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  #81  
Old Posted Nov 24, 2011, 7:30 PM
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Rapaz se Brasília ta em 3º não quero nem passar perto de quem esta 10º, 15º, 20º.......

Alguem reparou que depois de um longo inverno estão gramando os canteiros da EPTG???
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  #82  
Old Posted Nov 25, 2011, 12:40 PM
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Então o GDF vai fazer o trevo norte e a segunda ponte do lago norte? Sei não!!! É muita coisa....
Eles tem que fazer, o problema que, se o GDF cumprir todas essas obras que prometem, a cidade vai dar um gigantesco nó rodoviário e a cidade vai parar de vez.

Linha Amarela, Linha Laranja, Linha Verde, Linha Vermelha, Linha Lilás, Anel viário, trevo Norte, trevo Sul, tunel de Taguatinga, blábláblá, sem contar a construção de vias marginais no Pistão Norte, Estrutural, EPNB e a duplicação de pistas da BR 080, desde o viaduto do pistão Norte até a divisa com GO perto de Padre Bernardo. O mesmo ocorrendo com a BR 251, até a divisa com MG, perto de Unaí e claro, a construção da estrada parque Universidade, e a duplicação da BR 479, que vai ligar o novo aeroporto até a L2 Norte.
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  #83  
Old Posted Nov 25, 2011, 4:27 PM
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Eles tem que fazer, o problema que, se o GDF cumprir todas essas obras que prometem, a cidade vai dar um gigantesco nó rodoviário e a cidade vai parar de vez.

Linha Amarela, Linha Laranja, Linha Verde, Linha Vermelha, Linha Lilás, Anel viário, trevo Norte, trevo Sul, tunel de Taguatinga, blábláblá, sem contar a construção de vias marginais no Pistão Norte, Estrutural, EPNB e a duplicação de pistas da BR 080, desde o viaduto do pistão Norte até a divisa com GO perto de Padre Bernardo. O mesmo ocorrendo com a BR 251, até a divisa com MG, perto de Unaí e claro, a construção da estrada parque Universidade, e a duplicação da BR 479, que vai ligar o novo aeroporto até a L2 Norte.
Novo aeroporto?! Não estava sabendo disso! Pode falar mais a respeito?
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  #84  
Old Posted Nov 25, 2011, 4:40 PM
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Eles tem que fazer, o problema que, se o GDF cumprir todas essas obras que prometem, a cidade vai dar um gigantesco nó rodoviário e a cidade vai parar de vez.

Linha Amarela, Linha Laranja, Linha Verde, Linha Vermelha, Linha Lilás, Anel viário, trevo Norte, trevo Sul, tunel de Taguatinga, blábláblá, sem contar a construção de vias marginais no Pistão Norte, Estrutural, EPNB e a duplicação de pistas da BR 080, desde o viaduto do pistão Norte até a divisa com GO perto de Padre Bernardo. O mesmo ocorrendo com a BR 251, até a divisa com MG, perto de Unaí e claro, a construção da estrada parque Universidade, e a duplicação da BR 479, que vai ligar o novo aeroporto até a L2 Norte.
Pô Pesquisa acho que esse risco não existe, é mais facil sair tudo a conta gotas mesmo.
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  #85  
Old Posted Nov 26, 2011, 2:37 PM
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Usuários terão informações, em tempo real, de itinerário e horário dos ônibus





Quatro pré-projetos divulgados pelo Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) prometem revolucionar a tecnologia aplicada no monitoramento e informação, facilitando a vida dos quase um milhão de usuários do transporte público coletivo do DF. Entre os planos estão a modernização dos procedimentos na bilhetagem automática e nos sistemas de informação ao usuário e de integração da rede de transporte público. A previsão é que os editais sejam publicados, no máximo, até 20 de dezembro, e que o novo sistema comece a operar em até um ano.

Segundo o diretor do DFTrans, Marco Antônio Campanella, a expectativa é que os editais para a modernização do sistema de informação sejam feitos simultaneamente ao edital para renovação do transporte público que corre na Secretaria de Transportes. “Vamos licitar esse sistema de inteligência e a secretaria trabalha na licitação do sistema de transporte, para que os dois sejam implementados juntos”, informa.

