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pesquisadorbrazil Aug 12, 2020 8:42 PM

Imagens do empreendimento mais nítidas...


pesquisadorbrazil Aug 12, 2020 8:43 PM

Querem apostar que o IPHAN logo vai falar que fere o tombamento do prédio da rodoferroviária..... vamos aguardar o pronunciamento em breve...

fabiano Aug 13, 2020 12:05 AM

Vi muita gente que mora no Plano Piloto dando piti com esse novo bairro, que nem fica no Plano Piloto, diga-se de passagem, e sim no SIA. Uma coisa é certa, muita gente quer a exclusividade de morar no Centro, mas, abomina estender esse privilégio a outras pessoas. Se esse bairro ficasse em qualquer lugar mais afastado, poucas pessoas reclamariam.

Quanto ao bairro em si, eu senti falta do VLT passando por dentro do bairro. Seria muito melhor e mais acessível para os moradores e frequentadores e integraria todos os espaços comerciais com o sistema de transporte.

kaomidev Aug 13, 2020 12:15 AM

Quote:

Originally Posted by DavidRPM (Post 9007092)
Esse novo bairro poderia ser igual o La Défense em Paris, com torres altas e modernas, ficaria lindo. :(

Lembro de ter encontrado um documento oficial que falava exatamente isso, não sei porque mudaram.... :koko:

MAMUTE Aug 13, 2020 12:26 AM

Quote:

Originally Posted by fabiano (Post 9008867)
Vi muita gente que mora no Plano Piloto dando piti com esse novo bairro, que nem fica no Plano Piloto, diga-se de passagem, e sim no SIA. Uma coisa é certa, muita gente quer a exclusividade de morar no Centro, mas, abomina estender esse privilégio a outras pessoas. Se esse bairro ficasse em qualquer lugar mais afastado, poucas pessoas reclamariam.

Quanto ao bairro em si, eu senti falta do VLT passando por dentro do bairro. Seria muito melhor e mais acessível para os moradores e frequentadores e integraria todos os espaços comerciais com o sistema de transporte.

Com certeza vai ter uma enxurrada de pessoas reclamando, e vão até falar em devastação da natureza:sly: esperar pra ver.

pesquisadorbrazil Aug 13, 2020 12:38 AM

Quote:

Originally Posted by fabiano (Post 9008867)
Vi muita gente que mora no Plano Piloto dando piti com esse novo bairro, que nem fica no Plano Piloto, diga-se de passagem, e sim no SIA. Uma coisa é certa, muita gente quer a exclusividade de morar no Centro, mas, abomina estender esse privilégio a outras pessoas. Se esse bairro ficasse em qualquer lugar mais afastado, poucas pessoas reclamariam.

Quanto ao bairro em si, eu senti falta do VLT passando por dentro do bairro. Seria muito melhor e mais acessível para os moradores e frequentadores e integraria todos os espaços comerciais com o sistema de transporte.

Eu não, eu vi as imagens agora, deu para perceber que o bairro terá acesso ao VLT, como é pequeno, uma estação é suficiente para atender, e um microonibus circular ou bike dá conta do recado.

Agora que deveria ter prédios comerciais ao redor da estação isso sim, pois prédios do governo só tem funcionamento de dia a noite, fica as traças.

fabiano Aug 13, 2020 12:46 AM

Quote:

Originally Posted by pesquisadorbrazil (Post 9008902)
Eu não, eu vi as imagens agora, deu para perceber que o bairro terá acesso ao VLT, como é pequeno, uma estação é suficiente para atender, e um microonibus circular ou bike dá conta do recado.

Agora que deveria ter prédios comerciais ao redor da estação isso sim, pois prédios do governo só tem funcionamento de dia a noite, fica as traças.

