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  #3081  
Old Posted Aug 29, 2019, 12:58 AM
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Sei não viu, num período de 10 anos, prometeram tantos hospitais para o DF e nenhum saiu do papel (aliás, só o Hospital da Criança).

Espero que pelo um saia do papel.
Mas agora tem grana, não é emendas parlamentares, é dinheiro do BNDES. Aí é diferente.
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  #3082  
Old Posted Aug 29, 2019, 1:05 PM
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Mas agora tem grana, não é emendas parlamentares, é dinheiro do BNDES. Aí é diferente.
Pode ser.
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  #3083  
Old Posted Aug 31, 2019, 1:20 AM
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Pode ser.
Quando não tem digital de deputado distrital e é grana do BNDES as coisas andam mais rápido. Até mesmo porque, tem prazos para tirar do papel, senão perder a grana.
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  #3084  
Old Posted Sep 18, 2019, 4:53 AM
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Sabiam disso aqui engavetado pelo EnrolaUmBeck..... que iria ter no Zoológico?


Fonte: http://www.zoo.df.gov.br/zoologico-d...te-interativa/
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  #3085  
Old Posted Oct 1, 2019, 4:48 PM
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Novo Pró-DF refinancia dívidas e acaba com venda de terrenos

Projeto do GDF rebatiza o programa Desenvolve-DF e lança uma série de novidades. Segundo o próprio governo, iniciativa anterior fracassou


O Governo do Distrito Federal (GDF) protocolou na tarde desta segunda-feira (30/09/2019), na Câmara Legislativa, em regime de urgência, projeto de lei que reformula o Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do DF (Pró-DF). A proposta “rebatiza” a iniciativa, que passará a se chamar Desenvolve-DF e, segundo integrantes do Executivo, foi formulada com o setor produtivo.

Uma das principais mudanças é acabar com a venda de lotes – não haverá opção de compra. O modelo, caso o projeto de lei seja aprovado, passará a ser de cessão real de uso. De acordo com o GDF, será preciso comprovar a geração de empregos. Se o empresário conseguir aumentar o número de postos de trabalho, pagará menos pela concessão, prevista para durar 30 anos, passíveis de prorrogação.

Contudo o governo não tem estudos de quantos empregos serão gerados. Segundo o próprio GDF, isso vai depender da adesão dos empresários. Anteriormente, as pessoas jurídicas beneficiadas se comprometiam a criar postos de trabalho mas, em muitos casos, não havia a efetiva contratação de funcionários de acordo com os números estipulados.

Com a nova proposta, o GDF pretende evitar os questionamentos judiciais aos quais foram submetidos os programas Pró-DF I e II, que previam a transferência de terrenos públicos para a iniciativa privada.

O Desenvolve-DF pretende, ainda, de acordo com o GDF, “regularizar pendências, obrigar o cumprimento de contratos, transferir a concessão entre empresas, revogar cancelamentos, refinanciar dívidas de concessão, criar novas Áreas de Desenvolvimento Econômico (ADEs) e um sistema de novas concessões de lotes para o desenvolvimento”.

“Vamos mudar o nome para Desenvolve-DF e ver se o novo projeto deixa para trás essa marca de incompetência e de problemas. Queremos marcar um novo tempo na política econômica da nossa cidade”, afirmou o governador Ibaneis Rocha (MDB), ao assinar o projeto de lei.


Em seguida, o vice-governador, Paco Britto (Avante), acompanhado do secretário de Articulação Política do GDF na Câmara Legislativa, Bispo Renato Andrade (PR), foram a pé, do Palácio do Buriti até a Câmara, entregar o documento (foto abaixo).


Bispo Renato Andrade e Paco Britto chegam à CLDF

Desemprego

Segundo o secretário de Desenvolvimento do DF, Ruy Coutinho, a proposta será “a espinha dorsal do desenvolvimento do DF, porque o setor privado será o responsável pelo desenvolvimento econômico. Esse é um projeto de crescimento da nossa matriz econômica”. “Vamos baixar bastante o número de desempregados”, aposta.

Diretor de Regularização Social da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), Leonardo Mundin disse que o projeto representa a união de 29 entidades do setor produtivo. “Esse é o instrumento apto a resolver os problemas dos empreendedores do DF. O foco final é a geração de emprego e renda nas nossas cidades”, afirmou.

