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  #1061  
Old Posted Sep 5, 2018, 1:19 AM
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Nossa como eu suspeitava....

Cada bloco do DF Plaza, o que alegam serem de hotelaria, cada bloco tem 414 apartamentos. Portanto, temos 1242 apartamentos. Mas apenas um será totalmente hoteleiro, os demais serão residenciais com serviços...

Então esse número de 928 novos apartamentos está muito doido mesmo. Pois se for levar em consideração apenas os hotéis filiados ao FOHB, ficaria apenas os hotéis da Nobile, pois os hotéis das Nações e Alvorada não tem bandeira, portanto não entraria nesse número.
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  #1062  
Old Posted Sep 5, 2018, 6:05 AM
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E por falar em novos hotéis, parece que finalmente o hotel em frente do Saint Peter vai sair do papel, pois o CONPLAN aprovou...

Passou ao Subitem 2.1 Processo nº 390-000126/2013, Interessado: SEGETH,
Assunto: Projeto de Parcelamento do Solo - URB 060/18 e Memorial Descritivo - MDE 060/18, relativos aos ajustes dos lotes 02 e 04 da quadra 02 do Setor Hoteleiro Sul, na região Administrativa Plano Piloto - RA I. Em ato continuo a palavra foi franqueada a Coordenadora de Projetos - COPROJ/SEGETH, Anamaria de Aragão Costa Martins que esclareceu que o processo trata do lote vizinho que há 15 anos não é possível a sua edificação por que o lote Saint Peter foi alocado de forma errada. Explicou que quando foi feita a construção e a locação do Hotel Saint Peter identificou-se no processo um erro com base naquela primeira planta registrada lá de 1959, porque essa de 64 ela não revoga expressamente a de 59. E com base nisso a locação da planta de 64 deveria ter o hotel Saint Peter nessa posição e consequentemente essa projeção que foi então vendida pela TERRACAP poderia ser edificada, só que isso não aconteceu porque o Saint Peter foi alocado de forma errada. O processo começou em 2003, a lei recomendou que fosse mantido um espaçamento entre dois lotes. Assim, esse ajuste é um ajuste de 6 metros, originalmente o correio deveria estar afastado em 14 metros da projeção e está afastado em 8 metros. Explicou que o deslocamento é de apenas 6 metros na projeção. O processo foi encaminhado ao IPHAN, o proprietário já tinha aprovação do projeto de arquitetura. O IPHAN reconhece que esse é um erro da Administração Pública. Como todos os lotes do setor Hoteleiro já estão edificados, não há alternativa, a não fazer essa redução de 14 para 8 metros e manter o edificado nessa posição. Após o Conselheiro e relator Anderson do Carmo Diniz, representante da Secretaria de Estado de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal - SEAGRI, passou a leitura do relato e voto do Processo nº 00390-000126/2013. PARECER: "Considerando que a subsecretaria de Políticas de Planejamento Urbano manifestou-se favoravelmente acerca dos ajustes de locação informando que os mesmos estão de acordo com o disposto no artigo 1º inciso IV e V da lei nº 6.134 de 16 de abril de 2108. altera a lei nº 4.164 de 26 de junho de 2008 dispõe sobre adequação de projeto de parcelamento, nos casos que especifica; Considerando que a Subsecretaria de Política de Planejamento Urbano manifestou-se favoravelmente ainda sobre os usos e demais parâmetros urbanísticos estabelecidos para os supracitados Lotes estão sendo mantidos de acordo com o mantido na GB 003/1 aprovada pelo Decreto nº 7.317 de 21 de dezembro de 1982 conforme as manifestações de diretoria de Parcelamento do Solo (DISOLO) e Coordenação de projetos (COPROG), por meio dos documentos SEI/GDF 8136243 e 8169705 respectivamente; Considerando a concordância do IPHAN por meio de oficio 447 de 2013- Superintendência do IPHAN no Distrito Federal, anexado aos autos; Considerando manifestação favorável da Assessoria Jurídica Legislativa, por meio do despacho SEGETH/GAB/AJL (Doc. SEI nº 9946392), da lavra do Ilustre Dr. Hélio Rodrigues da Silva, Assessor Especial/AJL/SEGETH; Considerando que entendemos que não há qualquer prejuízo do ponto de vista urbanístico, entendimento advindo dos documentos e notas técnicas acostados aos autos; Considerando que, s.m.j, não há qualquer indício de vantagem indevida do interessado em promover os ajustes propostos; Considerando que a deliberação será feita no âmbito da competência do Poder Executivo. VOTO favoravelmente à aprovação do projeto de urbanismo cujo objeto é a retificação da Projeção B da Quadra 2 do Setor Hoteleiro Sul". O Secretário de Estado Thiago Teixeira de Andrade explicou que o projeto foi feito e que o voto para aprovação seria da URB. VOTAÇÃO: Registra-se a votação do Colegiado com 24 (vinte e quatro) votos favoráveis, nenhum voto contrário e nenhum voto de abstenção.

