamente, produzindo vibrações e ruídos que afetavam sua qualidade de vida.

Pediu que a empresa fosse proibida de utilizar o equipamento, além de ressarcimento pelos danos morais sofridos. O juízo de primeiro grau verificou que a convenção do condomínio estabelecia a finalidade exclusivamente comercial do edifício e que só havia barulho acima do tolerável no período noturno.

O morador apelou e o tribunal local condenou a empresa e o condomínio, solidariamente, ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 15 mil. No curso do processo, o morador deixou o imóvel, por isso, o pedido de retirada do equipamento ficou prejudicado.

Inconformada, a empresa recorreu ao STJ. Afirmou que o morador residia irregularmente em imóvel comercial e que, por essa razão, não teria direito ao sossego e silêncio típicos de área residencial.


Uso misto

Para a relatora, ministra Nancy Andrighi, o TJ superou as regras condominiais e reconheceu que, naquele edifício, havia uma área de uso misto. Ela verificou que o imóvel tinha sido anunciado como uma quitinete e, ainda, que a tarifa de luz e o IPTU eram cobrados como os de um imóvel residencial.

A ministra verificou, também, que o condomínio tolerou a utilização do edifício para fins diversos daqueles estipulados em sua convenção. “Se os próprios construtores do prédio anunciavam que certas unidades ali comercializadas poderiam destinar-se à habitação, todos, condomínio, adquirentes e locatários, não poderiam ignorar essa realidade”, afirmou, mantendo a indenização pelo dano moral (REsp 1.096.639).

Vizinhança

Pensando em melhorar a qualidade de vida dos grandes centros urbanos, leis do silêncio foram criadas para combater a poluição sonora. Essas leis partem da contravenção penal, conhecida como perturbação do sossego, dos direitos de vizinhança presentes no Código Civil, das normas estabelecidas pela ABNT e do Programa Nacional de Educação e Controle de Poluição Sonora, que estabelecem restrições objetivas para a geração de ruídos durante dia e noite, em especial no caso de bares e casas noturnas.

Em cidades onde a legislação ainda não prevê limites e sanções, a solução para os problemas relacionados aos ruídos ainda depende do registro de boletins de ocorrência ou da intervenção do Ministério Público.

Competência

Se a poluição sonora afeta mais do que o vizinho de parede e chega a perturbar toda a vizinhança, pode se considerar que o meio ambiente está sendo afetado e, nesse caso, o Ministério Público tem competência para atuar. O entendimento é das duas Turmas do STJ que analisam a matéria.

Num dos casos julgado pela Segunda Turma, o MP entrou com ação civil pública para interromper a poluição sonora causada por um bar localizado em área residencial. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), entretanto, entendeu que os interesses envolvidos seriam individuais, não difusos, porque afetos a apenas uma parcela da população municipal.

Ao julgar o recurso do MP, a Turma entendeu que o artigo 3º da Lei 6.938/81, que define o que é poluição e degradação ambiental, caracteriza poluição também como algo que prejudica a saúde, o bem estar e a segurança da população. Por essa razão, os especialistas da área apontam a poluição sonora como um dos maiores problemas dos grandes centros urbanos. Assim, o MP tem legitimidade para dar continuidade à ação (REsp 1.051.306).

Mesmo entendimento teve a Primeira Turma ao concluir que o MP possui legitimidade para propor ação civil pública em defesa do meio ambiente, inclusive, na hipótese de poluição sonora decorrente de excesso de ruídos.

Um caso julgado em agosto de 2008 no STJ dizia respeito a uma ação civil pública, ajuizada pelo MP, para interromper a poluição sonora causada por uma casa de oração. Segundo o órgão, o templo agredia deliberadamente o meio ambiente através da utilização de aparelhos sonoros de forma imoderada e irresponsável, colidindo frontalmente com as exigências impostas pela legislação ambiental.

Em primeiro e segundo grau foi considerado que o MP não tinha legitimidade para propor a ação, posição revertida pelo julgamento na Primeira Turma (REsp 858.547).

