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  #1401  
Old Posted Dec 28, 2018, 2:32 PM
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O VLT na Asa Sul é uma boa, mas acabar com um sentido da W3 não rola. O melhor seria passar o VLT pela W4 ou pela W2.

Last edited by yuri radd; Dec 29, 2018 at 3:47 PM.
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  #1402  
Old Posted Dec 28, 2018, 5:41 PM
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GDF adia entrega das estações 106 e 110 Sul do Metrô para abril de 2019

Fonte: https://g1.globo.com/df/distrito-fed...-de-2019.ghtml
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  #1403  
Old Posted Dec 28, 2018, 5:43 PM
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Ibaneis planeja metrô como concessão e quer expansão por meio de PPPs

Ideia é retirar o peso de investimentos do GDF. Sindicato dos servidores e especialista discordam e sugerem mais cautela ao novo governador


O governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), revelou, na quinta-feira (27/12), a intenção de transformar o metrô local em concessão pública. Ao Metrópoles, o emedebista afirmou já estar trabalhando em edital para alterar o estatuto social da empresa pública. Ainda segundo o futuro titular do Palácio do Buriti, a expansão do transporte até a Asa Norte, por exemplo, pode ocorrer por meio de Parceria Público-Privada (PPP), desonerando o GDF dos custos bilionários para as obras.

“Por mim, o metrô e a rodoviária, tudo será por meio de PPPs. Quero fazer a concessão do metrô, quero fazer o chamamento para que as empresas de fora possam vir fazer o estudo detalhado sobre o meio de transporte”, pontuou Ibaneis.

Caso a decisão se concretize, a responsabilidade pela manutenção do modal, incluindo obras e melhorias, passará a ser da empresa privada vencedora da licitação. Em contrapartida, os lucros e a exploração comercial dos vagões e das estações, por exemplo, também ficarão com a concessionária.

Uma das promessas de campanha, a expansão do metrô até o fim da Asa Norte chegará a cifras bilionárias. Para se ter ideia, da Rodoviária do Plano Piloto até a primeira estação prevista no bairro, o cálculo é de algo próximo a R$ 165 milhões. O custo maior será para o escavamento dos mais de 7 km até a 16 Norte, tendo em vista que a região está dentro da área tombada de Brasília e não pode ter suas características alteradas pela obra.

Custos bilionários e críticas
Cálculos prévios dão conta de que apenas para criar os túneis os cofres públicos teriam de desembolsar mais de R$ 6 bilhões. O valor estimado está de acordo com o custo do quilômetro mais barato, que foi o da Linha 4 do metrô paulistano: US$ 223 milhões. Na conversão para o real, com o dólar cotado a R$ 3,87, cada quilômetro sairia a um custo de R$ 863 milhões. São 7,7 km de perfuração até o último ponto de desembarque, nas proximidades do Setor Hospitalar Norte.

A notícia desagradou o atual comando da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF), estatal responsável pelo modal. A alternativa é considerada inviável para acelerar a chegada do transporte à Asa Norte.

“Os principais metrôs no mundo são geridos pelo Estado. A melhor alternativa seria investimento e operação públicos, tal como está sendo feito na expansão do Metrô-DF para Samambaia, com a construção de duas novas estações e 3,6 km de trilhos”, afirmou o atual presidente da empresa, Marcelo Dourado.

Segundo o gestor, o projeto de expansão até a Asa Norte, com a primeira estação prevista para ser construída nas proximidades da Galeria do Trabalhador, foi aprovado pela Caixa Econômica Federal e pelo Ministério das Cidades. No entanto, os recursos não foram disponibilizados. “A expansão até a Asa Norte praticamente dobraria o volume de usuários transportados atualmente, que é de 160 mil usuários por dia, em média”, disse Dourado.

Pelos cálculos de 2015, o custo estimado da expansão até a área do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), incluindo a construção de cerca de 900 metros de túnel, é de R$ 116 milhões. Desse valor, R$ 21 milhões sairiam dos cofres do GDF e R$ 145 milhões, da União.

Segundo Dourado, a ampliação da malha metroviária acarretaria a necessidade emergencial de realização de novo concurso público para a empresa. “Sem uma nova seleção que garanta a contratação de novos funcionários, não será possível expandir a operação do Metrô-DF até a Asa Norte”, frisou. Atualmente, a companhia tem 1.182 empregados concursados.

