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  #21  
Old Posted Oct 22, 2011, 12:37 AM
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Sobrevivência de empresas do DF aumenta 75%



Dez estados brasileiros apresentaram taxas de sobrevivência de empresas acima da média nacional (73,1%), de acordo com estudo divulgado ontem (20) pelo Sebrae. No Distrito Federal, 75% das micro e pequenas empresas iniciadas em 2006 permaneceram em atividade dois anos depois.



"Essa pesquisa mostra o avanço da legislação referente às micro e pequenas empresas, o forte crescimento do mercado consumidor brasileiro e o maior preparo dos empreendedores na administração do negócio durante os primeiros anos", afirma o presidente do Sistema Fecomércio-DF, Adelmir Santana.



Geralmente, os dois primeiros anos de atividade são os mais críticos para uma empresa, porque é necessário conquistar uma base de clientes, tornar-se conhecido no mercado, reinvestir a receita no negócio e superar dificuldades de gestão.


O estudo do Sebrae também mostra que o comércio está entre os setores que mais sobrevivem com sucesso: de cada 100 empresas abertas, 74,1% permanecem ativas nos dois anos seguintes. Em seguida, aparecem serviços (71,7%) e construção civil (66,2%). As indústrias lideram com 75,1%. As empresas da região Sudeste apresentam os melhores índices (76,4%). Na sequência vem Sul (71,7%), Nordeste (69,1%), Centro-Oeste (68,3%) e Norte (66,0%).








http://www.jornaldebrasilia.com.br/s...371017&secao=N
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  #22  
Old Posted Oct 26, 2011, 4:11 PM
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Pró-DF 2 vai ressuscitar os benefícios oferecidos a empresários




Porto Seco: a maioria das empresas instaladas na área foi atraída pelos benefícios fiscais oferecidos pelo Governo do Distrito Federal


A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) do Distrito Federal retomou a análise de pedidos de empresários para ter acesso aos benefícios da segunda versão do Programa de Desenvolvimento Econômico Integrado e Sustentável do DF, o Pró-DF 2. A avaliação de cartas consultas estava suspensa desde o início deste ano, quando o governador Agnelo Queiroz pediu que fosse feito um pente-fino em contratos sob suspeita de irregularidades. Ontem, no entanto, o Conselho de Apoio ao Empreendimento Produtivo (Copep), órgão formado pelo poder público e representantes do setor privado, validou 14 processos novos. Desses, cinco eram estudos de viabilidade econômica, apresentados por empresas interessadas em ingressar no programa. Os demais eram de firmas já contempladas, que pleitearam acesso a crédito fiscal e autorização para ampliar a área construída.

Além da análise de novos processos, o Copep reintegrou ao Pró-DF 2 cinco empresas cujos benefícios haviam sido cancelados em razão da auditoria realizada no primeiro semestre de 2011. “São projetos que tinham sido suspensos por vários motivos. Entre eles, o de não terem apresentado plano de viabilidade ou demonstrado capacidade financeira. (Os empresários) corrigiram essas questões, apresentaram mais informações. Estamos falando de 222 cancelamentos e 140 empresas que entraram com recurso. Do total, o Copep só aprovou cinco”, justificou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jacques Pena.

Pena disse que a retomada da análise de pedidos do Pró DF-2 é um marco positivo para a economia do Distrito Federal. “Para que nós tenhamos condição de convencer o setor produtivo a implantar e ampliar seus negócios aqui, é necessário que o programa volte a funcionar”, afirmou.

Mas o pacote de estímulos pode enfrentar problemas no futuro. A legislação que criou a primeira versão do programa, o Pró-DF 1, teve pontos julgados ilegais pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O financiamento de até 70% do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) foi considerado inconstitucional, por não ter obtido a aprovação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A Lei Distrital n° 3.266/2003, que instituiu o Pró-DF 2, tem um dispositivo quase idêntico.

Na época em que o Pró-DF 1 foi contestado, estímulos ligados ao ICMS concedidos por outras cinco unidades da Federação caíram. A intenção da Corte foi acabar com a guerra fiscal, nome dado à prática dos estados de oferecerem facilidades sem aval do Confaz, a fim de atrair empresários para seus territórios.

