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  #1081  
Old Posted Aug 31, 2019, 1:17 AM
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Em breve o Riviera Hotel será demolido.... vamos aguardar o projeto...
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  #1082  
Old Posted Sep 8, 2019, 2:45 AM
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Bomba, como eu suspeitava.... o alto indice de distratos de contratos dos hoteis das Nações e Alvorada e a falta de habite-se, fez o grupo cancelar os contratos com as redes GJP que iria administrar o hotel Alvorada e HPlus que iria administrar o hotel das Nações.

E segundo informações, desistiram de vender a fração (unidade) do prédio. Depois de conseguir o habite-se até o final do mês de setembro....

Decidiram vender os 2 hotéis, porteira fechada. Portanto o risco de virarem apartamentos residenciais disfarçados de hotéis acabou.
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  #1083  
Old Posted Sep 9, 2019, 6:36 PM
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Originally Posted by pesquisadorbrazil View Post
Em breve o Riviera Hotel será demolido.... vamos aguardar o projeto...
Será que algum dia vão permitir o aumento do gabarito dos prédios naquela região? Hehehe
Já vi que estavam discutindo isso..
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  #1084  
Old Posted Sep 10, 2019, 4:11 PM
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Será que algum dia vão permitir o aumento do gabarito dos prédios naquela região? Hehehe
Já vi que estavam discutindo isso..
Infelizmente na visão míope do MP, o projeto original da cidade seria, prédios altos para hotéis superior ou de luxo e hotéis baixos para hotéis econômicos...

Então não pode ter hotel econômico alto e nem hotel de luxo baixo? piada.
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  #1085  
Old Posted Sep 10, 2019, 8:37 PM
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Infelizmente na visão míope do MP, o projeto original da cidade seria, prédios altos para hotéis superior ou de luxo e hotéis baixos para hotéis econômicos...

Então não pode ter hotel econômico alto e nem hotel de luxo baixo? piada.
Nunca entendi essa lógica, também.
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  #1086  
Old Posted Sep 12, 2019, 2:04 AM
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Nunca entendi essa lógica, também.
Pra eles, enxergam chifres na cabeça de cavalo... Igual inventaram que Brasília teria de ter 500 mil habitantes em 2000, que a cidade não poderia se industrializar.

Coisas de esquerdopatas.
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  #1087  
Old Posted Sep 12, 2019, 12:20 PM
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Pra eles, enxergam chifres na cabeça de cavalo... Igual inventaram que Brasília teria de ter 500 mil habitantes em 2000, que a cidade não poderia se industrializar.

Coisas de esquerdopatas.
Pois é... Na década de 1950 e 1960 os governantes pareciam ser muito iludidos, achando que um dos maiores feitos do Brasil no século XX (construção de Brasília), não iria atrair uma multidão de pessoas.
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  #1088  
Old Posted Sep 14, 2019, 12:54 AM
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Pois é... Na década de 1950 e 1960 os governantes pareciam ser muito iludidos, achando que um dos maiores feitos do Brasil no século XX (construção de Brasília), não iria atrair uma multidão de pessoas.
Uai como não podem instalar um muro ao redor da cidade para impedir das pessoas que quiserem vir morar aqui. Inventaram o tombamento com a desculpa de proteger a arquitetura e urbanismo da cidade.
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  #1089  
Old Posted Sep 19, 2019, 6:13 AM
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Brasília - O melhor e o pior


Pôr-do-sol na Esplanada dos Ministérios

O melhor de Brasília é o silêncio. O pôr-do-sol, o céu, a tranquilidade, a ausência de conturbação urbana.

O pior é a solidão, o burocratismo das pessoas, a falta de estacionamento, a distância de São Paulo ou do Rio. E a constatação de que às 23h a cidade simplesmente acaba. C.M

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folha/...a-melhor.shtml
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  #1090  
Old Posted Sep 19, 2019, 6:14 AM
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Olha só, colocaram como qualidade da cidade o SILÊNCIO, e tem o povo do contra que quer acabar com isso.