Redigido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e a pela Terracap, o projeto foi elaborado durante oito meses por um grupo de trabalho com técnicos do governo e entidades representativas da indústria, do comércio e serviços, da agricultura e pecuária, do varejo, do atacado, dos micro e pequenos empresários, entre outros. O setor produtivo apresentou 109 sugestões, das quais 88 foram acolhidas.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, a primeira etapa da transição para o novo projeto será analisar caso a caso da situação dos beneficiários. Há ocorrências, segundo a pasta, que apontam inadimplência de usuários do programa. Também existem aqueles que cumpriram todas as exigências e há, ainda, empresários que abandonaram as áreas. Por isso o governo pretende sanear todos os problemas identificados para que, no próximo momento, uma linha de crédito do Banco de Brasília (BRB) seja disponibilizada ao Desenvolve-DF.

Irregularidades

Lançados para aquecer a economia local por meio de benefícios fiscais, o Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do DF (Pró-DF) e o Pró-DF II fracassaram, segundo avaliação dos órgãos de controle e do próprio governo. Envoltos em uma série de irregularidades, como contratos falsos e terrenos com mudança de destinação, os programas não atingiram suas finalidades.

Ciente do problema e com a proibição de assinar novos contratos, o GDF decidiu, em fevereiro deste ano, passar um pente-fino em todos os benefícios concedidos por meio do programa. Desde então passou a analisar a realidade da iniciativa, diagnosticar problemas e reformular as normas vigentes. O resultado do trabalho é o projeto de lei lançado nesta segunda-feira (30/09/2019).

Fonte: https://www.metropoles.com/distrito-...da-de-terrenos
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  #3086  
Old Posted Oct 1, 2019, 5:11 PM
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Em Santa Maria, a maioria dos lotes do programa Pró-DF só serviram para disfarçarem o uso da área com igrejas e pequenas distribuidoras de bebidas, além de parcelarem e alugarem para outros pequenos comércios e moradias.

Se for pra ser assim, que deixem os matagais.
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  #3087  
Old Posted Oct 1, 2019, 5:17 PM
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Em Santa Maria, a maioria dos lotes do programa Pró-DF só serviram para disfarçarem o uso da área com igrejas e pequenas distribuidoras de bebidas, além de parcelarem e alugarem para outros pequenos comércios e moradias.

Se for pra ser assim, que deixem os matagais.
Só ver a Fercal, nem era para existir, justamente porque a região tem indústrias poluentes. Sabiam dos riscos, mas os governos esquerdopatas inventaram aceitar as moradias lá e viu no que deu.
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  #3088  
Old Posted Oct 2, 2019, 12:17 PM
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Só ver a Fercal, nem era para existir, justamente porque a região tem indústrias poluentes. Sabiam dos riscos, mas os governos esquerdopatas inventaram aceitar as moradias lá e viu no que deu.
Pois é, até hoje não entendi pq a Fercal é uma região administrativa, assim como o Varjão.

Tinham que criar regras mais claras para a criação de regiões administrativas, começando pelo tamanho da população mínima.
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  #3089  
Old Posted Oct 5, 2019, 1:35 AM
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Eu creio que essas região administrativa anãs deveriam deixar de existir ou serem agregadas a outras.
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  #3090  
Old Posted Dec 21, 2019, 6:37 AM
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GDF: Ibaneis faz balanço do primeiro ano de governo

Apoiado pela equipe formada para gerir, ele enfrentou grandes desafios e teve que equilibrar as contas para impulsionar investimentos econômicos na capital


Em 1º janeiro de 2020 o governador Ibaneis Rocha completa um ano à frente da gestão do Distrito Federal. Estreante na política, o chefe do Executivo da capital do país entende que foram necessárias medidas e atitudes enérgicas, firmes e, principalmente, criativas diante de um cenário de orçamento apertado. Apoiado pela equipe formada para gerir, ele enfrentou grandes desafios e teve que equilibrar as contas para impulsionar investimentos econômicos na capital. Em contrapartida, o primeiro gestor brasiliense da história destaca o aprendizado nos doze meses no Palácio do Buriti.