Em outro caso, julgado cerca de um ano antes, a Primeira Turma já havia se posicionado no mesmo sentido. Na ação, o MP pedia que uma empresa ferroviária fosse obrigada a não produzir poluição sonora mediante a emissão de ruídos acima do permitido pela legislação pertinente.

Em primeira instância, o MP conseguiu uma liminar, mas houve recurso e o Tribunal estadual extinguiu o feito sem apreciação do mérito, por entender que o MP não tinha legitimidade para a ação. (Resp 725.257).

Perda auditiva

Os ruídos podem ser a causa de traumas indenizáveis. Um caso julgado pela Quarta Turma em 2004 tratava de um operário que havia perdido a audição durante o tempo em que trabalhou em local com excesso de barulho. Pediu indenização de uma seguradora de previdência privada, em que tinha seguro de vida em grupo e acidentes pessoais, mas a seguradora negou o pagamento. O operário, então, ajuizou ação, porém perdeu na primeira e na segunda instância.

Ao recorrer ao STJ, a Quarta Turma entendeu que os microtraumas provocados por ambiente inadequado de trabalho, gerando lesão auditiva, são, sim, acidente pessoal, portanto indenizável (REsp 280.253).

Crime contra o meio ambiente

A poluição sonora é um tipo penal previsto na Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98). Este tem sido o entendimento do STJ, confirmado em julgamento realizado em 2011 na Quinta Turma. Um homem acusado do crime impetrou habeas corpus pedindo o trancamento da ação penal, sob alegação de que a poluição sonora não foi abrangida pela lei.

A Quinta Turma, seguindo o voto da relatora, ministra Laurita Vaz, negou o habeas corpus por entender que a poluição sonora não é expressamente excluída do tipo legal.

Segundo a Turma, a Lei 6.938/81, ao dispor sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, em seu artigo 3°, ressalta que se entende como poluição qualquer degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente criem condições adversas sociais e econômicas e lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos.

“Desse modo, reconhecer a irrelevância do dano causado ou desclassificar a conduta para a contravenção penal de perturbação do sossego, como pretende o impetrante, ultrapassa os próprios limites do habeas corpus, sobretudo porque a denúncia, fundamentada em laudo pericial, afirma expressamente que a emissão de sons e ruídos acima do nível permitido trouxe risco, inclusive, de lesões auditivas a várias pessoas”, acrescentou a relatora (HC 159.329).

Insalubridade de ruídos

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera que um som deve ficar em até 55 decibéis (db) para não causar prejuízos ao ser humano. Além dessa medida, os efeitos negativos começam a aparecer. Alguns podem ocorrer em curto prazo e outros podem levar anos para serem notados.

Um incidente de uniformização sobre insalubridade de ruídos está sendo julgado pelo STJ. A discussão gira em torno dos níveis de ruído considerados nocivos à saúde, para contagem de tempo especial e consequente conversão em tempo comum para efeitos de aposentadoria especial por tempo de serviço, além da exigência do laudo de insalubridade para a comprovação do tempo (Pet 9.059).

A questão foi sucitada pelo INSS depois que a Turma Nacional de Uniformização (TNU)_decidiu um recurso de forma oposta ao que entende o STJ. A jurisprudência do Tribunal é bem clara no sentido de que o tempo de serviço é disciplinado pela lei vigente à época em que efetivamente prestado.

Assim, é considerada especial a atividade exercida com exposição a ruídos superiores a 80 decibéis, até a edição do Decreto n. 2.171/97, sendo considerado prejudicial após essa data o nível de ruído superior a 90 decibéis. Somente, a partir da entrada em vigor do Decreto n. 4.882, em 18 de novembro de 2003, o limite de tolerância de ruído ao agente físico foi reduzido a 85 decibéis.

O caso ainda vai a julgamento na Primeira Seção.