O edital para o sistema já foi licitado, mas passa por ajustes. No lugar do modelo de frotas – com 900 veículos convencionais e 300 articulados – o novo projeto utilizará áreas operacionais. Dessa forma, a empresa vencedora administrará todo o serviço de transporte e veículos de uma região, inclusive a integração entre ônibus, micro-ônibus e metrô. A concorrência priorizará o nível técnico e o menor preço.

O diretor do DFTrans afirma que a implementação do sistema de inteligência não está intrinsecamente ligada à renovação do sistema. “Se não sair o sistema de transporte, faremos a implementação na frota que temos. Quando a outra licitação for concluída, faremos a mudança, mesmo não sendo o desejado.”

Informações

Os pré-projetos tratam dos sistema de Controle Operacional, de Bilhetagem Automática e de Informações de Transporte (veja quadro). A maior novidade, para o usuário, é que haverá um monitoramento, em tempo real e feito por GPS, de todos os veículos da frota do DF, assim como o acompanhamento do itinerário, da velocidade, de atrasos, ocorrências, lotação e cumprimento do trajeto determinado para linha.

O novo projeto para o Sistema de Controle Operacional prevê ainda um formato moderno de fornecimento de informações ao usuário. Serão criados serviços de mensagem de voz e texto aos usuários embarcados com as próximas paradas, horários previstos de chegada, além do envio de informações por celular ou e-mail ao usuário.

O site do DFTrans, motivo de frequentes reclamações dos usuários, também será renovado. Nele, serão disponibilizados, em tempo real, a posição dos veículos, as viagens, tarifas das linhas, itinerários, tempo estimado de espera de veículos e destinos solicitados por consulta específica de linha.

Interatividade

Os ônibus trarão um computador de bordo no qual o motorista poderá interagir com todo o sistema rodoviário, inclusive alertando o DFTrans em caso de perigo ou problemas mecânicos do veículo durante o trajeto. “As mudanças são uma revolução que já devíamos ter feito. Diversas capitais já conseguiram. Estamos na idade da pedra por diversas razões, mas é fundamental prestar serviço moderno com pontualidade e qualidade, diz Campanella.


Os pré-projetos das quatro propostas estão abertas para consulta pública, sugestões e críticas da população por meio do site do DFTrans (www.dftrans.df.gov.br), no link Consulta Pública. As contribuições podem ser enviadas pelo endereço eletrônico consulta.publica@dftrans.df.gov.br, contendo nome, endereço, CPF/CNPJ e telefone, até o dia 5 de dezembro.

No prazo de 15 dias após o recebimento do e-mail com sugestões, o DFTrans promete responder oficialmente, também pela internet, aos interessados, informando da análise e dos procedimentos adotados.











http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=377244
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  #86  
Old Posted Nov 27, 2011, 3:35 PM
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Responsáveis por planejar a mobilidade não contam com graduação específica



José Lima Simões fez pós-graduação em trânsito e hoje comanda a área de engenharia do Detran-DF


Brasília desperta a curiosidade de moradores e turistas não apenas pela modernidade do seu traçado urbanístico e por seus inigualáveis monumentos e prédios. A atípica malha viária da capital mistura vias largas e elevados limites de velocidade, em pleno centro urbano, com tesourinhas, rotatórias, radares e barreiras eletrônicas, num desafio ao planejamento da mobilidade. Para aplicar e conciliar todas essas ferramentas, entra em ação a engenharia de tráfego.“Ela é responsável pela operação do trânsito”, sintetiza o diretor de engenharia do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), José Lima Simões, 57 anos.

Entre as atribuições dos engenheiros está a aprovação das medidas propostas pela Secretaria de Planejamento e Gestão do DF. “Além disso, avaliamos se as curvas são adequadas, se o estacionamento está previsto em lei, se a sinalização é suficiente”, explica. Simões conta que o trabalho dos engenheiros de tráfego leva em conta três fatores principais: a segurança, a fluidez e o conforto — nessa ordem de prioridade.

Diferentemente do que pensa a maioria das pessoas, o cuidado com as condições de trânsito não se restringe às vias pavimentadas. Também compete a esses profissionais fiscalizar as calçadas, as ciclovias, os canteiros e outras estruturas. Afinal, são elas que permitem o fluxo adequado de pedestres, ciclistas e pessoas com deficiência física. “O Distrito Federal tem atualmente cerca de 1,3 milhão de automóveis e 2,6 milhões de habitantes — uma proporção de duas pessoas por carro. Todo cuidado é pouco para organizar e dar equilíbrio a essa relação”, observa José Lima.