Fonte: http://www.buriti.df.gov.br/ftp/diar...%20INTEGRA.pdf
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  #1063  
Old Posted Oct 1, 2018, 12:46 PM
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E por falar em hotéis...

Dia 28/10/2018 irão leiloar o Hotel Nacional de Brasília.... Será que dessa vez conseguem?

O lance é de quase 185 milhões de reais.

Fonte: https://www.megaleiloes.com.br/imove...ilia-df-j25728
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  #1064  
Old Posted Oct 1, 2018, 8:05 PM
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E por falar em hotéis...

Dia 28/10/2018 irão leiloar o Hotel Nacional de Brasília.... Será que dessa vez conseguem?

O lance é de quase 185 milhões de reais.

Fonte: https://www.megaleiloes.com.br/imove...ilia-df-j25728
Mas vai ser o terreno todo?
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  #1065  
Old Posted Oct 1, 2018, 11:38 PM
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Mas vai ser o terreno todo?
Uai claro, pois toda a quadra 1 e mais aquela área verde atrás, pertence ao Hotel Nacional.... Quem ganhar, levar o pacote completo de terrenos.
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  #1066  
Old Posted Oct 7, 2018, 6:19 AM
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Piada do dia....

Fiz uma crítica contra uma certa rede hoteleira internacional, que está se expandindo para outras cidades brasileiras e simplesmente desaparecendo em Brasília. Resultado, a RP da rede hoteleira curtiu meu comentário. É mole ou quer mais.
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  #1067  
Old Posted Oct 20, 2018, 1:36 AM
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Agora que fui me tocar, os caras marcaram o leilão para o dia 28/10, uai em pleno dia das eleições?
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  #1068  
Old Posted Nov 2, 2018, 10:23 PM
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História leiloada: Hotel Nacional é colocado sob martelo



Em Brasília desde 1961, a estrutura abrigou monarcas, presidentes e celebridades nacionais e internacionais

O Hotel Nacional, tradicional prédio da cidade, está sendo leiloado pela 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central – SP. Recebendo lances desde o início desta semana, o imóvel, que fica no Setor Hoteleiro Sul, é a principal referência do projeto urbanístico original do quarteirão. Ainda sem nenhum lance feito, o martelo será batido no dia 12 pela Mega Leilões.

Inaugurado no dia 21 de abril de 1961, o point e hotel cinco estrelas de Brasília possui uma história que caminha lado a lado com a da capital brasileira. O local passou pelos dias de glória e já foi palco de inúmeros encontros importantes, além de hospedar nomes de peso no cenário mundial.

Ainda cheirando à tinta fresca, o Hotel Nacional ganhou o status de principal ponto de encontro da elite política e social do quadradinho. Ambicioso, o empreendimento de alto padrão foi idealizado pelo empresário José Tjurs, nome à frente da rede hoteleira, em parceria com o então presidente Juscelino Kubitscheck. Após passar por diversas gerências, os últimos donos foram o Grupo Canhedo e a Petroforte.


