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  #241  
Old Posted Jul 27, 2015, 4:12 PM
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Fibra quer dobrar fatia industrial no PIB do DF


A indústria do DF quer dobrar a participação no PIB (Produto Interno Bruto) da capital, que é a soma de todas as riquezas produzidas no país. Segundo o presidente da Federação das Indústrias do DF, Jamal Jorge Bittar, em 2014, apenas 5% do PIB total do DF - que no cenário nacional representa 3,9% - veio da indústria local.

Para atingir esse objetivo, Bittar afirma que os investimentos serão direcionados para a inovação. "Precisamos aproveitar a particularidade que temos e transformar o DF num centro de tecnologia", diz o presidente.

A aposta em inovação é uma tentativa de reverter o quadro de pessimismo que atinge os empresários industriais da cidade. Segundo dados mais recentes da Fibra, apesar do aumento no nível da produção do setor entre abril (32,2 pontos) e maio (39,7 pontos) deste ano, o indicador permanece abaixo da linha dos 50 pontos.

A confiança dos empresários também apresentou leve alta (de 0,6 ponto de maio a junho, quando atingiu 38,9 pontos), mas também está abaixo do patamar considerado positivo pela instituição.

Segundo Bittar, os moradores da capital são a maior fatia dos consumidores da produção local. "A maioria das pessoas consome vários produtos de qualidade produzidos no DF e não sabe. A qualidade do que é produzido em Brasília é acima da média do país".

Para estimular o consumo de produtos feitos no DF, a Fibra lançou um selo que identifica bens e serviços locais. Segundo Bittar, a marca vai ajudar a consolidar a presença da indústria do DF.












http://www.destakjornal.com.br/notic...-do-df-275725/
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  #242  
Old Posted Jul 28, 2015, 3:53 PM
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Para dobrar precisamos.....

Mão de Obra....
Infra-estrutura....
E impostos mais competitivos e também empresas com maior valor agregado. Algo que não existe em Brasília.
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  #243  
Old Posted Aug 5, 2015, 12:03 PM
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Mesmo com incentivos dados pelo governo, produção da indústria recua



No primeiro semestre, retração em relação ao mesmo período de 2014 alcança 6,3% - a maior desde 2009. Só dois dos 26 segmentos têm números positivos


Os brasileiros estão acostumados com crise. Mas esta que o país atravessa consegue surpreender. Em junho, a produção industrial do país caiu 3,2% em relação ao mesmo mês de 2014, a 16ª redução seguida, algo inédito. “É a maior sequência de quedas já registrada. Só entre 2009 e 2011 estivemos perto disso, mas não se chegou a tanto”, disse André Luiz Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De janeiro a junho, a redução acumulada é de 6,3%, o pior resultado semestral desde 2009.

E o que chama a atenção dos especialistas é a disseminação dos números negativos, que afetam 24 dos 26 segmentos em que a produção se divide. Com estoques altos, as indústrias de máquinas e de automóveis são especialmente afetadas: tiveram queda de, respectivamente, 14,2% e 10,7% na comparação com o ano passado (veja quadro ao lado). “As maiores dificuldades para concessão de crédito e a baixa confiança, tanto dos empresários quanto dos consumidores, afetam especialmente esses setores. E não há perspectiva de uma retomada”, analisou Macedo. Os fabricantes de máquinas oferecem ao mercado os chamados bens de capital, que permitem a outras empresas produzir mais e melhor. Se elas não encontram demanda para o que fazem, é sinal de que ninguém vê sinais de crescimento no horizonte.

Em relação a maio, a queda da produção industrial em junho foi menor, de 0,3% — o mercado esperava redução de 0,7%. Mas houve ajuda do calendário: o mês teve um dia útil a mais neste ano do que em 2014. Só que esse detalhe torna a comparação anual ainda mais dramática: se, mesmo com a Copa e o calendário, se produziu em junho de 2014, mais do que neste ano, é porque a deterioração foi grande. “O resultado de julho deverá vir bem pior”, afirmou Paulo Gala, gestor da administradora de recursos Fator.

Para o economista Rafael Bacciotti, da consultoria Tendências, a situação vai continuar ruim por muito tempo. “Não conseguimos ver nada que possa reverter a situação”, afirmou. Ele previa queda de 5% na atividade industrial neste ano. Mas, por conta dos números de ontem e de outras informações, está revisando a projeção para baixo e acredita que o tombo chegará perto de 7%. O estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) também será revisada para menos do que a atual, de 1,5%, talvez para 2,5%. E, no ano que vem, a expectativa de ligeira alta provavelmente dará lugar à de estagnação.