No Brasil, não existe curso de graduação em engenharia de tráfego. A formação desses engenheiros se desenvolve, principalmente, na prática. Trata-se de uma habilitação não reconhecida pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea). “O engenheiro de tráfego é um profissional formado em engenharia civil que vai se especializando”, define Paulo César Marques, professor do Programa de Pós-Graduação em Transportes (PPGT) da Universidade de Brasília (UnB).

A especialização foi o caminho que José Lima Simões seguiu. Após formar-se em engenharia civil pela UnB, em 1980, o baiano de Feira de Santana buscou a pós-graduação em engenharia e administração do trânsito na Fundação Getulio Vargas do Distrito Federal (FGV-DF) e, desde 1983, é concursado do Detran. Hoje, ele não se considera mais um engenheiro civil. “Durante a graduação, descobrimos as vocações. Sempre gostei de matérias relacionadas a rodovias e transportes e meu trabalho final de curso foi sobre logística e transportes”, lembra. Segundo Simões, a demanda por novos profissionais é grande (leia Saiba mais). “Aqui no Detran, por exemplo, somos uma equipe de seis — três engenheiros e três arquitetos — e queremos aumentar para 16, mas falta mão de obra qualificada”, admite.

No Distrito Federal, o Detran acumula as atribuições estaduais e municipais. Assim, a responsabilidade pelos projetos, pela sinalização e pela fiscalização do tráfego de pessoas e veículos está sob a mesma tutela. Outro órgão, entretanto, necessita de profissionais na cidade. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) é responsável pelas rodovias, abundantes em Brasília.

Segundo o superintendente de trânsito da DER Murilo Melo, 46 anos, sempre há demanda por novos profissionais. “São mais de 50 rodovias, incluindo o Eixo Rodoviário. Nós, do DER, devemos sempre ter funcionários para garantir fluidez e segurança nelas”, sintetiza. Murilo ressalta que uma peculiaridade do trabalho do engenheiro de tráfego é ter que lidar com acidentes. “No Eixo Rodoviário, ocorre colisão frontal entre veículos. Também é comum o atropelamento de pedestres que tentam atravessar a via em vez de utilizar as passarelas subterrâneas. Faz parte do trabalho da engenharia de tráfego procurar soluções para esses problemas”, define.

Onde estudar
Na Universidade de Brasília é oferecido o Programa de Pós-Graduação em Transportes, que disponibiliza mestrado e doutorado. Fora da capital federal, existem mais opções de especialização nas regiões Sudeste e Nordeste:

» Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
» Universidade de São Paulo (USP) — Escola Politénica (EPUSP) e Escola de Engenharia de São Carlos (EESC)
» Universidade Federal do Ceará (UFC)
» Instituto Militar de Engenharia (IME)

Saiba mais
Consultoria

Além do trabalho no Departamento de Trânsito do Distrito Federal e no Departamento de Estradas de Rodagem, as empresas de consultoria representam a melhor oportunidade de emprego para os engenheiros de tráfego na capital federal. O governo os contrata para fazer a análise do impacto do trânsito viário. Com os eventos esportivos que ocorrerão no país — Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas —, as chances de contratação devem aumentar consideravelmente.


















http://www.correiobraziliense.com.br...pecifica.shtml
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  #87  
Old Posted Nov 27, 2011, 10:08 PM
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Enquanto isso, em Águas Claras, o transporte terrestre esta virando fluvial....


Rema povo!

Foto tirada ontem, por este marinheiro que vos escreve....
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  #88  
Old Posted Nov 28, 2011, 12:58 AM
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Cara, tu é corajoso heim!!! seu carro não deve ser um ponei maldito!!!kakakaka
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Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos
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  #89  
Old Posted Nov 28, 2011, 1:09 AM
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Desse jeito vou entrar no ramo de venda de barcos
Haja água
Deve ser um Troller esse carro do Jota!!!
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  #90  
Old Posted Nov 28, 2011, 1:27 AM
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Nada era um Uno 1.0 alugado com 4 pessoas dentro e ar condicionado ligado!

Gosto de viver perigosamente.