Cautela
A intenção do próximo governador pegou de surpresa também a entidade que representa os servidores da estatal. Para o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte Metroviários do DF (SindMetro), Hugo Leonardo Lopes da Silva, o assunto ainda precisa ser tratado com a categoria.

“Esse anúncio é justamente o contrário do que ele [Ibaneis] acertou conosco. Durante a campanha, ele dizia que expandiria o metrô de forma correta, valorizando o servidor. Temos que sentar e avaliar o motivo para ele ter tomado essa decisão. Mesmo porque, isso não nos foi repassado e não fomos consultados. Precisamos conversar para que não haja impasses entre os servidores e o governo. De antemão, digo que não é uma medida que agrade a categoria”, assinalou o sindicalista.

Rentabilidade em xeque
Para o diretor do Instituto Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de Qualidade para Todos, Nazareno Stanislau Affonso, o próximo governador precisa ter cautela. “Minha avaliação é que todas as PPPs têm de demonstrar para a empresa interessada que terá a esperada rentabilidade. Estender até a Asa Norte não trará muita demanda”, explicou.

Segundo o especialista, o trecho não apresentaria lucro, já que os passageiros que seguiriam até a Asa Norte, em tese, já pagam a passagem para chegar à Rodoviária. “Imagina só esticar até a nova região, passar no meio de uma área com baixa densidade, longe de um eixo de grande movimento, como a W3. Isso não dará lucro algum. PPP não é mágica. Ela tem de mostrar de onde vem esse recurso e, claro, a verba vem do passageiro que paga a passagem”, concluiu.

Fonte: https://www.metropoles.com/distrito-...r-meio-de-ppps
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  #1404  
Old Posted Dec 28, 2018, 5:49 PM
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Isso já era esperado, não concluir nada de metrô nessa gestão.
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  #1405  
Old Posted Dec 31, 2018, 8:43 AM
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Nos trilhos: teste de VLT Brasília-Valparaíso começa em 30 dias


Dois vagões entregues pelo Governo Federal farão viagens diárias em janeiro. Linha até Luziânia ainda não tem previsão


REPRODUÇÃO / CBTU


O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que ligará Brasília a Valparaíso (GO), no Entorno do Distrito Federal, começa a entrar nos trilhos nos próximos 30 dias. No fim de janeiro, os dois vagões iniciam as viagens experimentais, sem passageiros. A fase de testes vai durar dois meses, período em que serão avaliadas estabilidade, velocidade e segurança do meio de transporte. A ideia original era que a linha fosse até Luziânia (GO), mas a atual malha ferroviária não chega até lá. Não há previsão para estender a linha até o outro município goiano.

“Estou depositando muitas fichas nesse projeto do Ministério das Cidades porque são necessários apenas pequenos reparos nos trilhos e nas ferrovias, além de construir algumas estações de apoio. Dando certo, como esperamos, será uma alternativa barata, rápida e eficaz para quem mora no Entorno e trabalha no DF”, disse o governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) ao Metrópoles.

O projeto será tocado pela Secretaria da Região Metropolitana, que deve ser criada a partir de 1º de janeiro. O nome anunciado pelo emedebista para a pasta é de Paulo Roriz (PSDB), que já comandou órgão similar em 2005, durante o governo de Joaquim Roriz.

Apoio do governo federal

Há 15 dias, uma reunião com representantes do governo de transição e o secretário-executivo do Ministério das Cidades, Silvani Alves Pereira, selou o acordo. É a pasta federal que abriga a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), órgão responsável pela nova linha. O projeto é paralelo ao chamado “expresso pequi”, trem de alta velocidade que ligará Brasília a Goiânia. A proposta ainda está em estudo pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

O VLT foi escolhido para reaproveitar linhas férreas já existentes. O modal é mais silencioso do que o metrô, por exemplo, e muito menos poluente, considerado um meio de transporte ideal na ligação entre centros urbanos e regiões com potencialidade rural. A velocidade pode chegar a 76 km/h e combustível usado é o diesel.