Exportações

O setor acumula resultados negativos apesar dos incentivos concedidos pelo governo, incluindo empréstimos subsidiados e a desoneração da folha de salários, um benefício que o governo quer reduzir por meio de projeto em tramitação no Congresso. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, avisou ontem que não haverá novo socorro. Não que se conte seriamente com isso. “Com a situação fiscal do jeito que está, com queda na arrecadação, não há o menor espaço para novos subsídios”, analisou Gala, da Fator.

Ainda assim, ele espera que a produção industrial se recupere no próximo ano, por conta da desvalorização do real frente ao dólar. “As exportações começam a ficar mais competitivas, com menor peso do salário em dólar para a indústria brasileira”, explicou Gala. “Com a divisa a R$ 2,50, não há subsídio que resolva o problema e permita aos produtos brasileiros ganharem mercado no exterior. Com o dólar a R$ 3,50, não é necessário qualquer subsídio para conseguir isso”, disse.







http://www.correiobraziliense.com.br...ia-recua.shtml
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  #244  
Old Posted Aug 5, 2015, 6:02 PM
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Uai os caras recebem incentivos fiscais e não aproveitam. Parece o caso da LATAM no Gama. Essa empresa é igual gafanhoto. Pula de cidade para cidade enquanto houver incentivos fiscais. Acabou, ela desmonta a fábrica e migra para outra cidade.

A fábrica nossa já é velha, veio desmontada da Africa do Sul. Nem preciso entrar em detalhes.
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  #245  
Old Posted Aug 18, 2015, 12:07 PM
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Empresas irregulares no Pró-DF terão que prestar esclarecimentos

Após vistorias, o GDF constatou que empresas que nunca foram autorizadas e não possuem contrato com a Terracap estão ocupando irregularmente terrenos distribuídos pelo programa

Foto: Sheyla Leal/ObritoNews/Fato Online

Empresas ocupam irregularmente terrenos no Polo JK


Diversas empresas que ocupam lotes do Pró-DF (Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do Distrito Federal) terão que se explicar ao governo do Distrito Federal. Após vistorias, o GDF constatou que empresas que nunca foram autorizadas e não possuem contrato com a Terracap estão ocupando irregularmente terrenos distribuídos pelo programa em Samambaia, Ceilândia, SIA, Riacho Fundo, Santa Maria, Polo JK e Sobradinho.

As empresas convocadas a prestar esclarecimentos têm 30 dias para provarem a legalidade da ocupação. Após esse período, o processo será encaminhado ao Ministério Público do DF e Territórios, Agefis e Terracap.

Nos próximos dias, a Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável deve convocar novas empresas para receberem indicação de lotes, respeitando a cronologia dos processos. “Há empresas na lista aguardando desde o ano 2000 pelo benefício”, afirma o secretário Arthur Bernardes.

Não é a primeira vez que se constata irregularidades no Pró-DF. O programa já foi alvo de investigações em gestões passadas, inclusive de uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara Legislativa em 2011, que foi encerrada sem indiciar ninguém.

Neste ano, o governo anunciou regras mais rígidas para o programa, para tentar evitar fraudes.







http://fatoonline.com.br/conteudo/75...a&p=de&i=2&v=0
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  #246  
Old Posted Aug 18, 2015, 4:54 PM
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O problema é conseguir retirar os "ocupantes". Uma vez que estes se instalem, não importa se forma irregular é bem difícil tirar o carrapato de lá.

Conheço gente que comprou em licitações áreas que estavam ocupadas irregularmente e depois de anos ainda não conseguiram retirar o invasor de lá.
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  #247  
Old Posted Aug 28, 2015, 1:51 AM
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CANSADOS, EMPRESÁRIOS DO DF E SÃO ATRAÍDOS POR OUTROS ESTADOS



NOVO AUMENTO DE IMPOSTOS LEVA EMPRESÁRIOS A DESISTIREM DO DF


Cansados de maus tratos do governo do Distrito Federal, empresários comunicaram a entidades patronais, reunidos nesta quinta-feira (27), que estão em fase de “migração do CNPJ” ou de mudança para estados como Goiás. É que o governador goiano Marconi Perillo, tem feito propostas irrecusáveis, como facilidade para aquisição de terrenos, crédito, emissão de documentos e carga tributária compatível com o momento econômico do País.

