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pesquisadorbrazil Sep 18, 2011 10:04 PM

Industrias no Distrito Federal - Movimentações do Setor
 
Espaço destinado a informações do setor de Industrias no Distrito Federal e Região Metropolitana

Grooverider Sep 20, 2011 9:26 PM

A notícia não é nova, mas segue a minha colaboração para thread.

08/09/2011 - 19:09
EMBRAER DEFESA E SEGURANÇA VOARÁ JUNTO COM EMPRESA ISRAELENSE

Luiz Carlos Aguiar: Será um importante instrumento para atender às necessidades das forças armadas e de segurança

Transferência de tecnologia de não-tripulado

Surge a Harpia Sistemas para explorar veículos aéreos com controle remoto

A Embraer Defesa e Segurança e uma subsidiária da empresa israelense Elbit Systems Ltd, a AEL Sistemas, formalizaram nesta quinta-feira uma parceria para a criação de uma nova empresa, Harpia Sistemas, que tem como foco a exploração do mercado de veículos aéreos não-tripulados, denominados de Vant. A Embraer Defesa e Segurança é detentora de 51% do capital social da Harpia, e a AEL 49%.

Com sede em Brasília, as atividades da Harpia envolverão marketing, desenvolvimento, integração de sistemas, fabricação, comercialização e suporte pós-venda de Vant, bem como simuladores e atividades de modernização de sistemas aviônicos. A empresa oferecerá soluções mais abrangentes em sistemas complexos, aumentando a oferta de produtos genuinamente brasileiros no mercado de defesa e segurança.

"Entre as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa (END) estão a busca de parcerias para o desenvolvimento e capacitação tecnológica e a fabricação de produtos de defesa nacionais", disse Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança.

"A criação da Harpia está em perfeito alinhamento com a END e será um importante instrumento para atender às necessidades das forças armadas e de segurança, devendo-se também ressaltar o potencial de aplicação dual do Vant e da tecnologia gerada em sua obtenção", acrescentou

Transferir tecnologia

O executivo da Embraer Rodrigo Fanton, anteriormente dedicado à área de suprimentos, foi designado CEO da nova empresa. Como parte desta parceria, e com o objetivo de participar no processo de transferência de tecnologia para o Brasil, a Embraer Defesa e Segurança fará a aquisição de 25% do capital social da AEL.

"Estamos muito contentes com a decisão da Embraer Defesa e Segurança em investir na AEL e com o estabelecimento desta sociedade, que é prova do alto nível de satisfação e confiança mútua que nossas duas empresas desenvolveram ao longo de muitos anos de cooperação", disse Shlomo Erez, presidente da AEL Sistemas.

A AEL foi uma das primeiras fornecedoras de sistemas para o turboélice de treinamento básico Tucano e o caça subsônico AMX, aeronaves fabricadas pela Embraer nas décadas de 1980 e 1990. Atualmente, a empresa fornece o sistema aviônico do turboélice de ataque leve e treinamento avançado Super Tucano, bem como dos caças F-5M, modernizados pela Embraer para a Força Aérea Brasileira (FAB).

Fonte: http://www.monitormercantil.com.br/m....php?id=100627

pesquisadorbrazil Sep 20, 2011 10:02 PM

Vamos ver se o Governador tem bala na agulha para segurar esse investimento aqui na nossa terra.

MAMUTE Sep 26, 2011 2:26 PM

Exportações do DF sobem 25% em agosto


As exportações no mês de agosto do Distrito Federal subiram 25% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados, divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC), revelam que a alta nas vendas de Bens Intermediários (alimentos e bebidas destinados a indústria e combustíveis e lubrificantes para aeronaves) foram os principais responsáveis pelo crescimento registrado.



Segundo a Fibra, a explicação para o crescimento das exportações de combustíveis e lubrificantes para aeronaves pode estar no aumento de voos internacionais com origem em Brasília, já que o DF não produz estes produtos.

















http://www.jornaldebrasilia.com.br/s...366473&secao=N

pesquisadorbrazil Sep 29, 2011 9:49 AM

Petrobras investe
» SÍLVIO RIBAS

Enquanto o Banco do Brasil (BB) diminui sua presença em Brasília, a BR Distribuidora (BR) segue caminho inverso e investe na ampliação dos negócios na capital. A subsidiária da Petrobras decidiu acelerar os investimentos voltados ao mercado de aviação, que considera estratégico, para atender ao crescimento do consumo de combustível e se preparar para as necessidades especiais de abastecimento durante a Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas (2016).

Responsável por 7% das vendas, o terminal da capital federal é o terceiro maior mercado e o terceiro principal destino dos investimentos da estatal até 2015. Serão aplicados aqui R$ 20 milhões na compra de 10 caminhões e novos tanques de armazenamento.

"O consumo diário de querosene no aeroporto de Brasília só perde para Guarulhos (SP) e Galeão (RJ)", informa o gerente executivo da divisão BR Aviation, Francelino Paes. Clientes internacionais, como a companhia aérea portuguesa TAP, têm contribuído para aumentar a importância do terminal.

O demanda nacional de combustíveis para aeronaves tem crescido em ritmo até duas vezes superior ao do Produto Interno Bruto (PIB) e, neste ano, está 13,5% maior que em 2010. No ano passado, as vendas aumentaram16,3%.

A expectativa é de que a trajetória de alta se mantenha, impulsionada pelas viagens domésticas e pelos eventos esportivos. A BR Aviation é a líder, com 62% das vendas, de um mercado concentrado em apenas três marcas, incluindo Shell e EDP. O país consome mensalmente 600 milhões de litros de querosene. Paes calcula que, durante a Copa e as Olimpíadas, esse volume aumente entre 20% e 30%, especialmente nas cidades sede das competições.

Correio Braziliense/AC
Fonte: http://rio-negocios.com/petrobras-in...=Bras%C3%ADlia

pesquisadorbrazil Sep 30, 2011 10:44 PM

Decisão da Confaz favorece empresas beneficiadas pelo TARE e REA

As empresas brasilienses incluídas na primeira versão do Programa de Desenvolvimento Econômico Integrado e Sustentável (Pró-DF I) e os atacadistas beneficiados pelos regimes especiais de apuração, conhecidos como TARE e REA, não terão de pagar a diferença dos créditos entre o regime normal de apuração do ICMS e o tratamento diferenciado previsto na legislação que instituiu os programas.

Após negociação, conduzida pelo secretário de Fazenda do DF, Valdir Moysés Simão, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou, por unanimidade, na manhã desta sexta-feira (30), em Manaus, dois convênios propostos pelo Distrito Federal que suspendem quaisquer débitos que viessem a existir.

Na prática, a decisão do Confaz acaba com a insegurança jurídica gerada após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, em junho passado, considerou inconstitucionais os benefícios fiscais concedidos pelo Distrito Federal relativos ao Pró-DF I. O TARE (extinto em 2008) e o REA (atualmente em vigor), que beneficiaram mais de 2 mil empresas, também foram questionados judicialmente.

O ambiente de incerteza gerado em decorrência das ações judiciais resultou numa série de manifestações dos empresários brasilienses que temiam arcar com o débito, apesar de terem agido de acordo com a legislação.

Desde o primeiro momento, a Secretaria de Fazenda se empenhou firmemente para resolver a questão. As negociações com os demais Estados começaram imediatamente. “Em nenhum momento faltou apoio do GDF aos empresários”, afirmou o secretário Valdir Moysés Simão, que participou da reunião do Confaz.

“O nosso compromisso agora é ajustar o regime dos atacadistas à legislação, de modo a fortalecer este importante setor no âmbito do Distrito Federal”, declarou o secretário.

Escrituração – Também em Manaus, o Distrito Federal confirmou a adesão completa ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). Desse modo, em vez do Livro Fiscal Eletrônico, as empresas transmitirão informações fiscais ao Fisco por meio do sistema, barateando seus custos.

Além do Sped, as empresas do DF terão de ampliar o uso da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Em 1º de outubro entra em vigor a obrigatoriedade da utilização da NF-e em todas as operações internas sujeitas ao ICMS, cujos destinatários sejam órgãos da Administração Pública do Distrito Federal.

Ficam desobrigados de emitir a NF-e nessas operações somente o Empreendedor Individual (MEI) e o Produtor Rural – pessoa física (inscrito no Cadastro Fiscal do DF com o CPF).

Fonte: Agência Brasília

Fonte: http://www.clicabrasilia.com.br/site...php?id=367412&

MAMUTE Oct 1, 2011 11:59 AM

Confaz confirma benefícios concedidos pelo governo por meio de programas


Desde que o STF considerou os descontos inconstitucionais, empresários temiam ter que devolver os valores


http://imgsapp2.correiobraziliense.c...746534283a.jpg
Em junho, quando o STF anulou a validade da legislação local, empresas como a estação aduaneira Porto Seco passaram a cogitar mudança para Goiás


Pela primeira vez, desde junho, o setor produtivo do Distrito Federal pode respirar aliviado. Assim que o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucionais os incentivos fiscais concedidos no âmbito do Programa Integrado de Desenvolvimento Econômico e Sustentável (Pró-DF 1), empresários temiam ter que devolver aos cofres públicos valores que deixaram de pagar nos últimos anos. Ontem, a novela teve fim com a convalidação dos benefícios pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A decisão vale somente para as garantias já concedidas. Além do Pró-DF 1, foram contemplados o Termo de Acordo de Regime Especial (Tare) e o Regime Especial de Apuração de Imposto sobre Circulação de Mercadorias (REA), ações criadas para atender o setor atacadista que também foram questionados na Justiça.