O governo ainda analisa o valor da passagem, mas pretende utilizar a nova linha para desafogar as vias do DF que fazem ligação com a região mais densa do Entorno. Até Valparaíso, de carro, o trajeto de 37 km pode levar 45 minutos. De trem, o percurso deve ser feito em até 30 minutos: os dois vagões farão duas viagens diárias.

Convênio

Segundo o futuro secretário do Entorno, Paulo Roriz, o convênio com o governo federal prevê a operacionalização da linha até 30 de janeiro, caso tudo ocorra no prazo trabalhado pelo Ministério das Cidades.

“Os dois vagões já estão prontos e a caminho do DF. O ministro colocou outros veículos à disposição, sem contrapartida. Estamos trabalhando para que essa fase experimental ocorra e o transporte de passageiros comece ainda no primeiro semestre de 2019”, ressaltou o tucano.

A ideia original será reativar a Rodoferroviária, localizada no fim do Eixo Monumental, hoje sede da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa). Com a arquitetura horizontal assinada por Oscar Niemeyer e suas fileira de janelas – as quais sugerem um longo trem de passageiros –, a estação tem estrutura de ligação para cinco plataformas e permite o embarque e desembarque de uma dezena de trens ao mesmo tempo.

Brasília – Luziânia


Para a ampliação até Luziânia, o governo local terá parceria com o Governo Federal e o Governo de Goiás. A obra consiste na reestruturação de um trecho concedido à Ferrovia Centro Atlântica (FCA), interligando a Rodoferroviária de Brasília e a Rodovia GO-010, em Luziânia. A linha tem potencial de encurtar o tempo gasto pelos moradores da cidade goiana no trajeto até o centro da capital federal, que, no horário de pico, pode chegar a duas horas.

O corredor será uma das obras incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que também vai financiar a modernização e a ampliação do Metrô do Distrito Federal – incluindo compra de novos trens e a extensão até a Asa Norte.

De acordo com a ANTT, o valor da linha ferroviária Brasília-Luziânia ainda não pode ser calculado ou sequer garantido. A ampliação ainda está em fase de discussão. “As tecnologias ferroviárias deverão ser apresentadas com suas especificações, vantagens e desvantagens, limitações, custos e prazos relativos ao fornecimento, instalação e manutenção, dentre outros aspectos considerados relevantes”, observa o chamamento da agência.

https://www.metropoles.com/distrito-...eca-em-30-dias
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Last edited by MAMUTE; Dec 31, 2018 at 10:10 AM.
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  #1406  
Old Posted Dec 31, 2018, 5:44 PM
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Mas de onde virá esses VLTs? Se João Pessoa, Fortaleza e Natal se recusaram a emprestar.

Outro ponto, de todas as estações, a mais complicada será a integração VLT/Metrô na região do Park Way. Localizada no meio do nada, terá de fazer uma estação de vários andares e toda a infra-estrutura ao redor, quer seja tudo né, iluminação, estacionamento, vias de acesso etc... E mais, nesse ponto da estação, ela terá de ser duplicada, isso vai ocorrer em todas as estações.

A mais complicada é claro, a do Núcleo Bandeirante, que inventaram tombar ela, então vai ser difícil moderniza-la. Até mesmo a Rodoferroviária terá de sofrer alterações.

O meu maior temor é aonde os trilhos se encontra com asfalto, e sabemos muito bem, que Brasilienses não curtem obedecer as leis de transito. Terão de instalar cancelas, detalhe até hoje nunca vi no Brasil esse sistema de cancelas, para evitar o povo que curte furar os avisos sonoros de quando o trem vem se aproximando. Ou instala cancelas ou terão de fazer viadutos ou tuneis para os carros não dividirem espaço com os trens.

E o VLT é farofa, se bater, amassa todo. Praticamente é perda total.

Last edited by pesquisadorbrazil; Dec 31, 2018 at 6:05 PM.
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  #1407  
Old Posted Jan 5, 2019, 11:37 PM
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Ibaneis planeja VLT para ligar Plano Piloto ao Aeroporto e Taguatinga

No planejamento do governador, há previsão de compra de 30 veículos para transportar passageiros pelos 22km entre as duas cidades


Quem mora em Taguatinga e trabalha no Plano Piloto sofre diariamente com a falta de políticas públicas eficientes de mobilidade urbana. Com trânsito quase sempre engarrafado nos horários de pico, não há alternativas para motoristas e passageiros do transporte público. O transtorno, no entanto, pode ser minimizado caso o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), tire da prancheta um ambicioso projeto: construir um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ligando a Avenida Hélio Prates ao Eixo Monumental.