O Sindivarejista, sindicato patronal do comércio do Distrito Federal presidido pelo empresário Edson Castro, reuniu 14 entidades do setor nesta quinta, para discutir o calote do governo do Distrito Federal, a morosidade na emissão de licenças e alvarás, além da falta de incentivo fiscal, motivos de queixa dos empresários desde janeiro último. Castro acha que a saída dessas empresas para outros estados poderá provocar um número recorde de desempregados.

A reunião, convocada às pressas, serviu para fechar o consenso de que o "acabou prazo dado para que o GDF mude a postura com o setor produtivo.

O ânimo dos empresários piorou com a informação de que o GDF prepara o envio de um "Pacote de Maldades" à Câmara Legislativa, que inclui aumento de impostos. Esse grupo de empresários, representados por suas entidades, já marcou reunião com duas dezenas de deputados distritais, em 21 de setembro.




















http://www.diariodopoder.com.br/noti...?i=38603582886
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  #248  
Old Posted Aug 28, 2015, 12:15 PM
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Toma EnrolaUmBeck, esse problema não tem nada haver com governo passado. Tem que melhorar a comunicação entre as secretarias. Nem com força tarefa resolveu o problema dos alvarás.
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  #249  
Old Posted Aug 30, 2015, 1:33 AM
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FALTA DE INCENTIVO, ALTAS TAXAS E FALTA DE DIÁLOGO DESANIMAM EMPRESÁRIOS


EMPRESÁRIOS DO DF AMEAÇAM FECHAR PORTAS E MUDAR PARA GOIÁS


A falta de incentivo e a excessiva carga tributária têm desanimado os empresários, que ameaçam deixar a capital federal. Para o presidente do Sindicondomínios-DF, José Geraldo Pimentel, além disso, o governo do DF tem conversado pouco com os empresários, principalmente do mercado atacadista. “Isso tem feito com que o governo, principalmente de Goiás, abra as portas para receber de braços abertos aqueles empresários que sentem que, economicamente e empresarialmente é viável estar nas imediações ou cidades vizinhas. Lá, a carga tributária é menor, o incentivo do governo é maior e eles conseguem ter uma competitividade no mercado que não conseguem hoje com a atual crise econômica do DF e, principalmente, crise política”, avaliou.

Pimentel conhece bem a situação, pois, além de presidir o Sindicondomínio, atua como empresário, contador, administrador de empresas e advogado. Ele acredita que o GDF não só está omisso como não tem uma política. “Em breve, o sindicato que compõe o sistema do comércio vai se reunir para buscar grandes temas que poderão fazer com que o governador assuma um compromisso definitivo conosco de apresentar soluções para que a gente possa ter um reaquecimento da economia”, prevê.

Pimentel conta que esteve reunido com o deputado distrital Bispo Renato (PR), que se comprometeu a entrar na briga entre GDF e empresários. “Ele se encarregou a estar junto conosco para que a gente possa fazer com que o governo assuma de vez com o segmento do comércio e serviço o compromisso de aquecer a economia, ou realmente vai ter uma debandada para estados e cidades vizinhas”, desabafou.

Caso as tentativas sejam frustradas, a consequência já está traçada: a debandada para outras regiões. A consequência, na visão de Pimentel, é o comprometimento direto na arrecadação do DF, um número considerável de desemprego, desaquecimento da economia e desgaste político para Rodrigo Rollemberg. “Ele (governador) precisa que alguém mostre e dê a ele números para que possa se convencer de que o governo está inerte e inoperante”, completou.










http://www.diariodopoder.com.br/noti...?i=38670438340
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  #250  
Old Posted Aug 31, 2015, 12:16 AM
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Melhor todos migrarem para o GO, DF não tem vocação (devido o GDF e pessoas conservadoras) a ser uma área industrial de qualquer espécie.
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  #251  
Old Posted Aug 31, 2015, 12:37 AM
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Melhor todos migrarem para o GO, DF não tem vocação (devido o GDF e pessoas conservadoras) a ser uma área industrial de qualquer espécie.
Verdade, concordo.
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  #252  
Old Posted Aug 31, 2015, 10:52 AM
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Pesquisa mostra que tempo médio para abrir uma firma no DF é de 120 dias