Segundo informações da Secretaria de Fazenda do DF, somente no caso do REA, o valor que os beneficiários teriam que devolver chega a R$ 1,654 bilhão, montante relativo a descontos no pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS). O órgão não dispõe de números relativos ao Tare e ao Pró-DF 1. Estão inscritas no Termo de Acordo de Regime Especial e no REA mais de 2 mil empresas. No Pró-DF 1, apenas 9 participantes estavam ameaçados de prejuízo, uma vez que a maioria migrou para o Pró-DF 2.

Negociações
A convalidação foi decidida em reunião do Confaz realizada em Manaus. Outros estados que também tiveram benefícios cassados pelo STF continuam aguardando decisão semelhante, já que ainda não conseguiram a anistia fiscal. A fim de avançar na negociação das questões relativas a essas unidades da Federação, o conselho deve ter um encontro extraordinário em outubro.

O secretário de Fazenda, Valdir Moysés Simão, acredita que o empenho do DF em costurar um acordo, mesmo antes da decisão do Supremo, garantiu a decisão favorável. “Vínhamos discutindo, desde o início do ano, a situação do Tare e do REA. Foi uma negociação dura, mas São Paulo, que era um dos membros mais resistentes, compreendeu a nossa situação. Conseguimos resgatar um ambiente de segurança e legalidade”, afirmou. A ação de inconstitucionalidade que extinguiu os incentivos do Pró-DF partiu do estado de São Paulo.

Simão diz que, agora, a orientação é continuar estudando alternativas de desenvolvimento econômico que não envolvam descontos do ICMS. Além de o STF ter sinalizado que não permitirá legislações que tenham como mote o abatimento desse imposto, aprovadas ao arrepio do Confaz, a União deseja estabelecer alíquotas unificadas com a reforma tributária. A intenção é justamente colocar fim à guerra fiscal entre os estados (leia E eu com isso). “Um grupo de trabalho já está buscando soluções para o Pró-DF 2. No caso do setor atacadista, só será possível dar benefícios no ICMS para transações internas.”


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Conseguimos resgatar um ambiente de segurança e legalidade. Um grupo de trabalho já está buscando soluções para o Pró-DF 2" Valdir Moysés Simão, secretário de Fazenda do DF



Para o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Antônio Rocha, a decisão do Confaz é motivo de alívio para o setor privado. “Os empresários fizeram investimentos em Brasília respaldados pela legislação. À época, as pessoas confiaram na legitimidade da regra. Pagar uma dívida dessas, acumulada ao longo de anos, iria fatalmente desestimular as empresas a continuarem no DF”, afirmou.

A advogada tributarista Mary Elbe Queiroz, do escritório Queiroz Advogados Associados, diz que a convalidação é uma saída razoável. “Os empresários não poderiam ser punidos pela mudança de jurisprudência”, opina. Ela lembra que, além de tentar a aprovação do Confaz, as outras unidades da Federação atingidas pela decisão do Supremo podem provocar a Corte pedindo a modulação da sentença, já que não houve clareza a respeito da retroatividade.

Para José Matias Pereira, professor da Universidade de Brasília (UnB) e especialista em finanças públicas, a decisão representa um “final feliz” para o Distrito Federal. “Foi uma decisão oportuna e cria efetivamente um clima favorável para os empresários permanecerem aqui.” Colaborou Julia Borba

Isenção
Em junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) revogou 23 leis de seis estados e do Distrito Federal que concediam isenções fiscais para beneficiar empresas, a grande maioria delas relacionada ao Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS). Além do DF, foram cassados benefícios do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Pará, do Espírito Santo, do Paraná e do Mato Grosso do Sul.

E EU COM ISSO
A intrincada guerra fiscal entre os estados é um assunto difícil de entender, mas pode ter consequências bastante práticas para o cidadão comum. As unidades da Federação se degladiam para oferecer os benefícios fiscais mais atrativos, já que as empresas optam por se instalar onde terão mais vantagens e menores custos. Quando há uma decisão como o da suspensão do incentivo do ICMS, o resultado é insatisfação e insegurança por parte do setor produtivo. No caso do DF, houve ameaça de uma debandada de empresários para Goiás. Se isso, de fato, ocorresse, uma das consequências seria a perda de milhares de empregos.

Benefício controverso
Conheça programas de incentivo econômico do DF questionados
na Justiça

Termo de Acordo de
Regime Especial (TARE)
» Criado pelo Decreto nº 25.372, de 2004, foi idealizado para o setor atacadista. Permitia redução da base de cálculo de ICMS sobre alguns produtos. Foi revogado pelo próprio Governo do DF após ter a validade contestada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), antes mesmo de a ação ser julgada na Justiça. A ausência de aprovação do Confaz foi o argumento apresentado pelo MP.

Regime Especial de Apuração de Imposto sobre Circulação de Mercadorias (REA)
» Criado em junho de 2008 com a publicação da Lei Distrital n° 4.160 e regulamentado pelo Decreto n° 29.179, substituiu o Tare. O Executivo esperava conseguir a aprovação do Confaz antes de a norma entrar em vigor, o que não aconteceu. A exemplo de seu predecessor, o REA também reduz a alíquota do ICMS sobre algumas mercadorias. Foi alvo de ação direta de inconstitucionalidade movida pelo Ministério Público do DF e Territórios, mas continuou vigorando. Com a convalidação retroativa do Confaz, o governo local terá que pensar em outro programa de benefícios para os atacadistas.

Pró-DF 1
» Foi instituído pela Lei Distrital
n° 2.488, de 1999. Por meio do programa, os empresários conquistaram o direito de pagar à vista somente 30% do ICMS e financiar 70% do imposto em 15 anos. Justamente esse dispositivo da norma foi considerado inconstitucional pelo Supremo.





http://www.correiobraziliense.com.br...rogramas.shtml

pesquisadorbrazil Oct 2, 2011 1:26 AM

Finalmente vamos ver no que vai ficar os antigos projetos industriais. Hoje passando pela Santa Maria, eu percebi uma grande estrutura metálica sendo levantada ao lado do home center CIMFEL, alguém sabe do que se trata?

MAMUTE Oct 2, 2011 1:33 AM

:previous:Também vi isso, mas quando estavam terraplanando o terreno, talvez segunda ou terça vou em Luziânia, e vou procurar saber do que se trata:tup:

pesquisadorbrazil Oct 2, 2011 1:45 AM

Quote:

Originally Posted by MAMUTE (Post 5430213)
:previous:Também vi isso, mas quando estavam terraplanando o terreno, talvez segunda ou terça vou em Luziânia, e vou procurar saber do que se trata:tup:

E pela estrutura, o mesmo vai se unir ao home center... Apesar que existe um desnivel no terreno. Será que vai ser um hipermercado?

MAMUTE Oct 2, 2011 1:52 AM

:previous:Nunca se sabe??? podia ser um Makro, mas só indo lá pra saber:D

Similar Oct 2, 2011 6:55 PM

Será que foi essa disputa judicial sobre o ICMS que atrasou a fábrica da PepsiCO em Brasília? Eu lembro que o Arruda chegou a lançar a pedra fundamental, mas parece que a fábrica ainda não saiu...

pesquisadorbrazil Oct 2, 2011 8:14 PM

Quote:

Originally Posted by Similar (Post 5430766)
Será que foi essa disputa judicial sobre o ICMS que atrasou a fábrica da PepsiCO em Brasília? Eu lembro que o Arruda chegou a lançar a pedra fundamental, mas parece que a fábrica ainda não saiu...

Acho que não, o problema tenha sido do exterior. Pois o investimento já havia sido anunciado pela presidenta da PEPSICO.:whip:

HLbsb Oct 6, 2011 1:05 AM

Rekkof inaugura início das obras de fábrica de aviões

A Rekkof Brasil inaugura hoje, 03, no Aeroporto Civil de Anápolis, o início das obras de sua fábrica de aviões. Inicialmente, a empresa investirá na construção R$ 1,2 bilhão.

De acordo com a assessoria de imprensa da companhia, a primeira fase deve ser concluída em 18 meses. As obras irão empregar 1,2 mil empresas. Cerca de 6 mil postos de empregos podem ser gerados com a conclusão do projeto. Os recursos são oriundos do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento), BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento), e da própria Rekkof.

*Com informações da Agecom (Agência Goiana de Comunicação)

Fonte

====
Não é bem DF, mas...

MAMUTE Oct 6, 2011 1:34 AM

Aliás, estou sentindo falta de investimentos em fábricas no DF em 2011, Cadê??? Alguem sabe o que houve???

pesquisadorbrazil Oct 8, 2011 2:07 PM

Somente a BIMBO que pegou licença ambiental nessa semana. Vai ser no Pólo JK.