Ameaça
O secretário de Desenvolvimento Econômico admite que o Pró-DF 2 está ameaçado. Segundo ele, secretarias do Governo do DF continuam trabalhando em um novo programa de fomento, que não tenha por base o ICMS. “Só que isso ainda vai ser objeto de apreciação do governador e aprovação da Câmara. Enquanto não acontece, o Pró-DF continua valendo. Vamos continuar fazendo o que diz a lei vigente”, declarou.

O setor produtivo local recebeu bem a notícia da reativação do programa. José Luiz Dias Fernandez, primeiro vice-presidente da Federação da Indústria do Distrito Federal (Fibra), participou da reunião do Copep de ontem. Para ele, a economia local precisa voltar à normalidade. “No ano passado, foi uma instabilidade, tivemos três governadores. E este ano o programa não funcionou no primeiro semestre”, lembrou. Danielle Moreira, presidente da Associação Comercial do DF (ACDF), também é a favor da retomada. “É uma necessidade. A gente precisa dar um incentivo para o empresário continuar investindo aqui. Mas a análise dos processos tem que ser bem apurada, para não continuar dando lote a quem não precisa.”











http://www.correiobraziliense.com.br...resarios.shtml
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  #23  
Old Posted Nov 10, 2011, 1:27 PM
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De janeiro a outubro, 6.421 empresas foram fechadas por fraudes no Fisco


O combate à sonegação fiscal em 2011 já rendeu aos cofres do governo local R$ 884,5 milhões. Desde janeiro, 6.421 empresas tiveram as portas fechadas por burlar a legislação para tentar se livrar do pagamento de impostos. Ao longo das investigações, fiscais da Secretaria de Fazenda acabaram com o esquema de grandes varejistas que funcionavam em locais de fachada e em nome de laranjas. Somente ontem, o Diário Oficial do Distrito Federal trouxe o cancelamento de 374 registros devido a irregularidades constatadas pelo Fisco.

Para marcar a terceira edição do Dia Nacional de Combate à Sonegação, cerca de 150 fiscais, policiais militares, servidores da Receita Federal e da Polícia Federal participaram ontem de operação para desbaratar fraudes. As ações no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, nas principais vias de acesso ao DF e em visitas surpresas a lojas e supermercados suspeitos somaram mais de R$ 36 milhões em crédito tributário.

As equipes deram ênfase à fiscalização de cargas. Pela manhã, servidores flagraram no aeroporto um carregamento de garrafas de vodca com documentos fiscais destinados ao Rio de Janeiro. Uma grande empresa do setor de telecomunicações, cujo nome não foi revelado, trazia ao DF produtos eletrônicos com cupons que não condiziam com os produtos. Na BR-040, que liga Brasília ao Rio de Janeiro, mais irregularidades foram encontradas em documentos relacionados a uma carga de pneus.

Infrações
Desde o início do ano, a Secretaria de Fazenda se esforça para intensificar a presença fiscal e conter os sonegadores. De maneira simbólica, o novo titular da pasta, Marcelo Piancastelli, entregou ontem ao promotor Rubin Lemos, da Promotoria de Defesa da Ordem Tributária do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), 29 autos de infração para que empresas irregulares sejam representadas criminalmente. Piancastelli disse que o Dia Nacional de Combate à Sonegação tem, acima de tudo, caráter educativo e preventivo.

O MPDFT também tem exercido papel importante para conter o calote aplicado por pessoas jurídicas. “O DF quer mais empresas, mas empresas idôneas e que cumpram e lei”, comentou o promotor Rubin Lemos. Segundo ele, a sonegação é praticada na capital do país por empresas dos mais diversos ramos. Lemos reforçou que o Estado está de olho nas organizações de fachada — muitas delas contam com o atuação de contadores para se livrar da obrigação dos tributos. O crime de falsidade ideológica é cometido com frequência por sonegadores.


NOVO PRESIDENTE DO BRB SERÁ DO PT
O governador Agnelo Queiroz (PT) anuncia hoje o novo presidente do Banco de Brasília (BRB). Será Jacques Pena, da tendência Articulação. Sai Edmilson Gama. Secretário de Desenvolvimento Econômico, Jacques Pena é bancário e foi presidente da Fundação Banco do Brasil. Pena é aliado do deputado distrital Chico Vigilante e do secretário de Habitação, Geraldo Magela. O PT ganha mais espaço no governo Agnelo. (Ana Maria Campos)










http://www.correiobraziliense.com.br...no-fisco.shtml
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  #24  
Old Posted Nov 18, 2011, 11:21 AM
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Empresários cobram e Agnelo promete investir quase R$ 3 bilhões


A crise política preocupa o setor produtivo do Distrito Federal. Representantes da indústria, do comércio e da agricultura se reuniram ontem, na Federação das Indústrias do DF (Fibra), com o governador Agnelo Queiroz. Os empresários temem que a onda de denúncias contamine a economia local e provoque a paralisação de obras, a quebra de contratos com o setor privado, além de dificultar as negociações com outros estados. Hoje, o Governo do DF é responsável por 25% da riqueza gerada na capital federal.