Pois é... Achei muito estranho a linha de VLT da forma como foi projetada. Poderia até permanecer o mesmo trajeto, mas, com edifícios comerciais e de uso misto nos arredores.:shrug:

pesquisadorbrazil Aug 13, 2020 12:50 AM

Mateus Oliveira: "Cada projeto aprovado representa postos de trabalho"

Confira a entrevista concedida pelo titular da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira, para a Agência Brasília

https://cdn.jornaldebrasilia.com.br/.../08/mateus.jpg

Confira a entrevista concedida pelo titular da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira, para a Agência Brasília. A pasta acompanha o crescimento das cidades, promove parcelamentos de solo e trabalha por regularização de territórios. Também está por trás de projetos de revitalização que mudam a cara de várias partes da cidade. É dela o papel de planejar para que o Distrito Federal se desenvolva de forma organizada e, com medidas de simplificação e desburocratização, as aprovações de projetos ficaram mais fáceis no último ano. Na conversa, Mateus Oliveira mostra os resultados do órgão nesta gestão.


Enfrentamos um cenário delicado com a pandemia de coronavírus, que afetou serviços em todo o mundo. De que forma a Seduh tem trabalhado para manter a atuação de desenvolvimento urbano diante da situação?

Mesmo durante a pandemia, com teletrabalho, a produtividade vem sendo mantida e, em alguns casos, aumentou. Isso se deve especialmente ao fato de que todos os nossos processos são eletrônicos, inclusive de aprovação de projetos de arquitetura são informatizados – desde uma casa até um grande um empreendimento imobiliário – assim como os projetos de regularização fundiária. Todos os projetos de urbanismo, estrutura viária, infraestrutura são eletrônicos. Mesmo de casa, todos têm conseguido dar vazão ao volume de análises.


Desde o início da gestão, o governo trabalha pela simplificação e desburocratização dos processos e do Código de Obras e Edificações, inclusive com aprovações junto à CLDF. Quais os resultados práticos disso?

O histórico do DF na questão de aprovação de projetos era muito ruim, com grande morosidade e complexidade. Desde janeiro de 2019, passamos a implementar uma série de ações para obter melhora. O maior exemplo foi a aprovação da Lei do Alvará de Construção em sete dias. A alteração do Código de Obras e Edificações possibilitou um procedimento mais simples para construções de residências. Antes, levava de um ano e meio a dois anos. De janeiro a maio desse ano, expedimos 576 alvarás de construção para residências, percebemos o aumento da procura e supomos que muitas obras foram feitas na informalidade. A criação da assinatura eletrônica de aprovação de projetos e dispensa da necessidade dos proprietários imprimirem grande volume de plantas para serem carimbadas foi outra medida. Também conseguimos simplificar a aprovação de projetos de equipamentos públicos da saúde, educação e segurança, observando a importância, neste momento de pandemia, de manter empregos e economia aquecida. Essa simplificação também foi possível porque os projetos são elaboradas por servidores do próprio GDF.

A criação de novos bairros é a regra, enquanto a regularização deve ser exceção. Esta é a maneira de possibilitar o crescimento ordenado do DF


De que forma o governo atua em prol do crescimento ordenado das cidades?

Na regularização fundiária urbana, temos necessidade de avançar com maior velocidade possível porque quanto mais tempo leva para concluir processos, mais se agrava situação ambiental e urbanística. Embora a regra do crescimento da cidade seja por meio da aprovação de projetos de novos bairros, de forma planejada e com estudos ambientais, aquelas ocupações que ao longo do tempo ocorreram de maneira informal e hoje são definidas como áreas passíveis de regularização precisam de ação efetiva do governo para que não só os moradores tenham moradia regular e digna, como também para que possamos avançar em obras de infraestrutura, especialmente em relação à drenagem, esgotamento sanitário obras e energia. Essa regularização ocorre em áreas particulares ou públicas e depende de esforço conjunto do proprietário da área, que assume a responsabilidade de elaboração dos projetos de urbanismo e infraestrutura, da Seduh na aprovação dos projetos e do Brasília Ambiental no licenciamento ambiental.


Quais projetos de Regularização Fundiária foram aprovados durante a pandemia? Qual é a situação de cada um deles?