MAMUTE Oct 14, 2011 11:56 AM

DF está na disputa para sediar fábrica de telas sensíveis ao toque



O DF está na disputa com outras unidades da Federação para abrigar uma fábrica de telas sensíveis ao toque, usadas em computadores, televisores, tablets e smartphones. Ontem, o governo local deu o primeiro passo nessa direção. O vice-governador do DF, Tadeu Filipelli, senadores e deputados se reuniram com o presidente da Foxconn Technology Group, Terry Gou, na tentativa de convencê-lo a instalar a unidade em Brasília. A expectativa é de que a matriz da empresa seja instalada no Parque Tecnológico Capital Digital (PTCD), mais conhecido como Cidade Digital.

Antes de se reunir com a equipe do GDF, Terry Gou se encontrou com a presidente do Brasil, Dilma Rousseff.Ele anunciou investimento de US$ 12 bilhões para o país no período de quatro a seis anos. Durante a conversa, que durou quase três horas, foram discutidos, entre outros assuntos, detalhes de ordem técnica, como as necessidades em infraestrutura e de mão de obra capacitada. Após erguer a primeira unidade, que terá 1,5Km2 de área, a empresa dará sequência à construção de outra fábrica. Segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, elas serão associadas.

A Foxconn, maior fabricante de componentes eletrônicos e de computadores do mundo, já possui quatro plantas em operação no Brasil e, até dezembro, implantará mais uma na cidade de Jundiaí, em São Paulo, onde serão produzidos iPhones e iPads. Além do Distrito Federal, cinco estados manifestaram interesse pela nova fábrica, que poderá ser a primeira a produzir equipamentos com tecnologia sensível ao toque para tablets no Ocidente. Somente quatro países no mundo fabricam essas telas, todos localizados do outro lado do globo.

O encontro com a equipe do GDF foi descontraído e seguido de um almoço preparado para 60 convidados. Ao longo da conversa, o presidente da Foxconn não escondeu a simpatia por Brasília e sinalizou a importância em investir no desenvolvimento tecnológico em cidades consideradas centros políticos. Ele chegou a citar o exemplo de Pequim, capital da China. “Ela não somente é um polo de decisões, mas também polo econômico e formador de profissionais. E isso é muito importante. Alta tecnologia e pessoal capacitado também são coisas que não podem estar separadas”, justificou.

Embora a parada de Terry Gou em Brasília tenha servido apenas para afinar o discurso com a presidente Dilma, o vice-governador do DF, Tadeu Filipelli avaliou o resultado como positivo. “Essa foi uma primeira conversa e avançou mais do que esperávamos”, pontuou. Antes de dezembro, Gou prometeu nova visita ao Brasil e convidou os membros do Executivo local para uma viagem à China. “Ele manifestou desejo em continuar conversando. Embora a empresa já tenha algumas instalações no Brasil, ele afirmou que a verdadeira vocação, em função da formação de pessoal observada aqui, é vir para Brasília”, arrematou Filipelli.

Pleito
Para Gastão Ramos, assessor especial do governo e ex-secretário de Ciência e Tecnologia, Brasília tem muito a ganhar a partir da instalação da fábrica chinesa na cidade. “Além da troca de conhecimento, vamos ter geração de emprego e renda para o DF. Isso é exatamente o que governador tem perseguido. Tentamos sensibilizá-los para bater o martelo e instalá-la no Parque Tecnológico Capital Digital, mas não há definição ainda”, afirmou. “Dentro do investimento anunciado, é claro que vamos pleitear a maior parte possível. De todo modo, essa conversa foi positiva. Ele gostou muito de Brasília, das condições que a cidade oferece e do rumo que está tomando”, reiterou.

O recém-empossado secretário de Ciência e Tecnologia, Cristiano Araújo, destacou a importância em intensificar a negociação com a Foxconn. “Queremos avançar do ponto de vista tributário, de incentivos. Temos o espaço para eles se instalarem, portanto, é importante tocar isso adiante”, disse. “É esse o direcionamento que Brasília tem que tomar, da indústria limpa. Esse é um projeto para 20 anos. Saímos otimistas.”

Reconhecimento
A empresa Foxconn tem sede em Taipei e possui mais de 1 milhão de funcionários em todo o mundo. Somente no Brasil, são cerca de 6 mil. Ela é responsável por 6% das exportações da China, nos últimos oito anos, ou seja, movimenta US$ 56 bilhões por ano. Entre os produtos montados pela empresa estão os iPads da Apple.














http://www.correiobraziliense.com.br...ao-toque.shtml

pesquisadorbrazil Oct 17, 2011 1:24 PM

Será que Brasília consegue. Eu sei que tem um monte de empresas querendo ir para a Cidade Digital. Mas o povo quer coloca-la no circuito somente em 2015. Que noia...

pesquisadorbrazil Oct 17, 2011 1:25 PM

17/10 | 10:25 - O papel estratégico da Comunicação | 16/10 | 10:21 - Esporte para todos | 15/10 | 18:24 - Medidas emergenciais para a chuva | 14/10 | 20:06 - Conferência Distrital das Cidades | 14/10 | 18:52 - DF pode receber fábrica de tablets 14/10 | 16:17 - Domingo de automobilismo 14/10 | 16:03 - PAS e vestibular da UnB 14/10 | 16:03 - Caravana Esportiva anima aniversário do Gama 14/10 | 15:16 - Sorteios no Centro Olímpico do Gama 14/10 | 10:52 - Fim de semana com rock







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DF pode receber fábrica de tablets

Brasília está na disputa com outras cinco cidades para receber uma das novas unidades que a Foxconn instalará no país
Da Agência Brasília, com informações da Agência Brasil



O governador do Distrito Federal em exercício, Tadeu Filippelli, e o secretário de Ciência e Tecnologia do DF, Cristiano Araújo, estiveram reunidos nesta quinta-feira (13/10) com o presidente da Foxconn, Terry Gou, em Brasília. A empresa taiuanesa fabrica telas sensíveis ao toque para aparelhos de alta tecnologia e anunciou investimentos de US$ 12 milhões no país, no período de quatro a seis anos. Serão construídas duas novas unidades no Brasil e uma delas pode ser no DF, no Parque Tecnológico Capital Digital (PTCD).



“Foi uma primeira conversa e o presidente da Foxconn manifestou desejo em continuar conversando. A verdadeira vocação da empresa é vir para Brasília”, resumiu o governador Tadeu Filippelli, lembrando que, apesar de a companhia já ter unidades em outros estados, o Distrito Federal se destaca, em função da formação de mão de obra especializada.



Além do DF, outras cinco unidades da Federação estão na disputa para abrigar uma fábrica. Durante a reunião, na casa do senador Gim Argello, foram discutidas questões como a oferta de infraestrutura e de mão de obra capacitada. A primeira, das duas plantas a serem construídas, terá 1,5km² de área.



Para Cristiano Araújo, o Governo do Distrito Federal tem condições de atender às demandas dos empresários. “Brasília passa por uma fase de transformação, com o PTCD prestes a ser lançado. Os executivos acharam ótima a ideia de aliar nosso desenvolvimento tecnológico e econômico ao fato de estarmos próximos do Poder, onde as decisões são tomadas”, afirmou.



Ainda de acordo com o secretário de Ciência e Tecnologia, o presidente da Foxconn gostou de saber da vocação da capital do país para o segmento industrial baseado no uso de fontes limpas de energia. Os visitantes querem voltar a Brasília até o fim de novembro, para dar continuidade ás negociações.



Alta tecnologia – As telas touchscreen, sensíveis ao toque, são os componentes mais sofisticados de aparelhos como smartphones, televisores e tablets. O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, que anteriormente também se encontrou com os executivos da Foxconn, junto com a presidenta Dilma Rousseff, destacou que atualmente apenas três países – China, Coreia e Japão – produzem esse tipo de tela. Para ele, o fato merece destaque porque o Brasil seria o primeiro país do Ocidente a abrigar uma fábrica de produção de telas de toque sensível.


Foxconn – Líder mundial de mercado no segmento de componentes eletrônicos, a Foxconn tem sede em Taipei (Taiwan), e já possui quatro unidades em operação no Brasil. Até dezembro, implantará mais uma na cidade de Jundiaí (São Paulo), onde serão produzidos iPhones e iPads. Em todo o mundo, a corporação possui mais de 1 milhão de funcionários – 6 mil deles no Brasil. A empresa é responsável por 6% das exportações da China, nos últimos oito anos, movimentando anualmente US$ 56 bilhões.

Fonte: http://www.agenciabrasilia.df.gov.br...D_CHAVE=159203

MAMUTE Oct 20, 2011 12:49 PM

Atacadistas ameaçam sair de Brasília e se instalar em Goiás e Minas Gerais


Os atacadistas do Distrito Federal mais uma vez ameaçam deixar terras candangas para se instalar em cidades de Goiás e Minas Gerais. No ano passado, o setor havia falado em debandada, quando o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) suspendeu, em caráter liminar, o Regime Especial de Apuração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (REA). Agora, o assunto voltou à tona pelo fato de os empresários não considerarem satisfatória a isenção fiscal prevista no Projeto de Lei n° 606/2011, enviado pelo Executivo à Câmara Legislativa, que cria um programa para substituir o que está sob ameaça jurídica. De acordo com o Sindicato do Comércio Atacadista do DF (Sindiatacadista), prefeitos da região do Entorno estão fazendo propostas para que os empreendedores deixem Brasília.