Dá para ter área de boêmia em Brasília, respeitando os moradores, mas sabemos quem acaba com a festa não é os moradores e boêmios, mas sim os empresários que exageram na dose de som alto e claro, uma casa que por lei caberia 200 pessoas, colocando um número bem superior.
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  #1091  
Old Posted Sep 19, 2019, 12:15 PM
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O que há de ruim ser distante do RJ e SP? Não entendi.
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  #1092  
Old Posted Sep 20, 2019, 12:50 AM
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O que há de ruim ser distante do RJ e SP? Não entendi.
Coisa de colunista, dizendo mais pela proximidade física. Mas eu prefiro essa distancia. Me lembro que existe um estado americano, que devido sua proximidade da megalópole americana, adivinhem, em vez de ser benéfica para eles, é completamente o contrário....

Só citando o caso da companhias aéreas, o estado de Delaware, a algum tempo o aeroporto não recebe mais voos. Pois está distante a 1 hora Filadélfia e Washington.... Adivinha aonde um mega evento iria, para Delaware, para Filadélfia ou Washington.... Lógico ou para Washington ou Filadélfia...
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  #1093  
Old Posted Sep 20, 2019, 1:19 PM
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Coisa de colunista, dizendo mais pela proximidade física. Mas eu prefiro essa distancia. Me lembro que existe um estado americano, que devido sua proximidade da megalópole americana, adivinhem, em vez de ser benéfica para eles, é completamente o contrário....

Só citando o caso da companhias aéreas, o estado de Delaware, a algum tempo o aeroporto não recebe mais voos. Pois está distante a 1 hora Filadélfia e Washington.... Adivinha aonde um mega evento iria, para Delaware, para Filadélfia ou Washington.... Lógico ou para Washington ou Filadélfia...
Pois é... Não vejo desvantagem alguma em relação à distância entre BSB e RJ e SP, pelo contrário, se BSB fosse bem próxima, aconteceria o que acontece com esse estado americano.
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  #1094  
Old Posted Sep 20, 2019, 8:09 PM
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Em Brasília pode ter shows, pode ter balada. Mas respeitando os moradores.
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  #1095  
Old Posted Oct 14, 2019, 2:00 PM
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Aquela nova rede hoteleira OYO de origem indiana já tem 3 hotéis associados em Brasília.

Fonte: https://www.oyorooms.com/search?loca...ity_id%5D=8348
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  #1096  
Old Posted Nov 12, 2019, 2:25 AM
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Passeando pelo centro de Brasília hoje, me deparei com o hotel que está sendo construído na quadra 4 do Setor Hoteleiro Sul chegou a cumieira. Finalmente teremos um empreendimento 100% hotel de bandeira internacional, espero que continue sendo da Intercontinental Hotels Group. Somente não sei se será um Intercontinental ou Crowne Plaza ou Staybridge Suites. Sei que não vai ser econômico.
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  #1097  
Old Posted Dec 12, 2019, 6:50 PM
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Será que dessa vez teremos uma renovação hoteleira em Brasília?

Mudança de foco e crescimento crescente. Veja o que diz Abel Castro sobre a Accor


Com o posto de vice-presidente sênior de Desenvolvimento na Accor para a América do Sul, Abel Castro computa mais de 20 anos de experiência na indústria hoteleira. Principal responsável atualmente por definir e implementar estratégias de expansão para todas as 38 marcas da companhia, antes de ingressar na rede francesa, desempenhou diferentes funções nas áreas operacionais de hotéis independentes. Trabalhou como consultor na BSH International, em São Paulo, e atuou como diretor-executivo do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), entidade que reúne as principais redes do Brasil. Sua formação inclui o General Management Program, na The Wharton School da University of Pennsylvania (EUA) e MBA em Marketing pela ESPM-SP, além de ser graduado em Turismo e Hotelaria pela UNIVALI-SC. Concluiu, ainda, cursos de extensão sobre Gestão Hoteleira e Turismo em Sydney, na Austrália; e em Palma de Mallorca, na Espanha. Na área acadêmica, lecionou na graduação e pós-graduação dos cursos de hotelaria nas principais universidades brasileiras, como Senac-SP, Anhembi Morumbi-SP e UNIVALI, além de ser professor convidado da FGV-SP.



REVISTA HOTELNEWS: Como se dá a presença da Accor na América do Sul e no Brasil?

ABEL CASTRO: A Accor mantém hoje 384 hotéis na América do Sul, sendo 316 no Brasil. Entre contratos assinados e já em construção (pipeline), são mais 108 na região, sendo 71 no Brasil. O que o Patrick Mendes determinou quando assumiu como CEO da Accor para a América do Sul, há quatro anos, foi que deveríamos chegar em 2020 com 500 unidades na região. Já estamos com 492, um ano antes do prazo terminar. Em função disso, ele estabeleceu uma nova meta a ser atingida até 2023: chegarmos à marca de 650 hotéis.