Neste ano tivemos seis projetos de regularização aprovados no Conplan [Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF] e oito decretos expedidos pelo governador. São 14 processos de regularização com processos concluídos. Pelo Conplan, foram três no Setor Habitacional Contagem, em Sobradinho (Vivendas Beija Flor, Residencial Serra Dourada II, Condomínio Vila Rica), e outros três no Riacho Fundo, Planaltina e Brazlândia. Saíram decretos para cinco etapas no Arapoanga, Vivendas Beija Flor (Contagem) e Belvedere Green (Jardim Botânico), além da quadra 307, conjunto 19 e 20 do Recanto das Emas. Todos os projetos podem ser acompanhados pelo Portal da Regularização.


Como o DF avançou nessa questão de regularização desde o início da gestão?

Dois fatores contribuem para o bom desempenho. Uma é a criação de uma subsecretaria específica para regularização fundiária, o que deu condições para zerar a fila de processos de regularização em análise já nos primeiros seis meses. Outro ponto é que mesmo durante a pandemia, o Conplan vem se reunindo quinzenalmente por videoconferência para deliberações e aprovações.


Quais serão as próximas áreas foco de projetos de regularização?

Quatro projetos devem ser deliberados pelo Conplan ainda em agosto: dois no Setor Habitacional Contagem, um no Jardim Botânico e um na QNO 4 de Ceilândia. Eles foram distribuídos no mês passado.


Quantos e quais projetos de Projetos de Parcelamento do Solo avançaram neste ano?

A criação de novos bairros é a regra, enquanto a regularização deve ser exceção. Esta é a maneira de possibilitar o crescimento ordenado do DF. A população está em crescimento constante, há necessidade de manter a oferta de imóveis de forma regular e esse é o processo que permite a criação de novos lotes com planejamento de estudos ambientais e de tráfego. Em área pública ou privada é quando serão feitas exigências de contrapartidas e compensações. Nesse sentido, fizemos um trabalho para acelerar o rito e temos um volume considerável de 11 novos parcelamentos aprovados.


Confira a entrevista concedida pelo titular da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira, para a Agência Brasília. A pasta acompanha o crescimento das cidades, promove parcelamentos de solo e trabalha por regularização de territórios. Também está por trás de projetos de revitalização que mudam a cara de várias partes da cidade. É dela o papel de planejar para que o Distrito Federal se desenvolva de forma organizada e, com medidas de simplificação e desburocratização, as aprovações de projetos ficaram mais fáceis no último ano. Na conversa, Mateus Oliveira mostra os resultados do órgão nesta gestão.


Enfrentamos um cenário delicado com a pandemia de coronavírus, que afetou serviços em todo o mundo. De que forma a Seduh tem trabalhado para manter a atuação de desenvolvimento urbano diante da situação?

Mesmo durante a pandemia, com teletrabalho, a produtividade vem sendo mantida e, em alguns casos, aumentou. Isso se deve especialmente ao fato de que todos os nossos processos são eletrônicos, inclusive de aprovação de projetos de arquitetura são informatizados – desde uma casa até um grande um empreendimento imobiliário – assim como os projetos de regularização fundiária. Todos os projetos de urbanismo, estrutura viária, infraestrutura são eletrônicos. Mesmo de casa, todos têm conseguido dar vazão ao volume de análises.

Desde o início da gestão, o governo trabalha pela simplificação e desburocratização dos processos e do Código de Obras e Edificações, inclusive com aprovações junto à CLDF.


Quais os resultados práticos disso?