O projeto que está na Câmara Distrital estabelece uma alíquota de 12% sobre o ICMS interno. Os atacadistas reivindicam que ela seja reduzida para pelo menos 7%, sob o argumento de que Minas Gerais e Goiás praticam valores próximos de 3%. Eles ressaltam principalmente a dificuldade de competir com os dois estados vizinhos. “A gente tem que ter algo mais próximo do que é cobrado nesses estados, ou as empresas vão embora daqui. O setor está muito preocupado”, afirma Fábio de Carvalho, presidente do Sindicato do Comércio Atacadista do DF (Sindiatacadista).

Carvalho lembra que até setembro, apesar das incertezas jurídicas, os empresários locais ainda tinham direito aos descontos do REA. Entretanto, no dia 30 daquele mês, a Secretaria de Fazenda do DF obteve um acordo no Confaz em que se comprometeu a suspender o programa problemático, bem como outros que concediam isenções do ICMS interestadual sem a aprovação do órgão (veja Memória).

Limite
Com a mudança, o único benefício que o governo local tem margem para conceder diz respeito ao ICMS interno, desde que a alíquota não seja inferior a 12%. “É o limite para que não seja exigida a autorização prévia do Confaz”, justifica o subsecretário da Receita do Distrito Federal, Francisco Otávio.

A previsão é que, mais cedo ou mais tarde, todas as unidades da Federação terão que desistir das isenções interestaduais. O motivo é que o governo federal quer uma alíquota única para o imposto, a fim de acabar com a guerra fiscal — prática em que um estado busca atrair empresas para beneficiar sua economia, prejudicando outros. Além disso, em decisão de junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou 23 legislações que concediam descontos tributários sem o aval do Confaz, sinalizando que também não tolerará a guerra.

Somente seis unidades da Federação foram atingidas pelo julgamento do Supremo. Nas demais, as isenções fiscais continuam vigentes, incluindo Goiás e Minas Gerais, concorrentes mais diretos do DF. No caso do estado vizinho, o Distrito Federal moveu uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) contra os programas de descontos, mas ainda não houve decisão.

Jacques Veloso, assessor jurídico do Sindiatacadista, defende que seria possível ao GDF apresentar um projeto de lei com alíquota inferior a 12% para o ICMS interno, a fim de pelo menos amenizar os danos que a situação traz aos empresários locais. Segundo ele, embora a Fazenda alegue que esse percentual é o limite da legalidade, existe jurisprudência demonstrando o contrário. Veloso citou decisões do TJDFT e do Supremo autorizando uma carga tributária interna inferior. Elas diziam respeito, respectivamente, ao ICMS pago por um órgão público e um templo religioso.

De acordo com o Sindiatacadista, a debandada de empresas para o Entorno pode resultar em até 15 mil empregos a menos no DF. Albino Maniero, da distribuidora Açúcar Cristal, diz que transferir as operações para outro estado é uma opção avaliada pela empresa. “Se o governo não nos garantir condições iguais, fica muito difícil sobreviver aqui”, afirma. “Se não tivermos o mesmo benefício que outros estados, não vai nos restar outra alternativa”, complementa René Fernando Lima, gerente comercial da distribuidora de alimentos BSB.

Composição
O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), criado em 1975 pela Lei Complentar nº 24, é formado pelos secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação de cada estado e do Distrito Federal e pelo ministro da Fazenda. Trata-se de um órgão deliberativo, com a missão de garantir a harmonização tributária no país. As reuniões são realizadas trimestralmente.



















http://www.correiobraziliense.com.br...s-gerais.shtml

MAMUTE Oct 22, 2011 12:37 AM

Sobrevivência de empresas do DF aumenta 75%



Dez estados brasileiros apresentaram taxas de sobrevivência de empresas acima da média nacional (73,1%), de acordo com estudo divulgado ontem (20) pelo Sebrae. No Distrito Federal, 75% das micro e pequenas empresas iniciadas em 2006 permaneceram em atividade dois anos depois.



"Essa pesquisa mostra o avanço da legislação referente às micro e pequenas empresas, o forte crescimento do mercado consumidor brasileiro e o maior preparo dos empreendedores na administração do negócio durante os primeiros anos", afirma o presidente do Sistema Fecomércio-DF, Adelmir Santana.



Geralmente, os dois primeiros anos de atividade são os mais críticos para uma empresa, porque é necessário conquistar uma base de clientes, tornar-se conhecido no mercado, reinvestir a receita no negócio e superar dificuldades de gestão.


O estudo do Sebrae também mostra que o comércio está entre os setores que mais sobrevivem com sucesso: de cada 100 empresas abertas, 74,1% permanecem ativas nos dois anos seguintes. Em seguida, aparecem serviços (71,7%) e construção civil (66,2%). As indústrias lideram com 75,1%. As empresas da região Sudeste apresentam os melhores índices (76,4%). Na sequência vem Sul (71,7%), Nordeste (69,1%), Centro-Oeste (68,3%) e Norte (66,0%).








http://www.jornaldebrasilia.com.br/s...371017&secao=N

MAMUTE Oct 26, 2011 4:11 PM

Pró-DF 2 vai ressuscitar os benefícios oferecidos a empresários



http://imgsapp2.correiobraziliense.c...449865060i.jpg
Porto Seco: a maioria das empresas instaladas na área foi atraída pelos benefícios fiscais oferecidos pelo Governo do Distrito Federal


A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) do Distrito Federal retomou a análise de pedidos de empresários para ter acesso aos benefícios da segunda versão do Programa de Desenvolvimento Econômico Integrado e Sustentável do DF, o Pró-DF 2. A avaliação de cartas consultas estava suspensa desde o início deste ano, quando o governador Agnelo Queiroz pediu que fosse feito um pente-fino em contratos sob suspeita de irregularidades. Ontem, no entanto, o Conselho de Apoio ao Empreendimento Produtivo (Copep), órgão formado pelo poder público e representantes do setor privado, validou 14 processos novos. Desses, cinco eram estudos de viabilidade econômica, apresentados por empresas interessadas em ingressar no programa. Os demais eram de firmas já contempladas, que pleitearam acesso a crédito fiscal e autorização para ampliar a área construída.

Além da análise de novos processos, o Copep reintegrou ao Pró-DF 2 cinco empresas cujos benefícios haviam sido cancelados em razão da auditoria realizada no primeiro semestre de 2011. “São projetos que tinham sido suspensos por vários motivos. Entre eles, o de não terem apresentado plano de viabilidade ou demonstrado capacidade financeira. (Os empresários) corrigiram essas questões, apresentaram mais informações. Estamos falando de 222 cancelamentos e 140 empresas que entraram com recurso. Do total, o Copep só aprovou cinco”, justificou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jacques Pena.

Pena disse que a retomada da análise de pedidos do Pró DF-2 é um marco positivo para a economia do Distrito Federal. “Para que nós tenhamos condição de convencer o setor produtivo a implantar e ampliar seus negócios aqui, é necessário que o programa volte a funcionar”, afirmou.

Mas o pacote de estímulos pode enfrentar problemas no futuro. A legislação que criou a primeira versão do programa, o Pró-DF 1, teve pontos julgados ilegais pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O financiamento de até 70% do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) foi considerado inconstitucional, por não ter obtido a aprovação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A Lei Distrital n° 3.266/2003, que instituiu o Pró-DF 2, tem um dispositivo quase idêntico.

Na época em que o Pró-DF 1 foi contestado, estímulos ligados ao ICMS concedidos por outras cinco unidades da Federação caíram. A intenção da Corte foi acabar com a guerra fiscal, nome dado à prática dos estados de oferecerem facilidades sem aval do Confaz, a fim de atrair empresários para seus territórios.

Ameaça
O secretário de Desenvolvimento Econômico admite que o Pró-DF 2 está ameaçado. Segundo ele, secretarias do Governo do DF continuam trabalhando em um novo programa de fomento, que não tenha por base o ICMS. “Só que isso ainda vai ser objeto de apreciação do governador e aprovação da Câmara. Enquanto não acontece, o Pró-DF continua valendo. Vamos continuar fazendo o que diz a lei vigente”, declarou.

O setor produtivo local recebeu bem a notícia da reativação do programa. José Luiz Dias Fernandez, primeiro vice-presidente da Federação da Indústria do Distrito Federal (Fibra), participou da reunião do Copep de ontem. Para ele, a economia local precisa voltar à normalidade. “No ano passado, foi uma instabilidade, tivemos três governadores. E este ano o programa não funcionou no primeiro semestre”, lembrou. Danielle Moreira, presidente da Associação Comercial do DF (ACDF), também é a favor da retomada. “É uma necessidade. A gente precisa dar um incentivo para o empresário continuar investindo aqui. Mas a análise dos processos tem que ser bem apurada, para não continuar dando lote a quem não precisa.”











http://www.correiobraziliense.com.br...resarios.shtml

MAMUTE Nov 10, 2011 1:27 PM

De janeiro a outubro, 6.421 empresas foram fechadas por fraudes no Fisco


O combate à sonegação fiscal em 2011 já rendeu aos cofres do governo local R$ 884,5 milhões. Desde janeiro, 6.421 empresas tiveram as portas fechadas por burlar a legislação para tentar se livrar do pagamento de impostos. Ao longo das investigações, fiscais da Secretaria de Fazenda acabaram com o esquema de grandes varejistas que funcionavam em locais de fachada e em nome de laranjas. Somente ontem, o Diário Oficial do Distrito Federal trouxe o cancelamento de 374 registros devido a irregularidades constatadas pelo Fisco.