Agnelo, em longo discurso, prometeu investir R$ 2 bilhões em mobilidade urbana, como a ampliação do metrô; R$ 750 milhões na reforma do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek; e contratar 40 engenheiros e arquitetos para apressar a liberação de alvarás.

Ele lembrou que negocia com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) empréstimo de R$ 800 milhões para aplicar na Companhia Energética de Brasília (CEB). Embora ainda não haja data para o dinheiro chegar à empresa, o governador afirmou que o acordo tem o apoio da presidente Dilma Rousseff.

Cautela
“O que a gente percebe é que há um submundo do crime que quer desestabilizar o governo. Existem interesses em criar um ambiente difícil para o DF e dificultar os investimentos aqui”, declarou o governador.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do DF, Renato Simplício Lopes, manifestou total apoio ao governador. “Acredito na sinceridade dele (Agnelo) e que Deus o ajude nessa empreitada.” Os dirigentes da Fibra, Antônio Rocha, e da Associação Comercial do DF, Danielle Bastos Moreira, foram mais cautelosos. Ambos entendem que as denúncias geram incertezas no ambiente econômico.

Embora a crise ainda não tenha afetado os diferentes segmentos da economia local, os empresários, o presidente da Fibra afirmou que é cobrado com frequência sobre a liberação de obras. “Todos os dias escuto: ‘Toninho, que dia o governador vai liberar as obras?’”. No ramo da construção civil são esperadas até o fim deste ano licitações no valor de R$ 80 milhões voltadas às obras viárias, como 300km de ciclovias.














http://www.correiobraziliense.com.br...-bilhoes.shtml
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  #25  
Old Posted Nov 18, 2011, 11:23 AM
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Antes do GDF sair dando lotes aos empresários, primeiro tem que colocar infra-estrutura né.
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  #26  
Old Posted Nov 24, 2011, 10:40 AM
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Empresários reclamam da carga de impostos e cobram investimentos prometidos



Empresários insistem na necessidade de uma reforma para aliviar a carga de impostos. Cobram também os investimentos prometidos pelo GDF e a qualificação de trabalhadores



Construção civil: segmento que mais demanda operários qualificados


Representantes da indústria voltaram a reclamar da elevada carga tributária, da falta de qualificação dos funcionários e da demanda em marcha lenta, principalmente por parte do governo local. As queixas foram detectadas pela sondagem realizada pela Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada esta semana. O estudo enumera também os principais problemas para a competitividade, no entendimento dos empresários.

O valor dos tributos é o que mais incomoda o setor. Entre os entrevistados em setembro, 63% creditam aos impostos as dificuldades para o desenvolvimento da atividade. “A carga tributária sempre foi um grande entrave”, diz o presidente da Fibra, Antônio Rocha, antes de lembrar que o custo da tributação no Brasil é um dos mais altos do mundo. Ele defende a retomada da discussão em torno da reforma tributária.

A escassez de trabalhador qualificado no mercado surge como o segundo maior problema apontado pelos industriais brasilienses — o tema foi lembrado por 51,5% dos entrevistados. Com a proximidade dos grandes eventos esportivos internacionais, a preocupação com a mão de obra se torna ainda maior. A Fibra prepara um projeto para, em 2012, construir uma escola técnica em Taguatinga, na tentativa de reduzir o deficit existente.

Cursos
Este ano, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), ligado ao Sistema S, deve formar mais de 11 mil pessoas para atuar nos diferentes segmentos da indústria do DF. De acordo com presidente da Fibra, todos concluem os cursos com emprego garantido. “Mesmo assim, o mercado continua demandando mais gente”, diz Rocha. Para ele, a indústria precisa focar, com o apoio do governo, na formação de jovens em busca de uma primeira oportunidade.