Coordenadoria de Editoria e Imprensa

Fonte: http://uj.novaprolink.com.br/noticia...%C3%ADdicos%29
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  #262  
Old Posted Mar 10, 2013, 8:50 PM
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Last edited by pesquisadorbrazil; Mar 18, 2013 at 2:16 AM.
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Old Posted Mar 10, 2013, 8:54 PM
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Isso que dá, o morador ilegal é ciente que mora num empreendimento COMERCIAL, por essas e por outras, eu acho um erro, querer misturar as atividades. A não ser, que ambas as áreas sejam bem DEFINIDAS, para evitarem CONFLITOS como esse. Agora misturar, residencial/industrial, residencial/comercial, residencial/hospitalar até mesmo residencial/institucional não tem convivência pacifica.

Até coloca em risco ambas as partes, pois, pelo que vimos acima, mesmo se um prédio INTEIRO tiver apenas um morador, o mesmo irá prevalecer pelos demais, isso é ERRADO.
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  #264  
Old Posted Mar 18, 2013, 12:39 AM
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Painéis de Athos Bulcão começam a ser restaurados no Distrito Federal



Iniciativa foi aprovada pelo IPHAN e deverá custar R$ 300 mil


Os painéis de Athos Bulcão começaram a ser restaurados em três lugares do Distrito Federal. A iniciativa faz parte do projeto "Restauração de Painéis de Athos Bulcão" e é resultado de uma parceria entre a Fundação que leva o nome do artista e o CFDD (Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos). A iniciativa foi aprovada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e deverá custar R$ 300 mil.

Os técnicos em restauração começaram as atividades no mês de fevereiro e focam os esforços para restaurar, nesse primeiro momento, os painéis que integram a arquitetura do projeto de Milton Ramos para a Escola Classe 407 da Asa Norte, área central de Brasília.

Foto: Régia Vitória


No colégio existem dois painéis de Athos que passam por processo de limpeza. O responsável pela restauração desses trabalhos, Wagner Matias, disse que essa é a primeira fase do procedimento.

— Essa ação visa resgatar as cores e as formas originais que se alteram e se perdem com o tempo. Dessa forma resgataremos a informação que Athos Bulcão quis transmitir ao criar o painel.

A vice-diretora do colégio, Daniela Nascimento, explicou que a restauração dos painéis vai trazer melhora na parte física da escola e valorizar a parte histórica que o artista deixou para a capital do País.

— Faz parte do tombamento da cidade. As obras embelezam a escola e estimulam a valorização artística desde a infância.

Os outros dois painéis que passarão pelo processo de restauração são os do ISM (Instituto de Saúde Mental) do Riacho Fundo, região administrativa do DF, e do Mercado das Flores que fica em frente ao cemitério Campo da Esperança na Asa Sul, área central de Brasília.

O administrador do ISM, Ronaldo Andrade Freitas, contou que essa atitude é o mesmo que "revitalizar a história do Brasil", uma vez que o espaço onde atualmente está instalado o instituto foi a residência oficial da presidência da república em tempos passados.

Por outro lado, o Mercado das Flores, que é considerado a única "floricultura" aberta 24 horas em todo o Distrito Federal, passará pela restauração porque recebe vários turistas e alunos de escolas ao longo do ano.

A comerciante Maria José Barbosa, de 58 anos, mantém há 26 uma banca no local e está otimista com a iniciativa.

— Todos ficam encantados com o painel de azulejos de Athos Bulcão. Estou aqui desde a criação do Mercado das Flores e nunca vi a obra do artista tão danificada. Restaurá-la além de ser importante para outras gerações que virão, irá atrair mais turistas, e com isso, nossas vendas também vão melhorar.

A empresa que ficou responsável pela restauração dos painéis também restaurou outras obras importantes para o País, como os painéis da Igreja Matriz de Pirenópolis, da Igrejinha Nossa Senhora de Fátima e da Capela do Palácio da Alvorada, em Brasília, além de obras de Aleijadinho e Veiga Valle.







http://noticias.r7.com/distrito-fede...-20130316.html
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  #265  
Old Posted Mar 18, 2013, 2:21 AM
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Painéis de Athos Bulcão começam a ser restaurados no Distrito Federal



Iniciativa foi aprovada pelo IPHAN e deverá custar R$ 300 mil


Os painéis de Athos Bulcão começaram a ser restaurados em três lugares do Distrito Federal. A iniciativa faz parte do projeto "Restauração de Painéis de Athos Bulcão" e é resultado de uma parceria entre a Fundação que leva o nome do artista e o CFDD (Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos). A iniciativa foi aprovada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e deverá custar R$ 300 mil.