São 13 procedimentos obrigatórios para se chegar à inauguração da firma


Entre ter a ideia de um negócio e concretizá-lo existe uma barreira desanimadora: a burocracia. Além de retardar o tempo de abertura da empresa, os custos se mostram altos para o empreendedor. No caso do Distrito Federal, essa questão se torna ainda mais sensível. O processo trava logo no primeiro documento necessário para a formalização: a consulta prévia. Esse registro é dado pelas administrações regionais e cada uma das 31 existentes tem normas de gabarito diferentes. Em regiões sem regularização fundiária, por exemplo, esses órgãos não têm um plano diretor, o que complica a emissão do documento. Somente com essa autorização o empreendedor pode seguir com as outras etapas para a consolidação da firma.

Pelo menos 13 procedimentos burocráticos são necessários para iniciar o projeto de um negócio e inaugurá-lo em território brasileiro. Nos países que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a recomendação é de cinco trâmites. Em nações como o Canadá, uma companhia inicia a operação em 16 dias. Na Nova Zelândia, em três.

Na opinião de especialistas, em tempos de crise econômica, facilitar a abertura de pequenas empresas é essencial para girar a economia e gerar empregos. No DF, esse tipo de negócio corresponde a 90% do universo empresarial. A Lei do Simples unificou impostos, mais é preciso mais. “O Simples Nacional facilitou a vida da empresa como um contribuinte não como um empresário”, avalia o coordenador do Núcleo Acadêmico de Vocação Empreendedora do Ibmec, João Bonomo.








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  #253  
Old Posted Aug 31, 2015, 10:53 AM
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Por essas e outras que empresários do DF querem sair da Capital rumo ao estado de Goiás
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  #254  
Old Posted Aug 31, 2015, 12:42 PM
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Detalhe o Agnulo aquele que dizem não fez nada, implementou junto com o governo federal a abertura de empresas em 5 dias. Será que o EnrolaUmBeck cancelou esse contrato também.
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  #255  
Old Posted Sep 15, 2015, 7:29 PM
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BAUMINAS Química anuncia novas unidades fabris em Brasília e no Espírito Santo

A BAUMINAS Química, líder nacional em produtos químicos para o tratamento de água e efluentes, anunciou o investimento de R$ 8 milhões na construção de uma nova unidade fabril em Brasília - DF.

O projeto tem como objetivo principal ampliar e estruturar ainda mais a logística da empresa, um dos seus principais diferenciais, de modo a atender à crescente demanda da região Centro-Oeste.

A fábrica de Brasília produzirá principalmente coagulantes à base de alumínio e ferro, apresentando a capacidade produtiva de aproximadamente 50.000 toneladas por ano.

A BAUMINAS Química também fortalecerá a sua participação na região Sudeste através da construção de uma nova unidade fabril no Espírito Santo.

A nova estrutura, que contará com 14 unidades fabris, permitirá que a BAUMINAS Química esteja ainda mais próxima de seus clientes em todas as regiões do Brasil, aprimorando o atendimento e estando apta a suprir demandas emergenciais de mercado.

O projeto faz parte do planejamento estratégico da BAUMINAS Química que visa estruturar e capacitar a empresa para os grandes desafios futuros em busca da universalização do saneamento básico no Brasil.
Sobre a BAUMINAS Química

A BAUMINAS Química é uma empresa pertencente ao Grupo BAUMINAS, que possui 100% de capital nacional, 13 unidades fabris, 3 unidades de mineração e mais de 900 colaboradores diretos. O Grupo BAUMINAS é formado pelas seguintes empresas: BAUMINAS Química, BAUMINAS Ambiental, BAUMINAS Mineração, BAUMINAS Distribuição, BAUMINAS Hidroazul e BAUMINAS Log.

Com mais de 50 anos de história, a BAUMINAS Química é líder nacional em produtos químicos para o tratamento de água e efluentes. Possui 12 unidades produtivas, 2 escritórios administrativos e mais de 600 colaboradores diretos.

Seus principais diferenciais são a produção vertical de matérias-primas, através de parceria com a BAUMINAS Mineração, tecnologia e inovação em produtos, logística estruturada e inteligente e suporte técnico altamente capacitado.

A BAUMINAS Química atende as principais empresas de saneamento do Brasil, tanto no mercado público como no privado, e grandes empresas no setor de papel e celulose, bebidas e demais processos industriais.