O histórico do DF na questão de aprovação de projetos era muito ruim, com grande morosidade e complexidade. Desde janeiro de 2019, passamos a implementar uma série de ações para obter melhora. O maior exemplo foi a aprovação da Lei do Alvará de Construção em sete dias. A alteração do Código de Obras e Edificações possibilitou um procedimento mais simples para construções de residências. Antes, levava de um ano e meio a dois anos. De janeiro a maio desse ano, expedimos 576 alvarás de construção para residências, percebemos o aumento da procura e supomos que muitas obras foram feitas na informalidade. A criação da assinatura eletrônica de aprovação de projetos e dispensa da necessidade dos proprietários imprimirem grande volume de plantas para serem carimbadas foi outra medida. Também conseguimos simplificar a aprovação de projetos de equipamentos públicos da saúde, educação e segurança, observando a importância, neste momento de pandemia, de manter empregos e economia aquecida. Essa simplificação também foi possível porque os projetos são elaboradas por servidores do próprio GDF.

A criação de novos bairros é a regra, enquanto a regularização deve ser exceção. Esta é a maneira de possibilitar o crescimento ordenado do DF


De que forma o governo atua em prol do crescimento ordenado das cidades?

Na regularização fundiária urbana, temos necessidade de avançar com maior velocidade possível porque quanto mais tempo leva para concluir processos, mais se agrava situação ambiental e urbanística. Embora a regra do crescimento da cidade seja por meio da aprovação de projetos de novos bairros, de forma planejada e com estudos ambientais, aquelas ocupações que ao longo do tempo ocorreram de maneira informal e hoje são definidas como áreas passíveis de regularização precisam de ação efetiva do governo para que não só os moradores tenham moradia regular e digna, como também para que possamos avançar em obras de infraestrutura, especialmente em relação à drenagem, esgotamento sanitário obras e energia. Essa regularização ocorre em áreas particulares ou públicas e depende de esforço conjunto do proprietário da área, que assume a responsabilidade de elaboração dos projetos de urbanismo e infraestrutura, da Seduh na aprovação dos projetos e do Brasília Ambiental no licenciamento ambiental.


Quais projetos de Regularização Fundiária foram aprovados durante a pandemia? Qual é a situação de cada um deles?

Neste ano tivemos seis projetos de regularização aprovados no Conplan [Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF] e oito decretos expedidos pelo governador. São 14 processos de regularização com processos concluídos. Pelo Conplan, foram três no Setor Habitacional Contagem, em Sobradinho (Vivendas Beija Flor, Residencial Serra Dourada II, Condomínio Vila Rica), e outros três no Riacho Fundo, Planaltina e Brazlândia. Saíram decretos para cinco etapas no Arapoanga, Vivendas Beija Flor (Contagem) e Belvedere Green (Jardim Botânico), além da quadra 307, conjunto 19 e 20 do Recanto das Emas. Todos os projetos podem ser acompanhados pelo Portal da Regularização.


Como o DF avançou nessa questão de regularização desde o início da gestão?

Dois fatores contribuem para o bom desempenho. Uma é a criação de uma subsecretaria específica para regularização fundiária, o que deu condições para zerar a fila de processos de regularização em análise já nos primeiros seis meses. Outro ponto é que mesmo durante a pandemia, o Conplan vem se reunindo quinzenalmente por videoconferência para deliberações e aprovações.


Quais serão as próximas áreas foco de projetos de regularização?

Quatro projetos devem ser deliberados pelo Conplan ainda em agosto: dois no Setor Habitacional Contagem, um no Jardim Botânico e um na QNO 4 de Ceilândia. Eles foram distribuídos no mês passado.


Quantos e quais projetos de Projetos de Parcelamento do Solo avançaram neste ano?

A criação de novos bairros é a regra, enquanto a regularização deve ser exceção. Esta é a maneira de possibilitar o crescimento ordenado do DF. A população está em crescimento constante, há necessidade de manter a oferta de imóveis de forma regular e esse é o processo que permite a criação de novos lotes com planejamento de estudos ambientais e de tráfego. Em área pública ou privada é quando serão feitas exigências de contrapartidas e compensações. Nesse sentido, fizemos um trabalho para acelerar o rito e temos um volume considerável de 11 novos parcelamentos aprovados.


Temos pontos importantes na cidade que foram deixados de lado por anos e que agora recebem um olhar mais direto do governo. Temos vários projetos urbanísticos elaborados e em execução. O que podemos esperar pela frente?