Em entrevista à Agência Brasília, Ibaneis Rocha ressalta os principais temas que cercaram a capital nesse primeiro ano de gestão, como os projetos aprovados na Câmara Legislativa (CLDF), a criação e soluções apresentadas pelo GDF Presente, na árdua missão de transformar a saúde do DF, no elogiado projeto de gestão das escolas compartilhadas e na redução de tributos que colaboraram para o crescimento econômico acima da média do país.

O senhor estreou na política já ocupando o maior cargo do Executivo. Em um ano como governador, o que encontrou de maior dificuldade que não imaginava existir?

Foi um ano muito feliz para mim. Eu sou nascido em Brasília e posso trabalhar pela cidade, pela população, para melhorar a vida das pessoas, principalmente dos mais pobres, que a gente precisa ajudar. É o que eu costumo dizer: para o rico, basta o governo não atrapalhar. E acho que foi um ano bom para a cidade também. Conseguimos muitos avanços, mesmo trabalhando com um orçamento deixado pelo governo passado e que não contemplou muitas áreas que queríamos ter tido mais atenção. Mas não foi fácil. Nos primeiros seis meses as dificuldades foram muito grandes, havia muitos entraves, não conseguimos avançar na velocidade que eu imaginava porque não encontrei nenhum projeto, havia muitas contas a pagar. Era uma situação de paralisia total do estado; mas, aos poucos, a gente foi avançando, imprimindo um novo ritmo e conseguimos chegar ao fim do ano com muitas realizações para mostrar, principalmente na recuperação física da cidade – que tinha até viaduto no chão, é bom lembrar – e na preparação para um 2020 de muitas realizações.

A economia do DF cresceu 1,8%, acima da média do país. Quais ações o senhor apontaria como as principais responsáveis por esse crescimento e o que a população pode esperar em 2020 na área econômica?

Desde a transição, todo nosso esforço foi para destravar a economia, oferecer segurança jurídica aos empresários e impulsionar ações do governo que pudessem gerar empregos e fazer o dinheiro girar. Reduzimos impostos, criamos oportunidades, fizemos parcerias e a resposta dos empresários foi imediata. Retomamos obras paradas, criamos novos postos de trabalho para recuperar a cidade que estava abandonada, movimentamos todas as áreas da economia e o resultado já pode ser sentido. Acredito que vem para valer em 2020, quando teremos um orçamento criado por nós mesmos, projetos para obras, ações para atrair empresas e muita movimentação. Será certamente um ano de grandes realizações.

Da relação com a Câmara Legislativa, o que tira de mais proveitoso nesse primeiro ano? Quais pautas e projetos considera essenciais e prioritários para 2020?

A Câmara Legislativa tem sido um aliado importante, só tenho a agradecer. Mesmo nos momentos em que tivemos que negociar, houve melhoria nas propostas. Há poucos dias mesmo tive uma conversa muito proveitosa com os deputados da oposição; mesmo não alinhados com o governo, eles não têm se furtado a reconhecer as boas políticas públicas para o Distrito Federal e nos obrigam a ser melhores. Temos aprovado os projetos de interesse da sociedade, como aconteceu no agora no final do ano, com uma série de ações importantes, como a liberação da construção de mais sete UPAs [Unidades de Pronto Atendimento] que vão ajudar a melhorar a saúde pública. É preciso registrar também a parceria que temos tido do Tribunal de Contas do DF [TCDF], que tem procurado ser um facilitador para o governo, contribuindo para que os projetos sejam melhores.

Historicamente, a saúde é o grande gargalo do cidadão de Brasília. Onde o senhor identifica estar o entrave desse atendimento e o que fazer para quebrá-lo?

É preciso reconhecer que a saúde pública avançou bastante neste ano. Investimos muito, mudamos parâmetros, criamos novos procedimentos, fizemos obras de recuperação, renovamos equipamentos e abastecemos as farmácias. A saúde foi o setor que mais investimos no governo, seja pagando débitos passados ou investindo em melhorias e contratações. Já são quatro mil novos servidores, várias unidades reformadas, centenas de leitos a mais. Mas este é um trabalho permanente, feito pouco a pouco, e que vai merecer ainda mais investimentos, principalmente nas equipes do Saúde da Família e nas Unidades Básicas de Saúde [UBS], para desafogar as emergências de hospitais e UPAs. Ainda há muita gente que tem uma dor de cabeça e não procura uma UBS, vai direto para um hospital. Mas há muito mais a ser feito; eu não vou desistir de oferecer uma saúde pública de qualidade para nosso povo.