A sondagem também aponta como entraves do setor a competição acirrada (33,3%), a falta de demanda (30,3%) e as taxas de juros elevadas (27,3%). Na semana passada, em encontro com o governador Agnelo Queiroz (PT), os empresários brasilienses cobraram rapidez nos investimentos. “As obras prometidas estão demorando muito a sair”, lembra Rocha. O ritmo lento afeta, além da construção civil, os segmentos da informática e as indústrias gráficas.

Mesmo com as queixas recorrentes, os números de setembro indicam uma expansão da indústria local ante agosto, ainda que tímida. O índice que mede a evolução da produção alcançou 54,5 pontos e o indicador do emprego atingiu 54,9 pontos. Já o nível de utilização da capacidade instalada (UCI) caiu oito pontos percentuais e ficou em 67%.

A pesquisa da Fibra sinaliza ainda que os empresários estão otimistas com os próximos seis meses, principalmente em relação ao volume de exportação. O índice de expectativa nesse quesito ficou em 75 pontos. As perspectivas para a demanda melhoraram, mas em menor intensidade. Em relação à produção, o indicador chegou a 63,2 pontos, contra 58,7 pontos no mês anterior.
















http://www.correiobraziliense.com.br...ometidos.shtml
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  #27  
Old Posted Nov 28, 2011, 2:10 PM
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Entorno

Águas Lindas foi a que mais cresceu



De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Águas Lindas foi a cidade brasileira que mais cresceu em 2010. Segundo dados da Secretaria de Indústria, Comércio e Trabalho de Águas Lindas (GO), o ponto forte da movimentação financeira da cidade está no segmento de vendas e serviços.





http://www.alo.com.br/noticias/ultim...Noticia=148311
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  #28  
Old Posted Dec 15, 2011, 5:28 PM
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Deputados distritais aprovam a redução do ICMS de 17% para 12%


No penúltimo dia antes do início do recesso parlamentar, os deputados distritais aprovou ontem a redução de 17% a 12% no Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o setor atacadista do Distrito Federal. A medida, chamada de Pró-atacadista, tem como principal objetivo combater a guerra fiscal entre estados vizinhos, especialmente Goiás.

Outra lei correlacionada que deve ser aprovada hoje permitirá o perdão de uma dívida fiscal de R$ 9 bilhões a empresas do setor. Esse passivo foi criado por um vácuo na legislação, quando a diminuição tributária acabou considerada inconstitucional e muitas firmas passaram a ser consideradas devedoras. “Com essa aprovação, a Câmara está dando um tratamento constitucional à matéria e incentivando a atividade, que é muito importante para a economia do Distrito Federal”, explicou o líder do governo, Wasny de Roure (PT). “É importante colocar esse tipo de comércio no DF como referência para o Centro-Oeste e, ao mesmo tempo, com possibilidade de competir com os mercados das Regiões Norte e Nordeste”, disse o secretário da Fazenda, Marcelo Piancastelli.

De última hora, foi aprovada ontem a criação da 31ª Região Administrativa no Distrito Federal, a da Fercal, que fica próximo a Sobradinho. O projeto é de autoria do Executivo, e a nova administração deve ser criada em janeiro. Segundo o governo local, a região tem um núcleo habitacional consolidado. “Com isso, poderemos dar assistência maior para a população local”, explicou o coordenador de Assuntos Legislativos do GDF, José Willeman.

Outros projetos de autoria do Executivo aprovados ontem foram o plano de gestão integrada de resíduos da construção civil e resíduos volumosos, além da lei que regulariza e organiza o funcionamento das feiras livres e permanentes no DF. No caso do primeiro, ele prevê responsabilidades e disciplina a ação dos geradores, transportadores e receptores de resíduos. Outra aprovação de destaque foi a complementação, pelo GDF, do valor do programa federal Bolsa Família.

Além das aprovações em dois turnos das matérias de interesse do Executivo (incluindo também a liberação de créditos suplementares), o Legislativo aprovou em 1º turno quase 50 propostas dos próprios deputados, a maioria criação de datas comemorativas e de outras festividades no calendário de eventos da capital federal. Ainda existem projetos considerados essenciais pelo GDF a serem votados.