A Seduh tem papel importante para projetos de requalificação e revitalização de espaços públicos. O exemplo principal foi a W3 Sul. Agora no Setor Comercial Sul, a Secretaria de Obras está começando a trabalhar com base em nossos projetos, assim como o Setor de Rádio e TV Sul, que também terá obras iniciadas em breve. Os projetos preveem revitalização de calçadas, rampas, estacionamentos, arborização, paisagismo, com mesmo objetivo de dar mais qualidade para as pessoas que transitam nesses locais. Dois de grande importância devem ser concluídos neste ano são as Rotas Culturais e Turísticas da Vila Planalto e de Planaltina.


Como as revitalizações podem ajudar no desenvolvimento do DF?

Esses projetos têm função importantíssima de uma preocupação com qualidade do espaço público, com foco especialmente no pedestre, ciclista e pessoa com deficiência, sempre com acessibilidade. O DF, de modo geral, vem precisando desse cuidado e olhar diante de tanto abandono que se verifica nos últimos anos.


De que forma o bom ordenamento territorial, as ações de regularização e as revitalizações contribuem para o desenvolvimento econômico e social da capital?

O papel da Seduh é, de fato, permitir que os investimentos públicos e privados possam se instalar no DF, gerando empregos, renda e arrecadação. Cada projeto analisado e aprovado representa postos de trabalho a partir do início da execução das obras. Por consequência, há impactos positivos também para a área social. Por outro lado, também é nosso papel elaborar políticas públicas voltadas à melhoria da qualidade de vida das pessoas no DF, especialmente por meio do PDOT [Plano Diretor de Ordenamento Territorial] que está com seu processo de revisão sendo iniciado.

As informações são da Agência Brasília

Fonte: https://www.agenciabrasilia.df.gov.b...ocioeconomico/

fabiano Aug 13, 2020 1:02 AM

Olhando o Edital da Terracap, aqueles dois lotes que ficam ao lado das obras Atacadão Dia a Dia entraram no Edital deste mês. Tomara que sejam vendidos e que venha algo bom para a região.

pesquisadorbrazil Aug 13, 2020 2:21 PM

Quote:

Originally Posted by fabiano (Post 9008937)
Olhando o Edital da Terracap, aqueles dois lotes que ficam ao lado das obras Atacadão Dia a Dia entraram no Edital deste mês. Tomara que sejam vendidos e que venha algo bom para a região.

Se for um empresário igual de Santa Maria, pode sair um shopping. Se não, virá um monte de kits.

DavidRPM Aug 13, 2020 3:11 PM

Quote:

Originally Posted by fabiano (Post 9008937)
Olhando o Edital da Terracap, aqueles dois lotes que ficam ao lado das obras Atacadão Dia a Dia entraram no Edital deste mês. Tomara que sejam vendidos e que venha algo bom para a região.

Aonde?

fabiano Aug 13, 2020 3:21 PM

Quote:

Originally Posted by pesquisadorbrazil (Post 9009270)
Se for um empresário igual de Santa Maria, pode sair um shopping. Se não, virá um monte de kits.

Pois é... Poderia fazer algo semelhante ao Santa Maria Shopping ou ao Paranoá Shopping. Sem contar que é a localização mais central do Recanto.:tup:

fabiano Aug 13, 2020 3:26 PM

Quote:

Originally Posted by DavidRPM (Post 9009322)
Aonde?

https://i.ibb.co/G7pJFjG/Lotes-Centro-Urbano.jpg

MAMUTE Aug 13, 2020 3:59 PM

Quote:

Originally Posted by fabiano (Post 9009342)

Não me conformo, bairros como: Samambaia, Recanto das emas, São Sebastião, Sobradinho, Gama e Planaltina ainda não terem shoppings, claro que Há projetos, mas eram pra ter a séculos:uhh:
Ceilândia deveria ter dois shoppings pois tem população de sobra. Shoppings do porte do Águas claras shopping ou Boulevard shopping da Asa Norte, no mínimo isso.