Pensando hoje, quais seriam três grandes obras capazes de impulsionar o desenvolvimento da cidade e que o senhor espera deixar como legado desses quatro anos de governo?

Estamos trabalhando em grandes projetos, inclusive em parcerias público-privadas, como a Avenida das Cidades, que vai começar ali na altura do Setor Policial Sul, até Samambaia, passando por várias regiões, aproveitando o leito onde hoje está o linhão de Furnas. Só na obra devemos gerar mais de 80 mil empregos, além de criar um corredor de desenvolvimento extraordinário para o DF. Outro projeto que vai dar frutos rapidamente são as Áreas de Desenvolvimento Econômico [ADE], que estão recebendo investimentos de mais de R$ 200 milhões em obras de infraestrutura para que possam abrigar empresas de grande porte, que mudem a realidade econômica do DF. Muitas empresas já estão chegando, inclusive uma montadora de carros e centros de distribuição de grandes atacadistas. Mais difícil e desafiador será transformar o imenso descampado localizado atrás da Rodoferroviária numa extensão do Eixo Monumental, criando novas áreas para lazer, moradia e comércio e expandindo a cidade de forma organizada. Mas há muito mais a ser feito para melhorar o trânsito, como os viadutos do Sudoeste, de Itapoã-Paranoá, que será uma obra lindíssima, e do Riacho Fundo, melhorar a saúde e a educação, além de investir em uma segurança pública ainda mais inteligente e preventiva, com a instalação de câmeras, formando uma espécie de cerco eletrônico.

Desde os primeiros meses foi possível colher resultados positivos da implementação da gestão compartilhada em escolas públicas. Qual é o balanço que o senhor faz sobre este projeto, que é um dos principais da sua gestão?

O projeto é amplamente vitorioso. Você notou que praticamente não há mais oposição? Em qualquer lugar que eu vá, recebo o pedido de aumentar o número de escolas compartilhadas, que agora serão parte de um projeto nacional. Em todas as escolas que adotaram este regime o índice de violência e instabilidade caiu na mesma proporção em que subiram os índices de aproveitamento escolar. É importante dizer que este é um dos modelos de educação pública, e que sempre haverá opções para quem preferir outro. Não estamos impondo nada, apenas oferecendo uma opção diferente para pais e alunos que procurem um ambiente mais disciplinado.

O senhor conseguiu reduzir em meio ponto percentual as alíquotas do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) no primeiro ano de mandato e quanto ao Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana (IPTU), há alguma previsão? Se sim, de quanto será a redução?

Esta foi uma promessa que eu fiz e que estou cumprindo. O objetivo é reduzir ao máximo os impostos para que a gente possa impulsionar a economia, desonerando o cidadão. Já tínhamos reduzido o ITBI e outros impostos num trabalho que não vai parar. Será uma ação permanente de revisão de tributos e nosso próximo alvo é exatamente o IPTU, mas ainda não podemos fazer previsões sobre o total da redução, o que depende dos cálculos que os técnicos da Secretaria de Economia estão fazendo, já que é uma ação que exige muita responsabilidade.

O Distrito Federal tem uma grande força e apoio no funcionalismo público. Por outro lado, são necessárias medidas para diversificar a economia e renda. O Desenvolve-DF e as Áreas de Desenvolvimento Econômico (ADE) são as principais apostas nesse sentido? Como atrair mais empresas e indústrias para o DF. O que será feito nesse sentido no próximo ano?

O DF já é uma região metropolitana, é a terceira maior conurbação do país, ou seja, deixou de ser dependente do funcionalismo há muito tempo e precisa diversificar sua economia, o que não é fácil por causa da pequena extensão territorial. Mas nós temos nossos atrativos e precisamos aproveitá-los. A localização privilegiada nos dá uma grande vantagem na logística de distribuição para a América Latina, temos sede de mais de 100 embaixadas e organismos internacionais que facilitam negócios com o exterior, temos uma qualidade de vida excelente, ou seja, tudo para atrair empresas e empreender. O que estamos fazendo é deixar essas qualidades ainda melhores, oferecendo segurança jurídica aos empresários, mostrando que aqui os contratos são cumpridos, que o governo é um parceiro. Os contatos que fizemos vão gerar frutos a partir de 2020, mas é o início de um trabalho que vai mudar a matriz econômica do DF para sempre.