Questões delicadas
Ainda que não devam ocorrer problemas para a aprovação, dois projetos são mais polêmicos. O primeiro trata da equiparação das carreiras de auditores, de agentes fiscais e de fiscais tributários no DF. O segundo trata do estabelecimento do regime jurídico dos servidores do DF, que define direitos e regras para o funcionalismo público local.








http://www.correiobraziliense.com.br...-para-12.shtml
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  #29  
Old Posted Dec 19, 2011, 7:26 PM
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Segundo esses dados do portal terra, Dados de 2009, Brasília tem o 9° maior PIB municipal da industria Brasileira.






http://www.terra.com.br/economia/inf...pib-industria/
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  #30  
Old Posted Dec 19, 2011, 10:37 PM
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Composição do PIB industrial do DF:

Indústria Extrativa: 27 Milhões de Reais
Indústria de Transformação: 2,276 Bilhões de Reais
Construção Civil: 4,510 Bilhões de Reais
Produção e Distribuição de Eletricidade, Gás, Água, Esgoto e Limpeza Urbana: 844 Milhões de Reais
==========================
De toda forma, a industria de transformação ainda está muito tímida no CO, somando apenas 21,181 BI (sendo 54,5% de GO), bem menos do que alguns estados como:
SP - 199,851 BI
MG - 44,804 BI
RS - 41,543 BI
PR - 31,201BI
RJ - 30,514 BI
SC - 25,285 BI

Fabricas como Rekoff e Suzuki, entre outras que estão indo para o interior de Goiás, tendem a mudar gradualmente a concentração. O estado de SP, sozinho, detem 42,95% da produção da industria de transformação do país.

O item Indústria de Transformação é ainda aquele no qual o DF mais tem espaço para crescimento na formação de seu PIB, em relação ao perfil de formação do PIB brasileiro. Enquanto no DF esse setor prepresenta apenas 1,73% do PIB, no Brasil ele representa 14,36%, apesar de apenas 6 estados terem participação relativa em seus respectivos PIBs maior do que a média nacional (SP, MG, RS, PR, SC e AM), ou seja, estados com mais expressiva participação da industria de transformação do montante do PIB.
===========================
Apenas Luziânia, dentre as cidades do entorno do DF, tem produção industrial significativa, aparecendo em 7° lugar no ranking goiano. A seguinte na lista, dentre as cidades goianas, é formosa, em 30° lugar. Unaí, do lado mineiro, aparece em 74° lugar naquele estado. É bem provavel que no ranking de 2010, a ser divulgado ano que vem, Anápolis já apareça na frente de Goiânia como maior PIB industrial goiano...
==================================
Além disso, o DF aparece como 5° Maior PIB agropecuário e 3° maior PIB no setor de serviços, colado no Rio de Janeiro que é o 2°.

O setor de serviços inclui o item administração, saúde e educação pública e seguridade social no qual o DF é 1° colocado.

Esse setor representa 48% do PIB do DF, mas mesmo sem ele o DF se mantem a 3ª posição no PIB municipal com alguma folga e se mantem lider em PIB per capta entre as metrópoles brasileiras.

Outros itens que têm bastante destaque per capta no setor de serviços são, em ordem:
Intermediação Financeira, Seguros e Previdência Complementar e Serviços Relacionados;
Serviços Prestados às Famílias e Associativos;
Serviços de Informações &
Saúde e Educação Mercantís


Fontes:
http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tab...&o=29&i=P&c=21
http://www.ibge.gov.br/estadosat/tem...sregionais2009

Last edited by HLbsb; Dec 19, 2011 at 11:49 PM.
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  #31  
Old Posted Dec 26, 2011, 6:19 PM
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Gasoduto Brasil Central, que conecta São Carlos a Brasília têm previsão de iniciar em agosto a construção do empreendimento

A Transportadora de Gás do Brasil Central (TGBC) estima realizar no primeiro semestre do ano que vem chamada pública para contratação de capacidade do gasoduto Brasil Central, que conecta São Carlos (SP) a Brasília (DF). Respeitado o cronograma, a previsão da companhia é iniciar em agosto a construção do empreendimento.

Para que a chamada pública ocorra, no entanto, a TGBC ainda depende da liberação da licença de instalação pelo Ibama. De acordo com a transportadora, todos os documentos exigidos pelo órgão ambiental já foram entregues desde outubro, mas ainda não há previsão de quando a licença será emitida.