As informações estão contidas no Relatório do Governo de Transição 2019-2022, produzido pela equipe de Ibaneis nos dois meses que sucederam as eleições. O documento, ao qual o Metrópoles teve acesso, foi elaborado por 58 grupos de trabalho temáticos e baliza as ações da nova gestão, com metas para 100 dias, dois anos e quatro anos.

No planejamento da equipe emedebista, há previsão de compra de 30 carros para transportar os usuários do sistema pelos 22 quilômetros que separam as duas regiões administrativas. O prazo para a execução das obras é de dois a quatro anos.


Moradores do Recanto das Emas também devem ficar atentos aos planos de Ibaneis para a mobilidade. O mesmo relatório sugere a construção de um VLT entre o Recanto das Emas e Taguatinga.

Neste caso, para vencer os cerca de 15 quilômetros, o Governo do Distrito Federal (GDF) prevê a compra de 22 carros do VLT. O empreendimento ficaria pronto, no máximo, até 2023, segundo as projeções.

Veja:


Outra proposta do grupo do primeiro escalão do novo governo é ressuscitar um antigo projeto: o VLT que liga o Aeroporto Juscelino Kubitschek à W3 Sul e à W3 Norte.

Veja:


Informações sobre traçado e valor das obras dos três projetos do VLT serão conhecidas ao longo da execução dos projetos, pois o relatório não prevê o custo das intervenções nem de onde viriam os recursos.

Promessas antigas
O projeto de Ibaneis para levar o VLT do Aeroporto JK à W3 Sul não é novo. Em 2012, a obra chegou a ser anunciada como uma das principais intervenções para a Copa do Mundo realizada em 2014, mas, após inúmeros questionamentos da Justiça e do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), acabou retirada da Matriz de Responsabilidades do Mundial.

Somente o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) pediu cinco vezes a anulação do contrato. O órgão entendeu existirem indícios de que um estudo de impacto ambiental não havia sido realizado, pois as obras previam a derrubada de árvores na W3.

Um ano antes, o então governador, Agnelo Queiroz (PT), chegou a anunciar que haveria nova licitação, mas o certame não avançou. O VLT foi orçado em R$ 1,5 bilhão, com percurso que ligaria o Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek ao final da Asa Norte, em um trajeto de 22,6 quilômetros, além de 25 estações.

A ressalva dos especialistas
Na opinião do presidente da Associação dos Usuários de Transporte Público do Distrito Federal (Autrac-DF), Vidal Guerra, dotar a cidade de VLTs não resolve todos os transtornos de quem não tem automóvel, mas minimiza bastante os problemas. “Só peço ao novo governador que não dê falsas esperanças ao povo. VLT é um excelente meio de transporte, mas precisa realmente sair do papel”, ponderou.

Para o especialista em transporte pela Universidade de Brasília (UnB) Flávio Dias, o governo Ibaneis está no caminho certo para melhorar a mobilidade da cidade por meio de VLTs. Contudo, ele ressalta que as intervenções devem vir acompanhadas de ações de desenvolvimento nas localidades por onde passará o transporte sobre trilhos.

“O VLT não pode ser pensado simplesmente como meio de transporte. Com ele, o governo deve criar polos de desenvolvimento a fim de revitalizar essas regiões por onde ele passará. Partindo desse raciocínio, o VLT é uma excelente ferramenta para a cidade”, destacou o docente.

Trilhos de Brasília a Valparaíso (GO)
No que depender de Ibaneis Rocha, sua gestão na área da mobilidade será marcada por investimento maciço em transporte sobre trilhos. No último dia de 2018, o Metrópoles revelou que está tudo pronto para os primeiros testes do VLT ligando Brasília e Valparaíso de Goiás, no Entorno do DF.

No fim de janeiro deste ano, dois vagões iniciarão as viagens experimentais, sem passageiros. A fase de testes vai durar dois meses, período em que serão avaliadas estabilidade, velocidade e segurança do meio de transporte. A ideia original era que a linha fosse até Luziânia (GO), mas a atual malha ferroviária não chega até lá. Não há previsão para estendê-la até o outro município goiano.