Como está a questão do reajuste dos servidores para o próximo ano. O que será possível conceder em termos de benefício?

Primeiro, eu gostaria de agradecer aos servidores públicos por todo o trabalho que estamos desenvolvendo. Sem o empenho do servidor, nada do que está sendo feito seria possível. Todos estão acompanhando de perto o esforço que está sendo feito para melhorar o caixa do GDF e vamos negociar com as categorias com as cartas abertas. Temos que resolver a questão da terceira parcela, é uma responsabilidade que assumimos, mas tudo será feito com transparência e responsabilidade.

O GDF Presente é o governo em sua essência, resolvendo demandas emergenciais da comunidade como pintura de meio-fio, tapa-buraco e poda de árvores. Nesse sentido, de proximidade do cidadão, o que o governo espera para 2020. Ampliar o programa? Interligar as regiões administrativas? O que terá de novidade?

O programa ainda é recente, mas os resultados podem ser sentidos, principalmente nessa época de temporais e ventos fortes. Com a instalação de oito polos avançados de serviços, o atendimento é muito mais rápido. Num dos primeiros temporais, por exemplo, a W3 Norte ficou cheia de água na altura da 10/11 e, logo em seguida, a equipe da Novacap foi para o local e limpou tudo teve dezenas de árvores arrancadas, que ficaram caídas sobre as ruas, mas prontamente as equipes foram acionadas e resolveram o problema de forma emergencial. Também fomos bem com a operação tapa-buracos, que atende muito mais prontamente ao cidadão. O próximo passo é deixar o GDF Presente nas mãos do cidadão; por meio de um aplicativo de celular será ele a pedir o reparo ou uma poda, de forma direta. Vai tirar uma foto, que será georreferenciada, e enviar para uma central, para que o serviço seja feito o mais rapidamente possível. No final do processo, o cidadão recebe uma foto de volta mostrando o serviço feito.

Muitas áreas precisavam de reparos, entre elas o patrimônio e o bem público. O GDF está reformando as tesourinhas, iniciou a revitalização da W3, entregou o viaduto da Galeria dos Estados entre outros. O que podemos esperar mais nessa questão no zelo com a cidade?

Estamos num trabalho permanente de recuperação da cidade. Os viadutos já estão sendo revitalizados, inclusive na parte estrutural, para que a gente não tenha problemas como aconteceu no Eixão Sul, mas vamos além disso, entregando o Eixão inteiramente recuperado, melhorando as principais vias e também os monumentos da capital, como o Teatro Nacional, que vamos começar a reformar, o Museu de Arte, que já está em recuperação, e outros espaços, buscando parcerias com o governo federal, empresas e entidades empresariais. O objetivo é renovar o Distrito Federal.

O GDF vai ocupar o Centrad [Centro Administrativo], possui um grande projeto para a Avenida Hélio Prates, tem projeto de túnel em Taguatinga e vai entregar o viaduto na mesma região administrativa. Na sua gestão, a cidade vai passar por uma transformação na mobilidade e econômica. Poderia listar as grandes ações previstas para Taguatinga?

Taguatinga, aliás, toda a região – incluindo Ceilândia, Samambaia e Sol Nascente/Pôr do Sol –, não recebia investimentos significativos há muito tempo. Vamos inverter essa lógica. A ocupação do Centrad, que será feita a partir dos primeiros meses de 2020, vai transformar aquela região no que ela sempre mereceu ser, porque ali está o maior número de habitantes do DF. A presença dos órgãos de governo no local vai servir de indutor de desenvolvimento. Também faremos essas grandes intervenções viárias para acabar com o engarrafamento no centro de Taguatinga, criando uma área que vai dar orgulho aos moradores, servindo para impulsionar o comércio. Tenho certeza que teremos uma nova cidade a partir dessas obras.

O governo tem investido em parcerias público-privadas para gerenciar espaços públicos da capital. Quais são as prioridades de PPP para 2020? Financeiramente, quais os impactos de priorizar as parcerias aos cofres públicos?