RH: A Accor tem mais de 40 anos de operações no Brasil, quase 13 estão sob sua gestão. Quais foram os principais desafios no início da sua carreira na rede e quais são os de agora?

AC: Os desafios são muito parecidos, tanto no início quanto agora. O maior deles sempre foi encontrar os melhores parceiros para desenvolver os melhores hotéis, nas melhores regiões. O Brasil é um país complexo. Não há linhas adequadas de financiamento, as crises fazem parte da nossa vida, há muitas pessoas com boas ideias, mas com pouca capacidade de realização de negócios. Quando cheguei aqui haviam apenas 100 hotéis no país e hoje estamos alcançando 500. Isto faz com que o nosso discurso de vendas das marcas atualmente seja menos complicado do que no passado. Além disso, temos uma série de parceiros históricos, como Setin, Átrio e HSI, que continuam desenvolvendo hotéis conosco. 50% das nossas unidades são no formato de parcerias,



RH: Os mercados secundários e terciários estão no radar da Accor já há alguns anos. O caminho ainda é esse ou o foco agora é converter hotéis independentes com localização privilegiada (em grandes centros)?

AC: A Accor sempre foi conhecida globalmente por operar hotéis midscale e econômicos, e no Brasil da mesma forma, a nossa força sempre foi a Família ibis, o Novotel e o Mercure. E isso representava 80% do resultado da Accor globalmente. Nos últimos anos, com a chegada do Sebastien Bazin (presidente e CEO mundial da rede) isso mudou totalmente. Hoje, 60% do nosso faturamento vem das marcas de luxo. Ocorreu uma transformação importante no modelo de negócios da empresa. Continuamos a crescer nesse processo de interiorização, porque o Brasil foi para o interior e nós também fomos, mas estamos estudando grandes projetos em capitais, como São Paulo e Brasília. Atualmente, nossa dedicação maior é no segmento de grandes projetos de luxo e upscale. Para se ter uma ideia, a maioria dos hotéis da Atton (Chile), que adquirimos no ano passado, foi transformada em Pullman. Já são nove unidades na América do Sul. A chegada da Fairmont no Brasil mostra este posicionamento da Accor, que absorveu investimento de mais de
R$ 250 milhões. Continuaremos nos dois caminhos: desenvolvimento do zero e conversões.



HN: Quantas marcas a Accor possui no Brasil atualmente? Há projeto de se lançar mais alguma bandeira nos próximos anos? Qual a motivação para essa segmentação tão ampla?

AC: Temos 12 marcas no Brasil. Nos últimos anos compramos diversas companhias espalhadas pelo mundo. Quando adquirimos uma marca, não visamos somente um nome, e sim um conceito, database, loyalty, clientes. Tudo isso vem no pacote, uma estrutura que ajuda e agrega nossa plataforma. Hoje, contamos com 38 marcas no grupo, mas algumas delas são muito regionais e não devem expandir para outras praças. Um exemplo é a Greet, que lançamos recentemente e é específica para a Europa. Queremos ter mais seis ou sete bandeiras, uma delas que vai chegar em breve é a Joe & Joe, nossa marca de hostel, que chamamos de open house, uma casa aberta. Esse será um investimento da Accor no Largo do Boticário (RJ).



RH: Acredita que o segmento luxo tem espaço no País? Existem planos de expansão nesse nicho com outras bandeiras do grupo?

AC: Claro que sim! O grande obstáculo é a falta de financiamentos adequados para fomentar esse tipo de empreendimento. Por isso, os novos projetos normalmente vêm atrelados ao desenvolvimento de branded residences, onde você tem apartamentos que são vendidos ao mercado e que ostentam uma marca hoteleira. E essa é uma forma inteligente de desenvolver o produto, até pela falta de financiamento. Temos cidades como Rio de Janeiro e São Paulo que recebem e vão receber o maior número de hotéis desse segmento. Alguns mercados de lazer, como Trancoso, na Bahia; e Punta de Leste, no Uruguai, também podem ter uma marca de luxo. Além das bandeiras Fairmont e Sofitel, acreditamos que há potencial para a Raffles e para marcas lifestyle, como a SLS e Delano - no segmento luxo -, e os quatro estrelas, Mondrian e Hyde. Esses em praças como Porto Alegre, Salvador e Florianópolis.