Na ocasião, Ibaneis demonstrou empolgação com o futuro novo meio de transporte. “Estou depositando muitas fichas nesse projeto do Ministério das Cidades, porque são necessários apenas pequenos reparos nos trilhos e nas ferrovias, além de construir algumas estações de apoio. Dando certo como esperamos, será uma alternativa barata, rápida e eficaz para quem mora no Entorno e trabalha no DF”, disse.

Conexão a Luziânia e metrô na Asa Norte
Para a ampliação até Luziânia, o governo local terá parceria com o governo federal e o governo de Goiás. A obra consiste na reestruturação de um trecho concedido à Ferrovia Centro Atlântica (FCA), interligando a Rodoferroviária de Brasília e a Rodovia GO-010, na cidade goiana.

A linha tem potencial de encurtar o tempo gasto pelos moradores de Luziânia no trajeto até o centro da capital federal, que, no horário de pico, pode chegar a duas horas.

O corredor será uma das obras incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que também vai financiar a modernização e a ampliação do metrô do Distrito Federal – incluindo a compra de novos trens e a extensão até a Asa Norte.

De acordo com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o valor da linha ferroviária Brasília–Luziânia ainda não pode ser calculado ou sequer garantido. A ampliação ainda está em fase de discussão.

“As tecnologias ferroviárias deverão ser apresentadas com suas especificações, vantagens e desvantagens, limitações, custos e prazos relativos ao fornecimento, instalação e manutenção, entre outros aspectos considerados relevantes”, observa a agência.

Reaproveitamento de linhas
O VLT foi escolhido para reaproveitar linhas férreas já existentes. O modal é mais silencioso do que o metrô, por exemplo, e muito menos poluente, considerado um meio de transporte ideal na ligação entre centros urbanos e regiões com potencialidade rural. A velocidade pode chegar a 76km/h, e o combustível usado é o diesel.

O governo ainda analisa o valor da passagem, mas pretende utilizar a nova linha para desafogar as vias do DF que fazem ligação com a região mais densa do Entorno. Até Valparaíso, de carro, o trajeto de 37km pode levar 45 minutos. De trem, o percurso deve ser feito em até 30 minutos, e os dois vagões farão duas viagens diárias.

Relatório
O Relatório do Governo de Transição 2019-2022, que norteará a nova administração do GDF, tem 170 páginas, nas quais estão compilados dados do plano do novo governo – como compromissos feitos durante a campanha – e do documento elaborado pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal (Codese), intitulado O DF que a Gente Quer 2018-2030. Além disso, foram ouvidas entidades e representantes de comunidades.

Esse conjunto inicial de proposições será usado para orientar o início da nova gestão. É um resumo sistematizado, com desenho organizacional das pastas, cargos, funções e atribuições que compõem a administração do novo governo. Nele, existem diagnósticos, metas e propostas de solução de problemas.

Fonte: https://www.metropoles.com/distrito-...o-e-taguatinga
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  #1408  
Old Posted Jan 5, 2019, 11:42 PM
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Se ele fazer essas 3 linhas de VLTs, fora a de Luziânia.... O cara sai fortalecido para as eleições de 2022, com uma mão amarrada nas costas.

Agora esse papinho furado do pseudo especialista da universidade, no cola. Até mesmo porque, o projeto está apenas especificando o VLT, não está ainda especificando o que vai ter ao redor das estações oras bolas.

Vai que essa Cidade que ele quer implantar de 7 milhões de m2 com capacidade de gerar 200 mil empregos não seja as margens da Estrutural. Outro ponto, o Plano Piloto vai continuar por anos, concentrando os 70% dos empregos gerados.

É um efeito gravidade oras bolas. Agora, o VLT é mais maleável do que o Metrô isso é, vai que essa linha que vai do Recanto das Emas até Taguatinga, no futuro não tenha uma extensão até Gama/Santa Maria.
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  #1409  
Old Posted Jan 6, 2019, 1:37 AM
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Olha se realmente saísse tudo isso em 4 anos, Brasília mole mole, teria quase 150 km de linhas de VLTs...Isso é claro em apenas 4 anos...