Nós temos pelo menos sete grandes projetos de parcerias público-privadas prontos para serem implementados a partir de 2020. São investimentos vultosos que certamente vão impulsionar a economia como um todo, a partir das obras de implantação do grande boulevard da Arena. O estado não tem dinheiro para investir em obras como uma Avenida das Cidades, por exemplo, que deve custar em torno de R$ 8 bilhões; daí, a necessidade de buscar financiamento de grandes investidores, deixando os cofres do GDF para pagar as prioridades, que são saúde, educação e segurança.

Os índices criminais, de modo geral, tiveram redução significativa neste ano. A exceção é em relação ao feminicídio. De que forma o governo pensa em combater esse tipo de crime?

O trabalho da Secretaria de Segurança merece toda nossa admiração. O secretário Anderson Torres conseguiu colocar todas as forças no combate à criminalidade e os resultados foram espetaculares. Isso vai melhorar ainda mais com os investimentos que estamos fazendo em inteligência, instalando e interligando câmeras, reforçando o policiamento em áreas vulneráveis e iluminando melhor os pontos mais perigosos. Quanto ao feminicídio, é o tipo de delito que exige a participação de toda a sociedade, porque normalmente é um crime que acontece dentro dos lares. Fizemos campanhas incentivando delações dos amigos e vizinhos que vêm alguma coisa de errado com algum casal, mostrando a covardia das situações; neste caso a polícia precisa de ajuda para prevenir. Para 2020 queremos ter funcionando o botão do pânico, para que as mulheres tenham uma proteção mais efetiva no caso de agressão.

Cidades como Barcelona, Paris, Roma e Lisboa têm o turismo estruturado na valorização do Patrimônio Histórico, museus e atividades culturais. Brasília, prestes a completar 60 anos, tem grande potencial no setor. Qual a política de governo que agregue educação patrimonial voltada para o turismo?

Estamos encarando a cultura como negócio. É por isso que estamos nos aproximando das empresas de aviação, para trazer mais voos internacionais chegando e saindo de Brasília; estamos em contato com os estados da região, para ampliar a oferta de atrações para que o turista fique mais tempo; estamos recuperando espaços público para preservar o encantamento que a nossa capital provoca nos visitantes; e buscando sempre novidades. Uma dessas é o Museu do Futuro, que a Confederação Nacional das Indústrias (CNI) está trazendo para a nossa capital. É um investimento muito alto, mas o retorno também será grande. E vamos investir cada vez mais no turismo cívico; a cerimônia da troca da bandeira já virou um grande evento mensal, vamos ampliá-lo, melhorá-lo, fazer dele uma celebração ao nosso país.

O que a população pode esperar de 2020?

Muito mais trabalho e realizações. Agora teremos o orçamento que foi planejado de acordo com as nossas necessidades, já temos projetos para obras e ações – em janeiro mesmo vamos lançar uma série de licitações – e a cidade vai ser surpreendida. Vamos concluir as obras de Vicente Pires, que causaram tanta comoção, resolvendo definitivamente o problema da cidade, que também está sendo regularizada, vamos concluir a infraestrutura do Sol Nascente/Pôr do Sol, entregar milhares de moradias, construir seis novos restaurantes comunitários, abrir mais sete UPAs. Teremos obras em todas as regiões do DF. Muitas obras.

Agência Brasília

Fonte:https://jornaldebrasilia.com.br/cida...no-de-governo/
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  #3091  
Old Posted Dec 21, 2019, 6:43 AM
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Realmente o CD do Novo Mundo e essa montadora de Carros no Pólo JK vai mexer com a economia na região sul de Brasília. Apesar quem sai favorecido, são os municipios goianos, pois estão em linha RETA do Pólo. Bem diferente de Santa Maria e Gama isolados pela rodovia. Agora se houvesse um viaduto ligando diretamente com o Pólo, as coisas mudariam.
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  #3092  
Old Posted Dec 30, 2019, 12:41 PM
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Realmente o CD do Novo Mundo e essa montadora de Carros no Pólo JK vai mexer com a economia na região sul de Brasília. Apesar quem sai favorecido, são os municipios goianos, pois estão em linha RETA do Pólo. Bem diferente de Santa Maria e Gama isolados pela rodovia. Agora se houvesse um viaduto ligando diretamente com o Pólo, as coisas mudariam.
Pois é. A pavimentação da Rodovia VC-371 e a construção de um viaduto no "chifrudo", resolveria muita coisa, pois integraria Santa Maria e Gama ao Polo JK e já acabaria com os problemas viários do Setor Total Ville.