Fonte: BAUMINAS Química anuncia novas unidades fabris em Brasília e no Espírito Santo
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  #256  
Old Posted Sep 16, 2015, 12:32 PM
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  #257  
Old Posted Oct 3, 2015, 2:01 PM
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Indústria do DF vive crise econômica com galpões vazios e baixa venda



Especialistas afirmam que os incentivos precisam ser revistos para continuarem a existir

A crise econômica fica cada dia mais visível no Distrito Federal. Quando se trata da indústria local, ela se torna evidente, seja nos galpões vazios de mercadorias, na diminuição de postos de trabalho, seja na grande quantidade de lotes com promessas de virarem fábricas. Somente entre os meses de julho e agosto deste ano, 5 mil funcionários foram demitidos. Nem mesmo a chegada do Natal — melhor época para o varejo e a indústria — tem aumentado confiança do empresariado do setor. Segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a indústria local produz R$ 8,4 bilhões anuais, emprega 127 mil pessoas e contribui com 5,7% na produção de riquezas do DF, uma das menores participações entre as unidades da Federação.

Além da conjuntura econômica nacional — recessão, juros e alta do dólar —, o setor lida com mais problemas que persistem no DF. Uma das principais questões é a insegurança jurídica — as políticas de fomento têm dificuldades de durar mais de um mandato. Este ano, por exemplo, os cerca de R$ 100 milhões destinados ao Ideas, programa em que o governo financia o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) a juros subsidiados, foram direcionados para o pagamento de servidores públicos e para cobrir o rombo das contas públicas. Dessa forma, os empresários não recebem desde janeiro os valores que eles previram para contratos assinados em 2013 e 2014.

Concorrência

O Ideas foi a solução encontrada pelo GDF para manter benefícios aos empresários após o julgamento de renúncias fiscais, como o Pró-DF, serem considerados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal. O GDF correu atrás de alternativas porque boa parte dos investimentos estavam indo para Goiás, uma vez que os programas do estado vizinho, como o Fomentar e o Produzir, ainda não foram julgados pelo STF. Além disso, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), reúne-se com empresários e oferece condições favoráveis.

A direção do Fujioka optou por implantar todo o e-commerce da loja no Espírito Santo. O projeto era que ficasse no Centro Distribuição do Polo JK, em Santa Maria, no DF. Inclusive, oito salas chegaram a ser construídas próximas aos galpões. A localização privilegiada de Brasília e a facilidade logística de estradas e aeroporto colocaram a capital em vantagem. Porém, após dificuldades burocráticas e creditícias, o comércio eletrônico foi para o sudeste brasileiro. Da estrutura de R$ 80 milhões, composta por três galpões, apenas um é utilizado em Brasília. “A ideia era que gerássemos 112 empregos. Tínhamos 115 funcionários. Agora, estamos com um pouco mais de 40”, comenta Gilberto Caxias, gerente do Centro de Distribuição do Fujioka em Brasília.

ICMS

Na corrida do governo de Rodrigo Rollemberg (PSB) para aumentar a arrecadação tributária, a perda de indústrias pode diminuir a base pagadora de impostos. Em 2014, as 21 maiores indústrias do DF geraram R$ 184 milhões em ICMS. Segundo levantamento do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social do Setor Produtivo do Distrito Federal (Idesp), para cada R$ 1 de imposto, R$ 0,23 correspondem aos benefícios fiscais. “Nossa preocupação é manter quem está aqui”, afirma Edward Líbaino Martins, gerente-geral do Porto Seco do Distrito Federal. Segundo Edward, com o desaquecimento do setor produtivo, a demanda para o porto também diminuiu. “Nós tínhamos 85 pessoas contratadas em 2010; agora, nossa equipe é de 25.”

A melhoria da infraestrutura também é uma demanda do setor. No Polo JK, por exemplo, as indústrias têm problemas de energia elétrica e gastam muito com óleo para manterem geradores funcionando. A rede de esgoto não está interligada à estação de tratamento. As péssimas condições do asfalto também atrapalham as condições de escoamento das mercadorias.

Para a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), uma das principais preocupações é a limitação do Fundo de Desenvolvimento (Fundefe) em R$ 100 milhões, depois do corte no orçamento anunciado por Rollemberg no mês passado. “Esse valor mal atende o pessoal do Ideas e o resto do setor produtivo. Estamos conversando com o governador e ele tem se mostrado sensível ao assunto”, afirma Jamal Bittar, presidente da Fibra.