fabiano Aug 13, 2020 4:44 PM

Quote:

Originally Posted by MAMUTE (Post 9009380)
Não me conformo, bairros como: Samambaia, Recanto das emas, São Sebastião, Sobradinho, Gama e Planaltina ainda não terem shoppings, claro que Há projetos, mas eram pra ter a séculos:uhh:
Ceilândia deveria ter dois shoppings pois tem população de sobra. Shoppings do porte do Águas claras shopping ou Boulevard shopping da Asa Norte, no mínimo isso.

Pois é. Tem coisas que não dá para entender, realmente. Ainda mais se tratando de Gama e Planaltina, que são bairros antigos e bastante populosos.:(

Pelo menos em Planaltina a expectativa é boa, já que as obras já começaram ou estão para começarem.:D

fabiano Aug 13, 2020 6:09 PM

Quote:

Originally Posted by fabiano (Post 9007838)
Lançamento, Quadra Parque Gama | CONBRAL | Quadra 03, Setor Central

https://conbral.com.br/img/portfolio...ntos/gama2.jpg

Acabei de passar pelo Setor Central do Gama e vi que serão apenas apartamentos de 1 e 2 quartos.

DavidRPM Aug 14, 2020 1:54 PM

Quote:

Originally Posted by fabiano (Post 9009342)

Ah sim, poderiam juntar esses dois lotes e construírem um centro comercial bacana, com cinema.
Esse centro urbano do Recanto está começando a tomar forma, mas acho que só vai decolar mesmo depois de construírem o hospital e a via de ligação com a BR060/Samambaia, inclusive essa via seria importante pra desafogar o balão das Emas, principalmente durante a construção do viaduto, aquilo com certeza vai virar um caos durante as obras.

MAMUTE Aug 14, 2020 2:03 PM

Quote:

Originally Posted by DavidRPM (Post 9010475)
Ah sim, poderiam juntar esses dois lotes e construírem um centro comercial bacana, com cinema.
Esse centro urbano do Recanto está começando a tomar forma, mas acho que só vai decolar mesmo depois de construírem o hospital e a via de ligação com a BR060/Samambaia, inclusive essa via seria importante pra desafogar o balão das Emas, principalmente durante a construção do viaduto, aquilo com certeza vai virar um caos durante as obras.

Sem dúvidas que essa futura via seria crucial para o desenvolvimento do Centro Urbano, mas nunca vi nenhuma notícia falando a respeito dessa via.

fabiano Aug 14, 2020 2:10 PM

Essa via de ligação Recanto/Samambaia teria que sair o mais rápido possível. Traria mais desenvolvimento para ambas RA's. Mas, é como o Mamute falou, eu não vi nenhuma notícia a respeito.

Talvez com o lançamento do SHPB a via saia do papel.

kaomidev Aug 14, 2020 11:43 PM

Quote:

Originally Posted by DavidRPM (Post 9010475)
Ah sim, poderiam juntar esses dois lotes e construírem um centro comercial bacana, com cinema.
Esse centro urbano do Recanto está começando a tomar forma, mas acho que só vai decolar mesmo depois de construírem o hospital e a via de ligação com a BR060/Samambaia, inclusive essa via seria importante pra desafogar o balão das Emas, principalmente durante a construção do viaduto, aquilo com certeza vai virar um caos durante as obras.

Falando em Centro Urbano, essa semana assisti a licitação pra vender a implantação do Habita Brasilia (57 milhões, com 4 milhões de entrada). Infelizmente, não houveram licitantes e a licitação foi dada como deserta :(.

A parte do Sub-Centro 400/600 já foi vendida no edital 6/2020.

Em última instância, o próprio GDF abriria uma licitação pra contratar alguém pra fazer?

:cheers: 57 mi não é nada comparado aos 300 mi do túnel de Taguatinga. :cheers:


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