Hóspedes ilustres



Foi em novembro de 1968 que Brasília deu as boas-vindas à rainha Elizabeth II, da Inglaterra, e ao príncipe Philip. A visita era a mais importante desde a inauguração da capital e a hóspede, a mais ilustre desde que o Hotel Nacional abrira as portas. Para tanto, foi arrumada pela primeira vez a suíte presidencial, no 9º andar.

A placa de inauguração da melhor suíte do hotel, com cerca de 800m², ainda enfeita o corredor de elevadores no térreo. Com um curioso detalhe: a grafia errada de majestade, que está registrada ali com “g”. Dizem que outra placa chegou a ser encomendada para substituir a primeira, mas é a original que ainda adorna o hotel.

Outros notáveis visitantes que passaram pela capital provaram do luxo da presidencial, como o presidente francês Charles De Gaulle, os presidentes dos Estados Unidos Jimmy Carter e Ronald Reagan, o primeiro-ministro de Portugal Cavaco Silva, e inúmeros secretários, ministros, embaixadores e diplomatas.

Fora presidentes e rainhas de verdade, o hotel serviu de teto a outros tipos de majestade. Xuxa hospedou-se por ali em diversas ocasiões, causando tumultos e filas de fãs em frente ao prédio. Roberto Carlos também tinha o merecido tratamento de nobreza. Hospedava-se sempre no último andar, suíte 1010 — decorada, claro, em azul e branco. Sílvio Santos também já passou algumas vezes pelo Nacional, hospedando-se na suíte 806.


Ponto de reunião



Grande parte do movimento do hotel era devido às rodas de profissionais que ali se reuniam todos os dias. Jornalistas, políticos e empresários estendiam para lá o expediente. Entre os assíduos, o ex-presidente Fernando Collor.

Outros chegaram a morar por um tempo no hotel, como Itamar Franco e José Alencar. Este ocupou a suíte 722, no sétimo andar, durante os anos em que foi senador. Quando fez o check out, no final de 2002, para mudar-se para o Palácio do Jaburu e assumir a vice-presidência, agradeceu a hospitalidade durante os oito anos em que morou lá no Livro de Ouro. A assinatura é do dia 29 de dezembro.


Tapete vermelho


Todos os anos, no período em que recebia o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, eram diretores, atores, críticos e cineastas que agitavam os dias — e longas noites — num enorme vaivém pelos corredores do hotel. A história do FBCB é indissociável da do Nacional, que desde o início, em 1965, é o anfitrião das estrelas do evento.

Fernanda Montenegro e Fernando Torres já registraram no Livro de Ouro a satisfação em hospedarem-se ali. E mesmo algumas visitas mais ilustres e não tão lembradas estão guardadas nos arquivos, como a da francesa Catherine Deneuve, a da estrela de Grease, John Travolta e do cineasta Roman Polanski.


Começo, fim e recomeço


Todo esse glamour do Hotel Nacional não se perdeu completamente na história. Dizer que tudo é como antes, no entanto, não é possível. Porém, o DNA dos primeiros anos do local ainda está por ali, conservado na decoração dos quartos e dos salões, no cheiro de madeira e no jazz que ritma os passos no lobby, os anos de ouro passaram.


O movimento é quase sempre de conferências e congressos organizados por empresas e órgãos públicos que lotam o mezanino nas horas de coffee break. O Hotel Nacional não é mais o grande centro de decisões políticas fora da Esplanada, mas ainda é lar de alguns deputados e senadores e segue como preferido de fiéis hóspedes.


Fonte: https://gpslifetime.com.br/conteudo/...7Ko7blHKw4lyJ4
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  #1069  
Old Posted Nov 23, 2018, 8:15 PM
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Piada do dia.... na rádio peão ou de corretores....

Adivinha, o Hotel das Nações poderá ser o primeiro Hard Rock Hotel do Brasil, inclusive com inauguração prevista para março/2019. Piada II, alegaram que o empreendimento não foram inaugurados devido a falta de alvará e habite-se.