Sendo assim, daria pra criar linhas diretas de transporte público, sem precisar contornar toda Santa Maria para acessar o Polo JK.

Dá a sensação que esse Polo JK nem fica em Santa Maria, assim como o ParkShopping/Park Sul/Sof Sul no Guará.
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  #3093  
Old Posted Jan 3, 2020, 2:59 AM
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Tem que além de fazer esse viaduto da Santa Maria com Pólo JK, fazer também as vias marginais desde o viaduto da Santa Maria (divisa do DF e GO) com o Park Way.
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  #3094  
Old Posted Jan 3, 2020, 12:30 PM
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Tem que além de fazer esse viaduto da Santa Maria com Pólo JK, fazer também as vias marginais desde o viaduto da Santa Maria (divisa do DF e GO) com o Park Way.
Pois é... E olha que todos os viadutos que foram construídos nessa região, já são adaptados para receberem as vias marginais e inclusive a 3ª faixa de rodagem.
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  #3095  
Old Posted Jan 4, 2020, 12:41 AM
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Mas tem locais que será dificil fazer esses alargamentos, principalmente ali perto do Catetinho... dificil de resolver o afunilamento ali.
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  #3096  
Old Posted Jan 6, 2020, 12:51 PM
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Mas tem locais que será dificil fazer esses alargamentos, principalmente ali perto do Catetinho... dificil de resolver o afunilamento ali.
Só se for por causa das "vias marginais" do Park Way, que seriam exclusivas para os acessos às residências.

Talvez teriam que criar novas vias marginais segregadas das existentes.

O maior problema será na área das antigas floriculturas, chegando na Candangolândia, pois existem várias chácaras e invasão.
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  #3097  
Old Posted Jan 6, 2020, 1:05 PM
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Só se for por causa das "vias marginais" do Park Way, que seriam exclusivas para os acessos às residências.

Talvez teriam que criar novas vias marginais segregadas das existentes.

O maior problema será na área das antigas floriculturas, chegando na Candangolândia, pois existem várias chácaras e invasão.
Ali se o GDF quiser, arranca tudo. Só ver no Vicente Pires, chacaras produtivas deixarão a região.
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  #3098  
Old Posted Jan 11, 2020, 2:53 AM
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Secretaria prevê R$ 1 bi de investimentos privados no DF em 2020

Projetos de um hospital e de uma montadora de veículos vão injetar na capital da República, juntos, R$ 600 milhões


Secretaria de Desenvolvimento Econômico do DF (SDE) estima que o Distrito Federal vai receber R$ 1 bilhão de investimentos privados em 2020.

A maior parte desse recurso deve vir de dois grandes projetos. A expectativa é de que o hospital MD Anderson injete R$ 400 milhões e a montadora de veículos CAB Motors, R$ 200 milhões.

O processo da CAB Motors (na foto em destaque está o carro produzido pela empresa) está mais adiantado.

Nesta sexta-feira (10/01/2020), foi assinada a concessão de direito real de uso de imóvel com 70 mil metros quadrados no Polo JK, em Santa Maria. No local, será construída a fábrica. A previsão é de que a CAB Motors gere 420 empregos.

O MD Anderson negocia com a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) um terreno ao lado do ParkShopping.

Os R$ 400 milhões restantes estão pulverizados em outras propostas, de acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico do DF, Ruy Coutinho.

“O ano passado foi de arrumação. De 2020 para frente, nós temos condições de implementar os acordos”, frisou o titular da pasta.

Fonte: https://www.metropoles.com/colunas-b...-no-df-em-2020
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Na CLDF, Ibaneis faz balanço da gestão e anuncia obras para 2020

Governador participou da abertura dos trabalhos na Câmara Legislativa na tarde desta terça-feira (04/02/2020)


baneis Rocha (MDB) participou da abertura dos trabalhos em 2020 na Câmara Legislativa (CLDF) na tarde desta terça-feira (04/02/2020). Como o presidente da Casa, Rafael Prudente (MDB), está fora de Brasília, coube ao vice-presidente, Rodrigo Delmasso (Republicanos), iniciar a sessão. Em seguida, o governador falou por 50 minutos e fez um balanço do primeiro ano de gestão.