RH: Fale um pouco mais sobre os projetos de hotelaria atrelados ao residencial, é uma tendência?

AC: Hoje, 80% dos desenvolvimentos da Accor no mercado de luxo têm um componente residencial no hotel. E quando você vai para uma marca lifestyle, como SLS e Delano, é 100%. Fator que contribui muito no financiamento do projeto, quando você tem os famosos branded residences. Não é mais uma tendência, e sim uma realidade. Já estamos estudando algumas possibilidades em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. É possível aumentar a qualidade e nível dos amenities oferecidos, por exemplo. É viável ter uma piscina muito maior, uma academia melhor equipada, um spa de grife. O comprador pode optar pelo pacote de Furniture, Fixtures and Equipment (FF&E), que inclui móveis e decoração, para participar do Rental Program, que coloca o apartamento dentro de um pool de locação.



RH: Acredita que o brasileiro tem buscado mais experiências nos hotéis, decorações diferenciadas ou o preço ainda é o grande atrativo?

AC: O preço é e será um fator de muita influência na decisão de onde se hospedar. Outro aspecto muito relevante é a localização. No TripAdvisor, uma das melhores notas em nossos hotéis é a localização. Sem dúvida, cada vez mais um diferencial que estamos trabalhando é criar experiências para o cliente, que tem muito a ver com decoração e design, setor liderado na Accor na América do Sul por Paulo Mancio. Ele vem se dedicando muito em agregar o que há de mais interessante em design no mundo para nossos produtos, em todos os segmentos. Além disso, investimos em Alimentos & Bebidas, criando novos conceitos de restaurantes.



RH: A bandeira Styles incorporou quantas unidades ao seu portfólio no Brasil? Qual o principal argumento para convencer os investidores de que trata-se de um bom negócio, apesar de demandar mais investimento em remodelação?

AC: A ibis Style veio para ficar e crescer rapidamente em todo o mundo. O grande diferencial da marca é sua capacidade de adaptar os hotéis existentes. Por isso, a maioria dos ibis Style são conversões. Hoje totalizam 43 em operação no Brasil e mais 16 em desenvolvimento. Vou dar um exemplo do porquê da marca ser muito interessante: a HSI (um private equity brasileiro com recursos do exterior) tinha uma plataforma com 17 hotéis com marcas regionais (Zii e Arco). Propusemos a troca delas por ibis Style e, como eram hotéis em cidades secundárias e terciárias, não tínhamos interesse em operar diretamente, mas trouxemos um parceiro que administra nossas franquias. Então, foi um acordo de três partes: a Accor levando a marca, know-how e expertise; o parceiro (Átrio) que opera regionalmente com baixos custos; e a HSI como investidor e proprietário dos hotéis. Eles desmobilizaram toda a operação, passaram tudo para a Átrio e se beneficiaram da nossa plataforma de distribuição global, além do acesso à nossa central de compras, que negocia para 55 mil quartos. Os hotéis já estão com um ano de operação Accor e a performance melhorou consideravelmente.



RH: A terceira onda dos condotéis acabou ou ainda existem perspectivas para esse modelo de negócio? A culpada foi a regulamentação da Comissão de Valores Imobiliários (CVM) ou das construtoras/incorporadoras que degastaram o modelo?

AC: O que mais impactou o desenvolvimento de condotel, nos últimos três anos, não foi a CVM e nem as construtoras e incorporadoras. O grande problema foi o mercado, tivemos a maior crise da história do país, que atingiu tanto os hotéis como as incorporadoras e construtoras. E esta crise foi especialmente dura para o mercado imobiliário, os lançamentos diminuíram drasticamente. Essa conjuntura teve impacto muito forte no desenvolvimento do condotel. Não sei se haverá uma nova onda desse modelo, mas o mercado imobiliário e os hotéis estão se recuperando fortemente. Nossa receita aumentou 25% de um ano para o outro. Atrelado a isso, temos uma baixa da taxa de juros que os brasileiros não sabem como funciona. Nunca tivemos uma taxa de juros de 5.5%. Com todos esses fatores, se houver uma nova onda de desenvolvimento de condotel não será uma grande surpresa.