Para marcar a terceira edição do Dia Nacional de Combate à Sonegação, cerca de 150 fiscais, policiais militares, servidores da Receita Federal e da Polícia Federal participaram ontem de operação para desbaratar fraudes. As ações no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, nas principais vias de acesso ao DF e em visitas surpresas a lojas e supermercados suspeitos somaram mais de R$ 36 milhões em crédito tributário.

As equipes deram ênfase à fiscalização de cargas. Pela manhã, servidores flagraram no aeroporto um carregamento de garrafas de vodca com documentos fiscais destinados ao Rio de Janeiro. Uma grande empresa do setor de telecomunicações, cujo nome não foi revelado, trazia ao DF produtos eletrônicos com cupons que não condiziam com os produtos. Na BR-040, que liga Brasília ao Rio de Janeiro, mais irregularidades foram encontradas em documentos relacionados a uma carga de pneus.

Infrações
Desde o início do ano, a Secretaria de Fazenda se esforça para intensificar a presença fiscal e conter os sonegadores. De maneira simbólica, o novo titular da pasta, Marcelo Piancastelli, entregou ontem ao promotor Rubin Lemos, da Promotoria de Defesa da Ordem Tributária do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), 29 autos de infração para que empresas irregulares sejam representadas criminalmente. Piancastelli disse que o Dia Nacional de Combate à Sonegação tem, acima de tudo, caráter educativo e preventivo.

O MPDFT também tem exercido papel importante para conter o calote aplicado por pessoas jurídicas. “O DF quer mais empresas, mas empresas idôneas e que cumpram e lei”, comentou o promotor Rubin Lemos. Segundo ele, a sonegação é praticada na capital do país por empresas dos mais diversos ramos. Lemos reforçou que o Estado está de olho nas organizações de fachada — muitas delas contam com o atuação de contadores para se livrar da obrigação dos tributos. O crime de falsidade ideológica é cometido com frequência por sonegadores.


NOVO PRESIDENTE DO BRB SERÁ DO PT
O governador Agnelo Queiroz (PT) anuncia hoje o novo presidente do Banco de Brasília (BRB). Será Jacques Pena, da tendência Articulação. Sai Edmilson Gama. Secretário de Desenvolvimento Econômico, Jacques Pena é bancário e foi presidente da Fundação Banco do Brasil. Pena é aliado do deputado distrital Chico Vigilante e do secretário de Habitação, Geraldo Magela. O PT ganha mais espaço no governo Agnelo. (Ana Maria Campos)










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MAMUTE Nov 18, 2011 11:21 AM

Empresários cobram e Agnelo promete investir quase R$ 3 bilhões


A crise política preocupa o setor produtivo do Distrito Federal. Representantes da indústria, do comércio e da agricultura se reuniram ontem, na Federação das Indústrias do DF (Fibra), com o governador Agnelo Queiroz. Os empresários temem que a onda de denúncias contamine a economia local e provoque a paralisação de obras, a quebra de contratos com o setor privado, além de dificultar as negociações com outros estados. Hoje, o Governo do DF é responsável por 25% da riqueza gerada na capital federal.

Agnelo, em longo discurso, prometeu investir R$ 2 bilhões em mobilidade urbana, como a ampliação do metrô; R$ 750 milhões na reforma do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek; e contratar 40 engenheiros e arquitetos para apressar a liberação de alvarás.

Ele lembrou que negocia com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) empréstimo de R$ 800 milhões para aplicar na Companhia Energética de Brasília (CEB). Embora ainda não haja data para o dinheiro chegar à empresa, o governador afirmou que o acordo tem o apoio da presidente Dilma Rousseff.

Cautela
“O que a gente percebe é que há um submundo do crime que quer desestabilizar o governo. Existem interesses em criar um ambiente difícil para o DF e dificultar os investimentos aqui”, declarou o governador.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do DF, Renato Simplício Lopes, manifestou total apoio ao governador. “Acredito na sinceridade dele (Agnelo) e que Deus o ajude nessa empreitada.” Os dirigentes da Fibra, Antônio Rocha, e da Associação Comercial do DF, Danielle Bastos Moreira, foram mais cautelosos. Ambos entendem que as denúncias geram incertezas no ambiente econômico.

Embora a crise ainda não tenha afetado os diferentes segmentos da economia local, os empresários, o presidente da Fibra afirmou que é cobrado com frequência sobre a liberação de obras. “Todos os dias escuto: ‘Toninho, que dia o governador vai liberar as obras?’”. No ramo da construção civil são esperadas até o fim deste ano licitações no valor de R$ 80 milhões voltadas às obras viárias, como 300km de ciclovias.














http://www.correiobraziliense.com.br...-bilhoes.shtml

pesquisadorbrazil Nov 18, 2011 11:23 AM

Antes do GDF sair dando lotes aos empresários, primeiro tem que colocar infra-estrutura né.

MAMUTE Nov 24, 2011 10:40 AM

Empresários reclamam da carga de impostos e cobram investimentos prometidos



Empresários insistem na necessidade de uma reforma para aliviar a carga de impostos. Cobram também os investimentos prometidos pelo GDF e a qualificação de trabalhadores


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Construção civil: segmento que mais demanda operários qualificados


Representantes da indústria voltaram a reclamar da elevada carga tributária, da falta de qualificação dos funcionários e da demanda em marcha lenta, principalmente por parte do governo local. As queixas foram detectadas pela sondagem realizada pela Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada esta semana. O estudo enumera também os principais problemas para a competitividade, no entendimento dos empresários.

O valor dos tributos é o que mais incomoda o setor. Entre os entrevistados em setembro, 63% creditam aos impostos as dificuldades para o desenvolvimento da atividade. “A carga tributária sempre foi um grande entrave”, diz o presidente da Fibra, Antônio Rocha, antes de lembrar que o custo da tributação no Brasil é um dos mais altos do mundo. Ele defende a retomada da discussão em torno da reforma tributária.

A escassez de trabalhador qualificado no mercado surge como o segundo maior problema apontado pelos industriais brasilienses — o tema foi lembrado por 51,5% dos entrevistados. Com a proximidade dos grandes eventos esportivos internacionais, a preocupação com a mão de obra se torna ainda maior. A Fibra prepara um projeto para, em 2012, construir uma escola técnica em Taguatinga, na tentativa de reduzir o deficit existente.

Cursos
Este ano, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), ligado ao Sistema S, deve formar mais de 11 mil pessoas para atuar nos diferentes segmentos da indústria do DF. De acordo com presidente da Fibra, todos concluem os cursos com emprego garantido. “Mesmo assim, o mercado continua demandando mais gente”, diz Rocha. Para ele, a indústria precisa focar, com o apoio do governo, na formação de jovens em busca de uma primeira oportunidade.

A sondagem também aponta como entraves do setor a competição acirrada (33,3%), a falta de demanda (30,3%) e as taxas de juros elevadas (27,3%). Na semana passada, em encontro com o governador Agnelo Queiroz (PT), os empresários brasilienses cobraram rapidez nos investimentos. “As obras prometidas estão demorando muito a sair”, lembra Rocha. O ritmo lento afeta, além da construção civil, os segmentos da informática e as indústrias gráficas.

Mesmo com as queixas recorrentes, os números de setembro indicam uma expansão da indústria local ante agosto, ainda que tímida. O índice que mede a evolução da produção alcançou 54,5 pontos e o indicador do emprego atingiu 54,9 pontos. Já o nível de utilização da capacidade instalada (UCI) caiu oito pontos percentuais e ficou em 67%.

A pesquisa da Fibra sinaliza ainda que os empresários estão otimistas com os próximos seis meses, principalmente em relação ao volume de exportação. O índice de expectativa nesse quesito ficou em 75 pontos. As perspectivas para a demanda melhoraram, mas em menor intensidade. Em relação à produção, o indicador chegou a 63,2 pontos, contra 58,7 pontos no mês anterior.
















http://www.correiobraziliense.com.br...ometidos.shtml

MAMUTE Nov 28, 2011 2:10 PM

Entorno
 
Águas Lindas foi a que mais cresceu



De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Águas Lindas foi a cidade brasileira que mais cresceu em 2010. Segundo dados da Secretaria de Indústria, Comércio e Trabalho de Águas Lindas (GO), o ponto forte da movimentação financeira da cidade está no segmento de vendas e serviços.





http://www.alo.com.br/noticias/ultim...Noticia=148311

MAMUTE Dec 15, 2011 5:28 PM

Deputados distritais aprovam a redução do ICMS de 17% para 12%


No penúltimo dia antes do início do recesso parlamentar, os deputados distritais aprovou ontem a redução de 17% a 12% no Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o setor atacadista do Distrito Federal. A medida, chamada de Pró-atacadista, tem como principal objetivo combater a guerra fiscal entre estados vizinhos, especialmente Goiás.