Pleito antigo das distribuidoras Gasmig, CEBGás e Goiasgás, o projeto do gasoduto Brasil Central tem como objetivo abastecer os mercados do norte de São Paulo, região do Triângulo Mineiro, Goiás e Distrito Federal. Com 20” de diâmetro, o sistema terá capacidade para transportar 5,5 milhões de m³/dia, a partir de seis pontos de entrega.

De acordo com o sumário descritivo do projeto, publicado nesta segunda-feira (12/12) no Diário Oficial da União (DOU), os city gates serão instalados nos municípios de Uberaba e Uberlândia (MG), Itumbiara, Caldazinha e Silvânia (GO) e Brasília.

O projeto, no entanto, poderá sofrer alterações em função das manifestações de interesse dos carregadores durante o processo de chamada pública para contratação de capacidade de transporte.

Fonte: http://www.saocarlosoficial.com.br/n...nto_3A8FGGMBJA
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  #32  
Old Posted Dec 28, 2011, 12:52 AM
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Parque Tecnológico Cidade Digital


Governo criará pacote de créditos e incentivos fiscais e tributários para facilitar a instalação de indústrias limpas dos setores de Ciência, Tecnologia e Inovação



A Secretaria de Fazenda está trabalhando na elaboração de um pacote de créditos e incentivos fiscais e tributários com o objetivo de facilitar a instalação, no Parque Tecnológico Capital Digital (PTCD), de indústrias limpas voltadas para os setores de Ciência, Tecnologia e Inovação. Os benefícios foram discutidos nessa segunda-feira (26) durante reunião entre os secretários Marcelo Piancastelli (Fazenda) e Cristiano Araújo (Ciência, Tecnologia e Inovação).

Os moldes do pacote para atração de investimentos no DF será definido conforme os estudos que estão sendo desenvolvidos por técnicos da Fazenda. Piancastelli adiantou, entretanto, que há a possibilidade de se obter financiamentos para essas empresas por meio do Banco de Brasília (BRB), com recursos do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), o que garantirá juros mais baixos.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação tem realizado tem diversas rodadas de reuniões e debates com os mais diversos órgãos do GDF, com objetivo de desburocratizar o Parque Tecnológico e viabilizá-lo como empreendimento, considerando que o projeto existe há sete anos, mas andou muito pouco desde então.

Em vistoria às obras da Cidade Digital, localizada ao lado da Granja do Torto, Cristiano Oliveira garantiu aos diretores do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal que os cronogramas de obras serão cumpridos e que o GDF cumprirá sua parte do contrato, entregando até maio de 2012 toda a infraestrutura da área. Os bancos estão instalando no Parque seus datacenters (bancos de dados), que já estão com seus prédios em avançado estágio de construção. “A Cidade Digital hoje não é mais apenas um projeto. É fato consumado e não tem volta”, afirmou o secretário.

Até maio, a Terracap, em conjunto com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, publicará o modelo de negócio que será utilizado para a definitiva implantação das empresas, o que poderá acontecer por meio de uma Parceria Público-Privada, a chamada PPP’s. Até lá, a Secretaria de Fazenda já terá concluído todo o pacote de incentivos que será concedido aos empresários. “Até 2014 teremos várias empresas instaladas na Cidade Digital, que gerarão cerca de 20 mil empregos”, destaca Cristiano Araújo.























http://www.agenciabrasilia.df.gov.br...D_CHAVE=162399
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  #33  
Old Posted Dec 28, 2011, 12:39 PM
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Vamos ver se isso sai mesmo do papel. Apesar que vejo uma luz no fim do tunel. Mas sabe como é, em Brasília tudo acontece na velocidade de lesma.
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  #34  
Old Posted Jan 27, 2012, 3:07 PM
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DF tem recorde de exportações em 2011, diz entidade empresarial



Voos internacionais ajudaram a incrementar estatística, aponta federação.
Carne de frango liderou vendas; sauditas e chineses foram maiores clientes.



O saldo de exportações do Distrito Federal totalizou US$ 184,23 milhões (cerca de R$ 385 milhões) em 2011, o que representa um aumento de 20% em relação a 2010 e o maior valor já exportado pelo DF, de acordo com nota técnica da Federação das Indústrias do DF (Fibra) baseada em dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

De acordo com a Fibra, o aumento de voos internacionais saindo do aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, foi determinante para o crescimento das exportações. O segmento de combustíveis e lubrificantes para aeronaves registrou alta de 120,15% no ano passado.