Os técnicos em restauração começaram as atividades no mês de fevereiro e focam os esforços para restaurar, nesse primeiro momento, os painéis que integram a arquitetura do projeto de Milton Ramos para a Escola Classe 407 da Asa Norte, área central de Brasília.

Foto: Régia Vitória


No colégio existem dois painéis de Athos que passam por processo de limpeza. O responsável pela restauração desses trabalhos, Wagner Matias, disse que essa é a primeira fase do procedimento.

— Essa ação visa resgatar as cores e as formas originais que se alteram e se perdem com o tempo. Dessa forma resgataremos a informação que Athos Bulcão quis transmitir ao criar o painel.

A vice-diretora do colégio, Daniela Nascimento, explicou que a restauração dos painéis vai trazer melhora na parte física da escola e valorizar a parte histórica que o artista deixou para a capital do País.

— Faz parte do tombamento da cidade. As obras embelezam a escola e estimulam a valorização artística desde a infância.

Os outros dois painéis que passarão pelo processo de restauração são os do ISM (Instituto de Saúde Mental) do Riacho Fundo, região administrativa do DF, e do Mercado das Flores que fica em frente ao cemitério Campo da Esperança na Asa Sul, área central de Brasília.

O administrador do ISM, Ronaldo Andrade Freitas, contou que essa atitude é o mesmo que "revitalizar a história do Brasil", uma vez que o espaço onde atualmente está instalado o instituto foi a residência oficial da presidência da república em tempos passados.

Por outro lado, o Mercado das Flores, que é considerado a única "floricultura" aberta 24 horas em todo o Distrito Federal, passará pela restauração porque recebe vários turistas e alunos de escolas ao longo do ano.

A comerciante Maria José Barbosa, de 58 anos, mantém há 26 uma banca no local e está otimista com a iniciativa.

— Todos ficam encantados com o painel de azulejos de Athos Bulcão. Estou aqui desde a criação do Mercado das Flores e nunca vi a obra do artista tão danificada. Restaurá-la além de ser importante para outras gerações que virão, irá atrair mais turistas, e com isso, nossas vendas também vão melhorar.

A empresa que ficou responsável pela restauração dos painéis também restaurou outras obras importantes para o País, como os painéis da Igreja Matriz de Pirenópolis, da Igrejinha Nossa Senhora de Fátima e da Capela do Palácio da Alvorada, em Brasília, além de obras de Aleijadinho e Veiga Valle.







http://noticias.r7.com/distrito-fede...-20130316.html
No colégio aonde eu estudei, na Escola Classe 316 sul, durante o governo CRISTOVAM BUARQUE cometeu várias atrocidades em nome da pseudo EDUCAÇÃO.

Na escola mandou demolir vários metros dos murais que circundavam os banheiros masculino e feminino. E a Escola Classe 114 sul, cometeu o pior de todos, mandou cimentar um jardim Japonês doado pelo então IMPERADOR do JAPÃO, Hiroito.

Resultado, muita coincidência, o imperador veio a Brasília, e tivemos uma saia justa, tiveram de fazer um jardim japonês na Embrapa, perto da antiga Camara Legislativa as pressas. Na verdade o Imperador queria ver o jardim aonde ele plantou algumas flores e necas.