RH: O mercado está de olho no segmento de multipropriedades. A Accor possui interesse neste modelo?

AC: A multipropriedade é o assunto da pauta, a maior parte do desenvolvimento dos últimos anos de greenfield foi feito através de multipropriedade, é um tema que acompanhamos muito de perto. Temos uma relação muito próxima com vários players e desenvolvedores desse segmento. Continuamos estudando e avaliando, mas até hoje não temos nada. Um developer ter uma marca como a Accor para vender é como um sonho. Ele vende o que está implícito, uma série de benefícios. Em resumo, a multipropriedade é um modelo interessante, porém com muitos atores ainda amadores e, se formos avançar, será depois de muito estudo.



RH: Existem planos para o desenvolvimento de resorts operados por alguma bandeira Accor por aqui? Porque hotéis de lazer não são foco da rede?

AC: Isso tem a ver com o posicionamento global da marca, que sempre buscou e se dedicou muito mais aos hotéis corporativos de cidade do que aos hotéis de lazer (resorts), porém isso vem mudando nos últimos anos. Compramos uma participação na
Banyan Tree, especialista em resorts pequenos de luxo, adquirimos também a rede Rixo, com sede em Istambul, que se dedica a propriedades
all-inclusive upscale e luxo na Europa. Então, hoje estamos desenvolvendo muito mais resorts pelo mundo do que no passado. E no Brasil é a mesma coisa, lançamos o Novotel Itu há um ano, hotel que consegue atender corporativo e lazer. Trazer um Banyan Tree para o Brasil é uma realidade.



RH: Você atuou no FOHB como diretor executivo, em 2005 e 2006. Como analisa o papel do Fórum e das outras entidades do segmento, como as ABIHs e a FBHA? Quais os desafios dos representantes da hotelaria no Brasil?

AC: O grande desafio das entidades de classe da hotelaria é a fragmentação do setor. Com muitos hotéis espalhados pelo país, a representatividade acaba sendo muito complexa, porque há todos os tipos de investidores e de hotéis. Esse é o grande desafio, conseguir ter algumas bandeiras para você levantar e realmente brigar por elas.



RH: Com o porte e a representatividade que a Accor tem hoje no cenário turístico nacional, não é o momento de cobrar mais enfaticamente por políticas públicas mais efetivas que gerem fluxo turístico real e que movimentem o mercado de forma sustentável?

AC: Com a nossa marca podemos fazer o que está no nosso core business, que é melhorar a qualidade dos hotéis. Cada um tem sua responsabilidade neste desenvolvimento. Temos feito a nossa parte há 40 anos, que é entregar aos hóspedes empreendimentos de qualidade. O Fairmont Rio de Janeiro é um grande exemplo da recuperação de um produto que já estava desgastado, onde investimos R$ 250 milhões. Uma marca como essa também atrai turistas diferenciados para o destino.



RH: A Accor lançou um novo programa de fidelidade ALL - Accor Live Limits. Fale um pouco mais sobre ele.

AC: O ALL é uma evolução do Le Club e vai ser lançado oficialmente em novembro. Queremos que seja um ecossistema mais forte e mais poderoso do que um simples programa de fidelidade, muito além de uma troca de pontos por hospedagem. Vamos desenvolver parcerias e eventos que o dinheiro não pode comprar. Por exemplo, experiências em nosso camarote em eventos, como no Carnaval no Sambódromo no Rio de Janeiro e no Rock in Rio, que podem ser trocados por pontos. Os restaurantes dos hotéis também participam tanto para acumular quanto para resgatar pontos. A grande questão era como tornar essa marca conhecida e como seria o plano de marketing. E a resposta veio com o patrocínio do Paris St. Germain (PSG), com um contrato de três anos, onde já estamos estampando a ALL na camisa dos jogadores como o principal patrocinador. O PSG é um clube muito influente e o brasileiro é o que mais compra na loja do clube em Paris.

Fonte: http://www.revistahotelnews.com.br/p..._noticia=10151
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  #1098  
Old Posted Mar 13, 2020, 8:51 AM
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Eu li um artigo não me lembro aonde dando conta que o apresentador Ratinho está construindo um hotel em Brasília. Ele é dono de um fast sleep dentro do aeroporto de Guarulhos.