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  #91  
Old Posted Nov 28, 2011, 1:43 AM
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Uno 1.0 com Ar é bem raro

Só imagino se essa chuva fosse nas tesourinhas das 201, 202, 211 e 212 na Asa Norte... iria ser um caos
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  #92  
Old Posted Nov 28, 2011, 1:47 AM
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Uno 1.0 com Ar é bem raro

Só imagino se essa chuva fosse nas tesourinhas das 201, 202, 211 e 212 na Asa Norte... iria ser um caos
O Uno era alugado, cara o diabo do córrego Águas Claras transbordou e cobriu a pista, tbm choveu pra caralho...
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  #93  
Old Posted Nov 28, 2011, 12:28 PM
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Depois dizem que nosso clima é seco hahaha

Águas Claras é a pior coisa que fizeram nos últimos anos em Brasília. Ô lugarzim intransitável.
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  #94  
Old Posted Nov 28, 2011, 1:55 PM
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Acho que AC tinha tudo para ser um paraíso e exemplo de crescimento urbano planejado. Só que no meio do caminho tinha algo conhecido como especulação imobiliária, tráfico de influências, cartel e corrupção que estragaram um excelente projeto.
__________________
Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos
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  #95  
Old Posted Nov 28, 2011, 3:56 PM
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Depois dizem que nosso clima é seco hahaha

Águas Claras é a pior coisa que fizeram nos últimos anos em Brasília. Ô lugarzim intransitável.
Tbm não é para tanto, existem lugares bem piores no DF, como lugar projetado para mim o Guará I é bem pior, com um projeto que não faz nenhum sentido, para lugar sem projeto temos Vicente Pires, este sim para mim um dos piores crimes urbanisticos ocorridos no DF.
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  #96  
Old Posted Nov 28, 2011, 9:24 PM
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Jota Ferro, Vicente Pires foi invadido... AC foi PROJETADO, teve PLANEJAMENTO pra ser construído. Ques avenidas horrorosas são aquelas? É um desrespeito com os moradores. minha tia, simplesmente, não consegue sair da garagem dela pra ir trabalhar devido a porquera do trânsito.
Imagna quando todos os prédios estiverem prontos? É desesperante....
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  #97  
Old Posted Nov 29, 2011, 1:14 AM
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Jota Ferro, Vicente Pires foi invadido... AC foi PROJETADO, teve PLANEJAMENTO pra ser construído. Ques avenidas horrorosas são aquelas? É um desrespeito com os moradores. minha tia, simplesmente, não consegue sair da garagem dela pra ir trabalhar devido a porquera do trânsito.
Imagna quando todos os prédios estiverem prontos? É desesperante....
Eu não tenho nenhum problema (fora coisas como este tsunami), prefiro Águas Claras que outros bairros planejados como Guara I, Gama, Cruzeiro Novo ou o Sudoeste "econômico".
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  #98  
Old Posted Nov 29, 2011, 12:24 PM
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Mureta no Eixão é medida paliativa para reduzir mortes, mas Iphan é contra



Eixo Rodoviário: 13 quilômetros de pista, marcados por falta de segurança e imprudência


Diminuir as mortes no Eixão exige menos recursos financeiros do que se imagina. A redução da velocidade, o aumento da fiscalização por agentes de trânsito e a melhoria das passagens subterrâneas são algumas das soluções apontadas por especialistas ouvidos pelo Correio. Até mesmo a construção de muretas na faixa central entra na lista, mas como medida paliativa.

Mestre em engenharia de transportes na área de segurança viária, Jorge Tiago Bastos, pesquisador da Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP), avalia que a separação física dos fluxos do Eixo Rodoviário eliminaria a colisão frontal, tipo de acidente mais violento e, portanto, com maior chance de morte. “Mas há uma troca. Em vez da colisão frontal, teremos o choque com objeto fixo, que pode vir acompanhado de batida lateral ou traseira com veículos que seguem no mesmo sentido”, explica.

Além disso, ele alerta para a necessidade de escolher o tipo correto de barreira. É preciso levar em conta a quantidade de carros, o tipo de veículo e a velocidade da via, por exemplo.

Criticado pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), o superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Alfredo Gastal, ironiza a solução apresentada pelo órgão de trânsito há quatro anos — justamente a colocação de muretas na faixa central. “Poderiam fazer uma grande estrutura de aço, cheia de esporões pontiagudos. Pelo menos assim vão matar um ou dois por vez e mais rápido. Mesmo assim, vai continuar morrendo gente”, condena.