“As empresas aéreas internacionais que operam na rota de Brasília para, principalmente, Estados Unidos e Portugal (que é a entrada da Europa), abastecem no Brasil e a compra é contabilizada como exportação de produto nacional”, disse o presidente da Fibra, Antônio Rocha, por meio de suas assessoria de imprensa.

Outro setor que impulsionou as exportações do DF foi o agrícola. O ranking de produtos mais exportados é liderado por “pedaços e miudezas de frango” e “carnes de galos e galinhas em pedaços”, com 52,39% das exportações e US$ 96,51 milhões comercializados, segundo a Fibra.

Entre os países que mais receberam produtos do DF, a Fibra listou a Arábia Saudita (19,87% do total exportado no ano) e a China (13,28%), compradoras de carnes de frango e os grãos de soja, seguidas de Estados Unidos (11,09%) e Portugal (10,46%), por causa dos voos internacionais.

Importações
No ano, o DF importou 20% menos do que em 2010. A Fibra informou que a redução se deve à diminuição de 42% nas compras de frações de sangue e medicamentos pelo Ministério da Saúde.

A nota afirmou ainda que os países dos quais o DF mais comprou foram Estados Unidos (30%), Áustria (11%), Alemanha (9%), Índia (7%) e China (5%).

Dezembro
A nota diz que o mês de dezembro de 2011 registrou US$ 21,78 milhões em exportações do DF, número 96% maior do que os US$ 11,07 milhões registrados em dezembro de 2010. As importações no mesmo mês somaram US$ 125,11 milhões, 15% a mais do que em relação ao mesmo mês de 2010.




OS PRODUTOS MAIS EXPORTADOS PELO DF EM 2011




Produto

Valor exportado

Participação



Pedaços e miudezas de galos e galinhas

US$ 52 milhões

28%



Combustíveis e lubrificantes para aeronaves

US$ 46 milhões

25%



Carnes de galos e galinhas cortadas em pedaço

US$ 44 milhões

24%



Outros grãos de soja

US$ 34 mlhões

18%



Mercadorias para consumo de bordo em aeronaves

US$ 2,8 milhões

1,53%





http://g1.globo.com/distrito-federal...presarial.html
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  #35  
Old Posted Jan 27, 2012, 3:17 PM
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Recorde nas exportações, mas ainda assim o resultado é inespressivo comparando com outros estados, sinal que tem muito a ser feito para chegar a US$ 1BI, quem sabe com a cidade aeroportuaria isso se torne realidade...
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  #36  
Old Posted Jan 28, 2012, 1:54 PM
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Carnes e miudezas de frango???????? Não invista em pesquisa e tecnologia não, Brasília... assim, você terá que vender toneladas e mais toneladas de galinha pra conseguir comprar um chipizinho de computador.
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  #37  
Old Posted Jan 31, 2012, 2:29 PM
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Empresários de Brasília recebem alvarás hoje



Administração de Brasília entregará 300 documentos a empresas da capital


Cerca de 300 empresários das asas Sul e Norte receberão hoje (31) seus alvarás de funcionamento. A entrega será feita neste manhã pelo Administrador de Brasília, Messias de Souza (foto), que após montar uma força-tarefa com arquitetos do órgão, da Agefis e da Terracap, conseguiu atender a demanda de processos que aguardavam até três anos pelo documento.

Alguns pedidos de alvará de funcionamento se encontravam parados na administração por diversos motivos. Após determinação do governador Agnelo Queiroz de agilidade no atendimento às solicitações dos empresários, o administrador buscou reforço em outros órgãos e conseguiu, nos últimos seis meses, analisar cerca de 300 processos.

Segundo Messias, estes empresários serão apenas os primeiros a serem beneficiados. Eles receberão os documentos já assinados hoje e, a partir dai, estarão com seus empreendimentos legalizados. A ideia, contudo, vai além do mutirão que termina nesta terça. A cada 15 dias, o administrador pretende entregar mais alvarás. Cerca de 100.




Além da emissão dos alvarás – atrasados desde as gestões anteriores –, Messias adotará outra medida que beneficiará a população de Brasília, inclusive os empresários que buscam alvarás de funcionamento. Deverá ser anunciada nos próximos dias que a Administração de Brasília não será mais fechada no horário de almoço. O novo horário visa atender àqueles que só possuem o período entre 12h e 14h para resolver assuntos particulares e acabam esbarrando no horário de almoço dos servidores. O órgão atenderá das 8h às 18h, sem interrupção.