Setor dinâmico

Marcos Sarmento Melo, professor de finanças do Ibmec-DF e sócio da Valorum Consultoria Empresarial, explica que a indústria tende a ser financiada em todo o mundo porque o setor é dinâmico e gera muito emprego. Porém, ele ressalta que é preciso dar continuidade aos incentivos e evitar as panes burocráticas, como para concessão de alvará. “Não adianta dar incentivo e dificultar o funcionamento da iniciativa privada com legislação.” Na opinião de Newton Marques, professor de economia da Universidade de Brasília, é preciso rever os incentivos. “As indústrias pedem dinheiro, mas têm dificuldade para reagir. É preciso traçar uma real estratégia entre governo e setor produtivo”, acredita.







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  #258  
Old Posted Oct 3, 2015, 7:52 PM
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Galpões vazios significa uma coisa... INVESTIMENTO ESPECULATIVO... Vieram aqui para fazer que nem uma empresa que não vou citar. Fica migrando de país para país e de cidade para cidade, em busca puramente de incentivos fiscais, depois que eles acabam. Simplesmente fecham as portas.
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  #259  
Old Posted Oct 7, 2015, 9:38 PM
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Produção industrial cai e postos de trabalho diminuem no DF

A indústria do Distrito Federal tem produzido cada vez menos. O índice de evolução da produção caiu 1,7 pontos em agosto, ficando em 38,7 pontos. Os dados são da Sondagem Industrial realizada pela Federação das Indústrias do DF (Fibra), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A pesquisa revela, ainda, que o chão de fábrica das empresas tem ficado mais tempo ocioso e que os empregos estão diminuindo no setor industrial brasiliense.

Segundo a Sondagem, “esse distanciamento da linha divisória revela que a queda em agosto foi mais intensa e disseminada que a observada no mês anterior”. Os indicadores da pesquisa variam no intervalo de 0 a 100, sendo que valores acima de 50 pontos indicam evolução positiva, enquanto o contrário indica queda.

O índice médio de Utilização da Capacidade Instalada (UCI) passou de 63% em julho para 59% em agosto, queda de 4 pontos percentuais. A evolução dos estoques, por sua vez, ficou em 41,4 pontos no mês em análise, também abaixo dos 50 pontos, o que indica que não há excesso de estoques.

Este cenário de arrefecimento da indústria tem afetado as vagas ofertadas pelo setor. Há 19 meses, a Sondagem registra queda na evolução do número de empregos na indústria. Em agosto, o indicador situou-se em 38,6 pontos, frente a 38 apurados julho.

Expectativas

Embora diante de quedas intensas no setor, provocadas pela recessão econômica nacional e local, os industriais brasilienses continuam projetando um cenário positivo para as demandas interna e externa nos próximos seis meses. O indicador de perspectivas para demanda por produtos alcançou 52,1 pontos e ganhou fôlego comparativamente a agosto - crescimento de 0,7 ponto. Por outro lado, o indicador de demanda para a quantidade exportada perdeu ímpeto, mas manteve-se acima da linha divisória, ficando 58,3 pontos em setembro, frente aos 61 pontos verificados no mês anterior.

Falta confiança

A confiança do empresário da indústria brasiliense encontra-se fragilizada. O Índice de Confiança do Empresário Industrial do DF (ICEI-DF), também realizado pela Fibra em parceria com a CNI, situou-se em 39,1 pontos em setembro – recuo de 0,7 ponto na comparação com agosto. Frente ao mesmo período do ano passado, a queda acentua-se, com retração de 5,6 pontos.

A disseminação da falta de confiança pela indústria local ocorreu, em especial, devido à piora da percepção dos entrevistados quanto às condições atuais, que caiu para 24,8 pontos em agosto. Esse recuo foi puxado pela deterioração do Índice de Condições Atuais da empresa que alcançou 29,4 pontos.

Outros dois indicadores compõem a percepção das Condições Atuais. São eles: Economia do DF e Economia Brasileira, que ficaram em 17,6 e 14,7 pontos, respectivamente, muito distantes da linha dos 50 pontos, que indicam pessimismo.














http://www.jornaldebrasilia.com.br/n...iminuem-no-df/
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Old Posted Oct 7, 2015, 10:51 PM
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LLAP
 
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Em Brasília os empresários só querem mamar as tetas do governo, produzir que é bom nada. Raro exceções, como as Industrias Rossi....
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