Detalhe, não tem muito tempo que eu postei aqui, que ambos os hotéis Alvorada e Nações receberam os alvarás e habite-se.... Aí nesse mato tem alguma coisa...

Outro ponto.... Nunca vi Hard Rock Hotel ser flat? Nem aqui nem na China....
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  #1070  
Old Posted Dec 2, 2018, 10:06 PM
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Hotel Nacional é arrematado por R$ 93 milhões. Valor será parcelado

Leilão virtual terminou sem lances, mas proposta de parcelamento foi feita em auditório de São Paulo. Justiça aceitou oferta


A Mega Leilões, empresa responsável pelo leilão do Hotel Nacional de Brasília, informou que o imóvel colocado à venda pela 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central de São Paulo enfim foi arrematado. Após três tentativas de negócio frustradas por meio virtual, houve uma oferta feita presencialmente. Assim, a venda foi concretizada por R$ 93 milhões, valor que será parcelado. A família Canhedo, proprietária do hotel, disse que ainda não foi informada sobre o resultado.

A homologação foi feita pela Justiça de São Paulo na quinta-feira (29/11). “Autorizo o protocolo. Diante da apresentação da melhor proposta, aparenta ser de interesse o preço ofertado, de modo que homologo o auto de arrematação apresentado, assinando-o. Deposite o preço e aguarde-se o prazo de oposição de eventuais embargos”, diz a decisão do juiz Marcelo Barbosa Sacramone, da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais.

Em nota enviada ao Metrópoles, a empresa esclareceu que o estabelecimento não havia recebido nenhum lance na terceira rodada do leilão virtual. No entanto, uma proposta de parcelamento foi feita presencialmente, o que não foi registrado na página on-line da disputa.

“Na verdade, não houve lance à vista. Entretanto, no auditório presencial, na presença do MP [Ministério Público], do administrador judicial e do leiloeiro responsável, foi apresentada proposta de arrematação para pagamento parcelado, nos termos do edital de leilão”, explicou a Mega Leilões, por meio de nota.

Ainda segundo a Mega Leilões, o ofertante foi a Incorp Empreendimentos Imobiliários. A reportagem tentou contato com a empresa por telefone, mas, até a publicação deste texto, não havia conseguido retorno.

Dívida
Decadente, o Hotel Nacional foi leiloado a contragosto da família Canhedo, proprietária do imóvel, para o pagamento de uma dívida da Petroforte Petróleo Ltda., uma falida distribuidora brasileira de petróleo.

Sobre o resultado da disputa divulgado pela Mega Leilões, o vice-presidente do Hotel Nacional, Wagner Canhedo Filho, disse à reportagem que a família ainda não foi informada. “Nós não recebemos essa informação. O hotel não é da Petroforte e ela não pode simplesmente vendê-lo. O que ela fizer vai ser impugnado”, informou.

Segundo ele, não há qualquer dívida do Hotel Nacional com a Petroforte, portanto, o patrimônio não poderia ser integrado à massa falida da distribuidora. A família Canhedo chegou a entrar na Justiça de São Paulo com um pedido de suspensão do leilão. No dia 11 de outubro, uma liminar foi negada pela juíza Adriana Bertier Benedito.

A primeira rodada, iniciada no dia 15 de outubro, foi finalizada sem interessados. O lance mínimo era de R$ 185,2 milhões. Na segunda fase, que durou até 12 de novembro, o estabelecimento também não recebeu propostas. O valor era de R$ 129,6 milhões.

Na última etapa, encerrada na terça-feira (27), o hotel era ofertado por R$ 92,9 milhões, metade do valor inicial. Ainda assim, nenhum dos nove participantes habilitados no leilão on-line fizeram lances. A página na qual a disputa era realizada teve mais de 5,6 mil visualizações.

Uma diária no hotel
No período em que a propriedade estava à venda, o Metrópoles se hospedou durante 24 horas no imóvel, na véspera do feriado do Dia da Proclamação da República, em 15 de novembro, e constatou que o glamour em torno do ícone do Setor Hoteleiro Sul ficou para trás.