E aí, vem o mesmo Cristovam Buarque nas redes sociais, querem ser o defensor da Educação, mas para ter Educação, devemos ter CULTURA antes de tudo, e isso, me parece que ele não tem.
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  #266  
Old Posted Mar 19, 2013, 4:58 AM
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Brasília

Cidade vai ganhar novo cartão-postal

A Diretoria Colegiada da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do DF (Adasa) concedeu outorga previa à Novacap para perfuração de quatro poços tubulares para irrigação de uma área de 22 mil metros quadrados ao longo do Eixo Monumental, entre a Torre de TV e a Rodoviária.

Na área serão implantados jardins projetados por Burle Marx, um novo espelho de água com fonte luminosa, trechos gramados, calçadas para pedestres e ciclovia. A Novacap poderá captar até 900 m³/dia.

A utilização da água subterrânea garantirá o embelezamento da área, que se tornará uma das mais nobres de Brasília e será ponto de atração turística. O projeto deverá ficar pronto ainda este ano e se transformará em mais um cartão postal.

Fonte: http://www.clicabrasilia.com.br/edic...nal/pdf/06.pdf
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  #267  
Old Posted Mar 19, 2013, 11:26 AM
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Projeto paisagístico de Burle Marx é retomado no Eixo Monumental




Eixo Monumental: autorizados quatro poços artesianos para os espelhos d´agua previstos no projeto paisagístico

A implantação de um projeto paisagístico de Burle Marx no meio do Eixo Monumental, entre a Torre de TV e a Rodoviária do Plano Piloto, deu mais um passo esta semana. Foi publicada, na edição de ontem do Diário Oficial do Distrito Federal, autorização da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa) para que a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) faça a perfuração de quatro poços artesianos para irrigar vegetação e abastecer os espelhos d’água que serão criados. As obras fazem parte da revitalização de parte da região central de Brasília com vistas à Copa do Mundo de 2014.

O projeto original do paisagista Roberto Burle Marx, datado da década de 1960, previa a criação de um espaço de convivência arborizado entre a Torre de TV e a Rodoviária, ao longo do canteiro central. Com a vinda do maior torneio esportivo do planeta para o país e para a capital, o plano foi retomado. “Estamos fazendo um resgate da ideia original. Será uma área de convívio a mais para ser visitada durante a competição, até pela sua proximidade com o setor hoteleiro e com o Estádio Nacional Mané Garrincha, mas também ficará como um legado para a cidade”, disse o secretário extraordinário do GDF para a Copa, Cláudio Monteiro.











http://www.correiobraziliense.com.br...numental.shtml
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Old Posted Mar 19, 2013, 1:13 PM
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Projeto paisagístico de Burle Marx é retomado no Eixo Monumental




Eixo Monumental: autorizados quatro poços artesianos para os espelhos d´agua previstos no projeto paisagístico

A implantação de um projeto paisagístico de Burle Marx no meio do Eixo Monumental, entre a Torre de TV e a Rodoviária do Plano Piloto, deu mais um passo esta semana. Foi publicada, na edição de ontem do Diário Oficial do Distrito Federal, autorização da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa) para que a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) faça a perfuração de quatro poços artesianos para irrigar vegetação e abastecer os espelhos d’água que serão criados. As obras fazem parte da revitalização de parte da região central de Brasília com vistas à Copa do Mundo de 2014.

O projeto original do paisagista Roberto Burle Marx, datado da década de 1960, previa a criação de um espaço de convivência arborizado entre a Torre de TV e a Rodoviária, ao longo do canteiro central. Com a vinda do maior torneio esportivo do planeta para o país e para a capital, o plano foi retomado. “Estamos fazendo um resgate da ideia original. Será uma área de convívio a mais para ser visitada durante a competição, até pela sua proximidade com o setor hoteleiro e com o Estádio Nacional Mané Garrincha, mas também ficará como um legado para a cidade”, disse o secretário extraordinário do GDF para a Copa, Cláudio Monteiro.











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Já imaginou isso tudo pronto ainda esse semestre? Nossa eu queria ver aquelas hienas de uma certa ONG da UNB falando mal dos projetos para a cidade. Dão palpites em assuntos que não são da conveniência deles.