Sem anunciar projetos de lei específicos, o emedebista também relembrou uma série de iniciativas anunciadas para os próximos meses, como a construção de sete Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em 2020. “A partir de maio, começaremos a entregar uma unidade por mês”, afirmou.

Ao falar sobre a saúde pública, Ibaneis disse que 2019 foi um ano de organização. “Passamos por um período de adaptação. Tivemos que explicar nossa missão para os servidores, diretores, secretários e presidentes. Não se faz uma política nova da noite para o dia, e nós tivemos avanços significativos. Nada disso seria possível sem a Câmara”, enfatizou.

Para o chefe do Executivo, uma medida acertada foi a aprovação do Instituto de Gestão Estratégica (Iges-DF), que passou a administrar os hospitais de Base e de Santa Maria, além das UPAs. “Em seis meses, conseguimos restaurar, aparelhar, aumentar recursos humanos e dar esperança para as pessoas”, disse, alfinetando gestores anteriores. “A saúde no DF foi sucateada nos últimos 10 anos.”

O governador também comemorou a reabertura de todas as delegacias do Distrito Federal em seu primeiro ano de governo, mas criticou o instituto das audiências de custódia e o fato de agressores de mulheres não terem punições mais duras.

Ibaneis prometeu, nos próximos dias, assinar a nomeação de 700 novos policiais militares, que passarão pelo curso de formação, e chamar agentes de Polícia Civil que estejam aguardando a convocação.

“Sempre fui um defensor das audiência de custódia, mas está errada a forma como estão sendo feitas, está errada. Hoje um policial militar tem vergonha de prender um bandido. Pois no dia seguinte ele prende o mesmo bandido de novo”, disse Ibaneis.
Infraestrutura

O governador afirmou, ainda, que retomou obras há muito tempo paradas pelo DF e que está investindo na infraestrutura das cidades, com foco especial em Samambaia, Taguatinga e Ceilândia. Segundo Ibaneis, são mais de 50 obras que estão elencadas em um caderno do GDF.

“As obras de infraestrutura serão feitas durante este ano. Revitalizando essas áreas, imagina o quanto vamos desenvolver nossa cidade. Vejam o viaduto do Recanto das Emas: estamos na parte final do projeto.”
Economia e emprego

Durante o discurso, Ibaneis também afirmou que Brasília só voltará a crescer com a confiança de empresários. “Governo não gera emprego, quem gera emprego é empresário”, disse.

O governador lembrou o caso da empresa Sanoli, fornecedora de alimentação hospitalar, que passa por grave crise financeira. “Quem quebrou a Sanoli não fui eu. O desrespeito que se tinha aqui com os empresários deixou acumular R$ 60 milhões em dívidas com a Sanoli”, disse.

O chefe do Executivo analisa que essa não pode ser uma prática. “Estamos trazendo três shoppings para o DF e negociando com uma fábrica de automóveis a vinda para Brasília. O Banco de Brasília (BRB) tem crescido e ajudado também a estimular a economia”, afirmou.

O governador elogiou a atuação do BRB. Segundo ele, a instituição saiu das páginas policiais para as de economia e disse que, atualmente, a instituição brasiliense só fica atrás da Caixa Econômica Federal (CEF) quando o assunto é concessão de crédito.

O governador lembrou também que, na semana passada, foi ao Piauí, onde o BRB formalizou a intenção de abrir uma agência na sede da Fecomércio-PI, e conseguiu negociar as folhas de pagamento do Sesc e do Senac.

Nos próximos dias, disse Ibaneis, será feito o mesmo com a folha da Fecomércio de Belo Horizonte. “A previsão para o ano era que o BRB recebesse R$ 1 bilhão com CDBs [Certificados de Depósitos Bancários]. Mas, desde que passamos a trabalhar para trazer investimentos, a projeção é de R$ 4 bilhões”, disse.

Fonte: https://www.metropoles.com/distrito-...bras-para-2020
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  #3100  
Old Posted Feb 5, 2020, 12:19 AM
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Desses 3 shoppings, só tenho conhecimento de....

ArenaBSB 60 mil m2 de ABL
Shopping Sobradinho Sagamalls 43 mil m2 de ABL e só. Até aonde eu sei, os shoppings do PO ainda não foram aprovados.
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