O valor pago por uma diária foi R$ 165, preço maior que o da reserva on-line, a partir de R$ 150, para um adulto. No Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, pelo qual o Hotel Nacional já foi comparado, uma diária na mesma data custa pelo menos R$ 1.895.

Fonte: https://www.metropoles.com/distrito-...sera-parcelado
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  #1071  
Old Posted Dec 2, 2018, 10:14 PM
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Empresa de Sampa comprou o hotel Nacional, finalmente coisa virá por aí. Não sendo residencial com serviços....
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  #1072  
Old Posted Dec 3, 2018, 10:43 AM
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Tomara!!!!!!!!
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  #1073  
Old Posted Dec 3, 2018, 12:15 PM
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Tomara!!!!!!!!
Vamos ver, o local não é tombado, espero que ainda esse ano, o dono dê as caras no que vai fazer no lugar. Antes do povo invente tombar o lugar.
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  #1074  
Old Posted Dec 5, 2018, 12:05 AM
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Empresários de Brasília são os novos donos do Hotel Nacional

A Incorp representa dois grupos responsáveis pelo comando de 10 hotéis na cidade, o Phenícia e a construtora Luner, proprietária do Quality Hotel


Arrematado por R$ 93 milhões, o Hotel Nacional de Brasília, um dos símbolos da arquitetura e da história da capital, será reformado e modernizado, mas sem perder as características principais. É isso que garante a Incorp, empresa de incorporação e imobiliária que comprou o prédio. “Ele será adaptado de maneira moderna, mas sem alterar a arquitetura”, assegura o advogado da companhia Saulo Mesquita.

A Incorp representa dois grupos responsáveis pelo comando de 10 hotéis na cidade, o Phenícia e a construtora Luner (dona do Quality Hotel). Por isso, a intenção é manter o funcionamento e não alterar o ramo de negócio do prédio. “Como são dois grupos com experiência na área, queremos fazer com que o Hotel Nacional volte a ser o ícone que merece”, diz Mesquita. Um dos sócios da Incorp é o empresário Lutfallah Ramez Farah, que é também um dos donos, entre outros empreendimentos, da São Geraldo Materiais de Construção.

O advogado explica que o processo de arrematação ainda precisa passar por algumas etapas antes de a propriedade ser oficialmente passada ao grupo. “Agora, temos de esperar os prazos recursais e a emissão de uma carta de arrematação antes de fazer qualquer coisa em relação ao prédio”, esclarece.

Leilão

O Hotel Nacional de Brasília foi levado à leilão três vezes neste ano por meio do site Mega Leilões. Na primeira tentativa, em 29 de outubro, o edifício foi avaliado em R$ 185.942.646,65. Após duas semanas sem propostas, o preço mínimo para arrematar o hotel baixou para R$ 130.159.852,66, em 12 de novembro. Mesmo assim, ele continuou sem receber nenhum lance. Em 27 de novembro, o valor de avaliação voltou a cair: R$ 92.971.323,33.

Pouco mais de 5,7 mil pessoas acessaram a página que anunciava o leilão, mas nenhuma se dispôs a comprar o Hotel Nacional. Contudo, antes de o certame ser encerrado, a Incorp I Empreendimentos Imobiliários Ltda, com sede em Brasília, fez uma oferta de R$ 93 milhões para arrematar o edifício. A proposta da empresa foi apresentada presencialmente à organizadora do leilão. Os responsáveis pela Incorp I Empreendimentos Imobiliários Ltda se comprometaram em pagar o valor de forma parcelada, que deve ser quitado por completo apenas em junho de 2021.

O Hotel Nacional não é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), apesar de estar inserido no conjunto urbanístico de Brasília — este, por sua vez, tombado como patrimônio nacional e distrital. Dessa forma, o novo proprietário da edificação teria a liberdade de, por exemplo, demolir a estrutura, desde que respeitasse a volumetria dos edifícios. A Incorp garante que isso não será feito.