Igual no caso de falar que o Oscar Niemeyer não era contra o tombamento, e quando se posicionou contra, foi por ira de ter seus projetos vetados. Meu DEUS, esses caras andam muito mal informados.

O rolo não foi em 2009 mais muitos anos dessas pessoas que hoje são arquitetos, na época, nem sonhavam entrar na UNB.
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  #269  
Old Posted Mar 19, 2013, 7:20 PM
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Anomalias arquitetônicas



A promessa de regularização dos puxadinhos começa, enfim, a se concretizar


Foto: rose brasil

Donos de bares e restaurantes da Asa Sul querem resolver a situação

O problema dos puxadinhos nas lojas comerciais do Plano Piloto começa a ser resolvido, pelo menos na Asa Sul. É o que demonstra o balanço divulgado pela Administração de Brasília no último dia 1º. Representantes do setor varejista e da Administração discutiram, em um encontro, a Lei Distrital nº. 766/2008, a chamada lei dos puxadinhos, que regulamenta a utilização do espaço e ocupação das lojas nos comércios locais sul (CLS). O prazo para o cumprimento da lei, estipulado pela Câmara Legislativa, vai até 30 de abril, mas diversos comerciantes pediram adiamento do prazo, já postergado outrora. A norma, que compete somente aos estabelecimentos da Asa Sul, determina que as lojas comerciais possam ocupar até seis metros a partir do limite registrado em cartório, sendo que a ocupação deverá ser feita “junto às fachadas posteriores, voltadas para as superquadras”. A calçada à frente dos estabelecimentos não poderá ser ocupada por mesas e cadeiras. Nas partes laterais dos bares e restaurantes, acostumados a disponibilizar lugares para jantares, a ocupação é permitida contanto que as mesas não sejam fixas e garantam uma passagem de pelo menos dois metros de largura. Das 2.313 lojas cadastradas, 1.400 ocupam área irregular.

Documentação para o projeto
A documentação necessária para aprovação do projeto do bloco inclui um requerimento padrão, elaborado pelo proprietário do estabelecimento e um projeto de arquitetura assinado pelo autor e pelo representante dos proprietários indicados em assembleia. Além disso, é obrigatória a consulta à Companhia Energética de Brasília (CEB), a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), além das companhias de telefone.








http://coletivo.maiscomunidade.com/c...TONICAS.pnhtml
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  #270  
Old Posted Mar 22, 2013, 1:53 PM
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Projeto de capela projetada por Niemeyer é doado ao governo do DF



Segundo GDF, obra será erguida no Morro da Capelinha, em Planaltina Construção deve custar R$ 400 mil e previsão é que fique pronta em 2014.

Foto: Divulgação

Projeto de capela, por Niemeyer, para o Morro da Capelinha, em Planaltina

Um dos últimos projetos de Oscar Niemeyer foi doado pelo escritório do arquiteto nesta quinta-feira (21) ao governo do Distrito Federal. A capela será construída no Morro da Capelinha, na região de Planaltina.

A Capelinha deve custar R$ 400 mil e não pode ser construída com dinheiro público, pois a propriedade em que está situado o Morro da Capelinha é particular. O GDF informou que vai se reunir com o dono do terreno e buscar ajuda de empresários para executar a obra.

A construção, prevista para ficar pronta no final de 2014, terá capacidade para 50 pessoas e conta com cinco placas de concreto, de alturas diferentes. Entre as placas, o projeto prevê a colocação de vitrais, que ajudarão na entrada de luz e ventilação.