“A Administração trabalha pela legalidade dos processos e pelo atendimento. O cidadão tem que ser atendido pelo servidor e ter sua solicitação atendida pelo órgão”, enfatizou Messias. Hoje, cerca de 70% dos pedidos de alvarás de funcionamento que estão no órgão, por exemplo, estão parados por falta de documentação exigida. “Estamos entrando em contato, solicitando que os empresários atendam às exigências para que possamos fornecer todos os alvarás pendentes. Só não teremos protecionismo, quem estiver ilegal ou sem documentação, não terá o documento”, explicou.

A cerimônia de entrega de alvarás acontece às 9h30, no auditório da sede da Administração de Brasília (SBN quadra 2 bloco K S1).













http://www.alo.com.br/noticias/ultim...Noticia=156628
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  #38  
Old Posted Feb 1, 2012, 4:22 PM
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Será que dentre esses alvarás, está do home center C&C no SIA?
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  #39  
Old Posted Feb 7, 2012, 3:00 PM
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Wickbold esquenta o forno na guerra contra a mexicana Bimbo
Fabricante quer faturar R$ 1 bilhão em 2015 e chegar a dois novos estados no próximo ano, além dos 11 atuais.

O mercado de pães industrializados encontra-se em pleno processo de fermentação no Brasil.

A mexicana Bimbo, líder do segmento com um total de sete marcas como Pullman e Nutrella, e a paulistana Wickbold, a terceira do ranking, estão expandindo seus fornos para novas geografias.

Na próxima semana, a Wickbold, companhia familiar fundada há 74 anos e dona de um faturamento de R$ 511 milhões, vai definir em qual endereço construirá sua fábrica de Santa Catarina, a quinta do país.

Em paralelo, ela amplia a unidade industrial de Hortolândia (SP) e soma um investimento de R$ 25 milhões nos dois projetos neste ano.

No dia 15, o mexicano Daniel Servitje, CEO do Grupo Bimbo e rival da família Wickbold, desembarca em Brasília para a inauguração da planta industrial que operará no Pólo JK Santa Maria, a oitava da companhia no país.

A fábrica, primeira do grupo na região Centro-Oeste, tende a intensificar a briga nas gôndolas brasilienses, terreno dominado pela Wickbold.

"Não temos medo. Nós gostamos de desafio", alfineta Bernardino Costa, diretor comercial da Wickbold, entre risos e promessas de muitos lançamentos e de também atingir R$ 1 bilhão em receita até 2015.

Pães especiais

Embora não seja a líder do mercado brasileiro de pães, que movimentou por volta de R$ 3 bilhões em 2011, a Wickbold está concentrando suas armas nas versões especiais, que se referem aos pães produzidos com ingredientes diferenciados como farinha integral, castanha do pará, quinoa e até iogurte.

E é justamente nesta categoria de pães especiais que a marca quer dar o pulo do gato nos próximos meses, estratégia que deve ajudá-la na meta de ultrapassar a Bimbo.

Com suas sete marcas, o grupo mexicano lidera o segmento como empresa, com 38% de participação de mercado. Já a Wickbold detém 27,5% de participação. "Nossa estratégia é, em dois anos, ultrapassar a Bimbo em pães especiais", afirma Costa.

Os pães especiais apresentam a maior taxa de crescimento na indústria de panificação e respondem por 45% de todos os pães industrializados vendidos no país.

O Sul do Brasil, terreno da Nutrella, da Bimbo, é forte no consumo de pães e tem o mesmo poder de compra do interior de São Paulo.

Com a fábrica de Santa Catarina, a Wickbold planeja alavancar suas vendas no Rio Grande do Sul, onde só atende a rede Zaffari, e no estado catarinense.

Mato Grosso do Sul entra no radar da Wickbold, a partir da ampliação da planta de Hortolândia. Em 2013, a empresa pretende aterrisar em dois novos estados, além dos 11 atuais.Por Françoise Terzian

Fonte:brasileconomico06/02/2012
Fonte: http://fusoesaquisicoes.blogspot.com...na-guerra.html
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  #40  
Old Posted Feb 7, 2012, 3:06 PM
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E depois, dizem que aqui não tem fábrica de nada né. Nem de pizza e marmelada...
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