A reportagem tentou entrar em contato com os atuais proprietários do Hotel Nacional de Brasília, mas nenhum responsável pelo edifício concedeu entrevistas

Luxo e decadência

Inaugurado no dia do primeiro aniversário de Brasília, o Hotel Nacional ganhou o status de principal ponto de encontro da elite política e social do Distrito Federal. Autoridades, políticos e celebridades eram constantemente hóspedes do espaço, que abrigou nomes importantes do país e do mundo.

Em novembro de 1968, quando Brasília deu as boas-vindas à rainha Elizabeth II, da Inglaterra, e ao príncipe Philip, o Hotel Nacional abriu as portas aos dois. Para a ocasião, foi arrumada pela primeira vez a suíte presidencial, no 9º andar. A inauguração da suíte nobre só não ocorreu antes porque quando o hotel abriu as portas só os três primeiros andares — dos 10 — estavam prontos.

A placa de inauguração da melhor suíte do hotel, com cerca de 800m², ainda enfeita o corredor de elevadores no térreo. Outros ilustres visitantes que passaram pela capital provaram do luxo da presidencial, como o presidente francês Charles De Gaulle, os presidentes dos Estados Unidos Jimmy Carter e Ronald Reagan, o primeiro-ministro de Portugal Cavaco Silva, e inúmeros secretários, ministros, embaixadores e diplomatas.

O Hotel foi ainda importante para a cultura brasiliense. O espaço foi sempre o local em que se hospedaram as estrelas do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Diretores, atores e críticos agitavam o cotidiano do local. Estrelas do cinema mundial também passaram por lá, como Catherine Deneuve, John Travolta e o cineasta Roman Polanski.

A má gestão somada ao surgimento de novos hotéis e clubes, contudo, acabou levando o Hotel Nacional a pedir concordata à justiça mineira em 1991, ano em que completaria 30 anos. Nessa época, a rede Horsa, proprietária do edifício, estava envolvida numa dívida de US$ 20 milhões, e o Hotel era avaliado em cerca de US$ 21 milhões. Em 1994, a rede Horsa acabou vendendo o hotel e o comando foi para as mãos de Wagner Canhedo. Apesar disso, os problemas financeiros continuaram.

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.b...nacional.shtml
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  #1075  
Old Posted Dec 5, 2018, 12:08 AM
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Muito estranho existir uma empresa com a mesma razão social de outra empresa de São Paulo, isso é quase impossível. Agora vamos ver se eles não aprontam cagadas no lugar. Entupir de residenciais com serviços nem pensar.

Last edited by pesquisadorbrazil; Dec 5, 2018 at 12:27 AM.
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  #1076  
Old Posted Feb 6, 2019, 12:44 AM
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Já imaginaram se os casinos fosse liberados....


Hotel cassino para setor hoteleiro Norte Brasilia.

Fonte: https://www.facebook.com/26787785722...type=3&theater
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  #1077  
Old Posted Feb 20, 2019, 1:32 AM
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Depois do leilão do Hotel Nacional em 2/12/2018, até hoje não falaram mais nada. Pois teria um período para recursos de quem não tem interesse na venda do hotel e tal... Mas passaram quase 3 meses e nada até hoje.
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  #1078  
Old Posted Feb 25, 2019, 3:57 PM
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Am I bovvered?
 
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Já imaginaram se os casinos fosse liberados....


Hotel cassino para setor hoteleiro Norte Brasilia.

Fonte: https://www.facebook.com/26787785722...type=3&theater
Que coisa horrorosa.
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  #1079  
Old Posted Feb 26, 2019, 1:13 AM
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Originally Posted by MikeVonJ View Post
Que coisa horrorosa.
Tinha um projeto que postei aqui, que o prédio seria igual esse, em vez de meia lua, seria toda a lua....
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  #1080  
Old Posted Mar 28, 2019, 1:06 AM
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Por essa não esperava...

Hotéis Windsor não administram apenas os hotéis em Brasília, são PROPRIETÁRIOS dos hotéis.... Portanto risco zero de virarem residenciais com serviços.
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