Outra lei correlacionada que deve ser aprovada hoje permitirá o perdão de uma dívida fiscal de R$ 9 bilhões a empresas do setor. Esse passivo foi criado por um vácuo na legislação, quando a diminuição tributária acabou considerada inconstitucional e muitas firmas passaram a ser consideradas devedoras. “Com essa aprovação, a Câmara está dando um tratamento constitucional à matéria e incentivando a atividade, que é muito importante para a economia do Distrito Federal”, explicou o líder do governo, Wasny de Roure (PT). “É importante colocar esse tipo de comércio no DF como referência para o Centro-Oeste e, ao mesmo tempo, com possibilidade de competir com os mercados das Regiões Norte e Nordeste”, disse o secretário da Fazenda, Marcelo Piancastelli.

De última hora, foi aprovada ontem a criação da 31ª Região Administrativa no Distrito Federal, a da Fercal, que fica próximo a Sobradinho. O projeto é de autoria do Executivo, e a nova administração deve ser criada em janeiro. Segundo o governo local, a região tem um núcleo habitacional consolidado. “Com isso, poderemos dar assistência maior para a população local”, explicou o coordenador de Assuntos Legislativos do GDF, José Willeman.

Outros projetos de autoria do Executivo aprovados ontem foram o plano de gestão integrada de resíduos da construção civil e resíduos volumosos, além da lei que regulariza e organiza o funcionamento das feiras livres e permanentes no DF. No caso do primeiro, ele prevê responsabilidades e disciplina a ação dos geradores, transportadores e receptores de resíduos. Outra aprovação de destaque foi a complementação, pelo GDF, do valor do programa federal Bolsa Família.

Além das aprovações em dois turnos das matérias de interesse do Executivo (incluindo também a liberação de créditos suplementares), o Legislativo aprovou em 1º turno quase 50 propostas dos próprios deputados, a maioria criação de datas comemorativas e de outras festividades no calendário de eventos da capital federal. Ainda existem projetos considerados essenciais pelo GDF a serem votados.

Questões delicadas
Ainda que não devam ocorrer problemas para a aprovação, dois projetos são mais polêmicos. O primeiro trata da equiparação das carreiras de auditores, de agentes fiscais e de fiscais tributários no DF. O segundo trata do estabelecimento do regime jurídico dos servidores do DF, que define direitos e regras para o funcionalismo público local.








http://www.correiobraziliense.com.br...-para-12.shtml

MAMUTE Dec 19, 2011 7:26 PM

Segundo esses dados do portal terra, Dados de 2009, Brasília tem o 9° maior PIB municipal da industria Brasileira.

http://i856.photobucket.com/albums/a...mamute/PIB.png




http://www.terra.com.br/economia/inf...pib-industria/

HLbsb Dec 19, 2011 10:37 PM

:previous:

Composição do PIB industrial do DF:

Indústria Extrativa: 27 Milhões de Reais
Indústria de Transformação: 2,276 Bilhões de Reais
Construção Civil: 4,510 Bilhões de Reais
Produção e Distribuição de Eletricidade, Gás, Água, Esgoto e Limpeza Urbana: 844 Milhões de Reais
==========================
De toda forma, a industria de transformação ainda está muito tímida no CO, somando apenas 21,181 BI (sendo 54,5% de GO), bem menos do que alguns estados como:
SP - 199,851 BI
MG - 44,804 BI
RS - 41,543 BI
PR - 31,201BI
RJ - 30,514 BI
SC - 25,285 BI

Fabricas como Rekoff e Suzuki, entre outras que estão indo para o interior de Goiás, tendem a mudar gradualmente a concentração. O estado de SP, sozinho, detem 42,95% da produção da industria de transformação do país.

O item Indústria de Transformação é ainda aquele no qual o DF mais tem espaço para crescimento na formação de seu PIB, em relação ao perfil de formação do PIB brasileiro. Enquanto no DF esse setor prepresenta apenas 1,73% do PIB, no Brasil ele representa 14,36%, apesar de apenas 6 estados terem participação relativa em seus respectivos PIBs maior do que a média nacional (SP, MG, RS, PR, SC e AM), ou seja, estados com mais expressiva participação da industria de transformação do montante do PIB.
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Apenas Luziânia, dentre as cidades do entorno do DF, tem produção industrial significativa, aparecendo em 7° lugar no ranking goiano. A seguinte na lista, dentre as cidades goianas, é formosa, em 30° lugar. Unaí, do lado mineiro, aparece em 74° lugar naquele estado. É bem provavel que no ranking de 2010, a ser divulgado ano que vem, Anápolis já apareça na frente de Goiânia como maior PIB industrial goiano...
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Além disso, o DF aparece como 5° Maior PIB agropecuário e 3° maior PIB no setor de serviços, colado no Rio de Janeiro que é o 2°.

O setor de serviços inclui o item administração, saúde e educação pública e seguridade social no qual o DF é 1° colocado.

Esse setor representa 48% do PIB do DF, mas mesmo sem ele o DF se mantem a 3ª posição no PIB municipal com alguma folga e se mantem lider em PIB per capta entre as metrópoles brasileiras.

Outros itens que têm bastante destaque per capta no setor de serviços são, em ordem:
Intermediação Financeira, Seguros e Previdência Complementar e Serviços Relacionados;
Serviços Prestados às Famílias e Associativos;
Serviços de Informações &
Saúde e Educação Mercantís


Fontes:
http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tab...&o=29&i=P&c=21
http://www.ibge.gov.br/estadosat/tem...sregionais2009

pesquisadorbrazil Dec 26, 2011 6:19 PM

Gasoduto Brasil Central, que conecta São Carlos a Brasília têm previsão de iniciar em agosto a construção do empreendimento

A Transportadora de Gás do Brasil Central (TGBC) estima realizar no primeiro semestre do ano que vem chamada pública para contratação de capacidade do gasoduto Brasil Central, que conecta São Carlos (SP) a Brasília (DF). Respeitado o cronograma, a previsão da companhia é iniciar em agosto a construção do empreendimento.

Para que a chamada pública ocorra, no entanto, a TGBC ainda depende da liberação da licença de instalação pelo Ibama. De acordo com a transportadora, todos os documentos exigidos pelo órgão ambiental já foram entregues desde outubro, mas ainda não há previsão de quando a licença será emitida.

Pleito antigo das distribuidoras Gasmig, CEBGás e Goiasgás, o projeto do gasoduto Brasil Central tem como objetivo abastecer os mercados do norte de São Paulo, região do Triângulo Mineiro, Goiás e Distrito Federal. Com 20” de diâmetro, o sistema terá capacidade para transportar 5,5 milhões de m³/dia, a partir de seis pontos de entrega.

De acordo com o sumário descritivo do projeto, publicado nesta segunda-feira (12/12) no Diário Oficial da União (DOU), os city gates serão instalados nos municípios de Uberaba e Uberlândia (MG), Itumbiara, Caldazinha e Silvânia (GO) e Brasília.

O projeto, no entanto, poderá sofrer alterações em função das manifestações de interesse dos carregadores durante o processo de chamada pública para contratação de capacidade de transporte.

Fonte: http://www.saocarlosoficial.com.br/n...nto_3A8FGGMBJA

MAMUTE Dec 28, 2011 12:52 AM

Parque Tecnológico Cidade Digital


Governo criará pacote de créditos e incentivos fiscais e tributários para facilitar a instalação de indústrias limpas dos setores de Ciência, Tecnologia e Inovação



A Secretaria de Fazenda está trabalhando na elaboração de um pacote de créditos e incentivos fiscais e tributários com o objetivo de facilitar a instalação, no Parque Tecnológico Capital Digital (PTCD), de indústrias limpas voltadas para os setores de Ciência, Tecnologia e Inovação. Os benefícios foram discutidos nessa segunda-feira (26) durante reunião entre os secretários Marcelo Piancastelli (Fazenda) e Cristiano Araújo (Ciência, Tecnologia e Inovação).

Os moldes do pacote para atração de investimentos no DF será definido conforme os estudos que estão sendo desenvolvidos por técnicos da Fazenda. Piancastelli adiantou, entretanto, que há a possibilidade de se obter financiamentos para essas empresas por meio do Banco de Brasília (BRB), com recursos do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), o que garantirá juros mais baixos.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação tem realizado tem diversas rodadas de reuniões e debates com os mais diversos órgãos do GDF, com objetivo de desburocratizar o Parque Tecnológico e viabilizá-lo como empreendimento, considerando que o projeto existe há sete anos, mas andou muito pouco desde então.

Em vistoria às obras da Cidade Digital, localizada ao lado da Granja do Torto, Cristiano Oliveira garantiu aos diretores do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal que os cronogramas de obras serão cumpridos e que o GDF cumprirá sua parte do contrato, entregando até maio de 2012 toda a infraestrutura da área. Os bancos estão instalando no Parque seus datacenters (bancos de dados), que já estão com seus prédios em avançado estágio de construção. “A Cidade Digital hoje não é mais apenas um projeto. É fato consumado e não tem volta”, afirmou o secretário.