Vai ficar ainda mais rico
O patrimônio do bilionário agrega 13 fazendas pelo Brasil e um hotel no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Mas Ratinho já tem planos de crescer ainda mais: está construindo mais dois empreendimentos, um em Brasília e outro, na Cidade do México.

À Eliana, ele revela que todos os negócios que possui hoje foram adquiridos graças ao trabalho como apresentador de TV. “A televisão me deu tudo, depois que eu vim para São Paulo.

Fonte: https://www.metropoles.com/colunas-b...-silvio-santos
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  #1099  
Old Posted Jun 24, 2020, 2:23 PM
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Hotel Nacional recebe ordem de despejo e hóspedes são retirados do local

Um dos ícones do início da construção de Brasília foi leiloado em 2018 e novos donos tomaram posse nesta quarta (24/06)

Os hóspedes do Hotel Naciona foram surpreendidos com a notícia de que precisariam deixar o local. A empresa que venceu o leilão de um dos marcos históricos de Brasília em 2018 decidiu tomar posse do local a partir desta quarta-feira (24/06).

Com oficial de justiça e Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) na porta, aqueles que desciam para o café da manhã foram avisados de que precisariam deixar os quartos até meio-dia. Quem ainda tinha mais diárias a cumprir poderá ser levado até outro hotel da rede vencedora do leilão.

“É uma situação meio constrangedora descer e ser avisado disso. Hoje era meu último dia aqui e já vou embora então”, disse um hóspede que preferiu não se identificar.

Segundo o advogado da empresa que arrematou o leilão em 2018, Saulo Mesquita, a medida foi necessária pois os atuais administradores do hotel apresentaram resistência em entregar o local. “O que está acontecendo é o cumprimento de posse”, diz.

Todos as pessoas que estão no hotel estão sendo transferidas para outros empreendimentos da rede vencedora do leilão e a ideia é fechar o local ainda nesta quarta. “Após a saída de todos os hóspedes, o hotel será lacrado e passará por uma reforma”, conta Saulo.

Leilão
Em dezembro de 2018, , duas empresas de Brasília arremataram em leilão o Hotel Nacional, por R$ 93 milhões. O Grupo Bittar (da família Bittar) e a Luner (construtora dos irmãos Farah), em consórcio, assumiram a operação de um dos mais tradicionais empreendimentos da capital federal.

Pertencente à família Canhedo, o Hotel Nacional foi colocado à venda pela 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central de São Paulo. A contragosto dos Canhedo, o Hotel Nacional entrou na massa falida da Petroforte Petróleo Ltda, que era credora das empresas de transporte aéreo e terrestre dos Canhedo

Formado por uma rede de hotéis (Bittar) e uma construtora (Luner), o consórcio tinha como objetivo reformar as instalações do Hotel Nacional para disponibilizar o serviço ao público.

Glamour
Inaugurado em 1961, o Hotel Nacional se tornou reduto da alta classe, por onde passaram celebridades, personalidades internacionais e figuras políticas.

A suíte presidencial, por exemplo, a qual em 1968 hospedou a rainha da Inglaterra, Elizabeth II, virou residência de um político que protagonizou um dos maiores escândalos de corrupção do Brasil: o ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB), preso em 2014 no processo do Mensalão, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Tem 10 andares e 347 apartamentos distribuídos em 43 mil metros quadrados. Também fazem parte da extensa lista de hóspedes ilustres: os ex-presidentes dos Estados Unidos Jimmy Carter e Ronald Reagan; o ex-presidente francês Charles De Gaulle; e a ex-primeira-ministra da Índia Indira Gandhi; e a atriz brasileira Leila Diniz.








https://www.metropoles.com/distrito-...rados-do-local
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  #1100  
Old Posted Jun 24, 2020, 3:33 PM
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Um bem que vem para um mal, pois finalmente o lugar voltará realmente ter glamour, pois hoje parece mais um museu. Vai passar por um belo retrofit, e muitos sonham que o lugar é tombado e que é projeto de Oscar Niemeyer..... estão enganados.... Será que aquele maravilhoso masterplan que apresentei a meses atrás sairá do papel?

E finalmente toda aquela região morta e largada a prostituição e drogas, enfim poderá ter fim, tanto urbanisticamente e um belo paisagismo.... e as moças da noite, terão de fazer ponto em outro local.

Last edited by pesquisadorbrazil; Jun 24, 2020 at 4:39 PM.
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