Linha
Taguatinga / Rodoferroviária = 22 km
Taguatinga / Recanto das Emas = 22 km
Aeroporto / Setor Terminal Norte = 26 km
Rodoferroviária / Esplanada = 7 km
Valparaíso / Rodoferroviária = 47 km
Valparaíso / Luziânia = 23

Agora levar 4 anos para fazer 3,5 km de expansão do metrô para Samambaia é de lascar.
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  #1410  
Old Posted Jan 17, 2019, 2:35 PM
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[...] Além da nova pista de 26 quilômetros que cruzará a capital desde Samambaia (Interbairros), foram deliberados os planos da Estação 19 do Metrô em Ceilândia, o VLT W3 e a Nova Saída Norte.

[...]

Foi deliberada a revalidação dos estudos prévios, a necessidade de aprimorar o projeto anterior e a de estabelecer nova licitação do Projeto Estação 19 Metrô - DF. O projeto do Veículo Leve Sobre Trilhos W3 - O VLT W3 foi aprovado. Não haverá modificação no modelo proposto [...]

Fonte: Jornal de Brasília

Apesar de o texto indicar que a estação situa-se em Ceilândia, creio que refere-se à Estação Estrada Parque, em Águas Claras...
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  #1411  
Old Posted Jan 18, 2019, 12:17 AM
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[...] Além da nova pista de 26 quilômetros que cruzará a capital desde Samambaia (Interbairros), foram deliberados os planos da Estação 19 do Metrô em Ceilândia, o VLT W3 e a Nova Saída Norte.

[...]

Foi deliberada a revalidação dos estudos prévios, a necessidade de aprimorar o projeto anterior e a de estabelecer nova licitação do Projeto Estação 19 Metrô - DF. O projeto do Veículo Leve Sobre Trilhos W3 - O VLT W3 foi aprovado. Não haverá modificação no modelo proposto [...]

Fonte: Jornal de Brasília

Apesar de o texto indicar que a estação situa-se em Ceilândia, creio que refere-se à Estação Estrada Parque, em Águas Claras...
Exatamente isso, mas essa estação não está saindo do papel? Ou será que eles erraram, em vez de 29, publicaram 19. Pois a estação 29 na Ceilândia é aquela que vai ficar perto da BR 070.

Last edited by pesquisadorbrazil; Jan 18, 2019 at 12:31 AM.
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  #1412  
Old Posted Jan 18, 2019, 12:21 AM
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Olha que interessante, um projeto que eu desconhecia....


Nesse projeto, o metropolitano, passaria pelo meio das centralidades e não pela DF 001, que pena que os projetos mudam e atrapalham todo planejamento. Adivinhem, entre Samambaia e Gama, era para existir 3 núcleos habitacionais, apenas o RECANTO DAS EMAS saiu do papel. Os outros 2, apenas o da beira da BR 060 poderá sair do papel, agora o outro, foi todo invadido inviabilizando sua implantação.

E nesses núcleos habitacionais teriam capacidade de suportar 3 milhões de habitantes, depois que o DF ultrapassasse os 1 milhão e 500 mil habitantes....

Fonte: https://www.ufmg.br/rededemuseus/crc...ACIETE_G_1.pdf
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  #1413  
Old Posted Jan 18, 2019, 2:15 AM
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a ligação a asa norte nao poderia ser feita via VLT? já que os tuneis sao tao caros..
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  #1414  
Old Posted Jan 18, 2019, 3:33 AM
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a ligação a asa norte nao poderia ser feita via VLT? já que os tuneis sao tao caros..
Olha devemos aguardar mais, pois é aquele negócio...

Se for feito diretamente pelo governo, vai demorar demais.....

Agora se for feita por PPP, as coisas podem mudar de rumo.... A novela vai ser encerrada em breve.
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  #1415  
Old Posted Jan 18, 2019, 11:25 AM
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Originally Posted by pesquisadorbrazil View Post
Olha que interessante, um projeto que eu desconhecia....