Até maio, a Terracap, em conjunto com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, publicará o modelo de negócio que será utilizado para a definitiva implantação das empresas, o que poderá acontecer por meio de uma Parceria Público-Privada, a chamada PPP’s. Até lá, a Secretaria de Fazenda já terá concluído todo o pacote de incentivos que será concedido aos empresários. “Até 2014 teremos várias empresas instaladas na Cidade Digital, que gerarão cerca de 20 mil empregos”, destaca Cristiano Araújo.























http://www.agenciabrasilia.df.gov.br...D_CHAVE=162399

pesquisadorbrazil Dec 28, 2011 12:39 PM

Vamos ver se isso sai mesmo do papel. Apesar que vejo uma luz no fim do tunel. Mas sabe como é, em Brasília tudo acontece na velocidade de lesma.

MAMUTE Jan 27, 2012 3:07 PM

DF tem recorde de exportações em 2011, diz entidade empresarial



Voos internacionais ajudaram a incrementar estatística, aponta federação.
Carne de frango liderou vendas; sauditas e chineses foram maiores clientes.



O saldo de exportações do Distrito Federal totalizou US$ 184,23 milhões (cerca de R$ 385 milhões) em 2011, o que representa um aumento de 20% em relação a 2010 e o maior valor já exportado pelo DF, de acordo com nota técnica da Federação das Indústrias do DF (Fibra) baseada em dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

De acordo com a Fibra, o aumento de voos internacionais saindo do aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, foi determinante para o crescimento das exportações. O segmento de combustíveis e lubrificantes para aeronaves registrou alta de 120,15% no ano passado.

“As empresas aéreas internacionais que operam na rota de Brasília para, principalmente, Estados Unidos e Portugal (que é a entrada da Europa), abastecem no Brasil e a compra é contabilizada como exportação de produto nacional”, disse o presidente da Fibra, Antônio Rocha, por meio de suas assessoria de imprensa.

Outro setor que impulsionou as exportações do DF foi o agrícola. O ranking de produtos mais exportados é liderado por “pedaços e miudezas de frango” e “carnes de galos e galinhas em pedaços”, com 52,39% das exportações e US$ 96,51 milhões comercializados, segundo a Fibra.

Entre os países que mais receberam produtos do DF, a Fibra listou a Arábia Saudita (19,87% do total exportado no ano) e a China (13,28%), compradoras de carnes de frango e os grãos de soja, seguidas de Estados Unidos (11,09%) e Portugal (10,46%), por causa dos voos internacionais.

Importações
No ano, o DF importou 20% menos do que em 2010. A Fibra informou que a redução se deve à diminuição de 42% nas compras de frações de sangue e medicamentos pelo Ministério da Saúde.

A nota afirmou ainda que os países dos quais o DF mais comprou foram Estados Unidos (30%), Áustria (11%), Alemanha (9%), Índia (7%) e China (5%).

Dezembro
A nota diz que o mês de dezembro de 2011 registrou US$ 21,78 milhões em exportações do DF, número 96% maior do que os US$ 11,07 milhões registrados em dezembro de 2010. As importações no mesmo mês somaram US$ 125,11 milhões, 15% a mais do que em relação ao mesmo mês de 2010.




OS PRODUTOS MAIS EXPORTADOS PELO DF EM 2011




Produto

Valor exportado

Participação



Pedaços e miudezas de galos e galinhas

US$ 52 milhões

28%



Combustíveis e lubrificantes para aeronaves

US$ 46 milhões

25%



Carnes de galos e galinhas cortadas em pedaço

US$ 44 milhões

24%



Outros grãos de soja

US$ 34 mlhões

18%



Mercadorias para consumo de bordo em aeronaves

US$ 2,8 milhões

1,53%





http://g1.globo.com/distrito-federal...presarial.html

MAMUTE Jan 27, 2012 3:17 PM

:previous:Recorde nas exportações, mas ainda assim o resultado é inespressivo comparando com outros estados, sinal que tem muito a ser feito para chegar a US$ 1BI, quem sabe com a cidade aeroportuaria isso se torne realidade...

salengasss Jan 28, 2012 1:54 PM

Carnes e miudezas de frango???????? Não invista em pesquisa e tecnologia não, Brasília... assim, você terá que vender toneladas e mais toneladas de galinha pra conseguir comprar um chipizinho de computador.

MAMUTE Jan 31, 2012 2:29 PM

Empresários de Brasília recebem alvarás hoje



Administração de Brasília entregará 300 documentos a empresas da capital


Cerca de 300 empresários das asas Sul e Norte receberão hoje (31) seus alvarás de funcionamento. A entrega será feita neste manhã pelo Administrador de Brasília, Messias de Souza (foto), que após montar uma força-tarefa com arquitetos do órgão, da Agefis e da Terracap, conseguiu atender a demanda de processos que aguardavam até três anos pelo documento.

Alguns pedidos de alvará de funcionamento se encontravam parados na administração por diversos motivos. Após determinação do governador Agnelo Queiroz de agilidade no atendimento às solicitações dos empresários, o administrador buscou reforço em outros órgãos e conseguiu, nos últimos seis meses, analisar cerca de 300 processos.

Segundo Messias, estes empresários serão apenas os primeiros a serem beneficiados. Eles receberão os documentos já assinados hoje e, a partir dai, estarão com seus empreendimentos legalizados. A ideia, contudo, vai além do mutirão que termina nesta terça. A cada 15 dias, o administrador pretende entregar mais alvarás. Cerca de 100.

http://www.jornalalobrasilia.com.br/...4545.jpg&w=300


Além da emissão dos alvarás – atrasados desde as gestões anteriores –, Messias adotará outra medida que beneficiará a população de Brasília, inclusive os empresários que buscam alvarás de funcionamento. Deverá ser anunciada nos próximos dias que a Administração de Brasília não será mais fechada no horário de almoço. O novo horário visa atender àqueles que só possuem o período entre 12h e 14h para resolver assuntos particulares e acabam esbarrando no horário de almoço dos servidores. O órgão atenderá das 8h às 18h, sem interrupção.

“A Administração trabalha pela legalidade dos processos e pelo atendimento. O cidadão tem que ser atendido pelo servidor e ter sua solicitação atendida pelo órgão”, enfatizou Messias. Hoje, cerca de 70% dos pedidos de alvarás de funcionamento que estão no órgão, por exemplo, estão parados por falta de documentação exigida. “Estamos entrando em contato, solicitando que os empresários atendam às exigências para que possamos fornecer todos os alvarás pendentes. Só não teremos protecionismo, quem estiver ilegal ou sem documentação, não terá o documento”, explicou.

A cerimônia de entrega de alvarás acontece às 9h30, no auditório da sede da Administração de Brasília (SBN quadra 2 bloco K S1).













http://www.alo.com.br/noticias/ultim...Noticia=156628

pesquisadorbrazil Feb 1, 2012 4:22 PM

Será que dentre esses alvarás, está do home center C&C no SIA?

pesquisadorbrazil Feb 7, 2012 3:00 PM

Wickbold esquenta o forno na guerra contra a mexicana Bimbo
Fabricante quer faturar R$ 1 bilhão em 2015 e chegar a dois novos estados no próximo ano, além dos 11 atuais.

O mercado de pães industrializados encontra-se em pleno processo de fermentação no Brasil.

A mexicana Bimbo, líder do segmento com um total de sete marcas como Pullman e Nutrella, e a paulistana Wickbold, a terceira do ranking, estão expandindo seus fornos para novas geografias.

Na próxima semana, a Wickbold, companhia familiar fundada há 74 anos e dona de um faturamento de R$ 511 milhões, vai definir em qual endereço construirá sua fábrica de Santa Catarina, a quinta do país.

Em paralelo, ela amplia a unidade industrial de Hortolândia (SP) e soma um investimento de R$ 25 milhões nos dois projetos neste ano.

No dia 15, o mexicano Daniel Servitje, CEO do Grupo Bimbo e rival da família Wickbold, desembarca em Brasília para a inauguração da planta industrial que operará no Pólo JK Santa Maria, a oitava da companhia no país.

A fábrica, primeira do grupo na região Centro-Oeste, tende a intensificar a briga nas gôndolas brasilienses, terreno dominado pela Wickbold.

"Não temos medo. Nós gostamos de desafio", alfineta Bernardino Costa, diretor comercial da Wickbold, entre risos e promessas de muitos lançamentos e de também atingir R$ 1 bilhão em receita até 2015.

Pães especiais

Embora não seja a líder do mercado brasileiro de pães, que movimentou por volta de R$ 3 bilhões em 2011, a Wickbold está concentrando suas armas nas versões especiais, que se referem aos pães produzidos com ingredientes diferenciados como farinha integral, castanha do pará, quinoa e até iogurte.

E é justamente nesta categoria de pães especiais que a marca quer dar o pulo do gato nos próximos meses, estratégia que deve ajudá-la na meta de ultrapassar a Bimbo.