De acordo com o arquiteto Jair Valera, do escritório de Niemeyer, a intenção foi fazer uma capela bem iluminada. “A inspiração dele [Niemeyer] foi essa. Fazer uma capela pequena, bonita e com essa característica de iluminação”, disse.




http://g1.globo.com/distrito-federal...rno-do-df.html
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  #271  
Old Posted Mar 22, 2013, 3:21 PM
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Quando tava na universidade, fiz um projeto igualzinho hehehe era na minha fase ON.
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  #272  
Old Posted Mar 22, 2013, 5:58 PM
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Suspeita de Plagio isso merece uma denúncia

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  #273  
Old Posted Mar 22, 2013, 7:29 PM
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Tem razão...Chegando em casa vou ver se acho o projeto perdido em alguma gaveta velha
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  #274  
Old Posted Mar 26, 2013, 12:20 AM
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Pelo menos é melhor do que as ocas que estavam predominando ultimamente. Até gostei, vindo do ON...
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  #275  
Old Posted Mar 26, 2013, 2:01 AM
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Claro, copiou meu desenho
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  #276  
Old Posted Apr 3, 2013, 11:25 AM
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Alguém conhecia esse projeto?


Brasília (DF) | Eixo Monumental | Museu da Rodoviária de Brasília





















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  #277  
Old Posted Apr 3, 2013, 11:28 AM
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Esse projeto é INFINITAMENTE melhor do que aquela estudante de arquitetura da UNB. Pois é um projeto com baixo impacto. Bem diferente da estudante, queria entupir de atividades no mesmo lugar. Aumentando ainda mais o trafego de carros bem como a saturação dos estacionamentos existentes. Sem contar, que o projeto acabaria com aquela mureta oeste da rodoviária. Com o projeto da estudante da UNB não trazia nenhuma revitalização, pior, segregava ainda mais a rodoviária, pois os prédios ficariam ligados apenas por uma minuscula passarela.
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  #278  
Old Posted Apr 5, 2013, 9:59 PM
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Aprovado o fim do calçadão em pedra portuguesa

O calçadão de pedra portuguesa existente no anel viário do Guará II vai ser substituído por um outro tipo de piso mais apropriado para caminhadas. Foi o que decidiu a maioria absoluta dos 73 presentes na audiência pública realizada quinta-feira (04) no auditório da Administração do Guará. Apenas um morador votou contra a retirada da pedra.

Após mais de duas horas de debates, apenas dois oradores, dos 16 que se inscreveram para falar, defenderam a manutenção do piso do calçadão do jeito que está. Entre os argumentos citados, destacaram "afinidades estéticas", "símbolo de uma comunidade", "patrimônio cultural da cidade", entre outros.

Para os demais, no entanto, o calçadão é inadequado para pista de caminhada. Relataram diversos acidentes ocorridos pelos frequentadores, inclusive com tombos, lesões e fraturas, o custo de manutenção e o medo das pessoas da 3ª idade usarem a pista, entre outras colocações.

Mesmo entre aqueles favoráveis à substituição do piso, muitos sugeriram que as pedras sejam aproveitadas pela Administração em outros locais mais apropriados, como nas praças da cidade que estão sendo reformadas.

Para o administrador Carlos Nogueira, que mediou o debate, cabe agora à Administração adotar as providências administrativas necessárias para que a vontade da maioria dos moradores seja respeitada. Segundo Carlinhos, a Diretoria de Obras deverá definir o tipo de piso que será utilizado e incorporar no projeto básico de engenharia as sugestões apresentadas: sinalização, pintura de faixas de pedestre, recuo das paradas de ônibus, aumento da largura da pista e a supervisão de um técnico especialista em coopervia. Participou também da audiência pública o deputado distrital Wellington Luiz.

Fonte:http://www.clicabrasilia.com.br/site...uesa&id=462098
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  #279  
Old Posted Apr 5, 2013, 10:00 PM
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Finalmente, e claro, demorou, pois o lugar corria o risco do MP inventar tombar também essas calçadas.
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  #280  
Old Posted Apr 5, 2013, 11:59 PM
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Originally Posted by pesquisadorbrazil View Post
Alguém conhecia esse projeto?


Brasília (DF) | Eixo Monumental | Museu da Rodoviária de Brasília





















Parece projeto de aluno de faculdade de arquitetura.... numa boa, esse projeto não tem a menor chance de acontecer .... basta ver o quanto ele impacta na região .... aquela vista que se tem do Congresso à partir do gramado da Torre simplesmente some .... o mesmo vale para a vista da esplanada para a Torre.
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