Gastal chama a atenção para o fato de que a mortalidade nas vias é resultado da falta de educação para o trânsito e da negligência da fiscalização. “Ninguém vê policial orientando e multando o motorista. É preciso fiscalizar, obrigar o motorista a manter a velocidade da via e seguir as normas do código”, defende. Mesmo sendo contrário à instalação de barreiras físicas, Gastal garante que, se receber nova proposta do DER, vai submeter à avaliação dos técnicos. Compromete-se também a ouvir o maior número de especialistas.

Prioridade
A redução dos atropelamentos deveria ser a prioridade das autoridades de trânsito, segundo o doutor em engenharia de transportes, José Leles de Souza. Isso se daria de duas formas: criação de mais passagens subterrâneas e educação das pessoas. “Já as colisões com objeto fixo e as frontais, geralmente, ocorrem após a perda do controle do veículo. Elas estão associadas ao excesso de velocidade ou ao uso do álcool. Por isso, a fiscalização deve estar presente. Não a eletrônica, mas a do agente de trânsito.” Quanto à opção de colocar barreiras fixas para separar o tráfego, Leles chama a atenção para o risco das muretas de concreto. “Elas podem ser tão letais quanto as colisões frontais. Se a única alternativa for o objeto fixo, o guard rail é a melhor opção”, sugere.

Independentemente da solução, o especialista em transportes da Universidade de Brasília (UnB) Flávio Dias acredita que o debate vai passar pela polêmica da segurança viária em relação ao tombamento de Brasília. “Vamos sacrificar vidas em função do patrimônio histórico? Eu acho um exagero. Esse é um desafio que as autoridades terão pela frente”, prevê.

Dias considera a instalação de barreiras fixas a alternativa mais adequada para promover a segregação do fluxo de veículos no Eixão. “Para resolver o conflito do pedestre, é preciso melhorar as passagens existentes e construir outras, semienterradas. Esse modelo é mais acessível, porque não tem escada e é mais seguro. A pessoa chega de um lado e avista a saída do outro”, cita. Mas, por enquanto, os moradores de Brasília terão que continuar convivendo com a insegurança numa das principais vias da capital.














http://www.correiobraziliense.com.br...e-contra.shtml
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  #99  
Old Posted Nov 29, 2011, 12:40 PM
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Paliativa? Uma freeway aonde um pseudo professor de engenharia de transito da UNB quer transformar numa avenida boulevard. Interessante, porque não coloca uma mira no pedestres suicidas. Esse papo que pelas passarelas subterraneas são sujas, escuras e inseguras. Mas é um fato, é uma roleta russa com apoio do IPHAN, pois reduzir a velocidade não vai impedir em nada os acidentes, com os pedestres suicidas. E com o obstaculo, os pedestres seriam OBRIGADOS a utilizar as passarelas. Se o IPHAN não quer liberar uma mureta é melhor fazer um fosso e fim de papo.
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  #100  
Old Posted Dec 11, 2011, 10:40 PM
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Governo promove audiência pública sobre novo modelo de concessão do transporte público


O Governo do Distrito Federal está convidando toda a sociedade para debater o novo modelo de concessão dos serviços do Sistema de Transporte Público da capital federal. Para isso, a Secretaria de Transportes realiza, na próxima quarta-feira (14), a Audiência Pública sobre Transporte Público Coletivo.



Na ocasião, será apresentado o modelo proposto pelo GDF para ser analisado e debatido com os segmentos organizados da sociedade e com todos os cidadãos que estiverem interessados. Pela proposta, a nova licitação obedecerá ao critério de bacias e não mais de frota, a exemplo do que acontece em outras capitais brasileiras.



A realização da Audiência Pública é uma exigência legal, mas trata-se também de uma iniciativa do GDF no sentido de dar mais transparência às mudanças que serão implantadas. A intenção é modernizar o Sistema de Transportes do Distrito Federal, racionalizando as linhas, garantindo mais eficiência e pontualidade, além assegurar a legalidade do sistema, já que atualmente 75% da frota circulam irregularmente. Com a nova licitação, nenhum ônibus poderá circular no Distrito Federal com mais de sete anos de uso, idade limite prevista em lei.



Após a Audiência Pública, todos os questionamentos e sugestões serão analisados para aprimorar o edital de licitação que será lançado já no início do próximo ano.



Serviço:



Audiência Pública sobre Transporte Coletivo

Data: 14 de dezembro de 2011 – Quarta-feira

Local: Auditório do Ministério Público do DF e Territórios

Eixo Monumental Praça Municipal – Lote 2

Horário: 14 horas










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