Com suas sete marcas, o grupo mexicano lidera o segmento como empresa, com 38% de participação de mercado. Já a Wickbold detém 27,5% de participação. "Nossa estratégia é, em dois anos, ultrapassar a Bimbo em pães especiais", afirma Costa.

Os pães especiais apresentam a maior taxa de crescimento na indústria de panificação e respondem por 45% de todos os pães industrializados vendidos no país.

O Sul do Brasil, terreno da Nutrella, da Bimbo, é forte no consumo de pães e tem o mesmo poder de compra do interior de São Paulo.

Com a fábrica de Santa Catarina, a Wickbold planeja alavancar suas vendas no Rio Grande do Sul, onde só atende a rede Zaffari, e no estado catarinense.

Mato Grosso do Sul entra no radar da Wickbold, a partir da ampliação da planta de Hortolândia. Em 2013, a empresa pretende aterrisar em dois novos estados, além dos 11 atuais.Por Françoise Terzian

Fonte:brasileconomico06/02/2012
Fonte: http://fusoesaquisicoes.blogspot.com...na-guerra.html

pesquisadorbrazil Feb 7, 2012 3:06 PM

E depois, dizem que aqui não tem fábrica de nada né. Nem de pizza e marmelada...

MAMUTE Feb 7, 2012 3:09 PM

:previous:Bom saber que a fábrica da BIMBO já está para abrir, o que eu queria saber é da fábrica da PEPISICO que até hoje não sei se já começaram as obras:shrug:

MAMUTE Feb 7, 2012 3:22 PM

:previous:Procurando no Google, achei o site da construtora âncora engenharia que construiu a fábrica da BIMBO no polo JK, e achei essa imagem.


http://www.ancoraengenharia.com.br/i...gens/bimbo.jpg

pesquisadorbrazil Feb 7, 2012 3:23 PM

Quote:

Originally Posted by MAMUTE (Post 5580517)
:previous:Bom saber que a fábrica da BIMBO já está para abrir, o que eu queria saber é da fábrica da PEPISICO que até hoje não sei se já começaram as obras:shrug:

Até agora não se fala no assunto, mas o projeto continua valendo, até aonde eu sei.:tup:

MAMUTE Feb 10, 2012 4:47 PM

Fábricas calculam prejuízo de 6 milhões de reais devido à queda de energia


Fábricas de cimento na Fercal estão sem luz há mais de 15 horas e calculam um prejuízo de seis milhões de reais por dia devido aos problemas de falta de energia elétrica. A região está no escuro desde o fim da tarde dessa quinta-feira (9/2).

A Companhia Energética de Brasília (CEB) disse que 99% das regiões afetadas com a queda já tiveram o sistema normalizado. Explicou também que as fábricas podem estar com baixa tensão de eletricidade, o que inviabiliza o seu funcionamento. Empresas de grande porte precisam de uma alta capacidade de energia para operar. A CEB sugeriu ainda que essas fábricas possam estar dentro da zona de 1% que continua sem luz na região.

De acordo com a assessoria de imprensa de uma das fábricas prejudicadas, Cimento Planalto (Ciplan), todos os funcionários estão ociosos durante o horário de trabalho. Além disso, a distribuição do produto para as revendedoras em todo o Distrito Federal e Entorno ficou prejudicada, porque as fábricas não estão produzindo cimento.

A falta de luz foi causada por um rompimento de um cabo de energia, devido a uma descarga elétrica na região de Sobradinho. Para restabelecer a luz, a CEB redistribuiu energia de outras regiões, enquanto a substituição do cabo é feita. Por volta das 22h30 de ontem, 80% dos locais afetados estavam com a energia normalizada e a meia-noite, esse número subiu para 99%.

A CEB acredita que até o fim da tarde toda região atingida estará com a distribuição de energia elétrica normalizada.









http://www.correiobraziliense.com.br...-energia.shtml

pesquisadorbrazil Feb 10, 2012 11:42 PM

Eu quero ver a CEB pagar esse prejuízo de 6 milhões...

MAMUTE Feb 16, 2012 12:32 AM

Desenvolvimento e emprego para o DF


Governador Agnelo Queiroz participa de inauguração de fábrica que trará mais de 300 empregos diretos e indiretos no Polo Industrial JK, próximo à Santa Maria



O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, acompanhado do vice-governador, Tadeu Filippelli, e dos secretários de Trabalho, Glauco Rojas, e de Fazenda, Marcelo Piancastelli, participou na manhã desta quarta-feira da inauguração da fábrica de pães Bimbo no Polo Industrial JK, próximo à Santa Maria. O grupo mexicano Bimbo é um dos mais importantes do mundo no segmento de panificação e dono de marcas como Pullman, Plus Vita, Ana Maria, Nutrella e Crocantíssimo. A nova fábrica é a maior do Centro-Oeste no ramo e irá gerar, neste primeiro momento, 175 empregos diretos e cerca de 150 indiretos.

Esta é a oitava fábrica de pães da marca no Brasil e abastecerá os mercados do Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Tocantins e Minas Gerais. O investimento no Distrito Federal foi de aproximadamente R$ 40 milhões, com estimativa de crescimento de cerca de 20% ao ano.

“Esta fábrica marca uma nova etapa no desenvolvimento econômico e na qualidade de vida das cidades de Santa Maria e do Gama, além do Polo JK. A expectativa de geração de empregos diretos, que era de 150, já foi ultrapassada, e a parceria em projetos de responsabilidade social nos anima muito”, comemorou o governador. “Este polo é uma prioridade deste governo, porque grandes empresas querem se instalar aqui. Vamos valorizar cada empreendimento que demonstrar interesse”, ressaltou Agnelo Queiroz.

Infraestrutura – O governador também adiantou que será instalada no Polo Industrial JK uma filial da fábrica europeia de medicamentos Sanofi Aventis. A atração de novos empreendimentos, de acordo com o governador, deve-se não só aos incentivos fiscais concedidos pelo GDF, mas também ao investimento na área.

“Recebemos um polo totalmente abandonado, sem energia, pavimentação ou qualquer preocupação ambiental. Hoje estamos revertendo essa situação. A pavimentação está chegando à porta das fábricas, o sistema de transporte está sendo melhorado e a parte de energia e serviços implantada. Estamos no caminho da industrialização que trará mais empregos e melhorará a vida de muitas famílias”, garantiu o governador Agnelo Queiroz.

Responsável pelo desenvolvimento das notas técnicas que contribuírampara fortalecer o estudo da implantação da fábrica, a Assessoria de Relações Internacionaisdo DF assegurou a expansão do grupo no Brasil, a partir de Brasília, nos próximos dez anos.

De acordo com o diretor-geral da Bimbo no Brasil, Daniel Servitje, Brasília é um ponto estratégico para o crescimento do grupo no mundo, e a confiança do GDF na instalação do grupo na região é sinal de parceria, responsabilidade e profissionalismo. “Nossa meta é crescer, estamos apenas começando. Ter a confiança deste governo e dos cidadãos do Distrito Federal nos dá o incentivo necessário para investir não só no desenvolvimento econômico, mas humano”, afirmou.

Agnelo Queiroz destacou que uma das contrapartidas da instalação da Bimbo no Polo Industrial JK foi um acordo para que a empresa mexicana passe a se responsabilizar pela manutenção do Parque Recreativo do Gama, conhecido como Prainha. O parque faz parte do programa Brasília, Cidade Parque, da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, que busca a valorização ambiental, social, econômica e cultural de áreas verdes protegidas por meio de gestão compartilhada.

Polo Industrial JK – Localizado na Região Administrativa de Santa Maria, a 39km do Plano Piloto, o polo faz parte do projeto de desenvolvimento industrial e social do DF. A área destinada ao parque é de 140 hectares, com empresas voltadas a atividades industriais e de logística.

Também participou da solenidade o embaixador do México no Brasil, Alejandro De La Peña Navarrete, entre outras autoridades.














http://www.agenciabrasilia.df.gov.br...D_CHAVE=164428

Similar Feb 16, 2012 1:17 AM

:previous:

Graças ao Arruda, que negociou a vinda da Bimbo e da Sanofi...

Jota Feb 16, 2012 2:32 PM

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Originally Posted by Similar (Post 5592322)
:previous:

Graças ao Arruda, que negociou a vinda da Bimbo e da Sanofi...

Rapaz, sinceramente? O Arruda que se dane.....

Similar Feb 16, 2012 3:39 PM

Quote:

Originally Posted by Jota Ferro (Post 5592949)
Rapaz, sinceramente? O Arruda que se dane.....

Ele, o Agnello, o Roriz, o Chico Vigilante....todos são da mesma laia. Ele foi o bode expiatório.

Jota Feb 16, 2012 4:33 PM

Quote:

Originally Posted by Similar (Post 5593008)
Ele, o Agnello, o Roriz, o Chico Vigilante....todos são da mesma laia. Ele foi o bode expiatório.

Que seja, mas primeiro matamos o bode, depois o resto. :haha:

Hoje o STF enterra o Joaquim Roriz.....

Assim se vão um por um, o que não serve de nada é ficar re-elegendo safados do passado, Arruda pra mim acabou, morreu. Depois será a vez do Agnelo e que venha o proximo...


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