Nesse projeto, o metropolitano, passaria pelo meio das centralidades e não pela DF 001, que pena que os projetos mudam e atrapalham todo planejamento. Adivinhem, entre Samambaia e Gama, era para existir 3 núcleos habitacionais, apenas o RECANTO DAS EMAS saiu do papel. Os outros 2, apenas o da beira da BR 060 poderá sair do papel, agora o outro, foi todo invadido inviabilizando sua implantação.

E nesses núcleos habitacionais teriam capacidade de suportar 3 milhões de habitantes, depois que o DF ultrapassasse os 1 milhão e 500 mil habitantes....

Fonte: https://www.ufmg.br/rededemuseus/crc...ACIETE_G_1.pdf
E ainda criticaram o Roriz pela criação de algumas RA's. Esse local que seria destinado a mais 2 RA's está totalmente invadido, nem se quiserem, removem aquilo. Nas gestões de Agnelo e Rollemberg, as invasões pipocaram por todos os lados, basta dar uma olhada no Morro da Cruz, Chácara Santa Luzia, expansão do Sol Nascente, Ponte Alta, 26 de Setembro, etc.

Nas centralidades, o que existe atualmente é apenas o projeto de ligação viária entre o Centro Urbano de Samambaia com o do Recanto das Emas, conectando, obviamente com a DF-479 (Ceilândia Sul/Guariroba).

Se fizessem a ligação por metrô, desde Taguatinga, até Santa Maria, conectando com o Entorno Sul, seria bom demais.
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  #1416  
Old Posted Jan 21, 2019, 10:50 PM
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Eu não entendo mais nada, mas vamos lá...como eu já havia comentado, e o mais lógico para se fazer, para o VLT ser construído em tempo recorde, é via PPP.

Agora eu não sabia, que teremos um VLT para saída norte até Planaltina.... Então o BRT da região nem vai sair do papel, no lugar, irão colocar o VLT.

Após marcha lenta em 2018, DF redefine pacote de concessões e PPPs; veja mudanças

Fonte: https://g1.globo.com/df/distrito-fed...mudancas.ghtml
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  #1417  
Old Posted Jan 22, 2019, 11:15 AM
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Eu não entendo mais nada, mas vamos lá...como eu já havia comentado, e o mais lógico para se fazer, para o VLT ser construído em tempo recorde, é via PPP.

Agora eu não sabia, que teremos um VLT para saída norte até Planaltina.... Então o BRT da região nem vai sair do papel, no lugar, irão colocar o VLT.

Após marcha lenta em 2018, DF redefine pacote de concessões e PPPs; veja mudanças

Fonte: https://g1.globo.com/df/distrito-fed...mudancas.ghtml
Acho que essa linha do VLT seria aquela tal Linha 4 do Metrô.
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  #1418  
Old Posted Jan 22, 2019, 3:30 PM
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Acho que essa linha do VLT seria aquela tal Linha 4 do Metrô.
Eu não sei, o certo que a forma de tirar do papel o VLT mais rápido é via PPP.... Agora a dúvida, qual será a forma de pagamento é claro. Pois fazer micro-estações sem atrações nenhuma...

Em Sampa pelo menos ao redor das estações o governo aproveitou para colocar lotes comerciais.... Enquanto o bocó do GDF inventou colocar praças....

Agora quero ver aonde irão colocar edificios garagens perto das estações, se a Terracap não tem mais lotes. O mesmo diz respeito nas estações do Plano Piloto, tem gente que tem memória curta, mas aqueles locais que aparentam serem estacionamentos, na verdade são lotes...
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  #1419  
Old Posted Jan 23, 2019, 2:04 PM
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Como eu havia cantado a pedra aqui, pelo visto todos os VLTs e possivelmente a expansão do Metrô será via PPP. E pela extensão do trecho de 22 km, é da 502 norte até o Aeroporto.

GDF Lança edital de PP para implementação do VLT na W3

Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br/c...cao-vlt-na-w3/
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  #1420  
Old Posted Jan 23, 2019, 2:41 PM
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Como eu havia cantado a pedra aqui, pelo visto todos os VLTs e possivelmente a expansão do Metrô será via PPP. E pela extensão do trecho de 22 km, é da 502 norte até o Aeroporto.

GDF Lança edital de PP para implementação do VLT na W3

Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br/c...cao-vlt-na-w3/
22km dá tranquilamente para englobar toda a W3 Norte/Sul até o Aeroporto.
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